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Olá! Desde que tomou posse, na última semana, Donald Trump já publicou diversas ordens executivas, decretos que têm força de lei e efeito imediato.
Quais os impactos econômicos dessas primeiras decisões?
Entenda também:
- Uma nova realidade para o Japão: juros em alta;
- Inflação dá trégua no Brasil, mas não por muito tempo.
No minuto 06:30, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura de internacional na equipe econômica do C6 Bank, vai falar sobre como as medidas do novo governo podem mexer com a inflação americana.
A China conseguiu alcançar a meta de crescimento econômico de estabelecida pelo governo, em 2024: o PIB do país avançou exatamente os 5% estipulados como alvo.
Mas essa meta de crescimento, que deve se manter em 2025, parece ser cada vez mais difícil de alcançar. Um dos motivos é o crescente protecionismo do mundo, que tem colocado a palavra “desglobalização” na pauta das discussões econômicas.
Para uma economia mais dependente de exportações isso é um grande problema. O que será da China no futuro?
Entenda também:
- A posse de Trump e os números da inflação americana;
- No Reino Unido, o fiscal preocupa;
- Economia brasileira perde força no final de 2024;
No minuto 11:18, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, diz como estão as expectativas pelas primeiras medidas do governo Trump e pelas decisões de política monetária nos EUA.
De 2021 para cá, o descumprimento da meta de inflação brasileira se tornou recorrente. O limite estipulado para a variação de preços foi estourado em três dos quatro últimos anos (em 2021, em 2022 e, agora, em 2024).
Divulgados na última semana, os números do IPCA mostraram que a inflação ao final do ano passado ficou em 4,8%, acima do limite de tolerância da meta (4,5%) e bem distante do alvo a ser perseguido pelo Banco Central (3%).
O que esperar para 2025, ano em que entra em vigor o novo regime de meta contínua de inflação?
Entenda também:
- EUA: emprego forte é obstáculo para corte dos juros;
- Inflação europeia dentro do esperado.
No minuto 06:13, Heliezer Jacob, analista na equipe de economia do C6 Bank, vai falar sobre a nova meta contínua de inflação.
Em 2025, a política monetária brasileira seguirá na contramão de boa parte do mundo. Nos Estados Unidos e na Europa, o caminho mais provável é de continuidade do corte de juros. Aqui, a Selic deve subir a 15%.
Os bancos centrais americano e europeu trilham a “última milha” do controle da inflação – por lá, a variação de preços está contida, mas ainda ligeiramente acima da meta. No Brasil, as expectativas sugerem que o quadro inflacionário deve permanecer.
Como plano de fundo, aqui e lá fora, existem preocupações fiscais.
Entenda nesta edição especial:
Retrospectiva Brasil: inflação alta, economia aquecida e câmbio enfraquecido
Retrospectiva internacional: juros em queda e novos governos nos EUA e Europa
Nossas expectativas para a economia brasileira e global em 2025
No minuto 07:38, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, explica por que a política monetária brasileira parece ter perdido potência e o que é a dominância fiscal.
O dólar vive dias de grande volatilidade no Brasil. Na última quarta-feira, a moeda americana chegou a ser negociada a R$ 6,30. No final da semana, a cotação recuou e voltou para perto dos R$ 6,10.
Apesar do alívio temporário, o dólar continua em um patamar que, até pouco tempo atrás, parecia distante.
As preocupações fiscais e a perspectiva de juros americanos mais elevados devem manter a moeda americana nas alturas. O que pode mudar esse quadro?
Entenda também:
- Banco Central reforça a mensagem de aperto na Selic;
- Menos cortes de juros nos EUA em 2025.
No minuto 05:07, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil na equipe econômica do C6 Bank, explica por que uma Selic mais elevada não tem sido suficiente para conter a desvalorização do real.
Os juros brasileiros estão em trajetória de alta. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu elevar a taxa Selic em 1 ponto percentual (p.p.), para 12,25% ao ano.
Foi um movimento importante. No comunicado, a autoridade monetária afirmou ver um cenário mais adverso para a política monetária e sinalizou levar a Selic para 14,25% até março.
Por que tal dose de aperto nos juros está em discussão?
Entenda também:
- EUA: a inflação sob controle.
- Na Europa, juros em queda.
- Novo primeiro-ministro na França.
No minuto 09:51, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, comenta a inflação americana e fala sobre as duas grandes reuniões do governo da China.
A economia brasileira continuou aquecida no terceiro trimestre. Não só isso: no acumulado de 2024, o PIB está mais forte do que o esperado por nós e pelos analistas de mercado.
É um bom momento – que deve perdurar até 2025, ainda que a expectativa seja de um crescimento um pouco mais moderado no ano que vem. No entanto, isso pode significar uma inflação mais alta no horizonte próximo.
Qual é a razão para uma economia mais aquecida do que o previsto? Por que isso pode pressionar os preços no Brasil?
Entenda também:
- Dólar firme e perto dos R$ 6;
- Emprego forte nos Estados Unidos;
- Acordo entre União Europeia e Mercosul é assinado;
- O que está acontecendo na França?
No minuto 05:15, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil na equipe econômica do C6 Bank, explica por que estamos enxergando uma Selic mais alta em 2025.
Em 2025, o mundo deve acompanhar o desdobramento de novos fatos
Como todos esses fatos impactam os mercados? E como o investidor pode se preparar para esses eventos?
Quem responde a essas perguntas é a Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management.
Outros tópicos do bate-papo: perspectivas para o dólar e valorização das empresas de tecnologia no mercado americano.
Depois de um longo período de negociação, o governo federal mostrou o desenho do corte de gastos planejado para 2025 e 2026. São diversas medidas que, se aprovadas à risca, trarão uma economia de R$ 71,9 bilhões nos próximos dois anos, segundo os cálculos da Fazenda.
Ao contrário do esperado, a reação ao pacote não foi a melhor possível. O dólar chegou a superar os R$ 6,10 nos dias que sucederam o anúncio do corte.
O que explica a volatilidade do câmbio? E qual a raiz para a preocupação em relação às contas públicas no Brasil?
Entenda também:
No minuto 09:02, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, faz um balanço deste ano e destaca três motivos para ser otimista com a economia em 2024.
O crescimento da dívida pública brasileira está no centro das discussões econômicas por aqui. Mas fato é que esse não é um problema exclusivo do Brasil: o endividamento dos governos está muito alto mundo afora.
O alerta mais recente partiu do Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo relatório da autoridade, a dívida pública global deve passar de US$ 100 trilhões ao fim de 2024, o que equivale a 93% do PIB mundial.
Afinal, qual é o risco dessa dívida trilionária para o futuro?
Entenda também:
-Inflação maior no Reino Unido;
-Brasil: as preocupações para 2026.
No minuto 05:35, a Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional no time de economia do C6 Bank, vai explicar por que a dívida alta é um grande problema para os países.
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