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O PIB brasileiro do terceiro trimestre foi ligeiramente positivo, o que significa que, por ora, o país ficou livre de uma recessão. Mas quando observamos a composição do crescimento no trimestre, é evidente que a economia está perdendo fôlego na reta final de 2023. O que esperar daqui pra frente?
Entenda também:
- Fiscal: arrecadação ainda incerta para 2024
- Mais vagas de emprego nos EUA
No minuto 04:03, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, analisa os caminhos para o crescimento da economia brasileira em 2024.
O número de pessoas trabalhando no Brasil bateu recorde em outubro. A taxa de desemprego continua abaixo da média histórica e a renda dos trabalhadores está aumentando de forma acelerada.
O avanço dos salários é uma ótima notícia para as famílias brasileiras e para o próprio andamento da economia. Mas há uma preocupação sobre o impacto disso para a inflação. Por quê?
Entenda também:
- IPCA-15 ainda longe da meta
- Preços esfriam na Europa
- EUA: alívio na inflação e mais otimismo
No minuto 09:19, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, faz um balanço sobre o desempenho dos ativos globais em novembro e explica por que o mês passado foi o melhor para os mercados desde 1991.
O Brasil está envelhecendo mais rápido que o esperado. O índice de envelhecimento do IBGE mostra que a proporção de idosos em relação ao número de crianças e adolescentes quase dobrou entre 2010 e 2022. É uma questão para o sistema de previdência e para o crescimento do país.
Qual a saída?
Entenda também:
- Novo governo na Argentina afetará comércio com Brasil?
- Quando caem os juros na Europa?
No minuto 05:33, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, explica como o aumento da produtividade pode ajudar o Brasil a crescer, diante do envelhecimento da população.
Mergulhada em uma grave crise econômica, a Argentina escolheu um novo presidente no último fim de semana. Se o político conseguir cumprir as promessas feitas durante a campanha, como ficará a economia argentina?
Nos EUA, a inflação veio abaixo do esperado e animou os mercados, que agora apostam em corte de juros já para o quinto mês de 2024. Pode-se dizer, então, que chegou ao fim a batalha contra a maior escalada de preços em 40 anos nos EUA? Não é bem assim.
Entenda também:
No minuto 11:27, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, analisa a reação dos mercados aos dados de inflação nos EUA.
Este é o áudio do Visão Global, exibido em 16 de novembro no canal do C6 Bank no YouTube. Caso queira ver o vídeo, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Pgec-vI6dWo
Enquanto os Estados Unidos vivem um momento de forte expansão, a economia europeia está à beira de uma recessão. O que isso significa para o crescimento global? Quais os riscos para os investimentos?
Quem responde a essas e outras perguntas é Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management. Ela conversou com Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank.
Outros tópicos da conversa: juros altos no mundo, volatilidade na renda fixa americana, crescimento da dívida global, os riscos da guerra no Oriente Médio e onde investir diante das incertezas.
O Visão Global é um encontro periódico que promovemos com o J.P. Morgan Asset Management para discutir o que mexe com a economia global e os mercados.
Importante: caso você seja um produtor de conteúdo e queira reproduzir o conteúdo da conversa acima no seu veículo de comunicação, pedimos que antes solicite autorização ao C6 Bank.
O dólar caiu e está abaixo dos R$ 5, um alívio para os brasileiros. Com o real mais valorizado, as viagens ficam mais baratas, o preço dos produtos importados cai e a inflação do país tem uma trégua.
Mas a queda recente é mais um capítulo da alta volatilidade vista nos últimos meses. O que tem mexido com a moeda americana? E quais são as perspectivas para o câmbio em 2024?
Entenda também:
No minuto 05:17, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, explica por que o dólar mais alto é uma preocupação para a inflação brasileira.
O ciclo de corte dos juros segue sem grandes novidades, no Brasil. O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, na semana passada, reduzir a taxa Selic de 12,75% para 12,25%, repetindo o corte de 0,5 ponto percentual das últimas reuniões.
Para as próximas decisões, a autoridade monetária sinalizou que deve repetir a dose de redução de juros, mas demonstrou preocupação com o ambiente externo. Por que o Copom passou um recado um pouco mais cauteloso? Isso muda a expectativa de juros caindo até 9,25% no ano que vem?
Entenda também:
O debate sobre a meta fiscal no Brasil
Juros (mais uma vez) em pausa nos EUA
Mercado de trabalho americano esfria aos poucos
Economia europeia no vermelho
No minuto 12:28, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica como os dados de mercado de trabalho americano mexeram com as expectativas para os juros nos EUA.
Se pouco tempo atrás havia, entre vários analistas, o receio de uma recessão nos Estados Unidos, os dados do crescimento do PIB americano no 3º trimestre divulgados na semana passada afastam essa possibilidade.
A economia dos EUA cresceu quase 5% em termos anualizados. Mas mesmo com a atividade econômica forte e inflação longe da meta, o Federal Reserve (o banco central do país) deve optar por uma pausa na alta dos juros na reunião desta semana. Por quê?
Entenda também:
No minuto 05:11, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, analisa os riscos da decisão do Fed de reduzir os juros americanos gradualmente.
Você sabia que a dívida pública global, que considera quanto os governos devem a seus credores, encontra-se hoje no nível mais alto dos últimos 72 anos (excluindo o período de pandemia)? O tema preocupa. Está difícil para a maior parte dos países equilibrar as finanças públicas, como disse poucos dias atrás uma autoridade do Fundo Monetário Internacional (FMI).
O que explica tamanho endividamento? Quais podem ser os riscos para o mundo?
Entenda também:
No minuto 09:14, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica como os investidores receberam os dados de crescimento da China.
A trégua da inflação brasileira durou pouco. Depois de alcançar um piso perto de 3% em junho, no mês passado, a alta dos preços voltou a superar os 5% no acumulado de 12 meses. E a perspectiva não é boa. Em 2024, a inflação deve seguir nessa toada. Por quê?
Entenda também:
- Conflito em Israel longe de uma solução
- Fala de membros do Fed mexe com juros futuros
- Inflação americana de setembro mostra persistência
No minuto 05:29, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, explica por que a inflação acima da meta é uma preocupação para o Banco Central.
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