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InfectoCast episodes

  • #215 - Por que Candida não chama mais Candida?

    Candida não chama mais Candida? Por que algumas espécies de leveduras mudaram de nome e o que isso realmente significa para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas?


    Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem a Dra. Elaine Francisco, biomédica, doutora em Ciências pela UNIFESP e pesquisadora na área de micologia médica, para discutir as mudanças na classificação das leveduras, os avanços da identificação laboratorial e os desafios da resistência aos antifúngicos.


    A partir da evolução das ferramentas moleculares e dos métodos de identificação, os especialistas explicam por que espécies antes agrupadas no gênero Candida foram reclassificadas e como essas mudanças impactam a comunicação entre laboratório e equipe assistencial.


    A conversa também aborda a importância de reconhecer leveduras menos comuns, os diferentes perfis de sensibilidade aos antifúngicos e os riscos de uma identificação microbiológica imprecisa.


    Neste episódio, a gente te conta:

    • Por que algumas espécies de Candida foram reclassificadas e quais são os novos nomes de leveduras clinicamente relevantes

    • Como os avanços da biologia molecular e do sequenciamento genético transformaram a taxonomia dos fungos

    • A diferença entre o nome do agente, o nome da doença e a síndrome clínica causada

    • Os desafios da identificação laboratorial e o papel de métodos como MALDI-TOF MS, meios cromogênicos e sequenciamento molecular

    • Por que nem toda infecção invasiva por levedura é causada por Candida

    • O aumento da preocupação com a resistência ao fluconazol em espécies como Candida parapsilosis

    • A importância de reconhecer agentes menos comuns, como Trichosporon, e suas diferenças de sensibilidade aos antifúngicos

    • Os desafios relacionados à identificação, à reclassificação e à resistência antifúngica de Candida auris

    • Como a comunicação entre laboratório e equipe médica pode contribuir para decisões terapêuticas mais adequadas


    Um episódio essencial para quem deseja compreender as mudanças na micologia médica, aprimorar a interpretação dos resultados microbiológicos e reconhecer por que a identificação correta das leveduras pode fazer diferença no manejo das infecções fúngicas invasivas.

    56 min
  • #214 - Derrube o Expert feat Dra. Fernanda Fonseca

    Um paciente de 43 anos, em uso de corticoides em altas doses, desenvolve um abscesso após uma injeção intramuscular. Mesmo após múltiplos antibióticos e drenagens, o quadro continua progredindo. Qual diagnóstico você investigaria?

    Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem a Dra. Fernanda Fonseca, médica pela FMSA e residente em Infectologia pela EPM/UNIFESP, para mais um desafio do quadro Derrube o Expert.

    A partir de um caso clínico real, os especialistas constroem o raciocínio diagnóstico diante de uma infecção persistente, marcada por coleções musculares extensas, imunossupressão e achados que levantam a suspeita de uma infecção disseminada.

    Neste episódio, a gente discute:

    • Quando suspeitar de agentes oportunistas diante de uma infecção que não responde aos tratamentos habituais

    • Como o uso prolongado de corticoides pode aumentar o risco de infecções oportunistas

    • A importância da investigação de coleções musculares extensas e persistentes

    • Por que o acometimento do sistema nervoso central pode ocorrer mesmo sem sintomas neurológicos

    •O papel das culturas e da investigação microbiológica na identificação de agentes incomuns


    Um episódio essencial para quem deseja aprimorar o raciocínio clínico, reconhecer apresentações atípicas de doenças infecciosas e entender por que, muitas vezes, o diagnóstico exige olhar além das hipóteses mais comuns.

    54 min
  • #213 - Viremia de baixo grau com Dr. Mauro Schechter e Dr. Ricardo Diaz

    Carga viral detectável em uma pessoa vivendo com HIV e em tratamento antirretroviral significa necessariamente falha terapêutica?


    Neste episódio do InfectoCast, o Dr. Mauro Schechter e o Dr. Ricardo Diaz discutem a viremia de baixo grau persistente, suas possíveis causas e os desafios da interpretação da carga viral na prática clínica.


    A conversa aborda as diferenças entre blips transitórios e viremia persistente, o impacto da adesão e das interações medicamentosas, além do papel dos reservatórios virais e da expansão clonal de células infectadas.


    Você vai aprender:

    • Como identificar a viremia de baixo grau e diferenciá-la de um blip viral

    • Por que a carga viral pode permanecer detectável durante o tratamento

    • Como fatores clínicos e laboratoriais influenciam os resultados

    • Quando investigar resistência ou considerar mudanças no esquema antirretroviral

    • Quais são as possíveis consequências clínicas da viremia persistente


    Um episódio essencial para quem busca interpretar a carga viral do HIV com maior precisão e individualizar as decisões no tratamento antirretroviral.

    39 min
  • #212 - El Niño, emergências climáticas e saúde: o que esperar?

    Dengue, leptospirose, doenças respiratórias e sobrecarga dos serviços de saúde: o que tudo isso tem a ver com El Niño e as emergências climáticas?

    Neste episódio do InfectoCast, Lino recebe o Dr. Igor Marinho, infectologista e médico do HC-USP, para discutir como alterações no clima e eventos extremos podem modificar o cenário das doenças infecciosas e impactar a saúde.

    Ao longo da conversa, a gente analisa como mudanças de temperatura, chuva e umidade podem influenciar doenças transmitidas por vetores, além dos riscos associados a enchentes, secas e deslocamentos populacionais.

    Neste episódio, a gente discute:
    • Como El Niño pode influenciar a dinâmica da dengue e de outras doenças transmitidas por vetores
    • Por que enchentes aumentam a preocupação com leptospirose e infecções relacionadas à água contaminada
    • Como períodos de seca e tempo mais seco podem impactar doenças respiratórias
    • O efeito das emergências climáticas sobre abrigos, deslocamentos populacionais e continuidade do cuidado
    • Como epidemias e eventos extremos podem sobrecarregar os serviços e afetar o diagnóstico, a prevenção e o cuidado de outras doenças

    Um episódio para entender por que clima também é saúde e como profissionais e sistemas precisam se preparar para os impactos das emergências climáticas.

    26 min
  • #211 - CMV na gestação: o que mudou nas evidências?

    Como interpretar uma sorologia positiva para citomegalovírus (CMV) na gestação? Quando investigar transmissão fetal? E em quais cenários o valaciclovir pode fazer parte da conduta?


    Neste episódio do InfectoCast, as Dra. Julia Ferreira Mari e Dra. Carolina Larocca, professoras do curso Infecções na Gestação, discutem os principais desafios do CMV na gestação e como as novas evidências vêm mudando o raciocínio clínico.


    Ao longo do episódio, a gente aborda a diferença entre infecção primária e não primária, a interpretação de IgM, IgG e avidez do IgG, o risco de transmissão vertical ao longo da gestação, a investigação fetal, o papel da amniocentese e as evidências sobre o uso de valaciclovir em altas doses após infecção primária precoce.


    A conversa também passa pela prevenção do CMV, pelas limitações do rastreamento e pela importância de individualizar a tomada de decisão à beira-leito.


    Rastrear é apenas o começo. Aprenda a interpretar, investigar e definir o tratamento em cada cenário.


    Conheça o curso Infecções na Gestação do InfectoCast:https://infectocast.com.br/infeccoes-na-gestacao/?utm_source=spotify&utm_medium=clique&utm_campaign=inscri%C3%A7%C3%B5es+curso+infec%C3%A7%C3%B5es+na+gesta%C3%A7%C3%A3o&utm_content=podcast+cmv+na+gesta%C3%A7%C3%A3o

    45 min
  • #210 - Febre do Nilo Ocidental no Brasil: quando suspeitar e como diagnosticar?

    Febre, cefaleia e mialgia podem parecer apenas mais uma arbovirose na sua rotina. Mas e quando o paciente evolui com encefalite, mielite ou paralisia flácida aguda?


    Neste episódio do InfectoCast, William, João e Klinger discutem a Febre do Nilo Ocidental, uma infecção que voltou ao radar com a confirmação de novos casos no Brasil e que precisa fazer parte do diagnóstico diferencial das síndromes neurológicas.


    Ao longo da conversa, explicamos o ciclo de transmissão pelo mosquito Culex e por aves migratórias, além do histórico da circulação do vírus no país, desde os achados em animais até a vigilância dos casos humanos mais recentes.


    Neste episódio, a gente analisa:

    • As pistas clínicas da doença neuroinvasiva, como fraqueza assimétrica e preservação da sensibilidade

    • O diagnóstico diferencial preciso com síndrome de Guillain-Barré, poliomielite e outras arboviroses

    • O papel da sorologia IgM no soro e no líquor na investigação diagnóstica

    • Por que o PCR pode ter limitações devido à baixa e curta viremia no paciente

    • Como lidar com o desafio das reações cruzadas com dengue, Zika e febre amarelaUma doença antes considerada improvável no Brasil agora precisa entrar no seu radar.


    Um episódio essencial para quem quer dominar o raciocínio clínico e não deixar passar um diagnóstico desafiador na emergência ou no internamento.

    32 min
  • #209 - Passado, presente e futuro do HIV com Dr. Mauro Schechter e Dr. Ricardo Diaz

    Como a ciência transformou uma doença antes associada a altíssima mortalidade em uma condição crônica totalmente controlável?


    Neste episódio do InfectoCast, reunimos duas das maiores referências em pesquisa e manejo do HIV no Brasil, Dr. Mauro Schechter e Dr. Ricardo Diaz, para revisitar a história da terapia antirretroviral e discutir os avanços que revolucionaram a infectologia.


    Os infectologistas percorrem as últimas décadas de evolução da medicina: os desafios da época do AZT, o marco do surgimento dos inibidores da protease em 1996 e o impacto da terapia antirretroviral altamente ativa.


    A conversa também aborda descobertas que abriram caminho para pesquisas sobre a cura, como o papel do receptor CCR5 nos casos de transplante de células-tronco, o avanço dos inibidores da integrase, a redução de toxicidades e o futuro dos tratamentos de longa ação.


    Você vai aprender:

    • A transição da escassez de opções nos anos 80 para a era da alta eficácia

    • Como o esquema tríplice em 1996 mudou drasticamente a sobrevivência dos pacientes

    • O papel do receptor CCR5 na imunidade e nos casos raros de cura do HIV

    • O impacto da evolução dos antirretrovirais na adesão e na qualidade de vida

    • O que esperar das novas estratégias de longa ação e do futuro do tratamento


    Um episódio essencial para quem quer entender como o conhecimento transformou a história da medicina e quais são as perspectivas para o controle definitivo do vírus.

    34 min
  • #208 - Antibióticos na pediatria: Quando prescrever? feat InfectoPeds

    Toda febre alta, otite ou garganta inflamada na criança realmente precisa de antibiótico?


    Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o infectopediatra Dr. Derrick Fassbind, do InfectoPeds, para discutir uma das decisões mais frequentes e desafiadoras da prática pediátrica: quando usar e quando não usar antibióticos em crianças.


    A gente conta o que ninguém te conta sobre como avaliar quadros de febre, sintomas respiratórios, faringite, otite, sinusite e pneumonia sem cair na prescrição automática.


    Ao longo do episódio, discutimos: 

    • Como as vacinas mudaram o raciocínio diagnóstico nas infecções bacterianas 

    • Por que placa na amígdala ou febre alta nem sempre justificam antibiótico 

    • Escolha do espectro e duração do tratamento: por que "mais forte" não é melhor 

    • O que os estudos recentes mostram sobre esquemas terapêuticos mais curtos 

    • Como gerenciar a expectativa dos pais e orientar uma observação segura

    Um conteúdo prático e essencial para pediatras, infectologistas, médicos de família, emergencistas e todos os profissionais na linha de frente do atendimento infantil.


    Conheça a Pós-Graduação em Infectopediatria, uma parceria do InfectoCast com o InfectoPeds: https://infectocast.com.br/escolha-pos-em-infectopediatria/   

    42 min
  • #207 - IAS - 26ª Conferência AIDS 2026: quais são as atualizações? | InfectoCast

    Quais avanços apresentados na AIDS 2026 podem mudar o futuro da prevenção e do tratamento do HIV? Neste episódio do InfectoCast, William e Ayrton recebem a Dra. Maria Felipe Medeiros, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e pesquisadora clínica, pra comentar as novidades da IAS 2026 - 26ª Conferência Internacional sobre AIDS.A gente conta o que ninguém te conta sobre:•Novas estratégias de prevenção do HIV•Perspectivas das formulações de longa ação•Acesso e implementação na América Latina•Pesquisas e desafios para a cura do HIV•HIV e amamentação: risco, autonomia e I=IUm episódio essencial para quem quer entender os avanços que estão redesenhando o cuidado em HIV e os desafios para transformar inovação científica em impacto na vida real.

    53 min
  • #206 - Atualização em sepse: O que mudou no manejo?

    Antibiótico na primeira hora é para todo paciente com sepse? Os 30 mL/kg de expansão continuam sendo indicados para todos?


    Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o Dr. Rodrigo Thot, coordenador das Unidades de Terapia Intensiva da ABP, para discutir as principais atualizações no manejo da sepse e do choque séptico.


    Você vai aprender:


    • Quando indicar antimicrobiano na primeira hora de forma precisa

    • O que mudou na indicação dos 30 mL/kg de expansão volêmica

    • Estratégias para individualizar a reposição volêmica no dia a dia

    • O papel do ultrassom à beira-leito e das medidas dinâmicas na tomada de decisão

    • Critérios para iniciar noradrenalina sem a necessidade de aguardar acesso central

    • Como interpretar a cinética do lactato na evolução clínica

    • Por que a reavaliação contínua transforma o prognóstico do paciente


    Uma discussão prática sobre o que mudou no manejo da sepse e como aplicar essas atualizações na tomada de decisão clínica.

    43 min

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