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O mercado de trabalho brasileiro vive uma aparente contradição. Por um lado, uma ótima notícia: há um número recorde de pessoas trabalhando (são mais de 100 milhões de empregados no Brasil). Por outro lado, a taxa de participação, que mede a proporção de pessoas dispostas a trabalhar, está abaixo do nível pré-pandemia.
Por que a taxa de participação está menor? Por que essa taxa é mais baixa entre mulheres? E quais as implicações disso para o crescimento futuro do país?
Entenda também:
- O dilema da inflação americana
- Reino Unido: preços elevados e economia em recessão
No minuto 04:54, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, analisa os caminhos possíveis para aumentar a participação no mercado de trabalho brasileiro e explica como a redução da desigualdade entre homens e mulheres pode ser uma boa saída.
A França está em maus lençóis. A inflação do país é uma das maiores entre as grandes economias europeias, o PIB está a passos lentos e o governo francês, pressionado por protestos de uma população insatisfeita, voltou atrás em medidas que melhorariam a situação fiscal do país.
O que está acontecendo na França? Como a situação da economia francesa afeta a Europa e o mundo?
Entenda também:
- Inflação brasileira pior que o esperado
- A ata do Copom e a preocupação com preços de serviços
No minuto 06:45, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, explica como o acordo entre a União Europeia e o Mercosul virou tema de protestos na França e avalia o que o Brasil tem a ganhar com o acordo, caso ele finalmente seja aprovado.
A possível queda de juros nos Estados Unidos está movimentando os mercados. Na semana passada, o Federal Reserve (banco central dos EUA) decidiu manter as taxas paradas e sinalizou que um corte não deve acontecer na próxima reunião, em março. Mas a porta para o corte de juros na reunião seguinte (em maio) não está fechada.
Quando os juros americanos devem começar a cair, afinal? O trabalho de controle da inflação foi concluído?
Entenda também:
- Emprego ainda forte nos EUA
- O sinal de previsibilidade do Copom
- Déficit de R$ 231 bilhões nas contas públicas
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management
No minuto 10:54, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa os impactos da mensagem do Fed para o mercado de renda fixa e para as bolsas.
2024 será o ano do corte de juros. A perspectiva de redução das taxas pelos bancos centrais dos EUA e Europa já tem animado os investidores. Por outro lado, as eleições americanas e a instabilidade no Oriente Médio podem trazer mais volatilidade para os mercados.
O Brasil marcou, em 2023, um recorde na balança comercial. O saldo entre exportações e importações foi o maior da série histórica.
Há um lado bom e um lado ruim nesse recorde. O país está exportando mais, o que é uma boa notícia. Por outro lado, parte da melhora do saldo comercial ocorre porque estamos importando menos máquinas e equipamentos, e isso pode ser um mau sinal para a competitividade brasileira no futuro.
O que o saldo da balança significa para a economia? E quais são as perspectivas para o comércio em 2024?
Entenda também:
- O novo pacote de incentivo à indústria
- Juros ainda em pausa na Europa
- Inflação americana: o que esperar do Fed?
No minuto 04:56, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, explica como o resultado da balança impacta outros fatores da economia, como PIB, câmbio e inflação.
Nos últimos 20 anos, a China experimentou um crescimento acelerado. O PIB do país mais do que quadruplicou desde 2004, em um período de intensa urbanização e de modernização da economia chinesa.
As próximas décadas devem ser diferentes. A produtividade da China estacionou, a população está envelhecendo e as questões geopolíticas são um entrave para o país seguir evoluindo.
A segunda maior economia do mundo conseguirá reverter esse quadro para voltar a crescer como antes?
Entenda também:
- Crise no Mar Vermelho: qual o risco para a inflação global?
- A surpresa positiva de varejo e serviços no Brasil
- Reajuste no ICMS em 11 estados brasileiros
No minuto 09:55, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica por que o mercado americano teve uma semana de volatilidade, depois do otimismo visto nos primeiros dias do ano.
A inflação brasileira encerrou 2023 dentro do teto estabelecido para a meta, o alvo a ser perseguido pelo Banco Central para a variação de preços. Foi a primeira vez desde 2020 que o limite para o índice foi cumprido.
Mas há um sinal de alerta no horizonte. Fatores que contribuíram para que a inflação fosse mais baixa em 2023 não estarão presentes em 2024. Os alimentos, que ficaram mais baratos no ano passado, devem voltar a subir, por exemplo.
Quais são os riscos para a inflação nos próximos meses? Como isso pode influenciar os rumos dos juros?
Entenda também:
No minuto 04:41, o analista na equipe de economia do C6 Bank, Heliezer Jacob, analisa os riscos que podem puxar os preços para cima nos próximos meses.
A ata da última decisão de juros nos Estados Unidos passou uma mensagem de que as expectativas do mercado financeiro sobre a trajetória das taxas de juros parecem otimistas demais.
No documento, os membros do comitê de política monetária americano reconheceram que o ciclo de cortes de juros deve começar em 2024, mas não deram pista alguma de que isso acontecerá nas próximas reuniões, como esperam os investidores.
Por que o recado foi mais cauteloso? Quais fatores podem levar os juros americanos a caírem antes (ou depois) do esperado?
Entenda também:
- Déficit fiscal brasileiro piorando
- Indústria segue estagnada
No minuto 05:27, o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, analisa os efeitos dos juros elevados para o crescimento da economia dos EUA.
2023 foi o ano do combate à inflação. No Brasil e no mundo, os bancos centrais lutaram contra a alta de preços herdada da pandemia – e o amargo (e eficaz) remédio foi levar as taxas de juros para patamares históricos.
Em 2024, as economias devem continuar a colher os frutos desse trabalho. Por um lado, o crescimento deve ser mais modesto, por causa dos efeitos das taxas ainda elevadas. Por outro lado, o recuo da inflação dará um respiro para as famílias e permitirá que, lá fora, os principais bancos centrais comecem a discutir o início do ciclo de alívio nos juros. No Brasil, a queda da Selic deve continuar.
Ouça nesta edição especial:
- Retrospectiva Brasil: o ano de crescimento e reforma aprovada
- Retrospectiva internacional: EUA e Europa na batalha contra a inflação e China em busca do crescimento
- Nossas perspectivas para a economia brasileira e global em 2024
No minuto 05:35, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, analisa os fatores que podem manter a inflação brasileira em patamar elevado em 2024.
De forma inesperada, o Federal Reserve (banco central dos EUA) mudou o tom e sinalizou que já começa a cogitar o início dos cortes nos juros americanos. A mensagem foi suficiente para desencadear uma onda de confiança no mercado – na esteira desse otimismo, a bolsa brasileira bateu recorde histórico.
Já é possível dizer que a batalha contra a inflação foi vencida? O ciclo de juros altos no mundo acabou?
Entenda também:
No minuto 07:37, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa como a sinalização de juros americanos caindo mais cedo que o esperado mexeu com os mercados na semana passada.
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