O grupo de música tradicional angolana Nguami Maka vai actuar a 23 de Novembro no Festival Jazz Topad, na Polónia. O quinteto, que celebra 20 anos de carreira, vai apresentar o novo projecto "Fragmentos" em que os instrumentos de raiz de Angola entram num diálogo de improvisações.
A Companhia de Dança Contemporânea de Angola apresenta, esta quinta-feira, na UNESCO, em Paris, o espectáculo "Isto é uma mulher?", das coreógrafas Ana Clara Guerra Marques e Irène Tassembédo. A peça é interpretada por homens que dançam e questionam o género, em mais uma criação que rejeita cristalizações de conceitos, corpos e identidades.
Viver da arte em São Tomé e Príncipe é um desafio e, para alguns, uma utopia. Neste programa, fomos conversar com o artista plástico Osvaldo Reis e com o rapper Liu Tedh. O primeiro tem feito exposições dentro e fora do país, mas a pintura é uma vida de luta. O segundo usa as redes sociais para divulgar a sua música, mas tem de trabalhar noutro ramo para pagar o seu sonho. Para ouvir nesta edição do ARTES.
A feira internacional de arte Also Known As Africa, ou AKAA, decorreu entre 20 e 23 de outubro em Paris, trazendo à capital francesa 38 galerias internacionais que representam 130 artistas africanos, entre eles obras de artistas lusófonos como Pedro Pires, Bertina Lopes ou Reinata Sadimba.
O moçambicano Anésio Manhiça é um dos artistas lusófonos que vai estar no salão internacional Art Shopping, em Paris, a 22 e 23 de Outubro. O fotógrafo esteve nos estúdios da RFI para falar sobre o seu trabalho e sobre a importância de despertar as consciências através da imagem.
Chega na próxima semana ao Teatro Nacional de São João no Porto, Portugal, a peça “Pour que les vents se lèvent”, “Para que os ventos se levantem: uma Oresteia”. Um texto escrito a partir da Oresteia de Ésquilo, aqui adaptado, actualizado e “desviado” pelo dramaturgo franco iraniano Gurshad Shaheman e com a encenação de Catherine Marnas e Nuno Cardoso.
Estreou esta terça-feira à noite em Bordéus a peça “Pour que les vents se lèvent”, “Para que os ventos se levantem: uma Oresteia”. Um texto escrito a partir da Oresteia de Ésquilo, aqui adaptado, actualizado e “desviado” pelo dramaturgo franco iraniano Gurshad Shaheman e com a encenação de Catherine Marnas e Nuno Cardoso.
Até Fevereiro do próximo ano, o Frac Bordéus acolhe a exposição “Les Péninsules Démarrées”, o panorama da arte contemporânea portuguesa desde 1960. A curadoria ficou a cargo de Anne Bonnin. O título vem do poema “Le bateau ivre” de Arthur Rimbaud, que explica o movimento artístico e os seus ziguezagues para se libertar das amarras da ditadura.
A iniciativa Lisbonne sur Seine, que se realiza na sexta-feira na capital francesa, convida os parisienses a conhecerem a contemporaneidade lisboeta através da dança, da música e das artes plásticas, numa oportunidade dos artistas portugueses mostrarem o seu ponto de vista sobre Lisboa, como explicou o ilustrador António Jorge Gonçalves em entrevista à RFI.
Do Tango a Piazzolla, passando por uma peça de jazz de Mário Laginha e pela obra de Bernardo Sassetti, os pianistas portugueses Mário Laginha e Pedro Burmester partilharam o palco do espaço Pierre Cardin, na abertura da 51ª edição do festival de Outono, em Paris.
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