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Socióloga, rapper e cronista, Capicua reflete sobre as lutas que a movem: a crise da habitação, o crescimento da extrema-direita, a violência contra mulheres e ainda a bolha digital e do cinismo que tomou conta de tudo.
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Os dias de Otelo em 1974/75 tal como os contou ao filho, Sérgio Carvalho. A tentativa de sedução do PCP com a viagem a Cuba, um encontro-surpresa com Cunhal, as relações com Spínola, Costa Gomes e Vasco Lourenço, os mandados em branco, a missão na Quinta do Lago, as abordagens para ser primeiro-ministro e Presidente da República. A angústia da mãe no 25 de abril. E a porrada que apanhava dos filhos dos ultras no Colégio Militar, onde tinha como alcunha “Otelo”.
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A “tragédia” de um dia normal no palácio de Belém. As chantagens a militares com ficheiros da PIDE. A “artimanha e jogo de cintura” de Costa Gomes, apanhado a conspirar com Vasco Gonçalves em S. João da Barra. A ida de Spínola em pijama para Tancos, quando lhe falaram na matança da Páscoa. O “medo” de Eanes. A prisão depois do 11 de março, o 25 de novembro e um gato chamado Otelo. Segunda parte da entrevista a Manuel Monge.
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Entre rádios e redações, Nuno Santos recorda os mestres, as escolhas difíceis e o ritmo voraz da televisão. O diretor da CNN fala de pressões, traições e do que ainda o move a contar histórias.
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A divergência com Otelo que levou à derrota do golpe das Caldas. A prisão e a libertação no dia 25 de abril. E o confronto sobre a descolonização com Melo Antunes — que levou Spínola a ameaçar dar-lhe um tiro. Entrevista ao general Manuel Monge, parte I.
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Maria João Luís sublinha a importância da arte para uma boa democracia. A atriz reflete sobre a utopia da liberdade, a desilusão e os tempos atuais, marcados pelo ódio e a ausência de pensamento.
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O respeito pelos deputados do PCP: “Aquele senhor sofreu como eu não sofri”. A matança da Páscoa: “O primeiro exercício de guerra híbrida em Portugal”. O 25 de novembro. E ainda Sá Carneiro, Cunhal, Melo Antunes e Ramos Horta, vistos por Ângelo Correia.
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Pedro Chagas Freitas explica o que desaprendeu com o internamento do filho e a perda do pai. Entre a dor, amor e a alegria que salva, garante que a felicidade plena acabou no dia em que o pai morreu.
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A épica implantação do PPD em Aveiro a seguir ao 25 de abril: o papel do contínuo, o militante encapuzado, o casting para as mesas nas sessões de esclarecimento, a palavra do bispo e o erro com Girão Pereira. Parte I da entrevista com Ângelo Correia: “O 11 de Março é talvez o fenómeno político mais destruidor por muitos anos em Portugal.”
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No Brasil trocou um caminho estável pela arte e construiu uma carreira que o levou a Portugal e ao Irão. Adriano Toloza fala da tristeza que sente ao ver a xenofobia a crescer num lugar que aprendeu a amar.
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Conversas intimistas com entrevistados inspiradores. Um programa de Laurinda Alves. Todos os domingos às 11 da manhã na Rádio Observador.

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