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As decisões de política monetária (política de juros) pautaram os últimos dias. No Brasil, a taxa básica ficou na mesma – e elevada – posição. Nos Estados Unidos, houve aumento pela nona vez consecutiva. No Reino Unido, assim como na zona do euro uma semana antes, também houve acréscimo nos juros.
Como interpretar essas decisões? Por que o Fed e as autoridades europeias não apontaram para uma redução dos juros, dada a turbulência no setor financeiro? E por que manter a Selic em 13,75%? É o que você vai entender neste episódio.
No minuto 07:26, a economista Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, explica por que o Brasil tem o juro real mais alto do mundo.
No minuto 13:06, Gabriela Santos, do J.P. Morgan Asset Management, analisa o movimento nos mercados globais: “Os bancos centrais continuam subindo juros, mas os investidores já começaram a precificar cortes nos EUA”.
Este é o áudio da live Visão Global, transmitida no dia 20 de março de 2023 no canal do C6 Bank no YouTube. Caso queira ver o vídeo, clique aqui: https://www.youtube.com/live/ryKXNAN7eFk?feature=share
A cena econômica na maior economia do mundo ganhou novos contornos.
Se até duas semanas atrás a expectativa era de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pudesse elevar os juros a um nível acima do indicado inicialmente por ele mesmo, agora há analistas esperando que a autoridade monetária comece a reduzir a taxa básica de juros ainda neste ano. A razão para isso ganhou as manchetes nos últimos dias: a quebra de dois bancos regionais em território americano.
Se a questão se agravar nos EUA, teria o Fed de cortar os juros mesmo diante de uma inflação ainda resistente? Qual seria o impacto disso para as outras economias do mundo e para os mercados? Como ficam seus investimentos?
Quem responde a essas e outras perguntas é Gabriela Santos, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management. Ela conversa com Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank.
Importante: caso você seja um produtor de conteúdo e queira reproduzir o conteúdo da conversa acima no seu veículo de comunicação, pedimos que antes solicite autorização ao C6 Bank.
Os últimos dias foram de turbulência nos mercados. A razão, a essa altura, você já sabe. A quebra de bancos regionais nos Estados Unidos – seguida de uma crise que levou um dos maiores bancos suíços a receber apoio do banco central da Suíça – despertou a aversão ao risco entre os investidores.
Diante desse cenário, para onde vão os juros americanos? A crise lá de fora pode interferir na taxa básica de juros brasileira?
Entenda também:
- A inflação persistente nos EUA
- O avanço dos juros na zona do euro
- O aumento do desemprego no Brasil
No minuto 06:58, a economista Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, explica como esses momentos de insegurança global podem mexer com a inflação e a política monetária em território brasileiro.
A atenção está voltada para o mercado de trabalho dos Estados Unidos. Dados recentes mostram que o emprego continua em alta em território americano, com contratações acima do nível pré-pandemia, aumento de salários e taxa de desemprego ainda perto da mínima histórica.
Isso importa muito para o futuro dos juros americanos (e, quase sempre, para o futuro de outras economias também). Quer saber por quê?
Neste episódio do Macro Review, entenda também:
- A tendência (temporária) de baixa do IPCA
No minuto 7:45, a economista Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica como o avanço dos juros nos EUA afeta as outras economias do mundo.
No minuto 11:49, Gabriela Santos, do J.P. Morgan Asset Management, analisa o movimento nos mercados globais: “Na China, as metas econômicas decepcionaram; nos EUA, as expectativas de juros oscilaram muito”.
O PIB brasileiro teve um bom crescimento em 2022 e, neste primeiro trimestre de 2023, deve apresentar um crescimento robusto (ou, podemos até dizer, extraordinário). Mas o que esperar para médio e longo prazo?
O que dizer da capacidade do país de gerar riqueza? Neste episódio, entenda também:
- A perda de fôlego no mercado de trabalho brasileiro
- A persistência da inflação na zona do euro
No minuto 07:55, a economista Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, explica a relação entre o envelhecimento da população e o crescimento potencial do Brasil.
Sabe aquele respiro que moedas como euro, iene e libra esterlina tiveram ante o dólar recentemente (do segundo semestre de 2022 até o início deste ano)? É bem provável que não vejamos a continuidade disso. A moeda americana voltou a se valorizar e deve permanecer forte. Por quê?
Neste episódio, analisamos esse cenário e mais:
- A melhora da atividade econômica na Europa
- Os obstáculos à queda da inflação no Brasil
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management
No minuto 06:51, a economista Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica por que o mercado de trabalho aquecido nos EUA mantém o dólar forte.
No minuto 13:40, Gabriela Santos, do J.P. Morgan Asset Management, analisa o movimento nos mercados globais: “Um ano depois do começo da guerra na Ucrânia, o cenário econômico na Europa é de expectativa de crescimento e aumento de juros para controlar a inflação ainda alta na região”.
Quando olhamos para os países que compõem o G7 (grupo das sete economias mais avançadas do mundo), ninguém se encontra em situação pior do que o Reino Unido. Como se não bastassem a pandemia, a escassez de gás, a inflação, a alta de juros e as estripulias fiscais, os britânicos têm ainda que enfrentar as amargas consequências do que eles mesmos pediram: o Brexit.
Como a sexta maior economia do mundo vai sair dessa?
Neste episódio, refletimos sobre o que tem dado errado no Reino Unido e mais:
- A persistência da inflação americana
- O presidente do Banco Central do Brasil e a mudança da meta
No minuto 08:00, a economista Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica por que o Brexit é um dos fatores que dificultam a queda da inflação no Reino Unido.
Esquentou, nos últimos dias, o debate sobre a mudança da meta de inflação, regime criado há mais de 20 anos para controlar a alta dos preços e preservar o valor da moeda brasileira.
Diante da crescente percepção de que a meta de 2023 e dos próximos anos não será cumprida, o que deveria ser feito? Mudar a meta? Se sim, quais os riscos?
No episódio de hoje, refletimos sobre isso e mais:
- O resultado do IPCA de janeiro
- Nossa nova projeção para a Selic
- A expectativa do mercado para os juros dos EUA
No minuto 07:17, a economista Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, explica por que a alteração da meta de inflação exige um arcabouço fiscal sólido.
No minuto 15:11, Gabriela Santos, do J.P. Morgan Asset Management, analisa o movimento nos mercados globais: “Dados mais positivos vindos de China e Europa indicam que, possivelmente, o pior da desaceleração da economia global já passou”.
Os últimos dias foram de decisão de política monetária nos EUA, na zona do euro e no Brasil. Os ajustes nas taxas básicas de juros ocorreram conforme o esperado, com alta lá fora e manutenção aqui. Agora, o momento é de analisar os efeitos sobre as economias e as expectativas.
Teria o Fed exagerado nos aumentos? Se sim, qual é o problema? E no Brasil, até quando os juros ficam altos? Na zona do euro, o Banco Central Europeu (BCE) disse que as altas continuam.
Entenda também:
- Por que o superávit das contas públicas brasileiras não deve durar
- A revisão (para cima) da estimativa de crescimento para o PIB global
No minuto 07:06, a economista Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica por que os juros americanos devem continuar altos por um bom tempo.
Ficou menos sombrio o cenário para a economia global. Notícias vindas das principais economias do mundo nas últimas semanas reduziram, de forma significativa, os riscos de uma recessão global.
Neste episódio, analisamos as novas perspectivas para o crescimento mundial e mais:
- A piora (de novo) das expectativas de inflação no Brasil
- O debate sobre a moeda comum de Brasil e Argentina
No minuto 7:25, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, explica por que – mesmo com as notícias positivas na Europa, na China e nos Estados Unidos – o mundo deve continuar crescendo pouco.
No minuto 14:05, Gabriela Santos, estrategista de Mercados Globais do J.P. Morgan Asset Management, analisa os temas que pautaram a conversa entre investidores nos últimos dias: “Estamos vendo o melhor início de ano nos mercados globais em mais de duas décadas.”
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