Revista de Imprensa

Revista de Imprensa

By RFI Português
Download on the App Store

Revista de Imprensa episodes

  • Brasil: Lula da Silva enfrenta prisão
    O Brasil está em destaque nos jornais de hoje, com a iminente prisão do antigo presidente Luiz Inácio da Silva acusado de alegada corrupção passiva. A justiça alemã liberta ,Carles Puigdemont o antigo presidente da região espanhola de Catalunha. Tensão na frente social em França, com algumas universidades em greve e o prosseguimento da greve nos transportes.
    4 min
  • Reformas institucionais em França e Lula perde no Supremo
    As primárias páginas dos jornais nacionais estão dominadas por temas franceses que vão desde reformas parlamentares, passando pela greve ferroviária até ao jiadismo em França.
    O difícil percurso de obstáculos da reforma institucional, titula LE MONDE. O primeiro ministro apresentou, ontem, as grandes linhas da reforma das instituições do presidente Macron.
    Entre as disposições de relevo figuram a redução de 30% do número de parlamentares e a introdução de uma dose proporcional de 15%. Estas arbritragens dependem de uma subtil dosagem entre as propostas eleitorais presidenciais e a preocupação em encontrar um acordo com o Senado, nota LE MONDE.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, Macron quer uma redução de um terço de parlamentares. Apresentando a reforma institucional, Édouard Philippe, quis mostrar que o presidente não se distrai do que caminho que traçou apesar da greve nos caminhos-de-ferro, sublinha LE FIGARO.
    SNCF: como a reforma vai engordar os mercados financeiros, titula, L'HUMANITÉ. Despesas de investimento 41%, por cada 100 euros que a SNCF pede aos banco, enquanto paga juros financeiros líquidos de 59%.
    "O sistema ferroviário está demasiado endividado, os maquinistas não são produtivos o suficiente e têm um estatuto dispendioso", são os argumentos de sempre que nunca são postos em contradição, sublinha L'HUMANITÉ.
    Collomb na linha da frente, titula LIBÉRATION,  referência ao direito de asilo. "Há regiões submersas por fluxos de pedidos de asilo", afirma o ministro do Interior exacerbando o debate sobre a sua lei, muito contestada mesmo nas fileiras da sua maioria, tendo em conta que recorreu a um discurso até agora confinado à extrema direita.
    Lunel quer enterrar o espectro do Jihad, titula LA CROIX. 5 homens que habitavam esta pequena cidade de Hérault, no sul da França, compareceram hoje perante um tribunal por associação terrorista de malfeitores. A cidade está cansada de ser assimilada à rede jiadista formada entre seus habitantes, sublinha la CROIX.
    Na sua página debate de ideias, LIBÉRATION, destaca radicalidade de jovens: há um efeito islão? Tese defendida no livro "Tentação radical" de dois investigadores, Anne Muxel e Olivier Galland, que demonstram que praticantes do Islão estão cada vez mais radicais e em ruptura com os valores da sociedade.
    Mas LIBÉRATION, pergunta: e se os dois sociólogos estivessem enganados? E se privilegiando a hipótese da discriminação e do abandono social que atingem certos franceses de origem imigrante, negligenciassem outros factores, culturais ou religiosos, mas determinantes para explicar a tendência de certos jovens à violência ou à radicalidade?
    A nível internacional, Brasil, Lula, às portas da prisão, destaca LE MONDE. O Supremo Tribunal rejeitou o pedido de habeas corpus do ex-presidente brasileiro, Lula da Silva, 72 anos, condenado por corrupção. Após 10 horas de debate o supremo tribunal proferiu o acórdão histórico, votando 6 contra 5, a rejeição do habeas corpus ao “pai do povo,” condenado em janeiro a mais de 12 anos de prisão por corrupção. Lula, não escapará à prisão, nota LE MONDE.
    Rohani, Erdogan e Putin: novos padrinhos da Síria, destaca LE FIGARO. Mas reunidos em Ancara para tentar estabilizar a situação na Síria, os dirigentes iraniano, turco e russo não conseguiram chegaram a um entendimento sobre uma solução política do conflito que devasta aquele país há 7 anos, nota LE FIGARO.
    Em relação à África, LE MONDE, dá relevo a Zuma e a empresa francesa Thales nas malhas da justiça sul-africana. Um ex-advogado do grupo francês detalha o “pacto de corrupção” assinado com o antigo presidente Zuma.
    A generosidade do grupo francês não se ficava apenas por Zuma, tendo o advogado feito referência a luvas pagas de cerca de 180 mil euros ao ex-ministro dos transportes, Mac Maharaj ou 50 mil euros ao ministro da justiça e 1 milhão de euros ao ANC, acrescenta LE MONDE.
    5 min
  • Forte mobilização na greve de ferroviários em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas pelo tema do movimento de greve lançado ontem nos caminhos-de-ferro nacionais que dura até o mês de junho. 
    SNCF: Macron face a uma forte mobilização, titula o vespertino LE MONDE. A mobilização é forte, reconheceu ontem o governo francês, no primeiro dia da greve. A taxa de maquinistas grevistas, atingiu os 77%, mas o primeiro ministro  sublinhou a determinação do governo sobre esta reforma.
    O executivo aposta no cansaço da opinião, enquanto os sindicatos apostam na duração para pôr de joelhos o governo, nota LE MONDE.
    SNCF, estudantes, trabalhadores da recolha do lixo, Air France, funcionários, um greve que pode esconder outras greves, replica em título, LIBÉRATION. Após o sucesso do primeiro dia, o movimento de greve dos condutores e revisores de comboios, multiplica-se por uma unificação dos combates sindicais.
    Uma convergência ainda longe de estar adquirida, mas que poderá ser preocupante para o executivo, nota LIBÉRATION.
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, a união é a força desta greve. Os maquinistas ganham a primeira mão, após a união do primeiro dia, um sinal de revolta e de determinação  que deslinda os cenários duma reforma dedidida antecipadamente, observa L'HUMANITÉ.
    Os serviços públicos estão ameaçados?, pergunta em título LA CROIX. A greve na empresa nacional dos caminhos-de-ferro foi bem seguida. Este movimento inscreve-se num debate mais vasto sobre o futuro do serviço público em França, nota LA CROIX.
    LE FIGARO, coloca este debate em segundo plano, escrevendo que a participação foi média apesar de fortes perturbações. O jornal, preferiu titular sobre asilo e imigração: a lei à prova da Assembleia.
    O Ministro do Interior, Gérard Collomb defende o seu projecto que entende aumentar a expulsão de clandestinos, mas o texto é tido como sendo muito duro por uma parte da sua própria maioria no Parlamento. O texto começou a ser debatido em comissão mas eleitos da maioria estão dispostos a abster-se ou mesmo a votar contra, nota LE FIGARO.
    Em relação à actualidade internacional, o mesmo LE FIGARO, destaca Netanyahu, que renuncia ao acordo sobre os imigrantes africanos.
    Pressionado no seio da sua coligação, o primeiro ministro israelita abandonou o plano controverso concluído secretamente com a ONU, de expulsar imigrantes africanos ilegais para o Ruanda, com um subsídio de milhares de dólares, ou serem presos até aceitarem a primeira condição.
    Para complicar as coisas, Ruanda, acabou por dizer que não queria ser uma alternativa a uma prisão de africanos ilegais em Israel, sublinha, LE FIGARO.
    LE MONDE, destaca, a aposta de Erdogan em Putin para gerir o problema dos curdos. Durante a visita de 3 de abril de Putin a Ancara, Erdogan, declarou que se a Rússia não lhe tivesse aberto o espaço aéreo russo, os seus pilotos de caça não teriam podido chegar a Al-Baba e Afrin, para escoraçar a minoria curda turca.
    Por seu lado, Trump alimenta a indefinição sobre a presença americana na Síria, sabendo que a Casa Branca e o Pentágono têm posições divergentes sobre a retirada das forças americanas, acrescenta LE MONDE.
    Enfim, sobre o continente africano, na África do sul, primeira pena de prisão por insultos racistas, escreve LE MONDE, clarificando que desde o fim do apartheid, injúrias contra negros eram punidos apenas com multas.
    Vicki Momberg, acaba de ser condenada a 3 anos de prisão, dos quais 1 ano de pena suspensa e 2 de cadeia efectiva, por ter tratado um negro de kaffir, termo considerado injurioso e agressivo à dignidade humana, sublinha, LE MONDE.
    Senegal, Dacar sacrifica os seus pescadores a um projecto de central a carvão. Indústrias que contribuem para o aquecimento global concentram-se na costa litoral ameaçada pela erosão e donde são expulsos os pescadores e suas pirogas, acrescenta LE MONDE.
    5 min
  • Executivo francês frente a greve de ferroviários
    O movimento de greve dos ferroviários e o descontentamento social em vários sectores em França estão em destaque nas edições dos jornais desta terça-feira. Paralelalamente , a morte de Winnie Mnadela na África do Sul, a França e o conflito na Síria, o descontamento das autoridades de Roma perante uma operação de pessoal alfandegário francês em território italiano tida como ilegal e a escalada da tensão em Gaza, são igualmente alguns dos focos de actualidade.
    5 min
  • Síria: sete anos de conflito
    Nesta segunda-feira de Páscoa os diários franceses não estão nas bancas .Passaremos em revista alguns extractos das edições online, bem como a edição alargada do Le Monde do fim de semana. Entre os destaques estão Nicolas Sarkozy suspeito pela justiça de ter financiado ilegalmente a sua campanha para a eleição presidencial de 2017 e o quinquagésimo aniversário da morte de Martin Luther King.
    5 min
  • Ocidente perdido?
    Ajuste de contas sobre contas da Sonangol entre Isabel dos Santos e Carlos Saturnino. Nicolas Sarkozy continua a negar ter recebido dinheiro do falecido Muammar Kadhafi para a sua campanha eleitoral de 2007. O modelo de Aristotes segundo o qual "a democracia é do povo para o povo" está confrontado com um desgaste . O filósofo Bernard-Henri Lévy e alguns politólogos perguntam se o Ocidente está perdido.O militar Arnaud Beltram morto num atentado terrorista leva a França a interrogar-se sobre o que é um herói.Estes são alguns dos focos de actualidade nas edições dos semanários.
    6 min
  • Febre social com greves em vários sectores em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões sociais que vão desde greves nos caminhos de ferro até novas regras de cobrança de impostos em França.
    LE MONDE, titula, sociedade nacional dos caminhos de ferro: o projecto de abertura à concorrência. Comboios de empresas concorrentes da companhia nacional francesa poderão entrar nesse mercado a partir de dezembro de 2020, prevê um novo pacto ferroviário.
    A abertura à concorrência será faseada entre 2023 e 2039. O governo espera quebrar a temperatura alta da febre social, antes da greve de 3 de abril pressentida como muito dura, acrescenta LE MONDE.
    Também nas universidades muita tensão, escreve ainda o mesmo vespertino, fazendo referência a uma dezena de faculdades bloqueadas ou atravessando sérias perturbações. Enfim, justiça morta, com todo um conjunto de profissões como escrivães e advogados  em greve hoje contra o projecto da lei de programação do ministro da justiça, sublinha LE MONDE.
    Imposto retido na fonte: o que espera os contribuintes, titula LE FIGARO. A contar de 1 de janeiro de 2019, as empresas passarão a descontar directamente os impostos dos empregados na folha de vencimento, mas estão preocupadas e pedem um adiamento desta medida.
    No seu editorial intitulado a fonte do problema, LE FIGARO, nota que os empresários não estão dispostos a fazer o papel de cobrador de impostos, uma função do estado, vendo nisso, só inconvenientes, devido, nomeadamente, à complexidade fiscal infernal da administração francesa.
    Salários clientes, eu avalio, tu avalias e vamos beber um copo,  titula, LIBÉRATION, sobre um sistema generalizado pelas empresas que pressionam os empregados atingidos nos seus próprios ordenados. 
    LIBÉRATION, chama esta avaliação de a outra guerra das estrelas, com as empresas recorrendo a questionários preenchidos pelos clientes como um instrumento de gestão, atribuindo notas que podem fazer disparar os salários, como perder o seu emprego.
    Em relação à actualidade internacional, Síria, uma guerra sem fim, titula LE CROIX. A queda provável do bastião rebelde de Ghouta não irá pôr fim à guerra na Síria, onde permanecem múltiplas zonas de tensão. Um mês e meio depois do começo da ofensiva do regime sírio, Ghouta está em vias de passar sob controlo governamental.
    O regime de Bashar Al Assad controla doravante 55% da Síria, mas de norte a sul subsistem zonas de tensão e rebeldes, curdos e jiadistas escapam ao controlo do poder governamental sírio, nota LA CROIX.
    L’HUMANITÉ, por seu lado, titula sobre Big Brother em Canebière? Marselha prepara-se para receber, depois da série Netflix, uma segunda superprodução da cadeia de televisão americana CBS sobre a América pós-11 de setembro. Um projecto que prevê um centro de dados privados e públicos para a prevenção da delinquência.
    O problema é que a CNIL, comissão nacional de informática e liberdades, foi solicitada a intervir por associações que exigem um debate público, alegando que se o projecto for avante teremos uma sociedade de espionagem dos cidadãos, nota L’HUMANITÉ.
    Sobre a África, LE MONDE, destaca a reeleição do presidente Sissi, no Egipto, que no entanto não conseguiu mobilizar os eleitores. Um jovem afirma desiludido que Sissi foi eleito por 4 anos, mas vai ficar no poder até à morte.
    Enfim, L’ÉQUIPE, recorda um célebre jogo de futebol entre o Benfica dos tempos de Eusébio e a França, a 31 de março de 1975, em Colombes, que se tornou capital de Portugal, com 30 mil espectadores, e os encarnados a ganhar por 2/0.
    5 min
  • França perante terrorismo e anti-semitismo
    Em França a reforma dos caminhos de ferro leva os jornais a querer saber o que se passou nos outros países europeus.Trinta anos depois, o assassínio da então representante do ANC em Paris, Dulcie September, subsistem interrogações. A França homenageia o militar Arnaud Beltrame, vítima do terrorismo. O assassínio em Paris de uma idosa de confissão judaica, sobrevivente da rusga aos judeus e leva a França a manifestar contra o anti-semitismo. Xi Jinping e Kim Jongun reforçam aliança antes da cimeira entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos. Eis alguns dos focos de actualidade nas edições desta quinta-feira.
    5 min
  • Terrorismo voltou às manchetes dos diários franceses
    O terrorismo voltou a ser tema central da imprensa francesa, depois do ataque terrorista cometido na Sexta-feira passada no Sul da França, e do assassinato  dum oficial durante a sua missão. Os diários franceses evocavam a dificuldade de lutar contra o terrorismo, os progressos tecnológicos efectuados, e a necessidade de aumentar os efectivos no terreno para lutar contra esse inimigo invisível, presente em toda a parte.
    O assassinato dum idosa de confissão judaica, em Paris, foi outro dos temas desenvolvidos na imprensa, com a realização duma "marcha branca" contra o anti-semitismo.
    6 min
  • Direita quer expulsão de terroristas estrangeiros de França
    O debate sobre o terrorismo em França e a guerra diplomática entre ocidentais e a Rússia, dominam as primeiras páginas dos jornais franceses. 
    LE MONDE, titula, face a Moscovo, os ocidentais apertam fileiras. A represália é sem precedentes. Pelo menos 116 diplomatas russos estão em vias de ser expulsos dos países ocidentais dos dois lados do Atlântico, em reacção ao escândalo Skripal. Os Estados Unidos e 16 países da UE e outros aliados reagiram ao envenenamento na Inglaterra do agente duplo russo Skripal e da sua filha.
     Paris e Berlim expulsam, cada um, 4 diplomatas e a visita do presidente francês, Emmanuel Macron, em fins de maio à Rússia poderá ser reenquadrada ou mesmo adiada. Para Yves Trotignon, ex-dirigente da segurança externa, o caso Skripal, assinala um regresso aos grandes dias das crises entre os serviços secretos, nota LE MONDE.
    Estas medidas de represálias espectaculares, sublinha o vespertino no seu editorial, são reflexos ao envenamento por gás neurotóxico a 4 de março do espião russo Serguei Skripal e da filha, refugiados no Reino Unido. Uma semana depois da sua reeleição triunfal, o presidente russo, encontra-se mais do que nunca isolado na cena internacional, sublinha o editorial do jornal LE MONDE.
    Ainda no internacional, LE MONDE, dá relevo, ao mistério em torno da visita a Pequim de um alto dignitário norte-coreano. O dirigente Kim Jon-un poderia ter efectuado a sua primeira visita à China desde a sua chegada ao poder em 2011.
    Sem desmentir a agência Bloomberg, o ministro chinês dos negócios estrangeiros  recusou falar do assunto, deixando a sua porta-voz, Hua Chunying, declarar que informações sobre a questão, serão divulgadas no seu devido tempo. A China não está satisfeita com Pyongyang, que continua com a sua estratégia de desenvolvimento a todo o custo de arma nuclear, acrescenta LE MONDE.
    Segredo de escândalos, o que o leitor deixará de ler, porque censurado, é o título do jornal L’HUMANITÉ. O governo quer apresentar uma proposta de lei para proteger informações comerciais e económicas  que põe em perigo as nossas liberdades individuais, sublinha L’HUMANITÉ.
    Em relação à França LIBÉRATION, titula, terrorismo, a direita quer brincar aos ficheiros? Três dias depois do atentado terrorista, o chefe da oposição Laurent Wauquiez e os Republicanos lançam-se de novo numa sanha securitária, a ponto de caírem no simplismo.
    Isolado no seu campo, o líder dos Republicanos acusou duramente o chefe de estado de ingenuidade em relação ao Islão político. Marine Le Pen da extrema direita e uma parte da direita reclamam medidas difíceis de serem aplicadas e contraproducentes, acrescenta LIBÉRATION.
    Lutar contra o salafismo, replica em título LA CROIX. Ligações do terrorista com o ramo salafista relançam o debate sobre esta corrente do Islão sunita. Há que dialogar com os muçulmanos, escreve LA CROIX no seu editorial, mas pergunta: Como é que a fé dos muçulmanos pôde ser instrumentalizada por correntes fundamentalistas e violentas?
    Eficácia das fichas S de novo posta em causa titula LE FIGARO. Depois do atentado de sexta-feira, a oposição fustiga um sistema de vigilância de pessoas radicalizadas que não funciona, reclamando assim medidas de firmeza.
    Mais do que nunca, a eficácia das famosas fichas S, letra do alfabeto para Segurança de estado, é foco de todas as questões. A oposição ataca Macron, denunciando o seu  angelismo, ingenuidade e candura.
    Wauquiez reclama a reposição do estado de emergência, a expulsão de estrangeiros inscritos nos ficheiros de segurança de estado ou  Valls, antigo primeiro ministro socialista, defende  centros de retenção para os mais perigosos, sublinha, LE FIGARO.
    No seu editorial, o mesmo jornal, escreve que a França tem de lançar-se numa vasta operação de erradicação do salafismo.  Mesmo não agradando os apóstolos do Viver Juntos, este vírus é incompatível com a nossa liberdade de ser, de circular e de pensar, sublinha o editorial do FIGARO.
    Enfim, em relação à África,  LE MONDE, destaca Egipto e o desinteresse da juventude pela política. Desiludidos pelo fracasso da revolução os jovens refugiam-se na ironia e as redes sociais.
    A actual eleição presidencial passa ao lado. Só falamos de coisas com uma certa utilidade, como os estudos, o trabalho, porque falar de política deixa-nos doentes, afirma Sara, 24 anos, estudante de engenharia, citada por LE MONDE.
    6 min

About Revista de Imprensa

From the publisher's feed

De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

More shows like Revista de Imprensa

Semana em África by RFI Português

Semana em África

0 Listeners

Em linha com o correspondente by RFI Português

Em linha com o correspondente

0 Listeners

Em directo da redacção by RFI Português

Em directo da redacção

0 Listeners

Artes by RFI Português

Artes

0 Listeners

Ciência by RFI Português

Ciência

0 Listeners

Convidado by RFI Português

Convidado

0 Listeners

Em linha com o ouvinte / internauta by RFI Português

Em linha com o ouvinte / internauta

0 Listeners

16h00 - 16h10 GMT by RFI Português

16h00 - 16h10 GMT

0 Listeners

Vida em França by RFI Português

Vida em França

0 Listeners