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A arquitetura esportiva transcende a mera construção de estádios e arenas; ela molda a experiência coletiva e o desempenho atlético, unindo engenharia de ponta, design icônico e funcionalidade extrema. No cenário contemporâneo, esses espaços deixaram de ser estruturas isoladas para se tornarem hubs urbanos vibrantes que impulsionam a economia local e promovem a sustentabilidade.
Como equilibrar as rigorosas exigências técnicas de cada modalidade? E como trazer conforto e a segurança de milhares de espectadores? E como essas arquiteturas se tornaram emblemáticas, criando monumentos que celebram a paixão humana e a superação?
Bom cast!
Vamos conversar com um escritório, ou melhor, com uma empresa multidisciplinar! Ela atua em diversas áreas que envolvem planejamento urbano, inovação, ensino e até projetos de arquitetura. Atuando junto a prefeituras, ao mercado imobiliário, além de clientes diretos que procuram sua expertise, ela tem em sua essência a arquitetura como protagonista que assegura coerência estética, funcional e filosófica em todos os projetos. A empresa procura integrar abordagens guiada por dados e design para simplificar o desenvolvimento das cidades.
A construção em madeira vive um momento de redescoberta, deixando de ser vista apenas como um recurso rústico ou provisório para se consolidar como o futuro da sustentabilidade nas construções. Com o avanço das tecnologias, a madeira hoje compete em escala e resistência com o aço e o concreto, oferecendo um balanço de carbono negativo que é vital para o enfrentamento da crise climática nas metrópoles contemporâneas. Essa mudança de paradigma exige que arquitetos e engenheiros dominem novas lógicas projetuais e diretrizes normativas, unindo o rigor técnico da fabricação industrial à sensibilidade de criar espaços que promovam o bem-estar biofílico e a eficiência construtiva.
Esse escritório mistura prática de arquitetura com pesquisas sobre vazios urbanos. A sua prática contempla o trabalho convencional de um escritório somado à experimentação através dos concursos de arquitetura, publicações, parcerias e intervenções urbanas efêmeras, propondo uma nova relação entre cultura contemporânea e arquitetura. O escritório já recebeu vários prêmios nacionais e internacionais, tendo projetos concluídos em vários países como Brasil, Canadá, França, Portugal e Inglaterra, além da participação em diversas mostras de arquitetura e arte, como a Bienal de Arquitetura de Veneza e a Bienal de Arte de São Paulo. Hoje, estamos com Carlos Teixeira do escritório mineiro Vazio S.A.! Bom cast!
No episódio de hoje investigaremos como o ambiente onde vivemos pode deixar de ser apenas um teto para se tornar uma ferramenta ativa de saúde e regeneração. Vamos tentar entender o que significa, na prática, o conceito da casa como cura, explorando como o design pode atuar diretamente no conforto psicológico e físico de quem habita o espaço.
Pra isso, vamos entender como as tendências globais e as inovações apresentadas nas grandes feiras internacionais ajudam nas decisões concretas do dia a dia de um escritório de arquitetura: como o mercado e a neurociência estão transformando o bem-estar em uma tendência que molda desde a escolha de materiais até a relação emocional do cliente com o seu lar.
Participam:
Christie Silva Schulka é formada em propaganda, tem MBA em marketing pela FGV, especialista em Neurociência com ênfase em negócios pela UP, além de especialista em gestão e Design Thinking. Soma mais de 25 anos de experiência em multinacionais líderes em seus setores, startups e grandes empresas brasileiras. Atualmente é executiva à frente do marketing do Grupo LAMOSA no Brasil, detentora das marcas de revestimentos Roca Cerámica e Incepa.
Vanessa Paiva é arquiteta urbanista pela faculdade D. Pedro II, Pós-graduada em Desenho Urbano pela Unifran, atuando no mercado a mais de 20 anos. Proprietária do Escritório Paiva e Passarini Arquitetura desde 2010, onde desenvolve projetos residenciais de alto padrão e empreendimentos residenciais multifamiliares. Desenvolve projetos urbanísticos focados principalmente em mobilidade, sustentabilidade e inovação.
Hoje é mais um episódio sobre o ganhador do Prêmio Pritzker. Esse arquiteto chileno vem, desde 2001, ganhando notoriedade no mundo da arquitetura pelo seu trabalho. Misturando uma abordagem filosófica e plástica aos seus projetos, tem na arquitetura experimental e metafórica um grande trunfo. Curiosamente, diz que não há nenhuma mensagem no que faz e encara seu trabalho de forma muito privada, já que seu escritório não tem site nem perfil no Instagram. Em meio à polêmicas extra-arquitetônicas, vamos falar do arquiteto Smiljan Radic Clarke, ganhador do Pritzker de 2026!
Vamos falar de uma prática que vai além de uma simples reforma; trata-se de um processo de intervenção que visa atualizar edificações antigas, preservando sua essência histórica e cultural enquanto as adapta às exigências contemporâneas de sustentabilidade, segurança e conforto. Nesse sentido, essa prática se consolida como uma ferramenta fundamental para a revitalização urbana e a preservação do patrimônio construído em nossas cidades. Mas, para além do seu conceito, o que temos na realidade brasileira e como torná-la mais atrativa não só para o mercado mas também para as pessoas e a cidade? Hoje falamos sobre retrofit em mais um episódio em parceria com a AsBEA de São Paulo!
Hoje o episódio é de entrevista com uma pessoa super especial. Criado em família franco-brasileira (seu pai é produtor de cinema e sua mãe fotógrafa), o entrevistado sempre foi fascinado por compreender o mundo construído através de suas observações.
Apaixonado por fotografia, design e narrativa, ele criou um perfil no Instagram e Tik Tok, onde visita as mais diversas obras em todo o mundo, criando uma visão fascinante a respeito de edifícios e arquitetos famosos. Seu alcance no mundo todo renderam algumas parcerias com revistas importantes como a Architectural Digest e a Dezeen, além de diversas entrevistas que já deu.
E agora, somos nós que temos o privilégio de conversar com ele! Estamos aqui com Nino Ferrari-Mathis, do perfil @NinosBuildings!
Participação Especial: Amanda Ferber é arquiteta urbanista fundadora do perfil Architecture Hunter com mais de 3 milhões de seguidores no Instagram. Nomeada pela Forbes como uma das 30 pessoas com menos de 30 anos mais influentes do Brasil em 2019, tem passagem pelo StudioMK27 de Márcio Kogan, e pelo portal Archdaily. Além disso, é jurada em diversas premiações internacionais e embaixadora de marcas como Morpholio, Arkos Brasil e LG Magenta Brasil.
E hoje nóis vai descer pra BC! Talvez esse seja o lugar mais falado do país quando se trata de cidade. Está nos anúncios imobiliários, nos vídeos das redes sociais e no interesse de quem quer pagar para morar nos edifícios mais altos do país. Quais os motivos de tanta visibilidade? Por que edifícios tão altos? Como a dinâmica urbana da cidade fez com que ela se tornasse o que é hoje? E quais as consequências disso tudo?
Participam:
Camila Alba é arquiteta, urbanista e pesquisadora e mestra pela FAUSP (2025), onde defendeu a dissertação “Arquitetura-imagem, balneário-cidade”, um Almanaque sobre a cidade de Balneário Camboriú. Atualmente se dedica a pesquisa e a produção artística acerca da paisagem e da cultura arquitetônica das cidades do litoral norte de Santa Catarina.
Gabriel Gallarza é Arquiteto e Urbanista, membro fundador do OiA – Observatório de Interações no Ambiente, onde atua como pesquisador e educador. Ao longo dos últimos anos, realizou projetos voltados ao patrimônio cultural e ambiental do litoral norte de Santa Catarina, com ênfase em Balneário Camboriú.
Caio Dias é arquiteto urbanista, mestre em Paisagem Urbana pela Politecnico de Milão, Itália. Idealizador e sócio fundador do portal Projetar.org para concursos de projetos para estudantes de arquitetura. Foi premiado em concursos de arquitetura nacionais e internacionais. É Fundador do Studio CSD, sócio fundador da Nidu, incorporadora imobiliária. Sócio e conselheiro em diferentes startups do ramo imobiliário.
Olá pessoal! Voltamos para a nova temporada de 2026 com uma pergunta: qual a perspectiva dos profissionais de arquitetura para o ano de 2026? Uma reportagem feita pela revista Dezeen colocou esses questionamentos para arquitetos importantes no cenário mundial e as opiniões mostram um cenário pessimista. Preocupações ambientais, a presença da Inteligência Artificial, direitos autorais e incertezas econômicas são algumas das questões levantadas pelos entrevistados. Será que nossa realidade é diferente? Como esses conflitos nos ajudam a nos preparar para o ano que está por vir?
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