
Sign up to save your podcasts
Or


José Carlos Santana Pinto é coleccionador de arte contemporânea há mais de quatro décadas. Começou a comprar arte ainda muito jovem, no início dos anos 1970, quando adquiriu uma obra de Mário Botas na Sociedade Nacional de Belas Artes, e desde então foi construindo uma colecção que atravessa diferentes gerações, geografias e linguagens, com uma presença particularmente significativa da arte conceptual.
Costuma dizer que “um coleccionador começa quando o que compra já não tem lugar em sua casa”. No seu caso, coleccionar tornou-se uma prática continuada de aprendizagem, feita de escolhas, dúvidas e riscos, mas também da construção de relações entre obras e artistas. Mais do que peças isoladas, interessa-lhe acompanhar percursos, regressar aos mesmos artistas em diferentes momentos e perceber de que forma as obras podem conversar entre si.
A sua colecção permanece privada, mas a partilha ocupa um lugar central na forma como a entende. Abre regularmente a sua casa a visitantes, coleccionadores e instituições, empresta obras para exposições e tem participado em várias conversas públicas sobre coleccionismo. Em 2018, uma selecção alargada da colecção integrou, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, a exposição A sedução de uma vírgula bem colocada, em diálogo com as colecções António Cachola e Maria e Armando Cabral e em 2025 imagurou Entre a Palavra e o Silêncio, no MACAM.
Para José Carlos Santana Pinto, arte e vida parecem difíceis de separar. E talvez seja precisamente a partir dessa relação, entre olhar, escolher, conviver, questionar e partilhar, que podemos começar esta conversa sobre o que significa construir uma colecção ao longo de uma vida.
Links:
https://macam.pt/pt/agenda/between-word-and-silence
https://www.publico.pt/2025/11/30/culturaipsilon/noticia/macam-emprestase-novo-coleccionador-exibe-gosto-jose-carlos-santana-pinto-2155797
https://col-antoniocachola.com/?p=10132&lang=en
https://www.sabado.pt/gps/detalhe/mace-a-virgula-que-une-e-separa
https://umbigo.space/ongoing/farra-festa-da-arte-em-rede-da-regiao-do-alentejo-67ebf54ab453563eb1f16c18
https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto
Gravado
08.10.2026
Créditos introdução e final
Voz: Vera Appleton
Música: David Maranha e Rodrigo Amado
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
O trabalho de Bruno Cidra desenvolve-se a partir de uma profunda relação com o desenho e a escultura. Habitando frequentemente ambas as práticas em simultâneo, as suas obras evidenciam não só a forma como a prática e o pensamento do desenho se podem entrelaçar com os processos, tanto intelectuais como práticos, de fazer e pensar um objeto escultórico, mas também como os próprios materiais podem ser desafiados e assumir uma natureza enganadora, em particular o papel, o ferro e o bronze.
A sua prática relaciona-se também com um questionamento crescente do espaço expositivo convencional, recorrendo frequentemente a instalações site-specific em espaços menos convencionais e criando situações e ambientes nos quais a escultura pode surgir como algo quase vivo, que rasteja, permanece e cresce num plano multifacetado. Recorrendo não raras vezes a referências à História da Arte e à cultura mítica, o seu trabalho constitui frequentemente uma reflexão em torno de um atlas pessoal de imagens e signos, remetendo para um questionamento interior sobre os vestígios que a sua própria linguagem vai deixando ao longo do tempo.
Entre os programas, bolsas e distinções do seu percurso destacam-se a Bolsa de Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian, em 2023; a residência artística no Pivô – Pesquisa, Edifício Copan, São Paulo, Brasil, em 2017; o Programa de Intercâmbio Artístico Lisboa – Budapeste, através de uma bolsa atribuída pela Câmara Municipal de Lisboa, em Budapeste, Hungria, em 2014; a residência artística na FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado, através de uma bolsa atribuída pela Fundação Calouste Gulbenkian, em São Paulo, Brasil, em 2013; a seleção como finalista do Prémio Novos Artistas EDP, no MAAT, Lisboa, em 2009; e o Prémio de Escultura D. Fernando II, em Sintra, em 2005.
Links:
https://www.brunocidra.com/contact
https://gulbenkian.pt/cam/read-watch-listen/sem-titulo-de-bruno-cidra/
https://contemporanea.pt/edicoes/2024/bruno-cidra-pedra-pesada
https://umbigo.space/pt/ongoing/o-desenho-como-pensamento-ver-no-escuro-67ebfe6bb453563eb1f177be
https://www.mutualart.com/Artist/Bruno-Cidra/988CF870A17C3D33
Créditos introdução e final
Voz: Vera Appleton
Música: David Maranha e Rodrigo Amado
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
A pesquisa de David Almeida desenvolve-se em torno da experimentação pictórica em diversos meios e suportes como tela, linho, madeira, cerâmica e gravura. A sua produção tem como eixo principal as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do território íntimo, da cidade e da paisagem regional brasileira. No espaço pictórico, investiga os limites entre a paisagem do campo e o imaginário, ora enfatizando a densidade dos materiais em obras figurativas ou pendendo para a abstração, ora deslocando elementos naturais em telas de tom metafísico e espiritual. Almeida engendra os conceitos de memória, corpo, fantasmagoria e percepção óptica, criando telas nas quais o íntimo de uma cultura ou povo se manifesta de forma subtil na paisagem. No seu trabalho, lugares e sensações dialogam com o seu método e procedimento de representar, em que a densidade de uma noite pintada está intimamente relacionada com o processo oblíquo de a construir na imagem.
Entre as suas principais individuais, estão: Devagar com o andor que o santo é de barro, Museu da Inconfidência, Ouro Preto, Brasil (2026); Paisagens da Imprecisão, Cerrado Galeria, Brasília, Brasil (2025); Vigília, Millan, São Paulo, Brasil (2024); Arriba do Chão, Millan, São Paulo, Brasil (2022); A Task of Wonders, durante a residência no Espronceda Art Center, Barcelona, Espanha (2020); Lindeza, Referência Galeria de Arte, Brasília, Brasil (2019); Encalço, Mult.i.plo Espaço Arte, Rio de Janeiro, Brasil; Paradeiro, Zipper Galeria, São Paulo, Brasil (2018); e Asseidade da Fenda, Elefante Centro Cultural, Brasília, Brasil (2016). Indicado ao Prêmio PIPA em 2022, foi premiado em 2015 e 2013 pelo Salão de Arte de Jataí, em 2014 pelo 20º Salão Anapolino de Arte e em primeiro lugar no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea em 2016. Realizou a curadoria de Vaquejada da Meia Noite, Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025) e participou em exposições coletivas como Brasília em Construção: Constelações contemporâneas, Foyer da Sala Villa-Lobos, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Brasília, Brasil (2026); Est-ce un pays que l’on peut voir ou bien mon rêve?, Chapelle PDP, Pézenas, França (2026); Adiar o Fim do Mundo, FGV Arte, Rio de Janeiro, Brasil (2025); Funil, Casa SP-Arte, São Paulo, Brasil (2024); Paisagem interior, Casa Zalszupin, São Paulo, Brasil (2023); Stranger than Fiction, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2023); Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo, Brasil (2022); In Residency, Residency Unlimited, Nova York, Estados Unidos (2022); Postcards, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2020); Um lugar nenhum: Segunda Naturaleza, Fernando Pradilla, Madri, Espanha (2020); Triangular – Arte desse século, Casa Niemeyer, Brasília, Brasil (2019); Scapeland – Território de Trânsito Livre, Memorial da América Latina, São Paulo, Brasil (2018); UNS, Library of Love, Contemporary Art Center, Cincinnati, Estados Unidos (2017); Salão Transborda Brasília 2016, Caixa Cultural Brasília, Brasil (2016), entre outras.
Links:
https://almeidaedale.com.br/artistas/david-almeida/
https://www.premiopipa.com/artistas/david-almeida/
https://www.mmmgaleria.com.br/david-almeida
https://residencyunlimited.org/residencies/david-almeida/
Créditos introdução e final
Voz: Vera Appleton
Música: David Maranha e Rodrigo Amado
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Vasco Collection / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
João Henriques Pires (Guarda, 1997) licenciou-se em Artes Plásticas pela ESAD Caldas da Rainha em 2021. Durante a sua permanência na cidade, apresentou diversas vezes o seu trabalho a convite do coletivo curatorial Eletricidade Estética.
Em 2021 mudou-se para Lisboa, onde vive e trabalha atualmente. Paralelamente à sua prática artística independente, trabalha regularmente como técnico e assistente de artistas, sobretudo em contexto expositivo.
O seu trabalho centra-se principalmente na escultura e nas formas como esta se cruza com outras disciplinas artísticas, como a performance, o vídeo e a fotografia.
Mantém, ainda assim, um interesse pelas premissas fundamentais da escultura, através de uma abordagem DIY que lhe permite um controlo autoral integral sobre a
prática.
Os seus objetos abordam recorrentemente questões relacionadas com as relações de poder entre o indivíduo e o mundo, explorando necessidades básicas e os impulsos que delas decorrem. O seu trabalho procura ainda investigar a transição fantasiosa entre objetos low-tech e hi-tech, num campo onde funcionalidade, especulação e imaginação se entrelaçam.
Links:
https://www.instagram.com/joaohagapires/
https://www.nocartaz.pt/eventos/3bf424dd7c45f2f1/
https://www.mun-guarda.pt/guardatv/torre-de-menagem-abre-ao-publico-com-exposicao-de-joao-henriques-pires/
Episódio gravado a 08.07.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Shirley Paes Leme (1955, Minas Gerais) 1978 gradua-se na Universidade Federal de Minas Gerais.
Em 1983 -1986 recebe a Bolsa Fulbright. Em 1986 doutorou-se pela JFK University, San Francisco Art Institute e University of Califórnia at Berkeley, USA.
individuais selecionadas: 2026, Dias Normais, Instituto Ling, Porto Alegre. 2023, Nosso
Mundo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2023, Os Vestigio dos Días, Galeria
Zielinsky, Barcelona. 2022, Suspiro em Vão, Galeria Raquel Arnaud, São Paulo. 2020,
Eterno Retorno, Carbono Galeria, São Paulo. 2019, RareAr, Galeria Raquel Arnaud, São
Paulo. 2018, Geografias Errantes( vistas de dentro para fora), Palácio das Artes,
Porto. 2015, Quando Atitutes (trans)formam, Centro Cultural Minas, Belo Horizonte. 2012,
Água Viva. Museu Vale, Vitória.2009, Heterotopias Cotidianas, Museu de Arte
Contemporânea do Ceará, Fortaleza. 2008, Ambulantes, Centro Cultural Espanha, Cidade
do México. 2009, Horas. Galeria de Artes Visuais UFG, Goiânia. 2004, Peso/Leveza.
Passa Quatro. 2003, Desenhos e Vídeo, Galeria Jaspers, Munique. 1996, Deux Artistes
Brasiliens. Galeria Debret, Paris. 1986, Inside Out. Fiberworks Gallery, Berkeley. 1981,
Fibra, Fundação Cultural, Brasília.
coletivas selecionadas: 2025, FullGás, CCBB, Rio de Janeiro. 2017, I Bienal Sur,
Buenos Aires. 2015, X Bienal do Mercosul. 2010, Vidéo et Aprés – Vidéo Brasilienne: un
portrait, Centre Georges Pompidou, Paris. 2006, Black and White. Haim Chanin Gallery,
Nova York. 2005, I Bienal Internacional de Arte al Aire Libre. Caracas. 2007, I Bienal do
Fim do Mundo, Ushuaia. 2001 Côte à Côte - Art Contemporain du Brésil, Musée d'Art
Contemporain de Bourdeaux. 2000, Bienal de La Habana. Século XX: Arte do Brasil,
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. 2000, Bienal de São Paulo. 1999, II Bienal do
Mercosul, Porto Alegre. 1997, Die Anderen Modernen, Casa das Culturas do Mundo,
Berlim. 1993, XV Bienal de Lausanne.
Links:
https://www.shirleypaesleme.com/
https://raquelarnaud.com/artistas/shirley-paes-leme/
https://www.youtube.com/watch?v=wgzYQz4f7F4&themeRefresh=1
https://mam.org.br/exposicao/nosso-mundo/
https://www.zielinskyart.com/shirley-paes-leme
https://www.youtube.com/watch?v=tkEy98fXmNY
Episódio gravado a 02.07.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Flávio Rodrigues nasceu em 1984, em Arcozelo (Vila Nova de Gaia). É artista e, desde 2006, desenvolve um trabalho situado na interseção entre o desenho, o gesto, a performance arte, a instalação e a escultura, concebendo estes meios como territórios férteis de ação e pensamento.
As suas propostas são maioritariamente de natureza minimalista, analógica e cerimonial. Recorrendo frequentemente à caminhada como gesto fundacional, os processos que ativa conduzem ao encontro de texturas, objetos, sonoridades e outras paisagens possíveis, que se revelam de forma processual e experimental.
O seu percurso artístico inicia-se em 1992, com a professora e artista Maria Alexandrina Alves da Costa, em Vila Nova de Gaia, através da dança e do desenho. Em 2003, ingressa na formação do Balleteatro Escola Profissional, instituição à qual permanece ligado como artista associado. Neste contexto, orienta laboratórios de criação, performance e ação no espaço público, colaborando também como co-curador dos programas Corpo + Cidade e Extemporânea.
Desde o seu primeiro projeto autoral, em 2006, tem apresentado criações em diversos contextos e colaborações, incluindo o Festival da Fábrica / Teatro Helena Sá Costa (Porto), Galeria Appleton (Lisboa), Mandala Festival (Wrocław, Polónia), Acción Spring(t) (Madrid, Espanha), Sofia Underground Festival / Toplo Centrala (Sofia, Bulgária), FIDANC/CDCE (Évora), Starptelpa/Kino Bize (Riga, Letónia), Arte Total (Braga), Live Art Ireland (irlanda), :DDDKunsHouse (Yerevan, Alemanha) e Lake Studios (Berlim, Alemanha).
Participou em várias residências artísticas, entre as quais "Reclamar Tempo – primeira edição", nos Estúdios Campus PCS (Porto); "Projeto Tijolo", pelas Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo); Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa); Les Repérages (Lille e Rio de Janeiro); e ADA – Artistic Dynamic Association (Viena, Áustria). Em 2024 foi artista representado pela Bienal de Cerveira. Em 2026 desenvolveu um projeto processual em residência de criação e pesquisa na CACAU Cultural & Roça São João, em São Tomé e Príncipe.
O vídeo-arte-performance Ausblenden, parte processual iniciada em 2021 no âmbito do projeto Laivos | ante improvisos e ressonâncias, foi apresentado em festivais e programas em Portugal, Alemanha, Letónia, Argentina, Grécia e Brasil.
Paralelamente ao desenvolvimento dos seus próprios projetos, tem colaborado regularmente como figurinista, cenógrafo, performer (entre 2006 e 2016) e designer sonoro. Estas colaborações estendem-se a diversos criadores e companhias nas áreas da dança, teatro, cinema, circo e performance arte.
Em 2022 apresentou uma conferência sobre o seu percurso e processo criativo no Cinema Passos Manuel, organizada pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Porto em parceria com o Balleteatro. Dessa ocasião resultaram três desenhos autobiográficos, posteriormente publicados no livro Performances no Contemporâneo, de Né Barros e Eugénia Vilela.
Em 2026, foi um dos artistas selecionados para a residência de investigação e criação do projeto Amongst Others, Nature, integrada no Bergen International Performance Festival, desenvolvida em Skageneset (Manger), Laksevåg, Møhlenpris e no centro da cidade de Bergen, Noruega.
Links:
https://www.flaviorodrigues.info/
https://www.andafala.org/en/Artistas/Flavio_Rodrigues
https://balleteatro.pt/agenda/evento/Painel-de-tao-pouco-tanto-Flavio-Rodrigues-Corpo-Cidade-2026/
https://appleton.pt/flavio-rodrigues-2024/?lang=pt-pt
https://plaka.porto.pt/pt/shuttle/2026/painel-de-tao-pouco-tanto-flavio-rodrigues/
https://www.instagram.com/reel/DT08gEjDbqg/
https://artveine.com/204-veludo-mais-azul
Episódio gravado a 24.06.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Isabel Nogueira (n. 1974) é doutorada em Belas-Artes, especialização em Ciências da Arte (Universidade de Lisboa, 2010) e pós-doutorada em História e Teoria da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, 2016). É historiadora e crítica de arte contemporânea, professora e ensaísta. Professora na Sociedade Nacional de Belas-Artes, professora e investigadora principal do CIEBA/Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA). É editora da revista Arte e Cultura Visual (CIEBA), autora correspondente da revista Recherches en Esthétique e crítica na revista Contemporânea.
No domínio do ensaio, publicou as seguintes monografias: Do pós-modernismo à exposição Alternativa Zero (Nova Vega, 2007), Alternativa Zero (1977): o reafirmar da possibilidade de criação (CEIS20/Universidade de Coimbra, 2008), Teoria da arte no século XX: modernismo, vanguarda, neovanguarda, pós-modernismo (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2012; 2.ª ed. 2014), Théorie de l’art au XXe siècle: modernisme, avant-garde, néo-avant-garde, postmodernisme (L’Harmattan, 2013); Artes plásticas e crítica em Portugal nos anos 70 e 80: vanguarda e pós-modernismo (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2013 ; 2.ª ed. 2015);
Modernidade avulso: escritos sobre arte (Ed. A Ronda da Noite, 2014), A imagem no enquadramento do desejo: transitividade em pintura, fotografia e cinema (Book Builders, 2016; 2.ª ed.: 2025); Teorias da arte: do modernismo à actualidade (Book Builders, 2019; 2.ª ed. 2020); Como pode ‘isto’ ser arte? Breve ensaio sobre crítica de arte e juízo de gosto (Edições Húmus, 2020); História da arte em Portugal: do Marcelismo ao final do século XX (Book Builders, 2021); Crítica de arte ou o espaço entre a Obra e o Mundo (Edições Húmus, 2021); Histoire de l’art au Portugal (1968-2000) (L’Harmattan, 2022); A encantatória visualidade: textos sobre cinema (Edições Húmus, 2023). Desde 2025 é responsável pelo ciclo Arte Contemporânea em Diálogo, organizado em parceria com a Sociedade Nacional de Belas-Artes em Lisboa.
Links:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLKvCXVEsYmlSoezBLeiro343riDe52izB
https://www.cienciavitae.pt/0E1D-846B-C47C
https://isegexecutive.education/pt/docentes/isabel-nogueira/
https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/loops-lisboa
https://www.publico.pt/autor/isabel-nogueira
https://duplacena.com/fuso-insular-2023/conversa-aberta-isabel-nogueira-2/
https://makingarthappen.com/2013/11/08/isabel-nogueira-novo-livro/
https://colecaodoestado.pt/648/
Episódio gravado a 16.06.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus.
Links:
https://sarachangyan.com/
https://www.instagram.com/consonniradziszewski/
https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd
https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025
https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan
https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ
https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/
https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan
Episódio gravado a 28.05.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Ana Pérez-Quiroga é artista visual, cineasta e investigadora. O seu trabalho desenvolve-se entre desenho, escultura, instalação, performance, fotografia, filme e som, com um foco continuado nas relações entre quotidiano, objeto, arquivo, memória, pós-memória e pertença. A sua prática articula dimensões poéticas, políticas e conceptuais, explorando processos de repetição, classificação, deslocamento e acumulação. É Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017), com a tese “Bréviário do Quotidiano #8”. Os regimes cumulativos do objeto e os seus determinantes, e Mestre em Artes Visuais – Intermédia pela Universidade de Évora, com a dissertação “Ana de Gonta Colaço – Escultora 1903-1954”. É atualmente Investigadora CEEC/FCT no CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística / IN2PAST, Universidade de Évora, com o projeto “Which house are you from?” – Memory, Collective- memory, Post-memory and the question of belonging”. O seu trabalho tem sido apresentado em diversas instituições e contextos nacionais e internacionais, em exposições individuais e coletivas, performances, conferências e ciclos de cinema. Em 2025 realizou o filme “¿De qué casa eres?”, apresentado em várias universidades nos Estados Unidos com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). O trabalho de APQ encontra-se presente em diversas coleções: Museu Nacional de Arte Contemporânea; Coleção Ar.Co; Coleção Figueiredo Ribeiro; Coleção António Cachola; CML; Culturgest; Fundação EDP, Fundação PLMJ e CACE. A sua prática artística cruza-se com a investigação académica, desenvolvendo um campo transdisciplinar onde o arquivo pessoal e coletivo, os objetos do quotidiano, a memória histórica e as estratégias de reprodução e circulação de imagens assumem um papel central.
Links:
https://anaperezquiroga.com/
https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4
https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN
https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360
https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga
https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat
https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/
https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/
Episódio gravado a 22.05.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Paula Melâneo
É arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arquitectos, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A Natureza das Imagens Latentes apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arquitectura Portuguesa na Democracia 2000-2024 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Território em Seis Ecologias (Museu de Almada, 2020); Geração Z: práticas arquitectónicas portuguesas emergente, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitectura e arte, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações.
Luca Martinucci
Nasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO.
Links:
https://www.1825.pt/
https://space-collectors.com/
https://paraisohoje.pt/
https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/
https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1
Episódio gravado a 18.05.2026
Créditos introdução e final: David Maranha
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
From the publisher's feed

13 Listeners

10 Listeners

16 Listeners

88 Listeners

0 Listeners

7 Listeners

29 Listeners

7 Listeners

11 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners