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No episódio desta semana, Ricardo fala sobre o livro “A Regra é Não ter Regras: Netflix e a Cultura da Reinvenção”, que tem como tema a cultura da Netflix.
Ricardo comenta que recentemente leu o livro, que é baseado em uma entrevista que @reed Hastings deu a @Des Dearlove do @ Thinkers50.
Ricardo explica que a Netflix quebra a cadeia de comando e controle e adota uma política (ou talvez nenhuma política) em que os funcionários são livres para tomar decisões por conta própria em todos os tipos de tópicos, incluindo como serão suas férias ou como serão suas despesas de viagem.
Na entrevista, Reed fala que a única "regra" é tomar decisões sempre considerando o melhor interesse da Netflix.
Outro fator interessante é que as pessoas são livres para falar a verdade, mesmo que discordem de uma ideia vinda do CEO. E por último, mas não menos importante, Ricardo comenta que a Netflix valoriza a humildade, ajudar e ser ajudado pelos colegas.
Ricardo recomenda o livro e sugere que você dê uma olhada na página Netflix Culture em https://jobs.netflix.com/culture.
Ouça o podcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo explica a diferença entre agilidade e métodos ágeis.
Ele fala que o fato do projeto usar um método ágil, não necessariamente terá agilidade. E por outro lado, um projeto que usa o modelo preditivo pode ter agilidade.
Ricardo comenta que, independentemente do método utilizado, é preciso antes de tudo ter um senso crítico de urgência, agilidade e adaptabilidade na organização.
Ouça o podcast para saber mais.
Neste segundo episódio da série Ricardo fala sobre 3 desafios para se aplicar a Inteligência Artificial no gerenciamento de projetos e desenvolvimento de produtos em geral.
O primeiro desafio é com relação à qualidade dos dados que serão usados. Ele explica que no gerenciamento de projetos não se respeita uma regra clara de negócios, o que torna muito mais complexo ter dados confiáveis para que a inteligência artificial consiga realizar o cruzamento desses dados para gerar padrões relevantes para análise.
O segundo desafio é estipular e prever padrões para o comportamento humano, e um simples desafio que o profissional tem ao se deslocar um dia para o trabalho pode impactar diretamente o trabalho e a produtividade .
O terceiro desafio é o aspecto ético. Como a inteligência artificial tomaria a decisão diante de um dilema ético?
Ouça o podcast para saber mais.
Nesta semana e na próxima Ricardo fala sobre os usos, benefícios e desafios da inteligência artificial aplicados ao cenário de projetos.
Ele explica que inteligência artificial é um ramo da ciência da computação, que busca desenvolver equipamentos e software que sejam capazes de realizar tarefas que são tipicamente humanas, dando exemplos sobre produtos que utilizam inteligências artificial com o objetivo de substituir e facilitar nosso trabalho.
Ricardo comenta que o grande benefício da inteligência artificial no gerenciamento de projetos é a capacidade de monitorar e identificar padrões, permitindo assim que o gerente de projetos otimize tarefas administrativas, elabore previsões orçamentárias e cronogramas mais realistas e até mesmo sugira equipes específicas para cada tipo de trabalho.
No episódio desta semana, Ricardo fala dos temores e medos que temos durante o desenvolvimento de um produto, onde existem situações que não estão totalmente no nosso controle. Seja na velocidade com que temos que realizar as nossas entregas e releases, seja na preocupação de não estar entregando o valor esperado pelo nosso cliente, que nos levam ao medo de fracassar e de não ser aceito como uma liderança no projeto.
Ele explica que estes medos e temores são reações naturais que temos. Com a pandemia ocorreram muitas mudanças e uma disruptura maciça na cadeia de suprimentos, afetando organizações e lideranças que precisam lidar com as mudanças, com as suas equipes e com partes interessadas.
Ao final, Ricardo dá 5 dicas sobre como você pode conviver com estes temores e aceitar que nem tudo está no nosso controle.
Ouça o podcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre resiliência e adaptabilidade. Ele fala que quando acontecem grandes desastres, a primeira coisa que pensamos é em resiliência, e nós associamos este termo a resistências e a construções mais sólidas que são capazes de resistir aos impactos. Porém existem a resiliência psicológica e a resiliência organizacional que estão relacionadas ao modo como podemos desenvolver habilidades na equipe do projeto, na organização e em nós mesmos.
Ricardo explica que resiliência não significa que você vai passar por uma crise sem sofrimento e stress, mas quando você tem uma resiliência psicológica e organizacional boa, você é capaz de se recuperar mais rapidamente e com menos dano.
E por fim, Ricardo dá as três dicas para a resiliência psicológica e três dicas para a resiliência organizacional.
Ouça o podcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre a nossa percepção de tempo quando tentamos avaliar valores, riscos e cenários em um futuro mais distante. O tempo afeta sensivelmente a nossa capacidade de julgar, entender e avaliar cenários.
Ele faz uma analogia entre as promessas feitas no COP 21 para os anos de 2070 e 2100, e comenta que é impossível projetar um evento para o ano 2100 sem se ter uma margem de erro incrivelmente alta.
Finalmente, Ricardo dá três dicas para que possamos lidar com os projetos neste cenário futuro distante. Ouça o podcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre o pensamento sistêmico (Systems Thinking).
Para explicar o conceito, ele faz uma analogia do pensamento sistêmico com a análise tradicional onde o sistema é quebrado em componentes menores buscando avaliar problemas, impactos e melhorias.
No pensamento sistêmico o processo é praticamente oposto. O foco da análise não está nos componentes mas sim na conexão e interação entre eles e seu comportamento ao longo do tempo.
O pensamento sistêmico, apesar se utilizar-se de ferramentas variadas e simulações, é um processo holístico e muitas vezes comportamental buscando identificar conexões e influências que não são vistas de forma usual e tradicional.
Ricardo termina o episódio falando sobre o balanceamento entre sobrecarga (reforço) e balanceamento (equilíbrio) do sistema como componentes-chave de trabalho. Ele reforça esse conceito com vários exemplos de aplicabilidade.
Ouça o podcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre “A Grande Renúncia”, termo criado por Anthony Klotz, professor da universidade do Texas, A&M University.
Ele explica que nos primeiros meses deste ano, 4.3 milhões de pessoas pediram demissão nos Estados Unidos. Esse fenômeno não é exclusivo dos EUA. Ele está acontecendo mundialmente.
Ricardo comenta sobre influência da pandemia neste comportamento e de 4 fatores que levam as pessoas a pedirem demissão.
Finalmente, ele aborda os desafios tanto para o profissional que está pensando em deixar o trabalho e a empresa e os gestores que precisam criar valor para atraírem os profissionais que precisam para entregarem os projetos.
Ouça o podcast para saber mais.
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