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Na semana passada, o governo apresentou a primeira proposta de regulamentação da reforma tributária para o Congresso.
O projeto representa o maior avanço para o sistema de impostos do país em décadas. Além de simplificar regras que estão entre as mais complexas do mundo, a reforma dará mais transparência para a carga tributária brasileira.
O que o novo sistema de impostos propõe? Quais ganhos a reforma tributária deve trazer para a economia do país?
Entenda também:
No minuto 10:45, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, conta como os mercados reagiram à divulgação dos números da economia americana e faz uma primeira análise dos resultados financeiros divulgados pelas empresas da bolsa de valores dos Estados Unidos.
Apresentado em abril de 2023, o arcabouço fiscal estabeleceu um caminho para o equilíbrio das contas públicas no Brasil. Um ano depois, o alcance desse objetivo e a própria execução da nova regra orçamentária se mostram desafiadores.
A revisão da meta fiscal de 2025 pelo governo e o crescimento acelerado de gastos obrigatórios já colocam o arcabouço em risco. A regra fiscal vai se mostrar sustentável?
Entenda também:
No minuto 05:31, o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, explica por que o Brasil discute regras fiscais com tanta frequência e como é possível chegar a um cenário mais equilibrado para as contas públicas.
Nas últimas semanas, o dólar firmou território acima do patamar de R$ 5. Desde o início do ano, a moeda americana acumula alta de mais de 5%.
No cenário global, a persistência da inflação americana e as dúvidas quanto aos cortes de juros nos EUA indicam que o dólar não deve dar trégua.
Até onde vai o câmbio? Quais fatores podem pressionar mais ou aliviar a desvalorização do real?
Entenda também:
No minuto 10:24, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, comenta como os dados recentes de inflação nos EUA mexeram com as expectativas dos investidores.
Depois de 16 meses, a atividade de manufaturas dos Estados Unidos voltou para o campo positivo.
Desde a chegada da pandemia de covid-19, as fábricas americanas passaram por uma trajetória repleta de altos e baixos – começando pela quebra das cadeias produtivas no início da crise até o esfriamento do consumo de bens industriais com a reabertura da economia. Agora, há uma melhora em curso.
Mas a recuperação atual deve ser duradoura? Quais são os efeitos da possível retomada da indústria para o restante da economia dos EUA?
Entenda também:
Emprego volta a surpreender nos EUA
Corte de juros à vista na Europa
A intervenção do Banco Central do Brasil no dólar
No minuto 05:31, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, explica por que essa melhora que vem com a normalização da atividade pode atrapalhar a queda da inflação nos EUA.
O ciclo de corte de juros no Brasil pode estar perto do fim. O Comitê de Política Monetária (Copom) sinalizou apenas mais uma redução de 0,5 ponto percentual em maio e deixou aberta a possibilidade de os cortes seguintes serem em uma dose menor, de 0,25 ponto percentual.
Afinal, até onde vai a queda da Selic? O que pode levar o Copom a encurtar o ciclo de cortes?
Entenda também:
- Alta nos preços de serviços preocupa o Copom
- Dívida dos EUA em trajetória explosiva
- Inflação americana estacionando acima da meta
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management
No minuto 10:56, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, faz um balanço do desempenho dos mercados globais no primeiro trimestre e analisa quais pontos podem mexer com os rendimentos dos investidores nos próximos meses.
Em reunião na semana passada, o Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos) reforçou a intenção de cortar os juros três vezes neste ano, mesmo com a economia crescendo em ritmo forte e mesmo com a piora das perspectivas para a inflação.
A mensagem foi interpretada (inclusive por nós) como dovish, termo usado quando o tom do recado dado é mais ameno.
Quais as chances de os três cortes de juros acontecerem em 2024? Os EUA correm o risco de conviver com uma inflação elevada por mais tempo?
Entenda também:
- Os próximos passos da política monetária britânica
- Juros japoneses na contramão do mundo
- Copom em busca de mais flexibilidade
- O necessário equilíbrio fiscal brasileiro
No minuto 05:25, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, explica que o relatório de projeções econômicas divulgado na semana passada deixa claro que existe uma divergência sobre os próximos passos do Fed.
Depois de décadas de juros negativos e de inflação abaixo da meta (ou até de deflação), o Japão vive um momento diferente na economia.
A recente alta de preços (que é uma dor de cabeça para o resto do mundo) pode ser uma boa notícia por lá. A alta da inflação deve levar a um reajuste de salários como não se via há décadas no país. A taxa básica de juros também pode subir pela primeira vez desde 2007.
Como o Japão se tornou um país de juros e inflação negativos? A economia japonesa está mesmo diante de um ponto de inflexão?
Entenda também:
- Corte de juros nos EUA pode estar mais distante
- IPCA melhor, mas longe do ideal
- A boa surpresa do PIB brasileiro
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management
No minuto 11:29, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica como estão as expectativas para as decisões de juros nos Estados Unidos e no Japão.
Com um tom de comemoração, foi anunciado o superávit primário de R$ 102 bilhões nas contas públicas em janeiro – resultado de uma arrecadação um pouco maior de impostos no mês, mas também de um padrão sazonal.
Mas há de se manter a atenção para que o bom resultado de janeiro não seja interpretado como uma garantia de cumprimento da meta fiscal em 2024. Zerar o déficit (diferença entre receitas e despesas), como prevê o governo, será muito desafiador, mesmo com a melhor arrecadação no início do ano.
Afinal, o que é necessário para a meta ser cumprida? E o que pode acontecer se o déficit zero não for alcançado?
Entenda também:
No minuto 06:09, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, analisa os possíveis obstáculos para o governo atingir a arrecadação que é necessária para o cumprimento da meta fiscal de 2024.
Depois de crescer de forma surpreendente na primeira metade de 2023, a economia brasileira estagnou. Essa pausa no crescimento foi temporária: em 2024, o aumento das despesas do governo e das exportações devem impulsionar o crescimento do PIB.
Mas o longo prazo preocupa. Com os investimentos em queda, dificilmente o Brasil vai manter o vigor sem causar desequilíbrios.
Qual deve ser a radiografia do crescimento brasileiro em 2024? O que pode sustentar o avanço do PIB nos próximos anos?
Entenda também:
- Passagens aéreas dão alívio para IPCA-15
- Inflação ainda resistente nos EUA
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management
No minuto 10:19, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa o desempenho do mercado americano em fevereiro e conta como está o termômetro dos investidores em relação à decisão de corte de juros nos Estados Unidos.
Os Estados Unidos nunca estiveram tão endividados. Primeiro, o crescimento de gastos durante a pandemia de covid-19 elevou a dívida de forma inédita. Agora, o cabo de guerra entre republicanos e democratas no Congresso é um obstáculo para o controle do orçamento nos próximos anos. Não há melhora das contas públicas à vista na próxima década.
O que significa a dívida em trajetória de alta da maior economia do mundo? Quais as implicações disso para o Brasil e para o mundo?
Entenda também:
- Europa e Reino Unido têm avanço morno
- PIB do Brasil pode ter sido melhor em 2023
No minuto 06:04, o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, explica como funciona a regra para a dívida pública nos EUA e avalia os riscos de um calote pelo governo americano.
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