“A Diplomacia são-tomense no feminino” é o mais recente livro de Esterline Gonçalves Género. Uma obra pioneira do escritor e diplomata são-tomense, que traz à ordem do dia a participação das mulheres na política externa e na diplomacia são-tomense.
Tchiloli é tragédia em dialecto de São Tomé. O texto chegou a São Tomé e Príncipe no século XVI, na altura em que São Tomée Príncipe era um interposto de escravos.
No magazine artes fomos conhecer o artesão angolano, António João, cujo nome de artista é "mestre baixinho". Encontrámo-lo no atelier, onde trabalhar há 33 anos, na Alliance Française do Lubango, no sul de Angola.
Anésio Manhiça quer captar o “instante decisivo” para o ambiente e despertar consciências através da imagem. O jovem moçambicano levou os sacos de plástico das ruas para as fotografias e criou "naturezas mortas" contemporâneas que alertam para a morte lenta da própria natureza. O objectivo é despertar as pessoas para a urgência ecológica.
A cantora Nancy Vieira esteve em Paris em Julho para participar no evento Noite Portuguesa, organizada pela Temporada Cruzada França-Portugal, que juntou música e gastronomia. Uma noite "bonita" em que a intérprete cabo-verdiana pode apresentar ao público francês o seu álbum Manhã Florida, numa altura que prepara já o seu próximos trabalho.
De 8 a 12 de Novembro a ilha cabo-verdiana do Fogo, no sotavento, acolhe a sua segunda edição de um festival de cinema com foco na lusofonia, África ocidental e Caraíbas. Guenny Pires, cineasta oriundo do arquipélago, está radicado na Califórnia, nos Estados Unidos, e é o grande promotor da iniciativa. Em deslocação à rfi ele levantou-nos o véu sobre como será o certame.
Depois de dois anos de pausa forçada pela pandemia de Covid-19, o maior festival dedicado à música feita em países de expressão portuguesa está de volta a Portugal, mais concretamente ao Parque Urbano da Costa da Caparica, de 11 a 15 de Agosto.Durante cinco dias, perto de 90 artistas vão passar pelos cinco palcos do Sol da Caparica.
Está patente até ao dia 30 de Outubro no FRAC Marselha a exposição Adelaïde do franco-português Wilfrid Almendra. Uma obra que convida o visitante a repensar e reinventar os modos de produção e de consumo, questionando as actuais normas económicas e sociais.
Até ao dia 25 de Setembro, o FRAC Provence-Alpes-Côte d’Azur, Marselha acolhe a exposição “O Gesto de Phyllis” de Ramiro Guerreiro. Fruto de uma parceria com o Salão Internacional do Desenho Contemporâneo, a exposição tem Muriel Enjalran e Martine Robin como curadoras.
Até ao mês de Outubro, o Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Saint-Étienne Metrópole acolhe a exposição “Globalisto, uma filosofia em Movimento”. África assume honras de destaque, com dezenove artistas africanos ou das diásporas a marcar presença no certame.
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