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Quando falamos em negacionismo é comum fazer uma associação à negação ou minimização de eventos históricos ou científicos, especialmente em relação a eventos como o Holocausto, mudanças climáticas ou, mais recentemente, a pandemia de COVID-19. Agora, com a guerra entre Israel e o Hamas, o discurso negacionista volta a ganhar força e junto com ele o antissemitismo cresce a passos largos , mas qual é o problema desse discurso e qual o impacto dele na vida cotidiana?
Talvez, muitos judeus nunca pensaram que se sentiriam assim, mas a sensação agora é de medo. Muito medo. O antissemitismo parece passar a ser uma realidade: na França, uma mulher foi esfaqueada dentro do próprio apartamento e uma suástica foi pichada na porta. Mas dá pra dar exemplos mais próximos: no Rio de Janeiro, o muro em frente a uma sinagoga foi pichado com os dizeres “Palestina Livre”.
O que a gente tem visto, enquanto esses casos vão se espalhando, é muita gente responsabilizando Israel e o sionismo pelo antissemitismo. É a violência em cima da violência.
Nosso convidado é Gabriel Carvalho, cientista social, pesquisador do antissemitismo moderno, além de ser host e editor do Ontocast.
Desde os acontecimentos no dia 7 de outubro, vários conflitos da história de Israel voltaram à tona. Um deles é a guerra entre Israel e o Líbano em 1982, também chamada de "Operação Paz para a Galiléia". A operação é considerada uma das mais desastrosas da história militar de Israel e mudou todo o cenário do Oriente Médio.
Para conversar com a gente hoje, nós convidamos Karina Stange Calandrin, que é doutora em relações internacionais, assessora acadêmica do IBI e recentemente lançou o seu livro "Bom dia Líbano", que fala justamente da conflito iniciado em 1982.
Apresentação: Anita Efraim e João Torquato
Mais uma semana em que seguimos acompanhando a situação em Israel, que está em guerra com o grupo terrorista Hamas. Dessa vez, nossa ideia é falar sobre a opinião pública israelense, a percepção da população sobre o ocorrido e, claro, atualizar você, ouvinte, sobre as últimas notícias.
Em Israel, são mais de 1.300 mortos, quase 4 mil feridos e 70 mil refugiados internos - ou seja, pessoas que perderam as próprias casas. Em Gaza, o número de mortos neste segunda-feira, 16 de outubro, está em 2.700. Hoje, a gente conversa com o historiador João Miragaya, ele que é colaborador do IBI, um especialista em fios no Twitter, e mora em Israel desde 2009.
Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah
Essa semana, nosso podcast está indo ao ar um dia antes, devido à urgência dos acontecimentos. No dia 7 de outubro, Israel foi invadido pelo grupo terrorista Hamas, em um ataque considerado sem precedentes. Até agora, quando a gente tá gravando, terça-feira, 10 de outubro, o número de mortes de israelenses é de 900 pessoas - civis. São mais de 2 mil feridos e 130 reféns israelenses.
Para refletir sobre esse difícil momento, nosso convidado é Daniel Douek, Cientista social, Mestre em Letras pelo programa de Estudos Judaicos e Árabes da USP. Daniel é também assessor do Instituto Brasil-Israel, licenciado durante o ano de 2023, mas abriu uma exceção nesse momento tão importante.
Durante Yom Kippur, o dia mais solene do calendário judaico, uma confusão entre judeus ortodoxos e seculares virou tema em todos os noticiários israelenses. O caso aconteceu em uma praça no meio de Tel Aviv e levantou um debate importante sobre como o espaço público está sendo ocupado no país. Com a polarização, intensificada pela proposta de reforma judicial, é um tema que não pode mais ser ignorado.
Nosso convidado é Michel Gherman, assessor acadêmico do IBI e professor do programa de pós-graduação em História Social da UFRJ.
Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.
Não é de hoje que certas figuras ou organizações que se dizem de esquerda, flertam com discursos ou personalidades fascistas. Ainda na extinta República Soviética, Josef Stalin protagonizou o pacto germano-soviético, que, na prática, era um acordo com os nazistas. E é bem comum presenciar dentro da esquerda um antissemitismo, muitas vezes disfarçados de “antisionismo”, que reverberam ideias e conspirações que levaram milhões de judeus a morte.
Iom Kippur se aproxima e, neste ano de 2023, lembramos os 50 anos de uma das grandes guerras de Israel. O filme “Golda, a mulher de uma nação”, que estreou no Brasil em 31 de agosto, conta a história da atuação da primeira-ministra, Golda Meir, durante o conflito com os países vizinhos de Israel. Golda foi a primeira mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra em Israel. Até hoje, é a única. O filme exalta o fato de ela estar sempre cercada por homens. O longa é uma produção norte-americana, dirigido por Guy Nattiv e estrelado por Hellen Mirren.
Nossa convidada é Evane Beiguelman Kramer, advogada, doutora em Direito Processual Civil pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Apresentação: Anita Efraim, Amanda Hatzyrah e João Torquato
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