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Como reconhecer os sinais de candidíase invasiva no paciente imunossuprimido antes que o quadro se agrave?
Na Parte 1 deste episódio especial, William e João recebem a Dra. Jéssica Ramos, infectologista do Hospital Sírio-Libanês, em uma discussão promovida em parceria com a Mundipharma.
A gente conta o que ninguém te conta sobre os desafios reais da linha de frente! A partir de casos clínicos com neutropenia, mucosite e uso prévio de antimicrobianos, destrinchamos a quebra da barreira mucosa, o papel da microbiota e a mudança epidemiológica que trouxe as espécies de Candida não-albicans para o centro das atenções.
Além disso, abordamos os riscos das infecções de escape durante a profilaxia antifúngica, a pressão seletiva e como contornar as limitações dos exames diagnósticos para construir um raciocínio clínico afiado.
Quer acompanhar a resolução dos casos clínicos e a tomada de decisão terapêutica na prática?
A Parte 2 é um conteúdo exclusivo! Faça seu cadastro gratuito para assistir ao episódio completo e garantir o seu acesso:https://infectocast.com.br/candidiase-no-imunossuprimido-parte-2
Você saberia dizer se o seu paciente idoso com alteração mental e exame alterado realmente precisa de antibiótico?
O diagnóstico de infecção na pessoa idosa é cheio de pegadinhas no dia a dia. Sintomas inespecíficos e exames alterados levam diariamente a prescrições desnecessárias que poderiam ser evitadas.
Neste episódio do InfectoCast, William conversa com a Dra. Lígia Garcia (infectologista e geriatra) para desmistificar o diagnóstico e mostrar como o raciocínio clínico faz toda a diferença.
Só a gente te conta:• Por que bacteriúria assintomática não é sinônimo de infecção urinária• Como avaliar delirium e alteração do estado mental no paciente idoso• A importância do estado funcional e cognitivo basal• Quando realmente suspeitar de infecção e como evitar prescrições desnecessárias• O papel do stewardship antimicrobiano na geriatria• Erros diagnósticos frequentes e como aplicar evidências na prática
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Neste episódio, Vanildo e Rodrigo Bonardi, do HemoView, recebem o Dr. João Prats, do InfectoCast, para discutir os principais desafios relacionados à prevenção de infecções em pacientes com doenças hematológicas.
A conversa organiza o raciocínio clínico sobre como a própria doença hematológica e os tratamentos modernos modificam a imunidade dos pacientes, aumentando o risco de infecções bacterianas, virais e fúngicas ao longo de toda a jornada terapêutica.
São discutidos os diferentes mecanismos de imunossupressão presentes na leucemia linfocítica crônica, nos linfomas e no mieloma múltiplo, além do impacto das terapias-alvo, anticorpos anti-CD20, inibidores de BTK, anticorpos biespecíficos e CAR-T sobre a resposta imunológica e o risco infeccioso.
Ao longo do episódio, também são abordados temas fundamentais da prática clínica, como o momento ideal para vacinação, as principais vacinas recomendadas, resposta vacinal durante o tratamento, estratégias de revacinação, profilaxia antiviral, prevenção de herpes-zóster, vacinação contra pneumococo, influenza, COVID-19 e vírus sincicial respiratório (VSR), além do manejo dos pacientes imunossuprimidos.
Um episódio voltado a hematologistas, infectologistas, clínicos, residentes e demais profissionais que acompanham pacientes com doenças hematológicas e desejam incorporar estratégias atualizadas de prevenção de infecções e vacinação à prática clínica.
Neste episódio especial em parceria com a Eurofarma, William, Jordan e Lino discutem como construir o raciocínio clínico diante das infecções das vias aéreas superiores (IVAS), abordando os desafios de diferenciar quadros virais de bacterianos e decidir quando o antibiótico realmente está indicado.
🔍 O que você vai aprender:
• Como diferenciar IVAS virais e bacterianas
• Quais sinais clínicos devem levantar suspeita de infecção bacteriana
• O papel dos critérios de Centor Modificados na avaliação da faringite estreptocócica
• Quando considerar testes diagnósticos
• Por que sintomas isolados não fecham diagnóstico
• Erros comuns que levam ao uso inadequado de antibióticos
• Como iniciar o raciocínio de stewardship antimicrobiano desde a primeira avaliação
Esta é a Parte 1 da discussão, com foco no diagnóstico e na construção do raciocínio clínico.
Se você quer conferir a parte 2 e aprofundar a discussão sobre tratamento, escolha dos antimicrobianos e tomada de decisão terapêutica nas IVAS, acesse:
https://infectocast.com.br/como-eu-trato-ivas-parte-2/
Neste episódio do InfectoCast, reunimos dois dos maiores nomes da infectologia brasileira para discutir a verdadeira origem do HIV e a história por trás da epidemia global. Recebemos o Dr. Mauro Schechter e o Dr. Ricardo Diaz, referências em pesquisas sobre HIV/AIDS, para uma conversa esclarecedora sobre como o vírus deu o salto evolutivo dos primatas para os seres humanos.
Ao longo da conversa, os dois médicos infectologistas desconstroem o estigma e o mito de que a transmissão ocorreu por relações sexuais entre humanos e macacos, demonstrando que o contágio original se deu por inoculação durante a caça e o manuseio de carne de primatas. Eles traçam a linha do tempo do vírus, desde o seu surgimento na década de 1920 na África até a sua expansão impulsionada pela urbanização acelerada, guerras civis e o uso de seringas de vidro não esterilizadas em tratamentos médicos da época.
O episódio também explora as complexidades biológicas dos retrovírus, explicando as origens distintas do HIV-1 (derivado dos chimpanzés) e do HIV-2 (derivado dos macacos mangabey). Além disso, os especialistas analisam como a diversidade genética e os diferentes subtipos do vírus (como os subtipos B e C) impactam diretamente a precisão dos diagnósticos, a eficácia dos tratamentos antirretrovirais e a barreira genética contra resistências.
Com a autoridade de quem acompanha e molda a pesquisa científica há décadas, Schechter e Diaz revelam os fascinantes detalhes epidemiológicos e filogenéticos que transformaram uma zoonose local em uma das maiores questões de saúde pública do mundo.
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O episódio 200 do InfectoCast é uma celebração da nossa história e, principalmente, daquilo que nos une: a paixão pela infectologia.
Neste episódio especial, Beatriz, João, Klinger, Stefânia, Jordan, William, Carolina e Ayrton compartilham experiências pessoais, histórias marcantes e os motivos que fizeram cada um escolher essa especialidade. Ao longo da conversa, surgem temas como propósito, raciocínio clínico, comunicação, trabalho multidisciplinar, ciência, educação médica e o impacto social das doenças infecciosas.
Muito além de discutir antibióticos ou microrganismos, este episódio mostra como a infectologia está presente em praticamente todas as áreas da medicina, exigindo curiosidade constante, colaboração e uma visão ampla do paciente.
Um bate-papo leve, emocionante e cheio de histórias que celebram os 200 episódios do InfectoCast e a comunidade construída ao longo dessa jornada.
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Obrigado por estar conosco nesses 200 episódios.
Quando iniciar tratamento na hepatite B? Existe cura? E por que a reativação do HBV preocupa tanto durante a imunossupressão?
Neste episódio do InfectoCast, João, William e Ayrton aprofundam o manejo clínico da Hepatite B, discutindo como decidir quem deve receber tratamento antiviral, os objetivos atuais da terapia e os principais desafios do acompanhamento desses pacientes.
Ao longo da conversa, o episódio explora a história natural da infecção, os critérios que orientam a indicação de tratamento, o papel da carga viral e da avaliação da fibrose hepática, além de apresentar o conceito de cura funcional e discutir como as novas terapias estão transformando o futuro do tratamento da Hepatite B.
🔍 O que você vai aprender:
• Quem deve receber tratamento para hepatite B
• O papel do HBV-DNA na tomada de decisão
• Como a fibrose influencia a conduta clínica
• O que significa cura funcional
• Por que ela é diferente da erradicação do vírus
• Como novas terapias podem mudar o tratamento da hepatite B
• O que é a reativação do HBV
• Quais pacientes apresentam maior risco durante a imunossupressão
Um episódio essencial para quem deseja compreender o manejo moderno da hepatite B e interpretar as decisões terapêuticas com mais segurança.
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Hepatite B na prática clínica: quando investigar, quais exames pedir e como interpretar as sorologias?
Neste episódio do InfectoCast, João, William e Ayrton iniciam uma série especial sobre hepatite B, abordando os principais conceitos que todo profissional da saúde precisa dominar para compreender o diagnóstico e a prevenção da doença.
Ao longo da conversa, o episódio explora epidemiologia, formas de transmissão, transmissão vertical, vacinação, falha vacinal e interpretação dos principais marcadores sorológicos utilizados na prática clínica.
🔍 O que você vai aprender:
• O que é a hepatite B e sua importância clínica
• Principais formas de transmissão do HBV
• O impacto da transmissão vertical
• Quando investigar hepatite B
• Quais exames solicitar na avaliação inicial
• Como interpretar HBsAg, Anti-HBs e Anti-HBc
• O que significa Anti-HBc isolado
• Quem deve avaliar resposta vacinal
• O que fazer diante da falha vacinal
• Introdução ao HBV-DNA e aos mutantes pré-core
Um episódio essencial para quem deseja interpretar sorologias com mais segurança e compreender os fundamentos do manejo clínico da hepatite B.
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Neste episódio especial em parceria com a Mundipharma, William e João recebem a Dra. Paula Peçanha para discutir um caso clínico de candidíase intra-abdominal no contexto de pós-operatório de cirurgia gastrointestinal com evolução para sepse.
O episódio explora como identificar precocemente os pacientes em risco, quais fatores clínicos devem levantar suspeita e por que a evolução desfavorável apesar de antibióticos e drenagem deve acender o alerta para infecção fúngica.
🔍 O que você vai aprender:
• Quando suspeitar de candidíase intra-abdominal
• Principais fatores de risco no paciente cirúrgico
• O papel das perfurações e coleções persistentes
• Por que culturas bacterianas podem ser insuficientes para explicar a evolução
• A importância do controle de foco no manejo
• Erros comuns que atrasam o diagnóstico
• Como pensar Candida no paciente grave
• Construção do raciocínio clínico na prática
Esta é a Parte 1 da discussão, com foco no diagnóstico e reconhecimento clínico.
Se você quer conferir a parte 2 e aprofundar a discussão sobre tratamento, tomada de decisão e desfecho clínico de pacientes com candidíase intra-abdominal, acesse:
https://infectocast.com.br/candidiase-intra-abdominal-parte-2/
Neste episódio do InfectoCast, Klinger e Laís recebem a Dra. Nancy Bellei, virologista e professora da Escola Paulista de Medicina, para uma discussão aprofundada sobre o metapneumovírus humano (hMPV), um dos vírus respiratórios mais relevantes da prática clínica e que continua sendo subestimado por muitos profissionais de saúde.
Ao longo da conversa, o episódio explora a história do vírus, sua epidemiologia, os impactos do surto ocorrido na China em 2024 e a relação do metapneumovírus com outros importantes agentes respiratórios, como influenza, VSR e SARS-CoV-2.
🔍 O que você vai aprender:
• O que é o metapneumovírus humano (hMPV)
• Como e quando o vírus foi descoberto
• O que aconteceu durante o surto na China em 2024
• Por que o metapneumovírus não é um vírus novo
• A relação do hMPV com influenza, COVID-19 e VSR
• Quais pacientes apresentam maior risco de doença grave
• O papel do metapneumovírus em crianças, idosos e imunossuprimidos
• O que os principais estudos clínicos nos ensinaram sobre o vírus
• Quando solicitar testes diagnósticos
• Os desafios da fase pré-analítica e pós-analítica
• Como interpretar os resultados dos painéis respiratórios
• O impacto dos testes moleculares na compreensão da doença
Um episódio essencial para quem deseja compreender melhor a relevância clínica do metapneumovírus e aprimorar a investigação das infecções respiratórias na prática assistencial.
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