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Revista de Imprensa episodes

  • União Europeia procura soluções para vagas migratórias
    A agenda de trabalho difícil do executivo francês,o patronato francês que encoraja o executivo a não recuar no que toca à reforma do Código do Trabalho, a insolúvel questão das vagas migratórias entre a África e a Europa, Houston submergida pelo dilúvio, o sigilo sobre a mediática transferência do jovem Kylian Mbappé do Mónaco para o Paris Saint-Germain, são alguns dos focos de actualidade nos jornais desta terça-feira.
    5 min
  • Ainda é só começo das dificuldades de Macron
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas pelas dificuldades do Presidente Macron. No internacional, destaques para a tempestade de Texas, nos Estados Unidos ou a eleição de João Lourenço, em Angola.
    Macron: os dossiês políticos pós-ferias sob tensão. O governo reuniu-se hoje no Eliseu para preparar a nova temporada política num contexto político tenso. A meio de negociações sobre a lei laboral, conhecidas as várias medidas governamentais vieram atiçar o descontentamento.
    Redução dos défices, reformas dos subsídios de desemprego e das pensões, ano lectivo universitário sob fundo de penúria, as dificuldades multiplcam-se, sublinha LE MONDE.
    Rentrée de alto risco para Emmanuel Macron, titula, LE FIGARO. Criticado pela direita, criticado pela esquerda, Macron, está em queda livre nas sondagens. O presidente vai ter de enfrentar crescentes oposições contra as suas reformas. E, mesmo assim, ele não conta abrandar o ritmo, sublinha LE FIGARO.
    Macron, Presidente dos ricos?, pergunta em título, LIBÉRATION. Menos impostos, mais poder de compra, promete o governo. Na verdade, o programa fiscal e social do mandato deverá beneficiar primeiro os franceses mais ricos.
    Mas, a batalha social está anunciada para setembro e a citação das oposições às  reformas, escolhida por LIBÉRATION, "Macron tem de aprender a respeitar os outros", traduz bem o clima de tensão em França.
    Face ao liberalismo de Macron, crescem as oposições, replica L'HUMANITÉ. Os franceses estão descontentes com a acção de Macron. Os comunistas estão prontos a disparar em todas as frentes e França insubmissa de Mélenchon, em campanha permanente, afirma estar pronta para governar a qualquer momento, nota L'HUMANITÉ.
    LA CROIX é o único jornal que não faz a sua primeira página com Macron, preferindo titular imigrantes nos braços dos Alpes. Numa reportagem nos Altos Alpes, LA CROIX, decreta, Briançon, como terra solidária com os imigrantes.
    Em relação à África, LE MONDE, destaca, Angola: Lourenço, um presidente na sombra de dos Santos. O ex-ministro da defesa terá um controlo limitado no aparelho do Estado. 
    José Eduardo dos Santos, teve de aceitar deixar a presidência e como não pôde impor o seu filho ou o seu primo, este que faz de vice-presidente, ele teve de virar-se para João Lourenço, que tinha nomeado havia 3 anos, ministro da defesa.
    Durante a campanha, este aparatchik do MPLA, que é o general na reserva, João Lourenço, não se abriu e não procurou apresentar um projecto ou uma visão. Rígido, austero e sem carisma, este homem secreto, teve dificuldades em convencer que é portador da renovação na continuidade.
    Face à multidão, João Lourenço, desajeitado, incapaz de comunicar com o povo, sempre foi repisando nos seus discursos referências marxistas-leninistas. João Lourenço, que fez a guerra de libertação, após a independência, foi estudar História e Estratégia militar, na União soviética, nota LE MONDE.
    No internacional mais global, o mesmo vespertino, escreve sobre Houston submergido pela tempestade Harvey. A quarta cidade dos Estados Unidos e uma parte de Texas são vítimas de inundações históricas. Donald Trump, decretou situação de catástrofe natural, sublinha LE MONDE.
    Enfim, para LIBÉRATION, o tufão Harvey, tem o Texas a afundar-se, uma tempestade que devastou a costa e matou pelo menos 5 pessoas no útimo fim-de-semana.
    4 min
  • França:fim de férias políticas
    Entre os destaques nos jornais desta sexta-feira: a nova vaga de armas robóticas criadas por algumas potências militares, o começo do fim das férias políticas em França e o prenúncio das dificuldades do Presidente Macron e do seu partido La République en Marche , o debate e as apreensões em redor da reforma da lei laboral em França,a direita francesa a procura de um novo rumo e na Venezuela a crise que assume de agora em diante contornos externos.
    4 min
  • Economia, França, Atentados ou Eleições em Angola
    Recuperação económica em França, atentados terroristas na Europa ou na Nigéria, mas também eleições em Angola, são alguns dos destaques da imprensa francesa.
    Confirma-se recuperação económica francesa, é o principal título do vespertino LE MONDE. Depois de 5 anos decepcionantes em termos de crescimentos, o PIB francês progrediu 0,5% nos 3 últimos trimestres.
    A França beneficia duma conjunctura mundial favorável, com o consumo familiar a resistir e o investimento de empresas relançado. Esta retoma económica é uma boa notícia para o governo, cuja temporada política pós-férias se mostra complicada pelas suas escolhas de cortes orçamentais, sublinha, LE MONDE.
    O governo face à dôr de cabeça do orçamento 2018, titula, LE FIGARO. O ministério da economia e finanças anuncia que a baixa de cotizações sociais será feita em dois tempos. Uma decisão que testemunha a dificuldade em concluir os orçamentos de Estado e da Segurança social.
    No seu editorial intitulado, Uma oportunidade de ficar calado..., LE FIGARO, refere-se ao ex-presidente, François Hollande, que recomenda moderação nas reformas e que a França sempre se comporta bem graças à política.
    Da boca de um homem que nos últimos 5 anos, deixou um passivo de 600 mil desempregados, um recorde da dívida pública, um défice comercial abismal, tais palavras suscitariam o riso, se o assunto não fosse dramaticamente grave, sublinha, LE FIGARO, no seu editorial.
    Poder de compra: as mentiras de Emmanuel Macron, é o titulo do jornal L'HUMANITÉ. Trocar a contribuição social geral por cotizações sociais patronais faz o jogo da finança e será fonte de divisões.
    O candidato Macron, comprometeu-se a aumentar o poder de comprar dos franceses, mas com essa jigajoga de substituir a CSG por cotizações que favorecem as empresas, são milhares de milhares de euros que serão assim subtilizados ao poder de compra dos franceses, sublinha, L'HUMANITÉ.
    Em relaçao a assuntos internacionais, LIBÉRATION, faz o seu titulo, com esta citação: "Sou estudante e carrego comigo uma bomba, não se aproxime de mim", sob fundo de uma foto de uma jovem nigeriana.
    LIBÉRATION, faz uma reportagem, na Nigéria, e cita testemunhos de raparigas raptadas pelos jiadistas de Boko Haram e que tinham como missão cometer atentados suicidas no nordeste daquele país africano.
    Fátima, nome fictício, raptada e casada à força, levava com ela igualmente uma bomba em torno da cintura, e diz ao LIBÉRATION: "eu devia apertar o botão da bomba, mas não o fiz"
    No seu editorial, Loucura, LIBÉRATION, nota que temos dificuldades em concebê-lo, mas os kamikazes, não são obrigatoriamente, pessoas descerebradas e fanáticas, prontas a matar um grande número de pessoas em nome duma pretensa causa ou ideologia.
    São perfeitamente vítimas e Boko Haram fez disso, uma macabra especialidade utilizando crianças, na sua maioria, meninas, como bombas humanas, sublinha LIBÉRATION, no seu editorial.
    É ainda o mesmo jornal, que se refere a Angola: um presidente vitalício de saída. José Eduardo dos Santos, dirigiu Angola durante metade da sua vida, mas não se recandidatou às eleições de quarta-feira e deixa a presidência aos 75 anos.
    Não houve golpe militar, nem assassínio ou destitutição. Não, José Eduardo dos Santos, retira-se após 38 anos de poder. Não totalmente, pois, ele conserva a presidência do seu partido, logo com influência sobre o seu potencial sucessor, João Lourenço, se este for designado presidente.
    José Eduardo dos Santos, que chegou ao poder, em 1979, é acusado de corrupção e de ter instalado familiares e amigos incondicionais em posições estratégicas.
    A sua filha é dona da televisão por satélite ZAP e duma maneira geral a sua família controla sectores estratégicos da construção civil, agricultura, diamantes. Uma família bilionária, num país onde o desmeprego é endémico, sublinha, LIBÉRATION.
    Enfim, LA CROIX, titula Ser muçulmano em Catalunha. Os atentados da semana passada arrasaram a imagem de uma comunidade bem inserida na sociedade catalã. Mas, no corpo do texto, o mesmo LA CROIX, descreve as falhas dessa integração, com imigrantes a viver nos centros das cidades desertados pelos catalães.
    Os catalães acreditavam que tinham tido êxito na integração dos seus imigrantes muçulmanos. Com os atentados, descobrem fraquezas da organização do Islão que deixam espaço livre a todas as derivas, sublinha, LA CROIX.
    6 min
  • Escravatura, Memória, Imigração ou Reformas de Macron
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão divididas entre assuntos que desde símbolos da escravatura, passando pelo inferno dos imigrantes, até às dificuldades do programa de reformas fiscais o Presidente francês, Macron.
    Escravatura, a França também tem os seus fantasmas, titula o jornal LIBÉRATION, referindo-se a nomes de ruas, placas, estátuas...Na pegada dos Estados Unidos, que deitam abaixo símbolos da Confederação, a França, deve do seu lado, confrontar-se com os estigmas do tráfico de escravos negros.
    Esclavagismo, em França também, a memória está nas ruas. Várias cidades francesas, e, nomeadamente, os portos que participaram no comércio triangular, a recordação de personalidades que alimentaram esse negócio está bem viva.
    No seu editorial, intitulado, Memória, LIBÉRATION, começa por escrever que foi um talentoso general americano que defendia um governo esclavagista, referindo-se a Robert E. Lee, cujas estátuas estão a ser demolidas, em todos os cantos dos Estados Unidos.  
    Fazendo um paralelismo com a França, LIBÉRATION, sublinha no seu editorial, que foi também um brilhante general francês, que restabeleceu a escravatura, em 1802, em França: Napoleão Bonaparte, mas ninguém pensa em deitar abaixo as suas estátuas.
    Mudando de assunto, LE MONDE, titula por sua vez, sobre Imigrantes no inferno líbio. Antes de tentarem chegar a Europa, imigrantes subsaarianos vivem um calvário na Líbia. Nãs mãos de traficantes, quase todos são vítimas de torturas e suas famílias recebem um resgate.
    "Aqui na Líbia, somos escravos", diz um imigrante nigeriano, acrescentando:"os passadores dizem-nos:"chegando à Líbia, uma semana depois, estarão na Itália, onde terão casas de sonho".
    Outro imigrante, nigerino, replica: "aqui temos medo; há demasiados bandidos e armas. Após 20 horas, já não nos deixam entrar", nos casebres ondem vivem na Líbia, acrescenta LE MONDE.
    É ainda o mesmo vespertino, que se refere à Serra Leoa, onde depois do desastre da epidemia do Ébola, centenas de pessoas mortas foram enterradas sem nome.
    No cemitério de Waterloo, nos arredores de Freetown, são centenas de campas de mortos sem nomes, quando antes tinham nomes, idade ou religião, diz um familiar de uma das vítimas à reportagem do jornal, LE MONDE.
    Em relação a outros assuntos franceses, Imobiliária, investimentos: o que muda na reforma do imposto sobre a fortuna, titula LE FIGARO. Emmanuel Macron vair reduzir este imposto reservando-o à imobiliária.Uma evolução positiva para os investimentos em acções. Os profissionais da pedra estão preocupados.
    No seu editorial, Mais um esforço, LE FIGARO, pergunta: porque não suprimir inteiramente o imposto sobre a fortuna?  Os franceses sabem que um imposto que não é totalmente suprimido sabem que um dia ou outro entra pela janela, sobretudo num país drogado há décadas por impostos e taxas, sublinha LE FIGARO.
    Ovos contaminados: lições duma crise, pertence ao jornal LA CROIX. Após o escândalo do fipronil, associações de consumidores reclamam mais informação e o percurso dos produtos.
    Não é necessária uma nova legislação ou organismo europeu mas uma melhor cooperação sobre a fipronil que é uma insecticida muito eficaz fabricada pela empresa alemã, BASF, nota LA CROIX.
    Enfim, L'HUMANITÉ, que titula, 120 batidas por minuto, Act Up, a fúria de viver, em referência ao filme de Robin Campillo, com este título, e que está hoje nas salas de cinema em França.
    Um filme que conta a história da luta contra a SIDA, quando nos anos 90, militantes do movimento Act Up, levavam a cabo operações de força, uma ofensiva, para pôr um fim ao silêncio dos mídias, políticos e autoridades francesas dum modo geral, frente à ausência de medicamentos, sublinha o jornal L'HUMANITÉ.
    5 min
  • França:primeiro grande desafio de Emmanuel Macron
    Emblemática do pacote de reformas prometido por Emmanuel Macron durante a sua campanha para a eleição presidencial, a reforma do Código do trabalho, é o primeiro dossier sensível que porá frente a frente o governo e os parceiros sociais, ou seja, patronato e sindicato. A tendência actual em França aponta para a usurpação dos valores da esquerda democrática por figuras da direita, uma espécie de kidnapping ideológico. Em França aumenta o número de famílias privadas de habitação e que por isso vivem nas ruas, nomeadamente de Paris . Entre Barcelona e Madrid,regista-se uma escalada da tensão , que tem impacto nas investigações em curso sobre os recentes ataques jiadistas na capital catalã.As manobras militares conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul na Península coreana tornam-se uma fonte de tensão entre Pequim e Washington.Os navios de guerra americanos chocam cada vez mais contra cargueiros.
    5 min
  • França: dias decisivos para reforma de lei de trabalho
    Segunda-feira marcada por uma actualidade diversa na maioria das edições, com destaque para o inquérito policial em curso sobre o recente ataque terrorista em Barcelona, as cidades europeias perante o terrorismo, a chegada aos cinemas franceses "120 battements par minute"(em tradução livre "120 batidas por minuto) filme que relata a história da associação de luta contra sida,Act Up, fundada em Paris no ano de 1989, e o fim dos empregos subsidiados em França,estão entre os temas em foco.
    4 min
  • Reacções ao atentado terrorista de Barcelona
    Duplo atentado terrorista do centro de Barcelona na Espanha domina as primeiras páginas dos jornais franceses, ou ainda o turismo nas cidades europeias que privilegia os turistas mais do que os habitantes locais ou o turismo de ar livre em França.  
    Espanha atacada por um duplo atentado, é o principal título do vespertino LE MONDE. O estado islâmico reivindicou o ataque do carro lançado ontem contra um multidão matando 13 pessoas e ferindo uma centena doutras no centro de Barcelona. A polícia prendeu 3 pessoas suspeitas e procura o motorista.
    Um segundo atentado também com uma carrinha fez 7 feridos horas depois na estação balneária de Cambrils, tendo sido mortos os assaltantes. "Os espanhóis conhecem muito bem esta dor absurda, pois, já fomos atacados, [referência aos atentados de 2004]. Mas os terroristas podem ser vencidos", reagiu o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, citado pelo LE MONDE.
    Barcelona: Espanha atingida por sua vez pelo estado islâmico, relança também em título LE FIGARO. Barcelona, uma cidade símbolo da festa e do sol na Europa, foi atingida pelo terror do Daesh. Terrorismo a baixo preço, titula no seu editorial LE FIGARO, sublinhando que os fundamentalistas islâmicos voltaram a atacar uma cidade símbolo das nossas sociedades livres e festivas.
    Terror nas Ramblas, titula LIBÉRATION, em Barcelona, onde os terroristas levaram a cabo o primeiro ataque. No pasarán ! é o editorial do LIBÉRATION, para observar que apesar do sangue, apesar dos mortos e apesar da tragédia repetitiva, a imbecil e barbárie estratégia dos assassinos esbarra-se com a resiliência das democracias. No passaran ! conclui o jornal LIBÉRATION, no seu editorial.
    L'HUMANITÉ, refere-se também a Barcelona, mas para denunciar o turismo que sufoca as cidades na Europa. Este Verão, as lutas de residentes de Barcelona e de outras cidades trouxe à luz do dia um novo fenómeno que os espanhóis chamam "turistificação".
    Habitações, comércios e serviços são cada vez mais orientados para a satisfação dos desejos dos turistas em detrimento das necessidades dos habitantes de Barcelona, sublinha L'HUMANITÉ.
    Mudando de assunto em relação a assuntos franceses, a França, eldorado do acampamento de férias, é o principal título do jornal, LA CROIX. Todos os Verões aumenta o sucesso do turismo ao ar livre.
    É um mundo sonhado onde se comunica com a tribo, afirma em entrevista ao jornal, o antropólogo, Jean Didier Urbain. O camping atrai porque reintroduziu na nossa sociedade uma forma de nomadismo sazonal, sublinha o antropólogo.
    Enfim, em relação à África, LE MONDE, refere-se ao Quénia e a frustração dos Luo após a derrota de Odinga à eleição presidencial. A tribo do opositor, a quarta do país,  foi ostracizada durante décadas. "Não somos recrutados no exército. Impossível de conseguirrmos um empréstimos e pagamos mais caro no hospital", afirma Martin Juma, mecânico luo de Kibera, o maior bairro pobre de Nairobi.
    O mesmo LE MONDE faz ainda referência ao Mali e o julgamento que começou ontem em Bamaco, do chefe da polícia islamica de Gao, cidade do norte daquele país africano, que estava sob controlo dos jiadistas.
    4 min
  • Drama de Charlotsville: Donald Trump isolado
    Donald Trump isolado no seu próprio campo após as declarações polémicas depois do drama de Charlotsville, o desafio em termos de segfurança que representa o regresso à Europa de milhares de jihadistas, ou ainda a guerra sem fim no Sahel e a Serra Leoa que pede socorro, são alguns dos destaques dos diários desta quinta-feira.
    6 min
  • Ameaça de novo krach mundial
    A reviravolta do Presidente Trump no tocante aos confrontos entre neonazistas e anti-racistas em Charlottesville, a baixa da tensão na península coreana ,o Burkina Faso frente ao terrorismo,o Reino Unido, o Brexit e o futura relaçãoentre as duas Irlandas, bem como a ameaça de um novo krach financeiro, estão entre os destaques nos jornais desta quarta-feira.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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