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Revista de Imprensa episodes

  • União Europeia sem consenso sobre imigração
    A questão da imigração volta a estar na actualidade na Europa depois da Itália exigir que haja uma repartição equitativa dos migrantes que atingem Velho continente através das costas italianas. Angela Merkel reage às propostas de Emmanuel Macron visando a reforma da União Europeia . A expansão do chamado populismo na Europa.O Conselho do Golfo desunido frente ao Irão. Estas e outras questões estão em foco nos jornais desta terça-feira.
    5 min
  • Macron em vias de ganhar a batalha social em França?
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre assuntos de política internacional e de política social francesa. 
    Próteses dentárias reembolsadas a 100%, titula, LE MONDE. Dois sindicatos adoptaram a reforma a 1 de junho, um acordo, considerado histórico pelo director  da Caixa nacional de seguro de doença.
    Os preços dos cuidados de saúde serão revalorizados em troca de um tecto daqueles das próteses, sem provocar despesas acrescidas para os doentes, isto tudo, no âmbito de certas próteses dentárias para 2020, consoante a promessa de campanha de Emmanuel Macron, nota, LE MONDE.
    Por seu lado L'HUMANITÉ, titula sobre alunos de liceus suburbanos marginalizados no percurso às escolas superiores de elite. A selecção do novo dispositivo é cada vez mais suspeita de reforçar a segregação territorial. Em certas regiões, como S. Denis, às portas de Paris, 100% dos alunos que terminam o liceu, não encontraram, vagas nessas escolas superiores.
    Pierre Ouzoulias, orientador de alunos pós-12° ano, afirma que a selecção, nessas zonas suburbanas, começa mesmo na escolha dos liceus, pois, os pais descobrem, já tarde, que afinal, os seus filhos, estão em liceus de terceira categoria, logo, automaticamente ficarão afastados dessas escolas superiores de elite, sublinhando que há de facto um reforço de segregação territorial, escreve L'HUMANITÉ.
    Movimento social, e no fim, é Macron que ganha?, pergunta, em título, LIBÉRATION. A greve nos caminhos de ferro está em agonia, a mobilização estudantil sem consistência, manifestações decepcionantes... Que tácticas inventar para se opor nas ruas a um Macron-Buldozer?
    Com a mobilização em queda livre, Macron, carrega no acelerador. Depois da lei do trabalho, o executivo está em vias de ganhar a batalha dos caminhos de ferro e o governo abre mais duas obras: a reforma dos pensionistas e das subvenções sociais, nota LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, Europeias: quebra cabeças para todos os partidos políticos, titula LE FIGARO. A menos de um ano das próximas eleições europeias, ainda nenhuma formação designou cabeças de lista para o primeiro teste eleitoral de relevo depois da eleição presidencial.
    O escrutínio europeu poderá vir a ser o acto fundador da recomposição política desejado por Macron.
    É o mesmo diário que sobre a Itália, destaca Matteo Salvini a defender uma política anti-imigrantes do novo governo italiano. O chefe da Liga, ministro do Interior e vice-primeiro ministro imprime a sua marca, dizendo, que os bons tempos dos clandestinos chegaram ao fim e que é altura de fazerem as malas para deixarem a Itália.
    Igreja, acabar com os abusos sexuais, titula LA CROIX. O Papa Francisco denuncia o clericalismo como uma das causas do silêncio demasiado frequente da igreja sobre os escândalos sexuais. O Papa escreveu uma carta a semana passada aos católicos chilenos pedindo-lhe uma reforma da igreja, arruínada por escândalos duma cultura de abuso sexual.   
    LE MONDE, refere-se à campanha europeia de Netanyahou contra o nuclear iraniano, com a sua visita iniciada hoje em Berlim e amanhã em Paris e depois Londres, procurando evitar uma frente unida europeia contra os Estados Unidos.
    Em relação à África, o mesmo vespertino, refere-se a uma centena de imigrantes mortos afogados ao largo da Tunísia. Um novo drama da emigração clandestina para a Itália. Cerca de 68 tunisinos e 8 outros estrangeiros, seguiam para a plataforma tunisina de Sfax, rumo à ilha italiana de Lampedusa, nota LE MONDE.
    A terminar uma nota desportiva, com LES ÉCHOS, a escrever que no Roland Garros, o rosto do ténis francês é Caroline Garcia, 24 anos, sétima tenista mundial, reivindica enfim ambições à altura do seu talento.
    5 min
  • Estados Unidos: a guerra comercial de Trump
    A Europa perante o uniteralismo de Donald Trump, a questão da vaga migratória na Europa, a queda de Mariano Rajoy na Espanha, a decepção e o eurocepticismo dos italianos frente a União Europeia, as prisões secretas da CIA na Europa, as negociações entre os norte-coreanos e os norte-americanos para salvar a cimeira de Singapura, a nova reforma sistema de aposentadoria em França, e a partida de Zinedine Zidane estão entre os destaques nos jornais desta sexta-feira.
    5 min
  • França quer refundação da OMC em vez de guerra comercial
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre temas que vão da agricultura, passando pela poluição até a pedidos de mudança das regras comerciais da OMC. 
    Bruxelas quer cortar drasticamente nas ajudas europeias aos agricultores, titula, LE MONDE. Bruxelas entende reduzir 12%  de subvenções a agricultores entre 2021e 2027, segundo a comissão europeia. Os agricultores franceses vão perder à volta de 4 mil e 720 milhões de euros para o mesmo período, em relação a orçamentos precedentes.
    A política agrícola comum representa 39% do orçamento europeu e Bruxelas, quer economizar anualmente 10 mil milhões de euros, para compensar o Brexit, nota LE MONDE.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, guerra comercial: Macron adverte os Estados Unidos. O chefe de Estado francês, chama a atenção para os riscos duma inflação de tarifas alfandegárias. Macron propõe reformar em profundidade as regras da Organização Mundial do Comércio.
    Em vésperas do ultimato americano sobre as importações do aço e do alumínio, o presidente francês defendeu na reunião anual da OCDE, em Paris, as virtudes do multilateralismo, apelando, no entanto, a uma refundação das regras de concorrência internacional sob a égide da OMC, sublinha, LE FIGARO.
    Netanyahou: não, a tapete vermelho para um criminoso de guerra, é o principal trítulo do jornal L'HUMANITÉ. Macron deve recusar receber o primeiro ministro israelita, cuja visita oficial a França, está prevista para a próxima terça-feira.
    Em relaçao à França, LIBÉRATION, titula, Maréchal de volta. A antiga deputada da Frente nacional, oficialmente, retirada da vida política, está de volta nos útimos dias à arena pública. Para melhor se posicionar como a futura campeã da fusão das direitas? Foi apenas um até já, de Marion Maréchal Le Pen, quando declarou que se afastava da vida política activa.
    No seu regresso, ao criar uma escola destinada à elite das direitas, ela mostra a sua ambição de recompor a paisagem política. A tia Marine Le Pen, presidente da Frente nacional, declarou ontem à Rádio Clássica, que, a seu tempo, se alguém estiver melhor colocado do que ela, ela cederá o seu lugar, porque não luta para si mesma, mas pelas ideias do partido. Simpes retórica?, pergunta LIBÉRATION.
    Porque a França respira mal, titula, LA CROIX. Processada junto do Tribunal de Justiça da União europeia, o nosso país tem dificuldades em obter resultados convincentes para conter a poluição do ar.
    A qualidade do ar melhorou globalmente em França, mas a poluição atmosférica continua a ser visível, devido à dispersão das fontes de emissão que torna a luta difícil: tráfego rodoviário, aquecimento de habitações deficiente ou certas práticas agrícolas...avanços concretos são insuficientes, sublinha LA CROIX.
    Enfim, uma nota discográfica, a entrevista ao LE MONDE de Francis Falceto, criador da colecção Etiópicas que deu a conhecer ao mundo a Addis Abeba de Mahmoud Ahmed, e o seu album Erè Mela Mela, em 1984,  exemplo duma quase totalidade do património  da música etíope.
    5 min
  • Governo francês prepara cortes na Função pública
    Asssuntos económico-sociais, em França, como a preparação do orçamento, o peso dos lobbies na legislação ou o conflito social nos caminhos de ferro, dominam as primeiras páginas da imprensa nacional. 
    Governo procura desesperadamente onde economizar, titula LE FIGARO. Macron reuniu hoje o seu governo em torno de um seminário, antes de anunciar no começo de junho um grande plano de acção para cortar nas despesas públicas.
    Entre as pistas evocadas figuram a redução do número de funcionários públicos e a diminuição de ajudas sociais e a empresas. Para lá do aspecto orçamental, o chefe de Estado quer reforçar a eficácia da acção pública, nota LE FIGARO.
    Como os lobbies grelham os deputados, replica, em título, LIBÉRATION. Emendas legislativas prontas para serem votadas, convites a restaurantes... Os industriais e os sindicatos agrícolas tiveram um grande peso nos diplomas actualmente debatidos na Assembleia nacional. 
    Habitações sociais: obras a serem demolidas, titula, L'HUMANITÉ. A proposta de lei sobre habitações, começa hoje o seu percurso parlamentar e a habitação social é o primeiro alvo a abater. Fragilizados já por cortes orçamentais, doadores sociais estão preocupados com o texto que prevê nomeadamente a obrigação de fusão de diferentes organismos que gerem as habitações sociais afastando habitantes dos seus locais de residência, nota L'HUMANITÉ.
    Por ou contra telemóveis nas escolas, é o título, do jornal LA CROIX. O governo quer um enquadramento do uso de telemóveis nas escolas primárias e no pré-secundário. É mais um enquadramento do que uma proíbição, defende o projecto de lei do partido governamental, numa lógica de aprendizagem de autonomia que ajude adolescentes no uso dos telemóveis, nota LA CROIX. 
    Em relação ao internacional, dívida: os perigos da crise italiana, titula, LE MONDE. Indigitado pelo presidente italiano a formar um governo de tecnocratas, Carlo Cottarelli, ainda não anunciou a composição do seu governo que estava prevista para ontem. Este adiamento alimenta loucas conjecturas políticas, com o nervosismo a sacodir esta manhã praças financeiras mundiais.
    Os investidores receiam uma crise na zona euro e o presidente da comissão europeia, Jean-Claude Juncker, teve que dar um puxão de orelhas ao seu comissário para o orçamento, que deixou entender que os mercados terão razões de estarem preocupados com os populistas na Itália, nota LE MONDE.
    Sobre o continente africano, o mesmo vespertino, destaca a Líbia e o acordo sobre eleições em dezembro. Um acordo saído da conferência internacional de ontem em Paris que reuniu os 4 principais actores da vida política líbia, que concordaram organizar eleições legislativas e presidenciais para 10 de dezembro, 7 anos anos após a queda de Kadhafi, sublinha, LE MONDE.
    A terminar uma nota futebolística, com L’ÉQUIPE, a fazer o seu título, com Big Bang, na atribuição dos direitos de transmissão de jogos da Liga 1 ao grupo espanhol Mediapro, em detrimento do Canal +, que monopolizava o sector desde o início dos anos 2000.
    4 min
  • "A ruptura de Lourenço - camarada número 1"
    "De visita a França, o Presidente angolano quer reforçar parcerias económicas com paris. Em Angola, João Lourenço multiplica os cortes com o objectivo: combater a corrupção", descreve o comunista l'Humanité.
    A manchete do católico La Croix descreve "depois do veto do Presidente italiano à nomeação de um ministro de economia anti-euro proposto pela Ligue e o Movimento cinco estrelas, o país parece dirigir-se rumo a novas eleições".
    "Serge Dassault, um homem livre" é o título do editorial assinado por Marc Feuillée no conservador Le Figaro. A publicação está de luto e homenageia o presidente do grupo.
    5 min
  • Itália: grave crise política em perspectiva
    Emmanuel Macron depois de um ano de mandato enfrenta descontentamento dos sectores de esquerda da sociedade francesa. Em França,a batalha pela autarquia de Paris em 2020, já começou A renúncia do Guiseppe Conte poderia descencadear uma nova crise na Itália. Os irlandezes respondem positivamente a legalização do aborto.Eis alguns dos focos de actualidade.
    5 min
  • SNCF, Aborto na Irlanda, Trump e Kim Jong-un
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão atravessadas por temas de sociedade como o conflito dos caminhos de ferro, jiadismo e a justiça francesa, aborto na Irlanda ou cimeira abortada de Trump e Kim Jong-un.
    SNCF: o Estado recupera 35 mil milhões de euros de dívida, título do vespertino, LE MONDE. O primeiro ministro anunciou a 25 de maio a cinco federações de camionistas, o montante da dívida que é recuperada pelo Estado. Em contrapartida, a empresa nacional dos caminhos de ferro deve investir 3 mil e 800 milhões de euros nas infraestrturas e aumentar a sua produtividade.
    O governo espera assim abrir portas para uma saída da greve dos sindicatos reformistas, nota LE MONDE.
    A adição, titula L'HUMANITÉ. Assalariados, estudantes, sindicalistas, camionistas ... manifestam amanhã respondendo ao apelo de mais de 60 organizações, em 80 cidades, contra a política de Macron. Para forçar Macron a dar-nos ouvidos temos que atacar forte e feio, afirma um sindicalista, enquanto outro, replica, já basta!
    Justiça, confrontada com a proliferação do jiadismo, titula, LE FIGARO. O número de processos relacionados com o terrorismo islâmico está em constante aumento. São cada vez, mais jovens,  completamente desconhecidos pela justiça. 
    Cerca de 238 jiadistas condenados entre 2014 e 2017, em 76 processos, mais de 1500 suspeitos em inquéritos em curso, alguns dos números avançados por um estudo inédito do Centro de análise do terrorismo. O estudo dirigido revela o verdadeiro rosto de jiadistas franceses ou residentes em França.
    Este contencioso de massa que coloca problemas de agenda judiciária e de meios é acompanhado de um endurecimento de penas, sob a impulsão do ministério público e da procuradoria de Paris. A justiça e os serviços anti-terroristas devem por outro lado enfrentar um grande número de jiadistas saindo da prisão até 2023 e de regresso de crianças do jihad multi-traumatizadas, sublinha, LE FIGARO.
    Mudando de assunto, no internacional, LIBÉRATION, titula, sobre os dados pessoais, sorriam, estão melhor protegidos. O Regulamento geral para a Protecção de dados, adoptado pela União europeia, entra em aplicação esta segunda-feira. Uma etapa inédita no reforço dos direitos dos utilizadores face aos gigantes da NET, Facebook à cabeça.
    Para o sociólogo António Casilli, o RGPD, é um primeiro passo para sanear a relação que os cidadãos e empresas estabeleceram em torno dos dados fornecidos pelos primeiros aos segundos, nota LIBÉRATION. 
    LA CROIX, titula, aborto, o dilema irlandês. Os irlandeses pronunciam-se sobre a anulação de um artigo da Constituição que proíbe o aborto. Os irlandeses estão divididos. A sociedade irlandesa é generosa, empática, mas permanece muito misógina. O controlo da sociedade sobre a mulher é ainda muito forte.
    Se o SIM, ganhar, o Parlamento deverá legislar até ao fim do ano. Se for o NÃO a ganhar, será o statu quo, nota LA CROIX.
    LE FIGARO, destaca a anulação da cimeira Estados Unidos-Coreia do Norte: a estratégia de Trump mete água. Temendo um fracasso, o presidente americano anulou o encontro com Kim Jong-un, previsto para 12 de junho em Singapura e advertiu o regime norte-coreano contra qualquer acto "irresponsável".
    Para LE MONDE, é o método Trump que falha, ao anular a sua cimeira com o dirigente da Coreia do Norte, Kim Jong-un. O presidente americano evocou a "hostilidade" de Pyongyang para justificar a anulação da cimeira.
    Um alto funcionário americano aafirma que a anulação sanciona críticas da Coreia do Norte, sobre as manobras conjuntas militares recentes entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul e ameaças de braço de ferro entre potências nucleares, evocado pelo vice-ministro dos negócios estrangeiros norte-corano, Choe Son-hui, nota LE MONDE. 
    Em relação à África, LIBÉRATION, dá relevo a Ruanda e o revigoramento diplomático com a França. A visita de trabalho do presidente ruandês, Paul Kagame, a Paris, consagra a melhoria das relações franco-ruandesas, particularmente, tumultuosas depois do genocídio de 1994, no Ruanda.
    "Há que avançar de maneira pragmática sem nada retirar à complexidade das histórias do passado; o essencial é retomarmos a cooperação", declarou, Emmanuel Macron, citado por LIBÉRATION.
    6 min
  • Itália:Bruxelas frente a coligação de Roma
    A Itália tem como novo Primeiro-ministro Giuseppe Conte que vai liderar um governo de coligação formado pelo Movimento 5 Estrelas de Luigi Di Maio e pela Liga de Matteo Salvini. No norte dos Camarões as populações continuam a resistir ao terror dos islamistas nigerianos do Boko Haram. Depois de vários anos de tensão Paris e Kigali tentam reaproximação. Tensão em Niamey, capital do Níger. Semana agitada para o executivo francês .esclada Eis alguns dos focos , nos jornais desta quinta-feira.
    5 min
  • Emmanuel Macron apresenta filosofia para os subúrbios
    O Presidente francês Emmanuel Macron continua a ser o grande destaque da imprensa francesa desta quarta-feira 23 de Maio.
    «Subúrbios: Emmanuel Macron procura ainda a sua política», eis o título um pouco provocador em manchete no diário «Le Figaro». Para o jornal conservador a intervenção do chefe de Estado deixou um sabor amargo. Emmanuel Macron apresentou o seu método de trabalho, e recusou anunciar um novo plano estratégico para os subúrbios.
    No diário popular «Le Parisien» o título é : «Operação enterro». Enquanto o jornal comunista «L’Humanité» é ainda mais radical: Macron não dá hipóteses aos subúrbios.
    Nesta revista de imprensa também abordamos outros assuntos presentes nos diários franceses como o aborto na Europa, a operação sedução de Mark Zuckerberg, o filme «O Homem que Matou D.Quixote», e a Selecção Francesa de futebol.
    7 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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