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Hoje vamos falar e comentar uma reportagem lançada pela Architectural Digest. A jornalista Elizabeth Stamp fez uma lista com os 15 maiores escândalos do mundo da arquitetura. Nesse episódio, vamos falar alguns deles e comentar outros escândalos famosos, mas também pode rolar alguns escândalos pessoais! Então vem com a gente se espantar e ouvir nossos pitacos a respeito!
Hoje vamos falar e comentar uma reportagem lançada pela Architectural Digest. A jornalista Elizabeth Stamp fez uma lista com os 15 maiores escândalos do mundo da arquitetura. Nesse episódio, vamos falr alguns deles e comentar outros escândalos famosos e também pode rolar alguns escândalos pessoais! Então vem com a gente se espantar e ouvir nossos pitacos a respeito!
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PARTICIPAM:
Gustavo Guga e Dani Pelegrini
COMANDAM A CONVERSA:
Adilson e Rapha
Você passa anos na faculdade aprendendo a projetar com total liberdade, concreto armado e grandes vãos de vidro. Aí você abre o seu escritório, fecha o primeiro grande contrato comercial em um casarão do século XIX e se depara com um manual de tombamento estadual de mais de cem páginas dizendo que você não pode fazer! Projetar no patrimônio histórico não é só olhar para o passado; é viabilizar o futuro dessas edificações. No episódio de hoje, vamos discutir os bastidores dessa prática. Como é a vida de quem vive entre dossiês, laudos de danos e o canteiro de obras de restauro? Como equilibrar a premissa de uma arquitetura contemporânea e inventiva com o respeito rigoroso à memória?
PARTICIPAM:
Milena Andreola: Arquiteta e urbanista, professora titular e coordenadora do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Academia, em Juiz de Fora. Foi presidente da OSCIP PERMEAR (Programa de Estudos e Revitalização da Memória Arquitetônica e Artística). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Patrimônio Cultural, e foi presidente da OSCIP PERMEAR atuando principalmente com projeto, acompanhamento de obras, elaboração de inventários, dossiês e laudos e de implementação e consultoria de políticas de preservação do Patrimônio.
Rafael Ribeiro: Arquiteto e urbanista, fundador do Porão Arquitetura, atua na área de desenvolvimento de projetos comerciais e residenciais há 7 anos. Tem em seu portfólio obras de restauração e requalificação de edificações tombadas.
Bom cast!
Você passa anos na faculdade aprendendo a projetar com total liberdade, concreto armado e grandes vãos de vidro. Aí você abre o seu escritório, fecha o primeiro grande contrato comercial em um casarão do século XIX e se depara com um manual de tombamento estadual de mais de cem páginas dizendo que você não pode fazer! Projetar no patrimônio histórico não é só olhar para o passado; é viabilizar o futuro dessas edificações. No episódio de hoje, vamos discutir os bastidores dessa prática. Como é a vida de quem vive entre dossiês, laudos de danos e o canteiro de obras de restauro? Como equilibrar a premissa de uma arquitetura contemporânea e inventiva com o respeito rigoroso à memória?______________PARTICIPAM:Milena Andreola: Arquiteta e urbanista, professora titular e coordenadora do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Academia, em Juiz de Fora. Foi presidente da OSCIP PERMEAR (Programa de Estudos e Revitalização da Memória Arquitetônica e Artística). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Patrimônio Cultural, e foi presidente da OSCIP PERMEAR atuando principalmente com projeto, acompanhamento de obras, elaboração de inventários, dossiês e laudos e de implementação e consultoria de políticas de preservação do Patrimônio.Rafael Ribeiro: Arquiteto e urbanista, fundador do Porão Arquitetura, atua na área de desenvolvimento de projetos comerciais e residenciais há 7 anos. Tem em seu portfólio obras de restauração e requalificação de edificações tombadas.________________COMANDAM A CONVERSA:Adilson e Rapha
Este escritório, ou melhor, agência, franco-brasileira é conhecida por sua abordagem naturalista e racionalista. Movido pelo interesse nas metrópoles e pelo desejo de confrontar outras realidades, eles vêm desenvolvendo projetos públicos e privados de arquitetura, urbanismo e interiores em diversas áreas. Já participaram de várias exposições e bienais, tem alguns de seus projetos incluídos em coleções de museus (como o Pompidou em Paris e o Guggenheim de Nova York) e colecionam vários prêmios internacionais e publicações em muitos países.Hoje estamos com o Guillaume Sibaud e Olivier Raffaelli do Triptyque! Bom cast!
Este escritório, ou melhor, agência, franco-brasileira é conhecida por sua abordagem naturalista e racionalista. Movido pelo interesse nas metrópoles e pelo desejo de confrontar outras realidades, eles vêm desenvolvendo projetos públicos e privados de arquitetura, urbanismo e interiores em diversas áreas. Já participaram de várias exposições e bienais, tem alguns de seus projetos incluídos em coleções de museus (como o Pompidou em Paris e o Guggenheim de Nova York) e colecionam vários prêmios internacionais e publicações em muitos países.Hoje estamos com o Guillaume Sibaud e Olivier Raffaelli do Triptyque!Comandam a conversa:Adilson AmaralRapha Rodrigues#ad Acesse o site da Expolazer e saiba mais da maior feira de piscinas, lazer e wellness da América Latina, que acontece de 11 a 14 de agosto de 2026 no Distrito Anhembi!https://expolazer.com.br/
A acessibilidade na arquitetura e no urbanismo vai muito além da instalação de rampas ou banheiros adaptados; ela é a materialização do direito fundamental de ir e vir e de ocupar a cidade com dignidade. Projetar espaços acessíveis significa adotar o Desenho Universal como premissa, garantindo que ambientes, produtos e serviços sejam utilizáveis pelo maior número de pessoas possível, independentemente de suas capacidades físicas ou sensoriais.
É importante desmistificar a ideia de que a acessibilidade é um "anexo" ao projeto ou um custo adicional. Ela qualifica a cidade e o projeto em sua estética e função, servindo, literalmente a todos, do cadeirante ao idoso, da pessoa com deficiência visual aos pais com carrinhos de bebê.
Hoje nosso papo é sobre Acessibilidade na cidade e na arquitetura!
Participam:
Alexandre Ank é atleta paralímpico de tênis de mesa desde 2003. É destaque no cenário nacional e internacional do tênis de mesa paralímpico, sendo medalhista no Parapan-Americano e na Paralimpíada de Pequim. É assessor consultivo legislativo de comissão da Câmara Municipal de Juiz de Fora.
Carlos Eduardo Mattos é arquiteto e urbanista e especialista em Desenvolvimento Estratégico do Projeto, ambos pela Universidade Federal de Juiz de Fora(UFJF). É Mestre em Habitação pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT/SP e professor da Uniacademia.
Denyse Pereira Neves Delgado é doutoranda em Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ, mestre em Arquitetura e urbanismo (2012), na linha de pesquisa de Gestão territorial, pelo PPGAU/UFF, e Graduada em Arquitetura e Urbanismo (2009) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).Experiência em planejamento urbano e regional, sobretudo na subárea de gestão do território, com atuação na gestão e elaboração de Planos Regionais de Estruturação Urbana e Planos diretores participativos.
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Acesse o site da Expolazer e saiba mais da maior feira de piscinas, lazer e wellness da América Latina, que acontece de 11 a 14 de agosto de 2026 no Distrito Anhembi!
https://expolazer.com.br/
A acessibilidade na arquitetura e no urbanismo vai muito além da instalação de rampas ou banheiros adaptados; ela é a materialização do direito fundamental de ir e vir e de ocupar a cidade com dignidade. Projetar espaços acessíveis significa adotar o Desenho Universal como premissa, garantindo que ambientes, produtos e serviços sejam utilizáveis pelo maior número de pessoas possível, independentemente de suas capacidades físicas ou sensoriais. É importante desmistificar a ideia de que a acessibilidade é um “anexo” ao projeto ou um custo adicional. Ela qualifica a cidade e o projeto em sua estética e função, servindo, literalmente a todos, do cadeirante ao idoso, da pessoa com deficiência visual aos pais com carrinhos de bebê. Episódio especial gravado durante a Semana de Arquitetura e Urbanismo de 2025 da Uniacademia, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
Participam:
Alexandre Ank é atleta paralímpico de tênis de mesa desde 2003. É destaque no cenário nacional e internacional do tênis de mesa paralímpico, sendo medalhista no Parapan-Americano e na Paralimpíada de Pequim. É assessor consultivo legislativo de comissão da Câmara Municipal de Juiz de Fora.
Carlos Eduardo Mattos é arquiteto e urbanista e especialista em Desenvolvimento Estratégico do Projeto, ambos pela Universidade Federal de Juiz de Fora(UFJF). É Mestre em Habitação pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT/SP e professor da Uniacademia.
Denyse Pereira Neves Delgado é doutoranda em Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ, mestre em Arquitetura e urbanismo (2012), na linha de pesquisa de Gestão territorial, pelo PPGAU/UFF, e Graduada em Arquitetura e Urbanismo (2009) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).Experiência em planejamento urbano e regional, sobretudo na subárea de gestão do território, com atuação na gestão e elaboração de Planos Regionais de Estruturação Urbana e Planos diretores participativos.
Hoje voltamos à série de episódio sobre Livros Clássicos e mergulhar nas páginas de uma das obras mais influentes da última década. O autor deste livro, um urbanista e designer experiente, nos convida a repensar a lógica que moldou as cidades modernas desde o pós-guerra, desafiando a hegemonia do automóvel e propondo que a vitalidade de um centro urbano depende, acima de tudo, do pedestre. A ideia é explorar como a caminhabilidade não é apenas uma escolha estética ou um luxo, mas uma solução prática para crises econômicas, de saúde e ambientais, mostrando os passos necessários para transformar essa teoria em realidade nas nossas ruas. Hoje falamos do livro Cidade Caminhável de Jeff Speck!
PARTICIPA: Daniela Almeida é arquiteta e urbanista pela Universidade Federal de Juiz de Fora(UFJF) e doutora pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), tendo como temas de pesquisa caminhabilidade e mobilidade urbana. Hoje contribui como pesquisadora no grupo Virtus.Lab, da UFJF, investigando a relação entre urbanismo e saúde e a sustentabilidade e justiça social do espaço urbano.
Se fazer arquitetura já é um desafio individual, imagine alinhar traços, conceitos e ambições de negócios com a pessoa com quem você divide o café da manhã e as contas da casa. No episódio de hoje, vamos falar com amigos que operam sob a dinâmica do amor e do trabalho. Como a intimidade afeta o processo criativo? Como fazer para não deixar o canteiro de obras invadir o jantar de domingo? Afinal, trabalhar junto edifica o relacionamento ou coloca a estrutura em risco? Hoje, vamos conversar com casais arquitetos! E estamos num lugar especial, o Dobra Colaborativo, que foi finalista do Prêmio de Arquitetura da Revista Projeto de 2025! Quem está na conversa com a gente são os casais que chefiam dois escritórios de destaque nacional: o ArqLiq, do André Coronha e Naiara Valéria, que projetaram o Dobra e o Achilles Barino e a Thaynara Faria, da Nó Arquitetura! Bom cast!
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