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William Dunke e Jordan Monteiro encaram um caso real cheio de pegadinhas: paciente com febre alta, icterícia e plaquetas despencando. Uma cerveja esquecida no porão muda tudo.Será que o Jordan acerta o diagnóstico?Dá o play e vê se você descobriria antes dele.
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Referência abaixo : -_________________________________________________________________________________________________________________Vista do Leptospirose evoluindo com Doença de Weil: um relato de caso [Internet]. Sbcm.org.br. 2025 [cited 2025 Nov 7]. Available from: https://www.sbcm.org.br/ojs3/index.php/rsbcm/article/view/978/619
No episódio dessa semana, Klinger e Lino seguem na segunda parte da Diretriz Brasileira de Bacilos Gram Negativos Multirresistentes, agora explorando os não fermentadores!
Eles discutem os principais mecanismos de resistência e as recomendações para o tratamento de Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter baumannii, Stenotrophomonas maltophilia e Burkholderia cepacia.
Dê o play e embarque na continuação da diretriz mais aguardada pelos Infectologistas!
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No episódio dessa semana, Klinger e Lino discutem a Diretriz Brasileira de Bacilo Gram-Negativo Multirresistente, em especial o tratamento de Enterobactérias produtoras de ampC, ESBL, KPC e NDM.
Dê o play e embarque na primeira parte da Diretriz mais aguardada pelos Infectologistas!
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A tuberculose do sistema nervoso central está entre as formas mais graves e desafiadoras da doença. Mesmo tratada, pode cursar com alta mortalidade e deixar sequelas importantes. Neste episódio, William Dunke e João Prats recebem o infectologista Leonardo Torioni, especialista em neuroinfectologia, para discutir o diagnóstico, a fisiopatologia e o manejo da meningite tuberculosa. A conversa aborda a relação com o HIV, os principais achados clínicos e laboratoriais e os desafios diagnósticos — do líquor à biologia molecular, passando por imagem, cultura e escore diagnóstico. Também são discutidos os pilares terapêuticos, o papel do corticoide, a importância do início precoce do tratamento e os limites da abordagem empírica diante de exames subótimos.
▶️ Confira o episódio completo e aprofunde seu raciocínio clínico sobre uma das manifestações mais complexas e fatais da tuberculose.
Referências do episódio
Referência citada aos 02:19
GLOBAL BURDEN OF DISEASE STUDY 2019. Global, regional, and national burden of meningitis, 1990–2019: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2019. The Lancet Neurology, v. 20, n. 11, p. 918–931, 2021. doi:10.1016/S1474-4422(21)00224-7.
Referência citada aos 24:15
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Xpert MTB/RIF and Xpert MTB/RIF Ultra tests for the diagnosis of tuberculosis and rifampicin resistance. Geneva: WHO, 2021. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789241550093.
Referência citada aos 33:19
THWAITES, G. E. et al. Diagnostic score for tuberculous meningitis: a systematic individual patient data meta-analysis. Clinical Infectious Diseases, v. 77, n. 8, p. 1172–1184, 2023. doi:10.1093/cid/ciad120.
Referência citada aos 43:31
TOROK, M. E. et al. Adjunctive dexamethasone in tuberculous meningitis. The New England Journal of Medicine, v. 351, n. 17, p. 1741–1751, 2004. doi:10.1056/NEJMoa040573.
As infecções de pele e partes moles estão entre as mais prevalentes na prática clínica, mas ainda cercadas de confusões conceituais e condutas inconsistentes. Neste episódio, Klinger Soares Faíco Filho recebe as infectologistas Beatriz Soares, Laís Seriacopi e Stefânia Prebianchi para discutir o que realmente importa na abordagem de celulite e erisipela da diferenciação clínica entre os quadros ao manejo racional de antibióticos e à prevenção de recorrências.
A conversa percorre desde o reconhecimento das portas de entrada e o controle de comorbidades até o uso criterioso de exames complementares, a definição do tempo de tratamento e os critérios de internação. Um episódio que transforma diretrizes em prática e reforça o papel do julgamento clínico na condução das infecções de pele e partes moles.
▶️ Confira o episódio completo e aprimore sua condução diante de um dos temas mais comuns — e desafiadores — da infectologia.
Referências do episódio
Referência citada aos 06:40
STEVENS, D. L. et al. Practice Guidelines for the Diagnosis and Management of Skin and Soft Tissue Infections: 2014 Update by the Infectious Diseases Society of America (IDSA). Clinical Infectious Diseases, v. 59, n. 2, p. e10–e52, 2014. doi:10.1093/cid/ciu296.
Referência citada aos 18:20
BRASIL. Ministério da Saúde. Consenso Brasileiro de Terapia Antimicrobiana: Infecções de Pele e Partes Moles. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/antimicrobianos.
Referência citada aos 22:05
ECDC. Antimicrobial resistance surveillance in Europe 2023 – 2021 data. European Centre for Disease Prevention and Control, 2023. Disponível em: https://www.ecdc.europa.eu/en/publications-data/antimicrobial-resistance-surveillance-europe-2023.
Os vírus respiratórios COVID-19, Influenza e VSR (Vírus Sincicial Respiratório) continuam a definir diagnósticos e internações. Se destacam como os mais relevantes nos últimos dados epidemiologicos quando falamos de pneumonia viral . Neste episódio do InfectoCast, William e João analisam a sazonalidade recente no Brasil, discutem formas práticas do uso dos testes rápidos e destacam como o subdiagnóstico interfere em condutas clínicas e medidas de isolamento. Também exploram o uso racional de antivirais na COVID-19, a profilaxia pós-exposição na Influenza e as novidades em imunização contra o VSR, reforçando o papel desses vírus no raciocínio infectológico atual.
▶️ Confira o episódio completo e atualize sua prática frente às infecções respiratórias mais relevantes.
Referências do episódio
1.Amani B, Amani B. Efficacy and safety of nirmatrelvir/ritonavir (Paxlovid) for COVID‐19: A rapid review and meta‐analysis. Journal of Medical Virology. 2023 Jan 10;95(2).
2.Tian H, Yang C, Song T, Zhou K, Wen L, Tian Y, et al. Efficacy and safety of paxlovid (nirmatrelvir/ritonavir) in the treatment of COVID‐19: An updated meta‐analysis and trial sequential analysis. Reviews in Medical Virology. 2023 Jul 23;33(5).
Prevenir PAV( Pneumonia Associada à Ventilação mecânica) é missão central para quem atua em UTI e CCIH. No episódio #159 do InfectoCast, Lino e William detalham as estratégias mais eficazes para reduzir riscos — protocolos de desmame e sedação, cabeceira elevada, higiene oral, cuff, tubos subglóticos e medidas adicionais baseadas em evidências.
▶️ Ouça agora e fortaleça sua prática com foco em prevenção e controle de infecção hospitalar.
📚 Confira aqui o link citado no episódio:
Observação: No minuto 27 a referência a Anfotericina é utilizada em alguns estudos de descontaminação digestiva seletiva sempre em combinação com outros antibióticos (como tobramicina e colistina), e nunca uso islado. ²
Strategies to prevent ventilator-associated pneumonia, ventilator-associated events, and nonventilator hospital-acquired pneumonia in acute-care hospitals: 2022 Update
https://www.cambridge.org/core/journals/infection-control-and-hospital-epidemiology/article/strategies-to-prevent-ventilatorassociated-pneumonia-ventilatorassociated-events-and-nonventilator-hospitalacquired-pneumonia-in-acutecare-hospitals-2022-update/A2124BA9B088027AE30BE46C28887084
Referências:
1.Klompas M, Branson R, Cawcutt K, et al. Strategies to prevent ventilator-associated pneumonia, ventilator-associated events, and nonventilator hospital-acquired pneumonia in acute-care hospitals: 2022 Update. Infection Control & Hospital Epidemiology. 2022;43(6):687-713. doi:10.1017/ice.2022.88
2.N.L. Plantinga, A.M.G.A. de Smet, E.A.N.Selective digestive and oropharyngeal decontamination in medical and surgical ICU patients: individual patient data meta-analysis,Clinical Microbiology and Infection,Volume 24, Issue 5,2018,
👉 Pós-graduação CCIH InfectoCast — domine o controle de infecções.
Inscreva-se: https://infectocast.com.br/pos-graduacao-prevencao-e-controle-de-infeccao-hospitalar/
Reconhecida clinicamente no início do século XX, a Paracoccidioidomicose segue como desafio endêmico negligenciado no Brasil. Neste episódio, João, Jordan e Dra Paula Peçanha discutem os impasses diagnósticos, as armadilhas clínicas e os pontos críticos que podem definir o desfecho do paciente.
▶️ Ouça agora e fortaleça sua prática frente às micoses sistêmicas endêmicas.
👉 SOS Antibióticos — do básico ao avançado, direto para sua prática clínica.
Inscreva-se:
https://infectocast.com.br/sos-antibioticos-atualizado/
Neutropenia febril e stewardship antimicrobiano podem andar juntos?
Jordan e João Prats mostram como iniciar terapia empírica com segurança, descalonar antibiótico no tempo certo e evitar escalonamentos desnecessários em pacientes onco-hematológicos.
• Três cenários: sem foco, clínico, microbiológico
• Terapia empírica inicial: cefepime ou piperacilina-tazobactam em dose máxima
• Após 72 horas afebril e sem foco: descalonamento ou suspensão com segurança• Microbiota e uso criterioso de carbapenêmicos
Fechamento técnico: escalonar apenas com instabilidade ou novo foco; persistência de febre estável pede investigação (como tomografia de tórax e seios da face, além de vírus e efeitos de fármacos), não espectro cada vez maior.
Ouça este episódio no Spotify e veja como aplicar stewardship em cenários críticos.
Quer dominar stewardship em neutropenia febril e decisões empíricas/descalonamento?Curso SOS Antibióticos — do básico ao avançado, direto para sua prática clínica.Inscreva-se: https://infectocast.com.br/sos-antibioticos-atualizado/
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“Alérgico à penicilina” no prontuário: mito ou ameaça real?
No episódio #156 do InfectoCast, o Dr. Edson Duarte (HC-USP) e Willian trazem uma conversa direta sobre alergia a penicilinas e cefalosporinas — um dos rótulos mais comuns (e mais equivocados) da prática clínica. Até 25% dos pacientes chegam com esse registro, mas em 90% dos casos não se trata de alergia verdadeira.
Esse erro muda protocolos, priva pacientes de antibióticos-chave (sífilis na gestação, gonorreia, infecções graves) e sabota o stewardship antimicrobiano.
A conversa passa por:
Imunomediadas x não imunomediadas
IgE imediata x SCARs tardias
O papel da cadeia lateral R1 na reação cruzada
Testes cutâneos/provocação oral para desrotular com segurança
Quando a dessensibilização é a única saída
Abrir mão de um beta-lactâmico sem necessidade custa caro.
Dê o play e entre nesse debate que pode mudar sua conduta à beira-leito.
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