Roteirices

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By Carlos Alberto Jr.News
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Roteirices episodes

  • 176 - Duplo Expresso na guerra híbrida - parte 1, com Romulus Maya e Piero Leirner

    Se você é uma das poucas pessoas que nunca ouviu falar em Romulus Maya, essa é a sua chance de saber tudo sobre ele e o Duplo Expresso, o blog e canal no Youtube em que o Romulus, um advogado brasileiro autoexilado na Suíça, faz críticas, análises e provocações sobre a cena política brasileira e internacional. Entre os participantes fixos do Duplo Expresso está o antropólogo Piero Leirner, entrevistado aqui no Roteirices há algumas semanas, e que estuda assuntos como militares e guerra híbrida há mais de 20 anos. A conversa de Carlos Alberto Jr. com Romulus e Piero será dividida em pelo menos duas partes. Nessa primeira entrevista, falamos sobre guerra híbrida, militares, eleições e o escândalo do Banestado, das remessas irregulares de dinheiros para o estrangeiro.

    Link para a entrevista de Celso Três ao Duplo Expresso: https://youtu.be/Q24vZR3i6XE

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    1 hr 54 min
  • 175 - Laudêmio, enfiteuse e o metaverso da "família imperial brasileira”, com Sergio Tuthill Stanicia

    A mais recente tragédia em Petrópolis trouxe para a pauta a figura do laudêmio, um termo jurídico que quase ninguém ouviu falar e que provoca uma enorme confusão, principalmente porque entre seus beneficiários está a autointitulada "família imperial brasileira”, apesar de a monarquia ter acabado em 1889. Junto com o laudêmio tem um outro termo também estranho para quase todo mundo: a enfiteuse. Apesar de o deputado federal Marcelo Freixo, do PSB do Rio de Janeir, ter feito um projeto de lei para transferir o laudêmio da “família imperial brasileira” para a prefeitura de Petrópolis, parece que a iniciativa já nasce errada, porque tanto o laudêmio como a enfiteuse não são taxas e nem impostos. Para explicar esse assunto e o absurdo de termos algo como isso nos dias de hoje, Carlos Alberto Jr. entrevista o advogado Sergio Tuthill Stanicia.

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    40 min
  • 174 - Guerra de 4ª geração, o caso brasileiro, com Heraldo Makrakis

    É melhor investir num porta-aviões, ou montar um grupo de hackers que faz desaparecer bancos de dados de um determinado governo, levando o caos à vida das pessoas em meio a uma pandemia? É mais interessante ter um submarino nuclear, ou criar grupos em aplicativos de troca de mensagens para espalhar mentiras, notícias falsas, desinformação e discursos de ódio? É melhor estreitar relações com um país vizinho, ou acusá-lo de ser uma ditadura prestes a nos atacar? Ou, melhor ainda, que tal tudo isso junto, acontecendo simultaneamente, de forma que a gente não tenha tempo de identificar o que é fato, o que é mentira e o que é o famoso balão de ensaio? Pois esse é o cenário ideal para a realização de uma guerra de 4ª geração, aquela que seus executores se utilizam de todos os meios para alcançar seus objetivos. E quanto mais bem conduzida essa guerra, menos a gente vai desconfiar de que está no meio dela. Para entender um pouco mais sobre esse assunto, Carlos Alberto Jr. entrevista Heraldo Makrakis, coronel da reserva do Exército, e Doutor em Ciências Militares.

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    1 hr 34 min
  • 173 - Ecos do ORVIL num mundo delirante pós-Olavo de Carvalho, com Lucas Pedretti

    Talvez você já tenha escutado a palavra ORVIL e expressões como Doutrina de Segurança Nacional, guerra híbrida, Partido Militar. E, com certeza, já ouviu falar em Olavo de Carvalho. Mas você sabe como tudo isso se relaciona? Para falar sobre o assunto, Carlos Alberto Jr. conversa com o historiador Lucas Pedretti.

    Delírios de Olavo de Carvalho aprofundam ideias surgidas nos quartéis brasileiros: https://theintercept.com/2022/01/29/olavo-de-carvalho-teorias-militares-esquerda-lucas-pedretti/

    Os ecos do ORVIL em 2021, o livro secreto da ditadura: https://apublica.org/2021/08/os-ecos-do-orvil-em-2021-o-livro-secreto-da-ditadura/

    Link para o episódio “Censura no Arquivo Nacional?”: https://open.spotify.com/episode/7z9d55Ln2F3Hlj6lv97cFs?si=8b9471ba848142b5

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    1 hr 47 min
  • 172 - “As razões de Olavo de Carvalho”, com Jorge Chaloub

    Quase todo mundo sabe quem é, mas a grande maioria só conhece de ouvir falar. Ou de ter lido algum meme nas redes sociais, ou assistido a trechos de vídeos recheados de palavrões. Ou, talvez, alguns se lembrem de que o atual presidente da República tinha um dos livros dele sobre a mesa no primeiro pronunciamento que fez depois de eleito para o cargo. Eu estou falando, claro, de Olavo de Carvalho, falecido recentemente. Nessa primeira de uma série de entrevistas sobre o assunto, Carlos Alberto Jr. conversa com cientistas políticos, historiadores e pesquisadores de extrema-direita sobre as origens de Olavo de Carvalho, como ele conseguiu todo o espaço que teve em jornais e revistas de grande circulação, na TV, como seus livros foram repaginados e lançados por uma grande editora com o objetivo de atender a uma demanda, digamos assim, “conservadora”, com muitas aspas, do público brasileiro. A ideia é investigar também como Olavo se ligou aos militares, e passou a circular entre generais, a fazer palestras nos cursos de formação de oficiais, a editar livros para a editora da Biblioteca do Exército, e a ter seus livros estudados pelos cadetes. Essa primeira conversa é com o cientista político Jorge Chaloub, em cima de um texto que ele escreveu para a Revista Escuta, entitulado “As razões de Olavo de Carvalho".

    Link para o texto “As razões de Olavo de Carvalho”, de Jorge Chaloub, na Revista Escuta: https://revistaescuta.wordpress.com/2022/01/30/as-razoes-de-olavo-de-carvalho/

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    1 hr 51 min
  • 171 – Algoritmos do ódio, com Marcelo Soares

    Sabe quando você entra no Twitter, no Facebook ou no Instagram, e se depara com aquela publicação racista, homofóbica, fascista e ou bolsonarista, típica de um cidadão de bem raiz? Ou com aquele editorial daqueles jornais que fomentaram e apoiaram todos os golpes de Estado no país? Pois é. Pode admitir: você sente o sangue ferver, não é? Vem aquela sensação de ódio, e você nem pensa. O seu primeiro impulso é compartilhar a postagem, provavelmente acompanhada de um palavrão, na expectativa de que esse seu grito de alerta seja capaz de levar o jornal à falência. Só que toda vez que você faz isso, acontece exatamente o contrário. Principalmente se a sua publicação viralizar, receber milhões de curtidas, for compartilhada pelo Xico Sá ou pelo Franciel Cruz. Ou seja: aquela sua indignação legítima, que resultou num clique e num compartilhamento, serve, na verdade, para fazer aquele jornal ganhar ainda mais dinheiro, mais leitores e, em última instância, provavelmente, fazer um editorial ainda mais radical no dia seguinte. Quanto maior a sua raiva, mais ela se espalha. Então fica a pergunta: o que fazer quando uma publicação fascista aparece na nossa timeline? Não importa o que você fizer, as plataformas, os veículos de comunicação e os fascistas estarão ganhando dinheiro e visibilidade. Para falar sobre o os “algoritmos do ódio”, Carlos Alberto Jr. entrevista Marcelo Soares, jornalista especializado em análise de dados.

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    1 hr 50 min
  • 170 – Guerra híbrida, com Piero Leirner
    Você talvez já tenha escutado a expressão guerra híbrida. Mas você sabe o que isso significa? Lembra um pouco filme de espionagem, teoria da conspiração, algumas frases de efeito tipo aquela clássica do estrategista militar chinês Sun Tzu, autor de “A arte da guerra”: “na guerra, prepare-se para a paz; na paz, prepare-se para a guerra”. Ou aquela outra tirada dos manuais de contra-insurgência da CIA: “a guerra híbrida ideal é aquela em que, teoricamente, as pessoas sequer notam que estão no meio de uma guerra”. Mas a realidade é um pouco mais complexa do que isso. E toda vez que tentamos simplificar coisas complexas, costumamos errar. Para falar sobre o tema, Carlos Alberto Jr. entrevista o antropólogo Piero Leirner, autor do livro “O Brasil no espectro de uma guerra híbrida: militares, operações psicológicas e política em uma perspectiva etnográfica". Piero tem se dedicado ao estudo desse tema há quase duas décadas, e conseguiu identificar, no momento que vivemos hoje no Brasil, exemplos muito precisos de como esses conceitos estão sendo aplicados de uma maneira muito lesiva ao país.
    Link para o livro “O Brasil no espectro de uma guerra híbrida": https://www.amazon.com.br/Brasil-Espectro-uma-Guerra-H%C3%ADbrida/dp/6586081025/ref=asc_df_6586081025/?tag=googleshopp00-20&linkCode=df0&hvadid=379708289001&hvpos=&hvnetw=g&hvrand=2186636900058021479&hvpone=&hvptwo=&hvqmt=&hvdev=c&hvdvcmdl=&hvlocint=&hvlocphy=1001541&hvtargid=pla-933629137886&psc=1
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    1 hr 34 min
  • 169 – O motoqueiro esterilizado, com Cláudio Deiró

    Cláudio Deiró é um homem que não existe mais. Ele agora é o motoqueiro esterilizado, um Cláudio transmutado pela tragédia da pandemia de covid-19, enfurecido pelo genocídio implementado com requintes de crueldade por um desgoverno que nada tem a ensinar além do ódio, da divisão e do descaso com os invisíveis. Nessa entrevista a Carlos Alberto Jr., Cláudio Deiró conta como percorreu mais de 32 mil quilômetros pelas ruas de Salvador, distribuindo donativos a pessoas sem recursos e em situação de rua. E a jornada desse anti-herói baiano será contada no livro “O motoqueiro esterilizado e os invisíveis”, um projeto de financiamento coletivo que recebe doações até o dia 2 de feveiro.

    Para contribuir com o financiamento do livro, siga o link:  https://www.catarse.me/o_motoqueiro_esterelizado_e_os_invisiveis_39e8?ref=ctrse_project_share&utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=ctrse_project_share&fbclid=IwAR2ptKxUnL6t0jaRQq0vBKQxsdfB9FPwSQCw9JJkN4vtVHswZe5qkrJwXLk

    Link para o Twitter de Cláudio Deiró: https://twitter.com/deiroclaudio1?s=20

    Link para o Facebook de Cláudio Deiró: https://www.facebook.com/claudiodeiro.deiro.1

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    1 hr 22 min
  • 168 - Brasil Paralelo, guerras culturais e ultraliberalismo, com Mayara Balestro

    A historiadora Mayara Balestro tem estudado a movimentação da produtora Brasil Paralelo há alguns anos: quem são seus integrantes, fontes de financiamento e seus “intelectuais orgânicos”, as pessoas que definem a o viés ideológico dos vídeos produzidos pela empresa. A Brasil Paralelo foi, inclusive, tema da dissertação de mestrado da Mayara. O conteúdo da produtora, que pode ser assistido em plataformas on-line, é apontada por historiadores como negacionista e revisionista. No final de 2020, Mayara organizou com colegas um livro eletrônico com artigos que analisavam a ascensão de movimentos, grupos e organizações das direitas brasileiras. Entre as análises, estava a atuação da Brasil Paralelo. E recebeu uma notificação extrajudicial e a editora, para evitar um processo, aceitou incluir um direito de resposta da produtora no livro. Para falar sobre o tema, Carlos Alberto Jr. entrevistou Mayara Balestro.

    Link para o e-book gratuito “Nova direita, bolsonarismo e fascismo: reflexões sobre o Brasil": https://www.textoecontextoeditora.com.br/produto/detalhe/nova-direita-bolsonarismo-e-fascismo-reflexoes-sobre-o-brasil/45

    Link para a dissertação de mestrado “Agenda conservadora, ultraliberalismo e ‘guerra cultural’: ‘Brasil Paralelo’ e a hegemonia das direitas no Brasil contemporâneo (2016-2020)”:  https://drive.google.com/file/d/1LyrjIHgQ8CJp8Y2NAZcm19IKAc1C8san/view

    Link para a entrevista de Mayara Balestro no YouTube: https://youtu.be/hs72ivGEPtE

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    1 hr 31 min
  • 167 - Ditadura, memória e justiça de transição, com Caio Cateb

    "Quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente, controla o passado". Essa frase do escritor inglês George Orwell está no livro "1984", e parece fazer cada vez mais sentido, principalmente com esse desgoverno que tomou conta do Brasil. Os arquivos da ditadura militar brasileira, por exemplo, poderiam esclarecer muito da história recente do país. Principalmente no que diz respeito ao desaparecimento de militantes de esquerda que lutaram contra o regime e pela volta da democracia. Poderiam, mas a resistência sistemática dos militares a qualquer tipo de investigação atrapalhou muito o trabalho da Comissão Nacional da Verdade (CNV), considerada pelo ex-comandante do exército uma “facada nas costas”. Quando hoje os militares se recusam a revelar os crimes da ditadura, eles estão tentando reescrever e controlar o passado. E ao controlar o passado, eles vão controlar o futuro. Para falar sobre as dificuldades enfrentadas pela comissão, a importância desses arquivos, e os problemas que a falta de uma justiça de transição causam à democracia brasileira, Carlos Alberto Jr. entrevista o historiador Caio Cateb.

    Link para a entrevista com Caio Cateb no YouTube: https://youtu.be/8OsoWALeWOY

    Link para o relatório final da Comissão Nacional da Verdade:  http://cnv.memoriasreveladas.gov.br

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    1 hr 27 min

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