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Nas últimas semanas, o dólar tem registrado um comportamento bastante volátil. O câmbio, que estava abaixo dos R$ 5 até o final de março, alcançou os R$ 5,70 na semana passada.
Embora a cotação tenha recuado na metade final da última semana, acreditamos que o real deve seguir pressionado. As preocupações em relação às contas públicas continuarão influenciando o comportamento da moeda americana no futuro próximo. Por quê?
Entenda também:
- Emprego americano esfriando devagar;
- Troca de governo no Reino Unido;
- A inflação na zona do euro e os sinais para os juros;
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management.
No minuto 09:44, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, fala um pouco sobre essa movimentação do dólar e faz um panorama geral do mercado financeiro global neste primeiro semestre do ano.
Vigente desde 1999, o regime de metas de inflação teve papel fundamental no controle definitivo do quadro inflacionário que penalizou a economia brasileira por décadas. Na última semana, esse regime teve uma importante mudança oficializada.
A partir de 2025, o Banco Central deverá perseguir uma meta de inflação contínua. O alvo estabelecido para o horizonte à frente é de 3% ao ano.
Seria essa meta adequada para o Brasil? O novo regime de metas pode contribuir para a queda de juros no futuro?
Entenda também:
No minuto 05:34, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil no C6 Bank, explica por que 3% parece ser um patamar adequado para a meta contínua e mostra como outros países emergentes também têm buscado esse mesmo nível de inflação.
Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros em 10,5%. A decisão esquentou um debate que já corria no noticiário: por que o ciclo de queda da Selic foi interrompido?
No comunicado, o BC justificou a decisão. Segundo a autoridade, essa é a justa medida para cumprir a meta de inflação no ano que vem.
Até quando a Selic deve ficar no patamar atual? Como as mudanças na composição do Banco Central podem determinar o caminho dos juros?
Entenda também:
- Reino Unido: juros estacionados lá no alto
- O “chumbo trocado” no comércio global de carros elétricos
No minuto 05:58, Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, explica por que o momento de flexibilização da Selic vai depender não apenas do cenário doméstico, mas também das próximas decisões do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.
Na última semana, o Federal Reserve decidiu manter a taxa de juros americana no mesmo lugar. Até aí, não houve novidade. O que mudou – e o que realmente importa – foi a visão dos membros do banco central americano para o futuro.
Agora, o Fed vê apenas um corte de juros em 2024. Na última reunião, em março, a autoridade americana ainda acreditava que poderia fazer três cortes nas taxas neste ano.
O que levou o banco central dos EUA a essa postura mais cautelosa?
Entenda também:
- O xadrez político na França;
- Dólar em alta no Brasil;
- Os impactos das chuvas no Rio Grande do Sul para o IPCA.
No minuto 05:32, Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica por que os movimentos do Fed são acompanhados tão de perto e diz o que esperar nesse cenário de juros americanos ainda apertados nos próximos meses.
Os três primeiros meses de 2024 foram de crescimento da economia brasileira. Com alívio, o PIB saiu do quadro de estagnação visto no último semestre do ano passado.
As notícias são boas, mas é preciso colocar esse crescimento em perspectiva. Primeiro porque o restante de 2024 deve ser mais desafiador para a economia. Segundo porque o PIB precisa acelerar mais para o Brasil se tornar um país desenvolvido.
O que esperar para os meses à frente? E como pavimentar o caminho de um crescimento sólido?
Entenda também:
- Selic: o fim do ciclo de cortes em 2024;
- Juros europeus têm a primeira queda;
- Emprego volta a acelerar nos EUA;
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management
No minuto 12:29, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica como o corte de juros na Europa e os dados de emprego dos Estados Unidos mexeram com os mercados e faz uma análise sobre as eleições recentes no México e na Índia.
Depois de alcançar patamares estratosféricos durante a pandemia de covid-19, a inflação ainda não voltou para o campo da normalidade.
No Brasil e nos Estados Unidos, as projeções para os índices de preços continuam distantes das metas de inflação. Isso preocupa, e muito.
Nesta edição, analisamos os fatores que levaram à piora das expectativas e explicamos por que isso acende um sinal de alerta.
Entenda também:
- Os números da prévia da inflação brasileira;
- EUA: preços ainda no alto;
- Juros europeus a caminho do corte?
No minuto 07:05, Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, explica por que as expectativas de inflação mexem com os preços no presente.
Em 2024, de cada R$ 100 que devem ser gastos pelo governo federal, cerca de R$ 95 já estão comprometidos. São despesas que, faça chuva ou faça sol, devem ser executadas conforme definido pela lei.
O número mostra quão engessado é o orçamento público brasileiro. O problema (que não é novo) está se agravando nos últimos tempos, em razão do crescimento acelerado das despesas obrigatórias.
Nesse cenário, como preservar a capacidade de planejamento do Estado? E, principalmente, como garantir o cumprimento das regras fiscais que dão credibilidade para as finanças do país?
Entenda também:
- EUA: a queda de juros ainda distante;
- Inflação elevada e novas eleições no Reino Unido;
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management
No minuto 10:58, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, faz um balanço dos três principais acontecimentos que mexeram com os mercados lá fora na última semana.
Há pouco mais de cinco meses, Javier Milei assumiu a presidência da Argentina. O economista ficou conhecido por suas propostas ambiciosas para reerguer a economia do país.
Por ora, parte das propostas tem tido efeito. Com o corte de despesas públicas, a inflação argentina ficou em um dígito pela primeira vez desde outubro de 2023. Mas o custo social das medidas é elevado – o número de argentinos vivendo na pobreza aumentou nos últimos meses.
Quão duro será o remédio para tirar a Argentina da crise?
Entenda também:
No minuto 06:36, a Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica a desvalorização recente do peso argentino.
Em uma mudança de rota, o Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual. Em março, a autoridade monetária havia sinalizado que faria um corte maior, de 0,5 p.p.
A decisão final foi mais cautelosa, mas os votos dos membros do BC que levaram a esse caminho ficaram divididos. O placar final, de 5 a 4, deixou dúvidas sobre o posicionamento do Copom a partir do ano que vem.
Quais pistas, afinal, a decisão da última semana dá para o futuro da Selic?
Entenda também:
- Os impactos da tragédia no Rio Grande do Sul;
- Inflação de serviços preocupa;
- Reino Unido: economia em recuperação e corte de juros à vista;
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management.
No minuto 10:33, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, conta como os mercados reagiram à divulgação dos números da economia americana e faz uma análise dos resultados financeiros divulgados pelas empresas da bolsa de valores dos Estados Unidos.
Não há assunto mais importante no mundo financeiro do que o corte de juros nos Estados Unidos.
Até o começo do ano, a grande questão era quando o Federal Reserve começaria a reduzir as taxas. Mas a persistência da inflação e o mercado de trabalho aquecido em solo americano colocaram outra pergunta na equação: será mesmo que os juros vão cair?
Nesta edição de Macro Review, uma análise sobre a última reunião do Fed e sobre como as decisões de política monetária americana impactam os outros países (inclusive o Brasil).
Entenda também:
No minuto 05:34, a Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, vai explicar por que a inflação americana ainda deve ficar bem distante da normalidade.
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