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Com a queda (generosa) da Selic em 0,5 ponto percentual na semana passada, a atenção se volta agora para o ritmo no qual a taxa básica de juros brasileira vai ser reduzida à frente.
O sinal dado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) é o de que cortes da mesma magnitude estão por vir.
O que isso significa para a economia do país e especialmente para a inflação?
Entenda também:
- No Reino Unido, juros ainda em alta
- Mercado de trabalho aquecido nos EUA
No minuto 05:57, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, explica por que a inflação de serviços está elevada no Brasil e como isso é uma preocupação para o Banco Central.
Este é o áudio da live Visão Global, transmitida no dia 2 de agosto de 2023 no canal do C6 Bank no YouTube. Caso queira ver o vídeo, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=dIXd2ykqTBc
Até quando os juros nos Estados Unidos vão permanecer em nível elevado? De que forma isso impacta as bolsas e os seus investimentos?
A inflação tem recuado nos EUA. Em junho, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) foi para 3%, contra os 4% registrados em maio.
Apesar da trégua, o quadro inflacionário ainda é de atenção, já que o mercado de trabalho aquecido continua pressionando o
Outro tema de destaque na economia global, as altas temperaturas já presentes no hemisfério Norte e a chegada do El Niño (que pode ser um dos mais intensos das últimas décadas) acendem o alerta no campo econômico. Teme-se que as ondas de calor pelo mundo afetem as safras de grãos, o que impactaria o preço dos alimentos e, consequentemente, os índices de inflação. Será que o El Niño vai trazer de volta o fantasma da inflação global?
Na China, a economia está perdendo a força. No segundo trimestre, o PIB chinês avançou apenas 0,8%. O desafio está posto: após décadas de um crescimento fomentado pelo governo chinês, a segunda maior economia do mundo tenta agora crescer impulsionando o consumo doméstico. Quais são as chances de sucesso da China? O PIB global será afetado?
E qual é o impacto desses eventos globais sobre seus investimentos?
Quem responde a essas e outras perguntas é Gabriela Santos, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management. Ela conversa com Claudia Moreno, economista do C6 Bank.
O Visão Global é um encontro periódico que promovemos com o J.P. Morgan Asset Management para discutir o que mexe com a economia global e os mercados. A live é transmitida no YouTube.
Importante: caso você seja um produtor de conteúdo e queira reproduzir o conteúdo da conversa acima no seu veículo de comunicação, pedimos que antes solicite autorização ao C6 Bank.
A inflação brasileira está em campo negativo, um quadro atípico para o Brasil. Os preços ao produtor, em especial, estão lá embaixo (em queda recorde), um sinal de que os preços que chegarão ao consumidor serão menores – pelo menos os de bens industriais e os de alimentos.
Seria esse o passaporte para uma queda generosa da Selic? Faz sentido esperar que a taxa básica da economia brasileira caia de 13,75% para 13,25% já nesta semana?
Entenda também:
Fim do ciclo de alta de juros nos EUA?
A surpresa positiva do PIB americano
Na Europa, juros sem corte à vista
No minuto 11:27, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa a alta das bolsas americanas e o otimismo dos investidores quanto ao cenário de juros nos EUA.
Os sinais de perda de fôlego da China estão ficando, cada vez mais, evidentes. Dados recentes reforçam que a segunda maior economia do mundo está enfrentando grande dificuldade para crescer de forma sustentável, sem o empurrão do governo.
Ficou no passado a força do dragão chinês? O país deixará de ser o motor da economia global?
Entenda também:
A Ucrânia e o desafio dos grãos
Reino Unido com inflação abaixo do previsto
Brasil tal qual Suécia?
No minuto 07:29, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, fala sobre o alto desemprego entre os jovens chineses e como isso é um obstáculo para o crescimento do país asiático.
A inflação brasileira deu uma trégua. A variação dos preços entre maio e junho foi negativa, um movimento que não ocorria desde setembro do ano passado, quando o corte de impostos sobre combustíveis puxou o IPCA para baixo. Agora, a inflação acumulada em 12 meses está na casa dos 3%, bem abaixo do pico de 12% de abril de 2022.
Seria esse alívio um sinal verde para promover cortes generosos na Selic? A missão do Banco Central de controlar os preços foi cumprida?
Entenda também:
PIB mais forte e dólar em alta em 2023
Os pontos polêmicos da reforma tributária
Inflação em queda nos EUA
No minuto 13:38, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica por que o alívio da inflação nos Estados Unidos impulsionou as bolsas de valores na semana passada.
A reforma tributária está no centro do debate econômico. Na semana passada, a Câmara aprovou a proposta que promete simplificar o sistema de impostos brasileiro. A transição para o novo regime será longa e ainda há detalhes para serem acertados. Mas o texto aprovado já nos dá boas pistas de como deverá ser a tributação do consumo no país.
Quais mudanças a reforma propõe? E por que o Brasil precisa tanto – e há tanto tempo – de um novo regime de impostos?
Entenda também:
- Mais juros à vista em território americano
- Desemprego em 3,6% nos EUA
No minuto 08:16, o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, reflete sobre as ineficiências do sistema atual de impostos que afetam a operação das empresas e a distribuição de recursos na economia.
O Comitê de Política Monetária (Copom) optou, na semana passada, por manter a taxa básica de juros brasileira em 13,75% ao ano, confirmando as expectativas. A surpresa ficou por conta da ausência de um sinal que muitos esperavam – o de corte na Selic já para agosto.
Por que não houve um aceno concreto em direção à queda? Quando é que o Banco Central começará a cortar os juros no Brasil?
Entenda também:
- As alterações no texto do novo marco fiscal
- Reforma tributária em tramitação
- Juros acima das expectativas no Reino Unido
- O discurso de Powell ao Congresso dos EUA
No minuto 07:31, a economista Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, comenta o que esperar do encontro do Conselho Monetário Nacional (CMN), marcado para esta semana. "Se o CMN mudar a meta de inflação (para 2024 e 2025) ou mudar o horizonte para cumprimento da meta, o Banco Central terá espaço para antecipar o corte da Selic"
Como esperado, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) decidiu manter a taxa básica de juros americana no nível atual. Mesmo com a inflação elevada no país, a autoridade monetária optou por uma pausa para avaliar os efeitos do aperto promovido até aqui – em apenas 15 meses, os juros saíram de 0% para 5% (limite inferior) nos EUA.
Mas quanto tempo o Fed deixará a taxa estacionada? E quantas altas vêm pela frente?
Veja também:
Juros em alta na Europa
Um sinal de início de corte da Selic
Nota de crédito brasileira em perspectiva positiva
No minuto 12:21, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa a reação dos investidores à decisão do Fed de pausar a alta dos juros, nos EUA: “Os mercados têm se concentrado na possibilidade e de um ‘soft landing’, ou seja, na perspectiva de os EUA evitarem uma recessão. Mas ainda existem riscos para a economia americana”
Quem acompanha o noticiário econômico provavelmente notou que a Argentina tem estado cada vez mais presente nas manchetes. A razão está nos números – se em junho do ano passado 1 dólar equivalia a 120 pesos argentinos, hoje é preciso desembolsar 245 pesos para comprar 1 dólar. O poder de compra da população está corroído, e a taxa básica de juros do país é a maior entre as 20 principais economias do mundo (G20).
Afinal, o que está acontecendo no país vizinho? E como a situação da Argentina afeta o Brasil?
Entenda também:
Inflação baixa no Brasil, por enquanto
As diretrizes para a reforma tributária
No minuto 07:21, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura de internacional na equipe econômica do C6 Bank, fala sobre o problema cambial na Argentina e as diferentes cotações do dólar, do “dólar Malbec” ao “dólar Netflix”
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