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João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita.
Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente.
Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou Sequências Narrativas Completas, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e A Ronda da Noite, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação.
Como ensaísta, publicou TEATRO EXPANDIDO! (2016), Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista Contemporânea e com o jornal Público.
Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo ABC da Guerra (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição Nampula Macua Socialismo de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.
É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa Great Artists on Campus na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema.
Links:
https://cargocollective.com/joaosousacardoso
www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/
www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5
https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso
https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardoso
www.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA
https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3
Episódio gravado a 06.05.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
João Marçal nasceu em Santarém, em 1980.
Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha.
O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito.
O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho.
Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma.
Links:
https://joaomarcal.com/
https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/
https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog
https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/
https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o
https://soundcloud.com/marcal-dos-campos
https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774
https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/
Episódio gravado a 17.04.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
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Eva Mendes (Almada, 2000) é curadora, crítica e programadora de Artes Visuais. É fundadora e diretora do messieurs-dames, um espaço de exposições independente com um programa focado em práticas artísticas históricas e contemporâneas.
Desde 2025, o "messieurs-dames" é um espaço independente de exposições dirigido pela curadora e escritora Eva Mendes. Localizado num antigo apartamento no centro de Lisboa, o programa dedica-se a explorar afinidades subliminares entre práticas artísticas históricas e contemporâneas, algumas das quais são reveladas pela primeira vez. Com o objetivo de criar uma ligação mais forte entre diferentes abordagens artísticas, a programação anual alterna entre projetos de natureza arquivística e histórica, propostas de artes visuais e um mês dedicado a maratonas interdisciplinares.
Links:
https://www.messieurs-dames.com/
https://www.evamendeswriting.com/
Episódio gravado a 08.04.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
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Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive.
Links:
https://bernardochatillon.hotglue.me/
https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=XGxrPHpa0bw
https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/
https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/
https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85
https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon
https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/
https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/
https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/
https://trust-collective.org/en/
Episódio gravado a 02.04.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
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Desde 2009, a prática artística de Robert Christopher Wiley tem ganho forma através da unidade de investigação interdisciplinar VICARTE (Vidro e Cerâmica para as Artes) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), dedicada a aproximar a prática artística da investigação científica. Nascido nos Estados Unidos, considera hoje Portugal como o seu país e a sua nacionalidade. O trabalho de Wiley envolve frequentemente o vidro — um material cuja complexidade técnica constitui um centro meditativo para grande parte da sua investigação criativa e conceptual. A sua prática atual é impulsionada não apenas pelos desafios materiais e científicos inerentes ao vidro, mas também por preocupações mais amplas da vida contemporânea, questionando hierarquias atuais de saber e de produção artística que moldarão o património cultural de amanhã.
Wiley é Doutorado em Artes Plásticas (Escultura) pela Universidade do Porto e possui também um MFA e um BFA em vidro pela Ohio State University. Na VICARTE, contribui como Professor Assistente Convidado e como investigador, participando em projetos que vão desde a arqueometria do vidro, a reconstrução histórica e a ciência da conservação, até à exploração de novos materiais à base de vidro desenvolvidos na unidade de investigação. O seu trabalho situa-se na interseção entre arte, ciência e materialidade, refletindo um interesse continuado na relação entre formas discursivas e não discursivas de conhecimento — aquilo que podemos raciocinar e articular versus aquilo que compreendemos através do fazer e da experiência incorporada.
A obra de Wiley foi exibida internacionalmente na Ásia, Europa e América do Norte. A sua produção artística e escrita estende-se a temas que envolvem subjetividade, cognição centrada no corpo e o valor pedagógico da prática criativa. A sua abordagem interdisciplinar informa naturalmente a sua exploração material e os seus processos experimentais, nos quais tanto o artesanato sofisticado como a recolha infantil detêm posições de igual importância. Meditativa, profundamente pessoal e, por vezes, enigmática, a sua prática procura perguntas em vez de tentar oferecer respostas.
Links:
https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley
https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2
https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/
https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/
https://vicarte.org/
Episódio gravado a 26.03.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
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Cristina Ataíde, Viseu, 1951, vive e trabalha em Lisboa. Licenciada em Escultura pela ESBAL, Lisboa, frequentou o Curso de Design de Equipamento da mesma instituição.
Foi diretora de produção de Escultura e Design da MadeIn, fabrica de transformação de mármore em Alenquer de 1987 a 1996, onde trabalhou com vários artistas nacionais e estrangeiros e onde criou centenas de objetos de design em pedra e outros materiais. Fundadora (2005) do coletivo artístico Laboratório Terra que fez vários projetos expositivos em Portugal.
A sua obra, feita muitas vezes em viagem, é materializada em diversos suportes desde a escultura, o desenho, passando pela fotografia e vídeo. Trabalha com e na natureza com fascínio pela experimentação, deixando que os elementos naturais intervenham como coautores dos seus trabalhos e pesquisas. Preocupa-se com a sua preservação da natureza e sustentabilidade. A estética relacional está cada vez mais presente nas suas intervenções publicas, interagindo com as comunidades por onde expõe e viaja.
Foi distinguida com os diversos prémios, nas artes plásticas e no design e foi bolseira da SEC, Fundação C. Gulbenkian, FLAD e Fundação Oriente.
O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e está representada em importantes coleções publicas e privadas como:
CAM, Lisboa; CACE, Coleção de Arte Contemporânea do Estado; Culturgest, Lisboa; MNAC, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Victor e Maria da Graça Carmona e Costa; MAC-CCB, Lisboa; MACE, Coleção António Cachola, Elvas; Coleção MACAM, Lisboa; Coleção Berardo; Unión Fenosa, A Coruña, ES; Centre d’Art Contemporain d’Essaouira, MC; MACS, Sorocaba, Brasil; Museu Afro Brasil, São Paulo; MAMAM, Recife.
Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro destacando: MNAC, Lisboa; Museu Coleção Berardo, CCB, Lisboa; CAM, Lisboa; Culturgest, Lisboa; Museu Soares dos Reis, Porto; Museu de Serralves, Porto; MIEC, Sto Tirso; MAMAM, Recife; Museu Afro Brasil, São Paulo; Fiep, Curitiba; Mosteiro de S. Bento, São Paulo; Centro de Arte Caja de Burgos; CentroCentro, Palácio Cibeles, Madrid; Faro de Cabo Mayor, Santander; Alcobendas, Madrid; MEIAC, Badajoz; Sala de las Atarazanas, Valencia; Glyndor Gallery, Wave Hill, New York; CCE, Miami; The Shed Space, Brooklyn, USA; Museu Azabu Kogei Kan, Tóquio; Museum Center, Baku, AZ; Moravian Museum, Brno, CR; Interno 14, Roma; Kunsttempel, Kassel.
Links:
https://www.cristinataide.com/
https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio
https://www.youtube.com/watch?v=Vh8a8c1ibUQ
https://www.youtube.com/watch?v=iRIiv2qLa5U
https://expresso.pt/cultura/artes_plasticas/2023-09-16-Exposicoes-Cristina-Ataide-liga-os-mundos-no-Chiado-c2e0477f
Episódio gravado a 13.03.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
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Rudi Brito (1988, Lisboa). Após a licenciatura em Artes Plásticas na ESAD, Caldas da Rainha, mudou-se para Glasgow onde aprofundou o seu interesse pelas artes sonoras e performativas e onde colaborou com artistas como Oliver Pitt, Sue Zuki e Murray Collier. Exibiu o seu trabalho em espaços como Centre for Contemporary Arts (CCA), The Glue Factory e The Art School (GSA). A sua prática, que se veio a tornar predominantemente visual, está ligada a ideias de interrupção, fugacidade e vulnerabilidade.
Desde o seu regresso a Portugal em 2018, Rudi tem afirmado a sua presença na cena artística local expondo o seu trabalho na Spirit Shop, Galeria Madragoa, Galeria Zé dos Bois e Buraco. Em 2021 Rudi co-funda o projecto de curadoria experimental Purga.
Rudi expôs internacionalmente, nomeadamente no Museo Reina Sofia, Madrid, Junbicyu Clinic e SumidaExpo23, Tóquio, Kraak Festival, Ghent, Fuse Art Space, Bradford e The Northern Charter, Newcastle.
Links:
https://www.rudibrito.com/
https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/rudi-brito-hora-de-ferro
https://zedosbois.org/programa/rudi-brito-maria-reis/
https://www.arteinformado.com/guia/f/rudi-brito-226715
https://www.vascocollection.com/artists/rudi-brito
https://www.youtube.com/watch?v=50IaMFyPZMQ
Episódio gravado a 23.12.2025
Créditos introdução e final: David Maranha
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Inês Teixeira (Lisboa, 1979) é licenciada em Gestão de Recursos Humanos (1997-2001) que, quis o acaso, nunca exerceu. Trabalhou durante uma década - de 2003 a 2013- na Galeria Cristina Guerra como produtora. Entre 2014 e 2020 exerceu a função de responsável de eventos da Fundação Joana Vasconcelos que acumulou com a de produtora no Atelier da mesma artista. Entre 2020 e 2024 assumiu a função de Gallery Manager da galeria UMA LULIK__. Simultâneamente, colaborou com artistas e diversas instituições como a Trienal de Arquitectura e Culturgest. Atualmente colabora como freelancer com galerias, espaços culturais e na organização da feira ARCOlisboa.
Episódio gravado a 9.12.2025
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Maria Appleton (Lisboa, 1997) é uma artista portuguesa que vive e trabalha em Lisboa. A sua prática investiga a relação entre cor e forma, recorrendo a técnicas como tinturaria, tecelagem e impressão.
Trabalha com tecidos como algodão, seda e materiais industriais, criando composições em camadas translúcidas que reagem à luz e ao espaço.
O seu trabalho explora espaços liminares, emocionais e físicos, num equilíbrio entre presença tangível e ausência simbólica, evocando memórias e sensações, em diálogo com a arquitetura dos domínios público e privado.
Appleton apresentou exposições individuais no Espacio Tacuarí, Buenos Aires (2024), Casa da Cerca, Almada (2024), Hatch, Paris (2023), ARCOmadrid e Artissima Turim, e Galeria Foco, Lisboa (2021). Participou em residências na Cité Internationale des Arts, Paris (2022), com apoio do Institut Français e da Fundação Gulbenkian, e na Fondation CAB, Bruxelas (2024). O seu trabalho integra coleções públicas e privadas como a Coleção António Cachola, Fundação CAB e Coleção Vergez
Links:
https://www.maria-appleton.com/
https://galeriafoco.com/artists/maria-appleton/
https://contemporanea.pt/edicoes/2025/maria-appleton-what-holds-structure
https://www.hatchparis.com/collaborativeartists/mariaappleton
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/nao-esquecendo-o-legado-bica-do-sapato-reabre-as-portas-para-o-futuro-e-para-o-tejo-090125
https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=FvlqQC7_jeg
Episódio gravado a 02.12.2025
Créditos introdução e final: David Maranha
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Frederico Portas (1996) é um curador independente sediado em lisboa. Licenciado em filosofia e pós-graduado em Estética e Estudos Artísticos (Nova FCSH), a sua prática traduz-se na ligação entre determinados ramos da filosofia (ontologia, epistomologia e fenomenologia) e a curadoria enquanto meio alternativo de confronto com determinações filosóficas, e enquanto prática ensaística enquanto tal.
Foi co-fundador da coleção artistas emergentes Santander consumer finance, juntamente com Tomas Agostinho, composta exclusivamente por trabalhos fotográficos de jovens artistas portugueses. Também com Tomás, foi co-fundador do ciclo de exposições tête-à-tête (2021-2024), na galeria Hélder alfaiate, a qual contou com seis eventos expositivos, cada qual composto pela presença de dois artistas, um novo e um mais velho, em conversa, numa espécie de anacronismo invertido.
Links:
https://appleton.pt/square-before/
https://www.instagram.com/p/DMgD_IWsie8/
https://www.coffeepaste.com/event/f-nOApDHcAEe/
https://www.santanderconsumer.pt/wp-content/uploads/2023/04/PR_Artistas-Emergentes_Final.pdf
https://www.ccb.pt/evento/podcast-um-chao-comum/
Episódio gravado a 25.11.2025
Créditos introdução e final: David Maranha
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