Revista de Imprensa

Revista de Imprensa

By RFI Português
Download on the App Store

Revista de Imprensa episodes

  • França: executivo frente a descontentamento social
    Descontentamento social e estratégia do bull-dozer de executivo, para aplicar reformas caracterizam a situação em França. Emmanuel Macron tenta a impossível reforma da União Europeia,perante uma Alemanha susceptível de apoiar modificações no esquema de funcionamento do bloco europeu. A partrir de 25 de Maio as empresas da União Europeia serão obrigadas a dar satisfações sobre a sua gestão dos dados dos seus clientes. O apaziguamento nas relações entre as duas Coreias não exclui uma futura reunificação da península coreana não obstante a oposição dos nacionalistas sul-coreanos e dos japoneses, um dos artesãos da separação da Coreia. Estes são alguns dos focos de actualidade, nos jornais desta sexta-feira.
    5 min
  • Da transição em Cuba, Malta dos passaportes e Pessoa
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre temas da actualidade francesa e internacional, como greves em França ou o escritor e poeta Fernando Pessoa, Malta e transição de poder em Cuba.
    Malta, vende passaportes e nacionalidade, é o principal título do vespertino, LE MONDE. Por um pouco mais de 1 milhão de euros, a pequena ilha mediterrânica vende a nacionalidade maltesa, porta de entrada na União europeia.
    Os compradores de passaportes beneficiam duma fiscalidade muito favorável. E para certos podem assim escapar-se a sanções internacionais. As condições colocadas pela União europeia não são respeitadas.
    Daphne Caruana Galizia, a jornalista assassinada tinha denunciado esta derivas. Os russos formam o essencial de 800 famílias que compraram esses passaportes de "ouro", há 5 anos, e, em Malta, só dispõem, de endereços postais, nota LE MONDE.
    Cuba sem Castro, titula, LA CROIX. Raul Castro deixa hoje o poder. A liberalização económica vai continuar, sem mudanças políticas.
    Miguel Diaz-Canel, herdeiro directo do castrismo, sucessor garantido de Raul Castro, apelou a manter a linha do partido comunista e a defender a "revolução, hoje  atacada, ameaçada, no quadro duma relação com os Estados Unidos que se deteriorou", nota LA CROIX.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, Israel, aniversário amargo. Enquanto o estado hebreu celebra os seus 70 anos, o aumento do nacionalismo e do extremismo religioso fragiliza o seu ideal democrático.
    Em relação à França, L'HUMANITÉ, titula, a luta dos maquinistas é nossa. Uma luta que revigora o orgulho de passageiros do comboio da solidariedade, sublinha o jornal comunista no seu editorial. A luta corre o risco de ser longa e a batalha ainda não está ganha, acrescenta, L'HUMANITÉ.
    Greves: isolada, a CGT, comunista, escolhe a fuga em frente, replica, o jornal conservador, LE FIGARO. A central apelou hoje a um dia de protesto contra as reformas do governo, mas os outros sindicatos declinaram o convite. Nos caminhos de ferro, a mobilização contra a lei ferroviária está em queda, nota LE FIGARO.
    Em relação à África, no Togo, a oposição está na rua, destaca, LA CROIX. Após dois meses de acalmia relativa, a oposição retomou as suas marchas contra o regime. A rejeição do presidente, Faure Gnassimgbé, mobiliza uma parte da população, numa altura em que a economia está fortemente afectada pela crise política.   
    A terminar, uma nota literária portuguesa, com o caderno especial de letras do jornal LE MONDE, a destacar, o Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa. 
    LE MONDE, dedica toda uma página a uma nova edição aumentada do livro, dada à estampa pelo editor Christian Bourgois, do que chama a obra prima de Pessoa, que nas vestes de um dos diversos heterónimos, Bernardo Soares, é assim citado:
    "Cheguei hoje, de repente, a uma sensação absurda e justa. Reparei, num relâmpago íntimo, que não sou ninguém. Ninguém, absolutamente ninguém."
    4 min
  • Dificuldades de Macron em França e na Europa
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas com assuntos que vão desde o próximo encontro entre Trump e Kim Jong-un, passando pelas dificuldades de Macron até à crise na Síria.
    Espectacular reatamento de relações entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, titula, LE MONDE.O director da CIA e secretário de Estado designado, Mike Pompeo, encontrou-se discretamente com o líder norte-coreano, a 1 de abril. Um encontro, até agora, impensável, de Donald Trump e de Kim Jong-un, até ao mês de junho, tornou-se muito provável.
    O papel da Coreia do Sul foi decisivo e Kim Jong-un foi, em Marte, à China à procura de apoio e de conselhos do presidente chinês. A viva tensão entre Washington e Pyongyang baixou, enquanto, o Japão que continua a defender um linha dura, está isolado, sublinha, LE MONDE.
    Em nome das vítimas sírias, titula LA CROIX. Na Europa e na Síria, investigadores reúnem provas de atrocidades cometidas por Damasco. No seu editorial "tempo de justiça", o mesmo LA CROIX, nota que um dia a guerra acabará e chegará o tempo de os sírios abraçar a reconstrução e reparação.
    Mas, será, também, tempo da justiça, contra Daesh, cujos crimes já estão instruídos pela ONU, mas também justiça contra as atrocidades levadas a cabo por todas as partes no conflito, nomeadamente, Damasco, sublinha LA CROIX.
    Elon Musk, herói ou mito?, pergunta, em título, LIBÉRATION. O bilionário que quer colonizar Março oscila entre feitos de génio e duros fracassos. O bilionário de Califórnia, que criou Space X-Tesla, quer também revolucionar o transporte automóvel. 
    Mas Tesla parece à beira da falência e acumulam-se dores de cabeça para o construtor automóvel que suspendeu a produção do seu último modelo. O próprio Musk, tuítou a 2 de abril: "volto dormir no laboratório. O negócio de automóvel é um inferno". No seu editorial, LIBÉRATION, nota que Elon Musk, teve o louco talento de conseguir juntar uma megalomania adolescente, que faz sorrir, a uma obsessão patológica pelo lucro que mete medo.
    Mudando de assunto, por cá em França, ambições europeias: Macron, reprovado, em Estrasburgo, titula, L'HUMANITÉ. O chefe de estado queria fazer do hemiciclo europeu uma rampa de lançamento da campanha do seu partido Em Marcha para 2019. Mas, Macron manobra tremidamente à escala europeia, após ter implementado, em França, todas as políticas neo-liberais, multiplicando contra-reformas ditadas no quadro do mecanismo europeu.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, autoridade do Estado fracassa em Notre-Dame-des-Landes. Os manifestantes contra a construção do aeroporto local estão determinados, receberam reforços e todos os dias dão baile às forças da ordem que cada vez mais têm dificuldades em praticar o imobilismo emanado do poder político, nota LE FIGARO.
    Enfim, sobre o continente africano, LA CROIX, destaca a Líbia desmembrada entre leste e oeste. A possível retirada da cena político-militar do marechal, Haftar, homem forte do leste líbio, hospitalizado em Paris, corre o risco de provocar uma explosão entre tribos e milícias do leste do país.
    7 min
  • França: Emmanuel Macron frente a descontentamento social
    A França em estado de descontentamento social perante a política de Emmanuel Macron. Macron foi ao parlamento de Strasbourg defender a transformação da União Europeia . Com em pano de fundo a luta contra o efeito de estufa, o petróleo continua a ser rei. O conflito sírio na agenda diplomática depois do alegado ataque com armas químicas . Novo episódio do folhetim Trump-versus-Comey com a publicação de um livro pelo ex-director do FBI ,James Comey . No dia 19 de Abril de 2018, Cuba deixará de ser governada por um Castro.O debate parlamentar sobre a lei "Asilo e Imigração" em França. Eis alguns dos focos de actualidade,nas edições desta terça-feira.
    5 min
  • Síria: França procura solução política
    A questão síria depois dos bombardeamentos dos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha é um dos destaques nos jornais desta segunda-feira. Paralelamente o balanço de práticamente um ano de mandato de Emmanuel Macron e a nova lei da imigração em França que divide a maioria governamental,bem como a reforma dos caminhos de ferro franceses, retêm igualmente a atenção dos comentadores.
    5 min
  • Macron afirma que cumpre promessas de campanha
    As primeiras páginas dos jornais franceses continuam a estar dominadas pela política de reforma da administração pública do presidente Macron e pelas greves na empresa dos caminhos de ferro ou universidades.
    LE MONDE, titula, inquérito sobre as dívidas escondidas da SNCF. A gigantesca dívida da empresa nacional dos caminhos de ferro ultrapassa os 54 mil milhões de euros. Ela será recuperada em parte e progressivamente pelo Estado, à medida que as reformas são feitas, indicou o presidente Macron, na sua entrevista na TV de quinta-feira, nota LE MONDE.
    Emmanuel Macron, é um presidente que diz não, não, não... titula LIBÉRATION. Maquinistas, estudantes, limitação de velocidade em certas estradas aos 80 quilómetros por hora, poder de compra dos pensionistas, o presidente não fez nenhuma concessão na sua intervenção na televisão.
    Nesta sua primeira entrevista na TV desde o começo da greve na SNCF, acrescentou a indiferença às peripéciais de curto prazo, sublinha LIBÉRATION.
    Macron, adapta-se mas mantém a sua meta, replica, LE FIGARO. Convidado do primeiro canal francês, TF1, o presidente da República justificou todas as suas reformas. Sem abandonar nada, empregou um tom mais maleável, comparado com as suas precedentes entrevistas.
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, os perigos da liberalização, o exemplo do frete ferroviário. 5.000 quilómetros de linhas férreas foram fechdas entre 1980 e 2015. O desmantelamento do frete ferroviário não poupou a imensa estação de Miramas com uma identidade de maquinistas.
    Configurada para gerir 3 mil vagões por dia, a plataforma só consegue fazer uma triagem de  pouco mais de 500. Em todo o território, o ferroviário perdeu para para a estrada, resultado de uma política da concorrência desenfreada, acrescenta L'HUMANITÉ.
    A nível internacional, LE MONDE, refere-se a hesitações sobre a dimensão de represálias contra a Síria. Após ter evocado ataques iminentes no seguimento do ataque químico atribuído a Damasco, Donald Trump, parece estar a rever a sua posição e querer o apoio de um uma maior número possível de países a uma intervenção.
    Moscovo, ameaça represálias se a Síria for atacada. Enquanto isto, a bandeira síria foi içada em Ghouta, antes um oásis agrícola às portas de Damasco e hoje uma zona periférica devastada, sublinha LE MONDE.
    Síria: tropas russas controlam Douma, destaca LIBÉRATION. Enquanto baixa a tensão com os ocidentais a adiar represálias ao uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad, este pôde celebrar ontem com os seus aliados russos, a reconquista total de Ghouta oriental, seguida da evacuação dos últimos rebeldes de Douma, nota LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, LA CROIX, preferiu puxar para título a deriva sem fim da Venezuela. Após 5 anos de poder, Nicolas Maduro, conduziu o país à ruína. É a falência de um Estado petrolífero.
    Depois da morte do seu mentor Hugo Chavez, o actual presidente Maduro, deu o país na pedra, com uma situação económica degradada, inflação galopante e recorrentes penúrias de quase tudo nomeadamente produtos alimentícios de base, sublinha LA CROIX.
    Enfim, sobre o continente africano, o mesmo LA CROIX, destaca as dificuldades de diálogo entre a União europeia e Kinshasa. Enquanto começa em Genebra a primeira conferência de doadores para a RDC, a Europa preocupa-se com o agravamento da crise política securitária e humanitária naquele país.
    Diferentemente de outros países de África, a União europeia não tem interlocutores à altura na RDC, sublinha LA CROIX.
    5 min
  • Síria: escalada de tensão após ameaças de bombardeamento americano
    As ameaças dos Estados Unidos e aliados de bombardear a Síria depois de um alegado ataque com armas químicas em Douma, coloca Damasco e os seus apoiantes em estado de alerta. Com em pano de fundo a greve intermitente , prossegue o debate sobre o futuro dos caminhos de ferro. Agitação nas universidades francesas .A oitava cimeira dos Estados americanos em,Lima no Perú nos dias 13 e 14 de Abril vai decorrer sobre o signo da corrupção sem a participação de Donald Trump. A firma Facebook sob fogo de críticos depois da audiência de Mark Zuckerberg no congresso americano. Eis alguns dos focos de actualidade , nos jornais de quinta-feira.
    5 min
  • Vaga de confrontos e contestações em França
    Os franceses estão a sair à rua, segundo o comunista l'Humanité, para enfrentar uma "política de algemas que chega aos estudantes": depois da violente evacuação da faculdade de Nanterre, várias vozes levantam-se para denunciar as políticas do governo francês.
    Continuam as ondas de contestação. Tema que faz igualmente manchete no Le Monde "Violência em Notre-Dame-des-Landes : os dois lados procuram uma saída" descreve o vespertino.
    Dos protestos passamos à primeira página do esquerdista Libération: "Irmão Emmanuel" titula. Na segunda-feira, o Presidente francês proferiu um discurso polémico no qual se afirma católico, Emmanuel Macron apresentou o seu olhar segundo a sua educação jesuíta, falou do espaço da religião no debate público para arrefecer os ânimos dos asserimos defensores da laicidade.
    "Mark Zuckerberg parece ter superado com sucesso este exercício enfrentando o maior escândalo de sempre do facebook". O fundador do facebook "pediu desculpa, mas não cedeu a absolutamente nada" titula o vespertino Le Monde.
    Continuando a falar de tecnologias e do controlo de dados pessoas, o Le Monde publica uma reportagem sobre o uso que Pequim faz das novas tecnologias para elaborar as suas listas negras - partindo do cidadão dissidente ao mau pagador, trata-se de uma espécie de "controlocracia" que já se instalou em várias cidades chinesas que reconhece os seus cidadãos através das suas caras.
    5 min
  • Síria: Trump e Macron unidos contra ataques químicos
    A companhia petrolífera Total ajudou a República do Congo a contornar o FMI.Emmanuel Macron lança apelo para que Igreja católica seja mais participativa. Os estudantes universitários continuam em greve contra a reforma do ensino superior. O Presidente francês e o seu antecessor estão em guerra fria. Gerry Adams,dirgente republicano teme que o Brexit do Reino Unido põe em causa o acordo de paz( Friday Saint) assinado em 1998 entre os católicos e os protestantes da Irlanda do Norte. França e os Estados Unidos defendem uma reacção vigorosa perante um alegado ataque químico das forças governamentais sírias. Eis alguns focos de actualidade,nos jornais de terça-feira.
    5 min
  • Greve dura nos caminhos-de-ferro de França
    A greve nos caminhos-de-ferro em França continua a dominar as primeiras páginas dos jornais franceses. Mas a nível internacional há um certo destaque para o ataque quimíco da Síria ou para críticas à prisão de Lula da Silva. 
    SNCF, vias férreas estão mesmo duras, titula LIBÉRATION. Negociações estão em ponto morto, um governo intransigente, sindicatos que formam uma frente e o conflito que parece durar no tempo. É um braço de ferro, segundo o editorial do LIBÉRATION, sublinhando que nenhuma das duas partes está disposta a fazer concessões.
    Nem os sindicatos de olhos postos nas eleições profissionais do fim do ano ano na empresa nacional ferroviária, nem o poder político, que vive a sua primeira grande crise social do seu mandato de 5 anos, acrescenta LIBÉRATION.
    Atenção, uma mentira pode esconder uma outra, replica, em título, L'HUMANITÉ. Privatizações, linhas férreas locais, dívida, estatuto... as inverdades do governo. Estranhamente, discussões com os sindicatos estão previstas até o fim do mês de abril. "Discutir? Para fazer o quê?", perguntam os sindicatos, nota L'HUMANITÉ.
    Greves na SNCF: o executivo não abaixa o braço. Enquanto o diploma de reforma dá entrada na Assembleia, os maquinistas querem endurecer o seu movimento de greve.
    Face à mobilização dos grevistas da SNCF, Emmanuel Macron, escolhe ir à televisão na quinta-feira para explicar a sua reforma numa entrevista que será largamente seguida por um público de reformados. Uma categoria social céptica sobre as reformar que Macron lançou a toque de caixa, nota LE FIGARO.
    Por seu lado, LA CROIX, mudando de assunto, titula os católicos ao encontro de Macron. A igreja católica junta esta noite 400 personalidades para um diálogo inédito com o presidente da República.
    Os católicos não são um lobby mas devem defender uma concepção da sociedade que ponha o homem no centro, em particular, o mais frágil, defende Monsenhor Olivier Ribadeau-Dumas, secretário geral da Conferência dos bispos de França, nota LA CROIX
    Na actualidade internacional, Síria: o regime acusado de ataques químicos, é o principal título do vespertino, LE MONDE.
    Várias dezenas de pessoas foram mortas em Duma, em Ghouta, após ataques químicos levados a cabo, segundo observadores, pelo regime sírio. Segundo fontes hospitalares, os feridos e mortos apresentam sintomas típicos de bombardeamentos com gás sarino e cloro.
    O gás sarino já tinha sido utilizado pelo exército sírio em 2013, em Ghouta, em 2017 em Khan Cheihoun, no norte da Síria.
    Washington e Paris anunciaram uma resposta forte e comum mas sem dar indicações sobre a natureza das mesmas. Trump, responsabilizou a Rússia e o Irão e qualificou Assad de "animal". 
    Por seu lado, uma base do regime sírio, igualmente, utilizada pelos iranianos foi atacada hoje por mísseis, provavelmente, disparadas por Israel, acrescenta LE MONDE.
    Ainda no internacional, LE MONDE, destaca igualmente a vitória de Viktor Orban nas legislativas na Hungria. Ele pretende salvar e defender o povo húngaro do mundo exterior que ele considera como inimigo e perigoso.  
    Por seu lado, L'HUMANITÉ destaca Lula que se entregou à polícia mas não abdica face ao golpe. A burguesia brasileira enviou o favorito da eleição presidencial para a prisão. É uma justiça falida que abraça um golpe institucional, sublinha o jornal comunista. 
    Enfim, para LE MONDE, a extrema direita de Bolsonaro, machista e homófobo, quer dirar proveito da prisão de Lula e do descrédito dos responsáveis políticos brasileiros.
    5 min

About Revista de Imprensa

From the publisher's feed

De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

More shows like Revista de Imprensa

Semana em África by RFI Português

Semana em África

0 Listeners

Em linha com o correspondente by RFI Português

Em linha com o correspondente

0 Listeners

Em directo da redacção by RFI Português

Em directo da redacção

0 Listeners

Artes by RFI Português

Artes

0 Listeners

Ciência by RFI Português

Ciência

0 Listeners

Convidado by RFI Português

Convidado

0 Listeners

Em linha com o ouvinte / internauta by RFI Português

Em linha com o ouvinte / internauta

0 Listeners

16h00 - 16h10 GMT by RFI Português

16h00 - 16h10 GMT

0 Listeners

Vida em França by RFI Português

Vida em França

0 Listeners