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Notícias vindas dos Estados Unidos chacoalharam o mercado nos últimos dias – e em nível global. O ativo mais relevante do mundo (título público americano) foi para as alturas e mexeu com os juros futuros de outras regiões, levando países a reverem suas listas de grandes desafios econômicos.
O que está acontecendo com os juros americanos? Por que isso deixa a economia global em alerta?
Entenda também:
Economia global a passos lentos
Indústria brasileira estagnada
No minuto 09:56, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica o que está por trás das preocupações dos investidores e do movimento de alta dos juros americanos.
Que os juros brasileiros seguirão em queda, isso parece certo. O Banco Central já promoveu dois cortes de 0,5 ponto percentual na Selic (levando a taxa para 12,75%) e sinalizou que esse será o ritmo de redução nas duas reuniões que restam em 2023.
A questão agora é: quão rápido e para qual nível a Selic vai cair?
Entenda também:
No minuto 04:49, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, explica por que o PIB brasileiro está aquecido, mesmo com os juros elevados.
Aumentaram as chances de os juros americanos permanecerem elevados por mais tempo. Na semana passada, o banco central americano sinalizou que deve promover um novo aumento na taxa básica dos EUA até o fim de 2023 e indicou, por meio das projeções dos membros da instituição, que os juros devem ficar acima de 5% até o fim de 2024.
Por que o ciclo de aperto monetário em território americano deve se estender?
Entenda também:
- Por que a Selic não deve ter cortes maiores que 0,5 p.p. em 2023
- O alívio na inflação do Reino Unido e a pausa nos juros
No minuto 11:54, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa como os investidores receberam as sinalizações do Fed sobre os juros e explica como o possível shutdown, nos EUA, pode afetar os mercados.
A Europa está vivendo um dilema. Se de um lado a inflação segue acima da meta do Banco Central Europeu (que elevou os juros na semana passada), de outro a economia da região dá sinais claros de fraqueza.
Há risco de recessão? Até quando a autoridade monetária deixará os juros em seu nível recorde?
Entenda também:
- Selic rumo aos 12,75%
- Nos EUA, uma possível pausa na alta dos juros
No minuto 06:07, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, analisa como o Banco Central Europeu deve conduzir a política de juros diante da desaceleração da economia.
Este é o áudio da live Visão Global, transmitida em 13 de setembro de 2023 no canal do C6 Bank no YouTube. Caso queira ver o vídeo, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=2fxTcIVA_YI.
A pandemia e os eventos geopolíticos recentes esquentaram o debate em torno de uma possível “desglobalização” – a reversão da integração econômica que moldou o mundo no século 20. O que muda para as empresas? O investidor deve se preocupar?
Quem responde a essas e outras perguntas é Gabriela Santos, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management. Ela conversa com Claudia Moreno, economista do C6 Bank. Outros tópicos do bate-papo: alta do petróleo, valorização das empresas ligadas a inteligência artificial e expectativas para a próxima decisão de juros nos EUA.
O Visão Global é um encontro periódico que promovemos com o J.P. Morgan Asset Management para discutir o que mexe com a economia global e os mercados.
Importante: caso você seja um produtor de conteúdo e queira reproduzir o conteúdo da conversa acima no seu veículo de comunicação, pedimos que antes solicite autorização ao C6 Bank.
A produtividade da economia brasileira vai mal. Os dados mostram que a capacidade do país de gerar riqueza a partir de seu capital humano está paralisada. A indústria, em especial, tem encontrado dificuldade para alcançar números positivos.
O que explica isso? Por que o Brasil não consegue ser mais eficiente?
Entenda também:
- Produção industrial de julho em queda
- A alta no preço do petróleo
- O fortalecimento do dólar
No minuto 12:27, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa o avanço da produtividade nos Estados Unidos e a contribuição da tecnologia para o crescimento da economia.
A economia brasileira teve, na primeira metade deste ano, o melhor semestre desde 2020. Dados divulgados pelo IBGE na sexta-feira passada mostram que o PIB do país avançou bem mais do que a maior parte do mercado previa – mas próximo à nossa expectativa.
O que fez a economia crescer nos últimos meses? Dá para esperar desempenho semelhante para o segundo semestre?
Entenda também:
No minuto 04:42, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, analisa o que esperar para a economia brasileira em 2024.
A Alemanha, grande motor da economia europeia, não é mais a mesma. O principal país da zona do euro tem dado sinais de perda de fôlego, especialmente na indústria, pilar histórico do crescimento alemão.
Dados recentes mostram que o setor industrial da Alemanha só esteve pior em 2020, na pandemia, e em 2008, na crise financeira mundial. Por que a economia alemã está em marcha lenta e quais os impactos disso para a Europa?
Entenda também:
- Arcabouço fiscal: arrecadar é preciso
- Inflação brasileira volta a subir
No minuto 07:12, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa o discurso do presidente do Fed no simpósio de Jackson Hole e fala sobre o crescimento surpreendente das empresas de tecnologia nos EUA.
A crise econômica na Argentina ganhou um novo capítulo. Javier Milei, candidato que se autodenomina "anarcocapitalista", venceu as prévias das eleições presidenciais, deixando para trás os dois mais tradicionais partidos argentinos.
Para combater uma inflação que já chega a 113% ao ano, uma das grandes promessas de Milei é dolarizar a economia, o que significaria acabar com o peso argentino e adotar o dólar como moeda oficial. O político também fala em fechar o banco central da Argentina.
Seria a moeda americana a solução para os problemas do país vizinho?
Entenda também:
- China em ritmo decepcionante
- Reino Unido e o desafio da inflação
- Brasil com desemprego em queda
No minuto 06:28, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, explica o que aconteceu com o Equador, país que adotou o dólar como moeda oficial em 2000.
Seja para quem pretende viajar para o exterior ou investir em mercados de outros países, a trajetória do dólar é um assunto de interesse.
Nas últimas semanas, a moeda americana passou por grande volatilidade: chegou a ser cotada em R$ 4,73, mas recentemente ganhou força e voltou a se aproximar da casa dos R$ 4,90.
O movimento dos últimos dias levantou a seguinte questão: como deve ficar o câmbio brasileiro diante da mudança no cenário global de juros e de inflação? Para onde vai o dólar, no médio prazo?
Entenda também:
- Ata do Copom reforça ritmo de queda da Selic no Brasil
- IPCA: inflação de serviços no radar
No minuto 09:38, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, fala sobre a inflação dos EUA e sobre as preocupações dos investidores em relação ao crescimento da China.
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