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Revista de Imprensa episodes

  • Venezuela:incerteza após eleição de Constituinte
    A situação na Venezuela após o escrutínio para a Constituinte, o braço de ferro entre Pyongyang e Washington,o falecimento da actriz Jeanne Moreau , Paris, cidade Olímpica em 2024 ,e a transferência do brasileiro Neymar para o Paris Saint-Germain, estão entre os destaques nos jornais desta segunda-feira.
    7 min
  • Guerra do Iémen, Rakka sem liberdade ou poder do Google
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão divididas entre assuntos de política interna como as dificuldades de Macron e internacional como as guerras do Iémen e Síria.
    Iémen, a guerra oculta, é o título do vespertino LE MONDE, no quadro de uma série de reportagens. Mais de 100 mil pessoas das quais metade é civil, foram mortas nos últimos 2 anos. O país está devastado pela pior epidemia de cólera do planeta, que atinge cerca de 300 mil pessoas.
    A feroz luta de influência entre a Arábia saudita e o Irão, dividiu o Iémen em dois, sublinha LE MONDE.
    Por seu lado, LA CROIX, titula, Rakka, a liberdade ainda não foi conseguida. Após 8 meses de guerra contra Daesh, a vitória, aproxima-se da coligação, que, no entanto, deve ultrapassar as divisões entre curdos e árabes sunitas.
    A situação no terreno não deixa antever de modo nenhum uma resolução política na Síria, mas mais  uma divisão do país em diferentes zonas de influência, sublinha o jornal católico, LA CROIX.
    L'HUMANITÉ, titula sobre Valência, laboratório da mudança em Espanha. Há 2 anos, a coligação das forças de esquerda conduz uma política social assumida.
    Compromissos, a coligação multiplica medidas sociais como luta contra a pobreza ou direito ao alojamento, em paralelo, com reforço de laços entre políticos e cidadãos, acrescenta L'HUMANITÉ.
    Em relação à actualidade nacional, LE FIGARO, titula, Face às dificuldades, Macron, quer retomar tudo em mãos. Confrontado com uma quebra de popularidade, após vários desaires, o presidente trabalha para melhorar o funcionamento do seu partido, da maioria e do governo.
    Depois de um exame caótico dos textos sobre a moralização da vida pública, certos deputados macronistas, poderiam perder as suas funções de vice-presidente da Assembleia nacional.
    O chefe do Estado pede, aliás, aos seus ministros para não ficarem prisineiros da administração pública.
    Júpiter, um dos cognomes reivindicado pelo presidente Macron, decidiu pôr ordem na sua maioria e já era tempo. 
    A intriga e os obstáculos vão continuar no seio do seu partido ou impressionados pela duração da tarefa que têm de cumprir, os membros da República em Marcha, vão fazer marcha atrás?, pergunta LE FIGARO no seu editorial.
    Google, Apple, Facebook, Amazona... a Impunidade fiscal, titula LIBÉRATION. Depois de ter escapado ao pagamento de mil e 115 milhões de euros em França, é feita ao Google uma proposta de acordo pelo ministério francês das finanças, que reconhece o fracasso das políticas fiscais europeias face aos chamados GAFA.
    Ao anunciar uma possível transacção para finalmente pôr o motor de busca a pagar uma parte dos seus impostos em França, o governo defendeo pragmatismo, mas abre a via a uma fiscalidade negociada.
    Os GAFA, Google, Apple, Facebook e Amazona, defende em entrevista ao LIBÉRATION, Pascal Saint-Amans, têm de pagar impostos, para lá da sua presença física, em França.
    4 min
  • Venezuela: tensão antes de escrutínio rejeitado pela oposição
    O Presidente Macron propõe a criação de centros de acolhimento na Líbia para a identificação de migrantes que tencionam deslocar-se para o continente europeu, a escalada da tensão na Venezuela antes do escrutínio de domingo para a votação de uma nova assembleia constituinte contestada pela oposição, o governo de Londres negocia o Brexit mas deseja manter relações estreitas com a União Europeia e a nacionalização dos estaleiros navais de Saint-Nazaire ,na oeste da França.
    4 min
  • Nacionalização de estaleiros navais e moralização em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões políticas e sociais internas.
    LE MONDE, titula, Macron, em vias de nacionalizar os estaleiros navais de S.Nazaire. O Estado accionista com 33% do capital dos Estaleiros, quer comprar a totalidade do capital da empresa, até 28 de julho. 
    A operação é a primeira grande decisão de Macron em matéria industrial. Sem esta nacionalização, os estaleiros passariam no sábado para as mãos do grupo público italiano Fincantieri, um cenário  que o governo francês recusa, sublinha LE MONDE.
    Por seu lado, LE PARISIEN, refere-se à cacofonia na Assembleia, uma espécie de guerra entre os antigos e os modernos desde o início da sessão parlamentar.
    Os deputados novatos do partido do Presidente Macron, muito entusiastas no começo, na realidade dão provas de inexperiência e provocam uma impressão de desordem.
    O presidente da Assembleia, eleito pelo partido de Macron, mais pedagogo, pede tempo para que as coisas se estabilizem.
     Os mais cépticos dizem que mesmo se os novícios são especialistas nas suas áreas de formação não dominam o discurso político que não se aprende em dois dias mas com experiência que leva muito tempo a adquirir, nota LE PARISIEN.
    Moralização, a sombra dos lobbys, titula LIBÉRATION, que se refere à lei de moralização pública em vias de ser adoptada mas tem dificuldades sobre o enquadramento dos lobbys.
    Enquanto a anterior lei Sapin não permitia que se conhecesse a acção dos grupos de pressão no Parlamento, a nova lei não aborda sequer o lobbying, uma lei que não traz uma única palavra na matéria mas susceptível de restabelecer a confiança na vida pública, acrescenta LIBÉRATION.
    L'HUMANITÉ, faz o seu principal título com o caso da ministra do trabalho, Muriel Pénicaud que ficou rica graças a um plano social bolsista, em que arrecadou 1 milhão de euros por dia, ao tempo em que era directora-geral dos recursos humanos na empresa Danone.
    Isto quando em 2013 a empresa suprimia 900 empregos de quadros em França, sublinha L'HUMANITÉ.
    LE FIGARO, por seu lado, titula, a França mais do que nunca campeã dos impostos.
    Este ano ainda a França conserva o seu título de país com a maior carga fiscal e com mais taxas socialmente da União europeia, segundo o estudo anual do Instituto económico, Molinaria, que, no entanto, afirma que a partir deste sábado os salários franceses vão ser libertados das suas obrigações fiscais e sociais, o que já fizeram todos os outros membros da União europeia, sublinha LE FIGARO.
    Em relação à actualidade internacional, LE FIGARO, titula, Bruxelas deu um ultimatum a Varsóvia.
    O presidente da comissão europeia, Juncker deu um mês à Polónia para respeitar os parâmetros de um estado de direito democrático, caso contrário será accionado o artigo 7° dos tratados europeus sobre sanções contra um membro que não respeita os princípios fundamentais da organização.
    Europa deixou de confiar na Polónia, apesar de o presidente polaco ter vetado duas leis sobre a separação dos poderes, uma dando poderes aos deputados para a nomeação de juízes e outra permitindo a exoneração de todos os juízes do Supremo tribunal, salvo parecer contra do ministro da justiça, nota LE FIGARO.
    Em relação à África, LE MONDE, dá relevo à Líbia, em Misrata, a esperança da paz.
    Após o acordo de cessar-fogo de 25 de julho a cidade portuária do oeste líbio quer acreditar que as linhas sofreram uma mudança.  
    Mas o verdadeiro obstáculo aos sonhos da reconquista estão relacionados sobretudo com a má imagem de Misrata no resto da Líbia. A cidade portuária, sede da principal força militar do oeste, inspira um profunda suspeição devido à sua atitude julgada hegemónica, nota LE MONDE.
    Enfim uma nota futebolístca com L'EQUIPE, a titular, Paris negoceia com Barcelona a transferência de  Neymar, mas os franceses não desejam pagar a cláusula directamente ao jogador que lhe custaria mais que os 222 milhões de euros inicialmente previstos.
    5 min
  • Governo francês quer aligeirar contratos de trabalho
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por assuntos de política social, mas mesmo assim há ainda espaço para o folhetim Trump e investigação de pessoas das suas relações sobre a interferência da Rússia na campanha das presidenciais do ano passado.
    O governo pondera desregular os contratos de trabalho a prazo. O governo quer modificar as regras aplicáveis aos contratos de curta duração, no quadro da reforma do direito do trabalho.
    Uma reforma que marcará uma ruptura jurídica, confiando a sectores de actividade e não à lei a definição das regras aplicáveis aos contratos a prazo.
    A maioria das organizações patronais saúdam a possibilidade de fixar, por sector, os motivos e as condições de renovação dos contratos de duração determinada, nota LE MONDE.
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula sobre os imigrantes de Calé, norte da França, que são atacados com gás pimenta. Um relatório choque do Human Rights Watch, denunciando assédio de polícias e práticas ignóbeis do estado.
    LA CROIX, faz o seu principal título com homenagem ao padre Jacques Hamel, assassinado a 26 de julho de 2016.
    Uma homenagem que reuniu o Presidente da República e parlamentares de todos os horizontes políticos, religiosos cristãos, muçulmanos e judeus, sublinha LA CROIX no seu editorial, intitulado, Reconhecimento.
    LIBÉRATION, dá relevo à França e uma pergunta: demasiados turistas? Após um ano 2016 em baixa, 2017 renova com o sucesso e a França visa 100 milhões de turistas em 2020.
    Mudando de assunto na actualidade internacional, LE FIGARO, titula, investigação sobre o caso russo: o clã Trump, sitiado.
    O Congresso americano começou a interrogar o primeiro círuclo do presidente, Trump, a fim de esclarecer putativos laços com Moscovo. Doravante, é o primeiro círculo do presidente Trump que se encontra na berlinda no escândalo russo.
    O Congresso americano começou a ouvir Jared Kusnher, genro do chefe de estado e seu conselheiro sobre as suas relações com a Rússia antes e depois das eleições presidenciais de 2016.
    E quer também  convocar o próprio filho do presidente, Donald  Trump Junior, assim como o antigo director de de campanha do chefe de estado,  o milionário Paul Manafort, sublinha LE FIGARO.
    Enfim sobre a África, LE MONDE dá relevo à Líbia e o frágil acordo entre os dois poderes.
    Sob os auspícios da França, o primeiro ministro líbio, Sarraj e o marechal Haftar, chegaram a acordo sobre um processo de reconciliação incluindo um cessar-fogo e a organização de eleições legislativas, sublinha LE MONDE.
    4 min
  • França: um ano depois de assassínio de Padre Hamel
    Os cortes orçamentais em França que visam sobretudo as ajudas sociais desencadeiam uma vaga de descontamento nomeadamente no seio dos estudantes,há um ano, o padre Jacques Hamel era assassinado pofr um jiadista francês, na sua paróquia de Saint-Etienne-du -Rouvray, na região de Normandia, a questão da migração entre os Estados Unidos e o México, após a promessa feita por Donald Trump de construir um muro entre os dois países , estão entre os focos de actualidade nos jornais de terça-feira.
    4 min
  • Israel: crise dos pórticos agrava tensão entre palestinianos e israelitas
    A vaga de violência em Jerusalém depois que as autoridades israelitas instalaram pórticos com detectores de metais para controlar a entrada de fiéis na mesquita do complexo,o braço de ferro entre o executivo turco e os jornalistas , as primeiras dificuldades do mandato do Presidente Emmanuel Macron em França , as interrogações sobre a administração Trump nos Estados Unidos , bem como as relações entre as famílias Gupta e Zuma na África do Sul, estão entre os focos da actualidade nos jornais desta segunda-feira.
    5 min
  • Estados Unidos :seis meses da Administração Trump
    Entre os destaques nos jornais desta quarta-feira temos as divegências entre o Presidente Macron e o chefe do estado-maior das Forças Armadas Francesas, os primeiros seis meses da Administração Trump nos Estados Unidos,a redução das despesas das comunas que provoca os primeiros desacordos entre o executivo francês e os chefes militares, assim como Facebook e Google cujo objectivo é moldar o mundo à sua imagem.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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