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é impossível falar de psicanálise sem falar da infância... e é impossível fazer divagações sobre o futuro sem pensar nas crianças. então, quais são as particularidades de ser criança no mundo de hoje? e quais são os novos grandes desafios da parentalidade? e mais: como podemos imaginar novas infâncias ainda mais potentes e saudáveis para as novas gerações?
nesse episódio, contamos com as participações da psicanalista Bruna Zerbinatti e o pós-doutor em Estudos da Criança Hugo Monteiro Ferreira
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Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade — Freud
Obras Reunidas — Melanie Klein
Manifesto Antimaternalista - Vera Iaconelli
A Geração do Quarto - Hugo Monteira Ferreira
Introdução à Psicanálise de Crianças — Michele Roman Faria
depois de boas décadas da narrativa generalista de "guerra às drogas”, estamos vendo um retorno do uso de psicodélicos, naturais e sintéticos, para tratamentos terapêuticos. a premissa da Renascença dos Psicodélicos é revolucionar o cuidado com a saúde mental. muitas pessoas, no entanto, temem que a pressão para facilitar o acesso possa trazer consequências indesejadas. segundo o Datafolha, 43% dos brasileiros apoiam a uso medicinal, enquanto 46% é contra.
os psicodélicos podem ser pouco revolucionários como tratamento se não houver crítica sobre o que entendemos por “terapia”.
esse episódio conta com a participação do psicanalista e doutor em psicologia clínica Rodrigo Alencar
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Um Parque de Diversões na Cabeça — Lawrence Ferlinghetti
Drogas para Adultos — Carl Hart
O Imaginário — Jean-Paul Sartre
Psiconautas — Marcelo Leite
trauma, limites, narcisismo, tóxico, gatilhos, depressão, ansiedade… termos do consultório de terapia se infiltraram na cultura de massa e em nossas conversas cotidianas. à medida que a saúde mental entrou na pauta de tantos de nós, fomos adquirindo mais conhecimento sobre a linguagem psi.
de um lado, tudo isso amplia a relevância do campo psicológico e diminui preconceitos. de outro, esses conceitos também são absorvidos e utilizados de maneira superficial e equivocada, ou mesmo de forma defensiva e manipuladora nas relações pessoais.
esse episódio conta com a participação da doutora em teoria psicanalítica e professora da UNIRIO Nina Saroldi e da escritora e entusiasta da psicanálise Tati Bernardi
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New Yorker - The Rise of Therapy Speak
Vanity Fair - Esther Perel Thinks All This Amateur Therapy-Speak Is Just Making Us Lonelier
Delírio do Poder - Marcia Tiburi
Cult - Narcisimo através do espelho
a IA está prestes a mudar o mundo radicalmente, mas ninguém sabe as reais quais consequências dessa grande revolução… e o termo “risco de extinção” tem sido usado sem ressalvas.
e a saúde mental? o que já está (ou vai) acontecer e com o nosso psiquismo diante do uso mais intenso da IA. será que já existe um Consciente… ou mesmo um Inconsciente Artificial? você toparia fazer análise com um robô? ou ainda, toparia ser analista de um robô?
nesse episódio, contamos com a participação de doutor em sociologia Deivison Faustino, o doutor em história e pesquisador Walter Lippold e o jornalista e apresentador Bruno Torturra.
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Colonialismo Digital - Deivison Faustino e Walter Lippold
Era do capitalismo de vigilanica - Shoshana Zuboff
IA, de onde vem, pra onde vai? - Silvio Meira
Terra Arrasada - Jonathan Crary
poucos atos são tão democráticos quanto a fofoca: todo mundo faz, todo mundo já foi alvo e ninguém gosta muito de assumir-se fofoqueiro.
dizem que a fofoca é o pior dos pecados. mesmo assim, a fofoca insiste. e são muitas as suas funções sociais: cooperação, reafirmação cultural, status, gatilho de engajamento. na vibe "Quando Pedro me fala de Paulo, eu sei mais de Pedro do que de Paulo”, o que o disse-me-disse diz sobre nós?
para elaborar sobre a fofoca, convidamos a Nathalia Rodrigues, a psicóloga de postinho, e a apresentadora e podcaster Fê Paes Leme
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Sapiens — Yuval Noah Harari
O Show do Eu — Paula Sibilia
Pajubá-Terapia — Sofia Favero
A Sociedade do Espetáculo — Deysi Mara Rovida
Família, Fofoca e Honra — Cláudia Fonseca
dizem que vingança é um prato que se come frio, mas geralmente o vingativo se sente em ebulição. o calor da vingança é tão intenso que o sujeito queima a lei, o senso de justiça e, claro, o bom senso — tudo de uma vez.
são muitos os filmes, séries, músicas de vingança, essa narrativa tão clássica que segue hitando na cultura. e a fantasia fundante é a de que a vingança irá colocar um ponto final a situações — e conteúdos psíquicos — mal-digeridos. só que muitos não conseguem esquecer o que sofreram mesmo depois de dar o troco.
o problema fundamental da vingança é da ordem do Imaginário, daquilo que tem sentido fechado, como se a vingança fosse a única saída. mas qual seriam outros caminhos para além da “justiça com as próprias mãos” e do “olho por olho, dente por dente”?
para elaborar sobre sistemas de vingança, contamos com a participação da escritora e filósofa Marcia Tiburi.
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Podcast Crime e Castigo — Rádio Novelo
Shakira, Miley Cyrus, SZA e os hits vingativos
Ressentimento — Maria Rita Kehl
Saídas de 2020 — float
Vingança, justiça e o gozo do Outro — IHU
Violência nas Escolas — Maria Homem
qual é o custo de não conseguir descansar?
em um mundo onde nosso valor é determinado por nossa produtividade, é esperado que cada minuto da nossa vida seja capturado, otimizado e apropriado como um recurso financeiro. o vazio torna-se difícil de sustentar porque não pode ser usado ou vendido. não fornece nenhum entregável.
e assim, consolida-se uma espécie de descaso com o descanso. a crise com o descanso não é só no trabalho. até a forma como vivemos o lazer e a socialização podem ser exautivas. afinal, o que anda acontecendo com nossa libido e energia nesse sentido? para onde ela está escoando?
para elaborar sobre o descanso — e o cansaço —, contamos com a participação do Henrique Vicentini, psiquiatria que se fez psicanalista na busca por lidar melhor com o mal-estar da condição humana.
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Sentidos do Trabalho — floatvibes
Profanações — Giorgio Agambem
Sociedade Excitada — Christoph Türcke
Not working — Josh Cohen
Capitalismo e pulsão de morte — Byung-Chul Han
A loucura do trabalho — Christophe Dejours
Emprecariado — Silvio Lorusso
o tema desse episódio é um prato cheio para os neuróticos… e um belo recado para os perversos. todo mundo tem o seu próprio jeito de sentir (ou não sentir) culpa, tem seus motivos e suas intensidades. mas o que a nossa culpa revela sobre a gente?
a culpa que cada um de nós carrega consigo fala muito da nossa personalidade e da forma como nos relacionamos com o mundo.
quais são as possíveis causas e finalidades da culpa em um funcionamento psíquico? e será que as vibes que pairam hoje na cultura nos convocam a viver uma vida com mais culpa? ou menos culpa?
desculpa, mas vamos ter que falar sobre a culpa. até porque foram muitos pedidos para que fizéssemos um episódio sobre esse assunto.
para elaborar sobre a culpa, contamos com a participação de psicóloga, psicanalista, supervisora clínica e analista institucional Silvia de Melo e Paiva.
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O Mal Estar na Civilização — Freud
Introdução ao Narcisismo — Freud
O Futuro de uma Ilusão — Freud
Amor, culpa, reparação e outros trabalhos — Melanie Klein
Qual é o papel da culpa na religião? — Christian Dunker
O Homem sem Gravidade — Charles Melman
Tirania do Mérito — Michael J. Sandel
VIBES: Golpismo
até onde a psicanálise pode ir na nossa vida e na cultura, para além das quatro paredes de um consultório?
foi a partir dessa questão que o psicanalista Lucas Liedke escreveu o livro Entre Sessões, que acaba de ser publicado pela Editora Planeta.
com base nesse livro, esse episódio do Vibes em Análise é sobre os lugares possíveis da psicanálise em um contexto digital e contemporâneo. afinal, a análise pode ser um exercício diário da vida cotidiana e até mesmo um recurso teórico pra fazermos reflexões sobre o mundo e o tempo em que habitamos.
esse é um episódio sobre o desejo e os desafios de sustentar uma jornada de análise e de formação em psicanálise, além dos nossos processos de elaboração, escuta e escrita.
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Entre sessões vídeo
Cartas a um Jovem Terapeuta — Contardo Calligaris
Esther Parel - Financial Times
O que é o Contemporâneo? — Giorgio Agambem
Vídeos Psicanálise Selvagem — André Alves
Lupa da Alma — Maria Homem
O Infamiliar — Freud
Vibes em Análise: Memes em Análise
O Paciente (série)
Pele Negra, Máscaras Brancas — Frantz Fanon
Escrever é muito perigoso — Olga Tokarzuk
Solidão Gay é uma reflexão sobre os efeitos da libertação sexual na comunidade gay e os impactos das vibes culturais e tecnológicas nas relações homoafetivas. esse episódio é uma proposta de diálogo e acolhimento para aqueles que vem encontrando dificuldade em cultivar o seu desejo, formar vínculos e ir além da performance de indisponibilidade.
participações do psicólogo e escritor Lucas Veiga , o doutorando e mestre em psicanálise Rafael Cavalheiro e o psicólogo e sexólogo Rigle Guimarães
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Solidão Gay — parte 1
A história de uma regra não escrita — Lucas Bulamah
Dissidências sexuais, temporalidades queer — Daniel Kveller
Psicologia Suja — Sofia Favero
Movimento LGBTI+ — Renan Quinalha
Clínica do impossível — Lucas Veiga
Identidade e Luta — Rita von Hunty
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