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Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) está no foco. É grande a expectativa de investidores para saber se os juros americanos voltarão a cair na próxima reunião da autoridade, em setembro.
Há sinais indicando caminhos distintos para os juros. No entanto, o discurso de Jerome Powell, presidente do Fed, na última semana parece ter aberto a porta para a flexibilização das taxas.
Em paralelo a isso tudo, segue a pressão da Casa Branca por juros mais baixos nos Estados Unidos.
Para qual direção o banco central americano pode pender?
No minuto 05:45, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, também fala sobre as oportunidades de investimento diante dessa expectativa por cortes de juros nos EUA.
Entenda, ainda, sobre o aumento da inflação no Reino Unido.
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
O euro vive um bom momento em 2025. Desde o início do ano, a moeda europeia ganhou força frente a outras divisas, como o iene, a libra e, sobretudo, o dólar.
Esse movimento reflete, em grande parte, fatores que não estão diretamente ligados à economia europeia, mas a perspectiva de melhora do crescimento da zona do euro nos próximos anos tem tido um peso importante.
O que está por trás, afinal, da valorização do euro?
No minuto 06:14, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, também explica a relação dos juros com o desempenho das moedas pelo mundo.
Entenda, ainda:
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
As tarifas de 50% para o comércio com os EUA passaram a valer na última semana. As empresas brasileiras que endereçavam seus produtos para lá já sentem os efeitos do custo mais elevado das exportações.
Vale lembrar, no entanto, que muito mudou nos últimos dias. Cerca de 700 produtos brasileiros estão fora da cobrança extra – o que é uma boa notícia –, mas a piora na relação comercial com a maior economia do mundo ainda é um ponto de preocupação.
No fim das contas, qual deve ser o impacto real das tarifas para a economia brasileira? No minuto 05:27, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil na equipe econômica do C6 Bank, fala sobre a possibilidade de novas sanções dos EUA sobre países que importam energia da Rússia — uma medida que pode afetar o Brasil.
Entenda, ainda:
- Um corte de juros no Reino Unido, apesar da inflação elevada.
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano na reunião da última semana.
A pausa veio após sete elevações consecutivas — mas um corte ainda parece estar longe do radar do Banco Central.
No comunicado, a autoridade monetária seguiu com um tom firme, refletindo preocupações com as expectativas de inflação desancoradas (acima da meta), o mercado de trabalho bastante aquecido e as novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil.
Diante de um cenário reconhecidamente mais incerto, o que esperar da Selic nos próximos meses?
Entenda também:
- Nos EUA, trajetória dos juros em aberto;
- PIB menor e inflação controlada na Europa;
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management.
No minuto 09:03, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, faz uma análise sobre a decisão de juros do Fed e de vários dados econômicos dos Estados Unidos que saíram na última semana, além dos impactos das tarifas de importação.
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
Dados recentes sugerem um menor fluxo de imigrantes nos Estados Unidos, o que deve reduzir a oferta de mão de obra no país.
Dessa forma, o mercado de trabalho americano pode não esfriar como era esperado – e sem isso, o espaço para cortes de juros ficará pequeno.
Como a política do governo americano para conter a imigração irregular pode afetar a economia dos EUA?
Entenda também:
- Juros em pausa na Europa;
- Tarifas de 50% para o Brasil podem começar nesta semana;
- Arrecadação maior não alivia preocupações fiscais no Brasil.
No minuto 05:35, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, fala sobre o impacto das tarifas de importação na inflação dos Estados Unidos.
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
Com o empurrão de ventos externos, a inflação brasileira está tendo uma melhora nos últimos meses. A valorização do real e a queda na cotação de produtos básicos (como grãos e petróleo) ajudaram a promover um refresco para o IPCA.
Mas a melhora pode ser de fôlego curto. A economia aquecida e os riscos para o dólar devem manter a inflação brasileira sob pressão.
O que esperar daqui em diante?
Entenda também:
- Volta do IOF e os problemas fiscais de longo prazo;
- Inflação americana sem trégua;
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management.
No minuto 10:20, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, faz uma análise dos dados da inflação americana e explica como as tarifas comerciais e os rumores sobre a sucessão do presidente do banco central dos Estados Unidos estão impactando os mercados.
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
O governo americano anunciou tarifas de importação de 50% sobre produtos brasileiros. A previsão é de que a nova alíquota comece a valer em 1º de agosto.
Com o efeito sobre a produção e a exportação do país, parte do crescimento do PIB está em jogo.
Quais as consequências do aumento da tensão comercial entre Brasil e EUA para a economia brasileira?
Entenda também:
- Inflação fora da meta e a resposta do Banco Central.
No minuto 06:15, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, traz uma perspectiva do efeito das tarifas para outros países.
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
Nas últimas semanas, o ambiente político brasileiro foi tomado pelas discussões de medidas que envolvem a necessidade do governo de cumprir o arcabouço fiscal – ou seja, de que a conta entre despesas e receitas públicas fique de acordo com a regra em 2025.
Mas a verdade é que, muito além das discussões de curto prazo, existe um problema contratado para o futuro. Devemos nos tornar um país cada vez mais endividado ao longo dos próximos anos.
Quais os impactos do desarranjo fiscal para o Brasil?
Entenda também:
- Inflação europeia na meta, finalmente;
- O que os dados de emprego revelam sobre o ritmo de crescimento dos EUA;
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management.
No minuto 10:22, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, faz um balanço do comportamento dos mercados na primeira metade do ano e coloca em perspectiva todos os assuntos que causaram altos e baixos nos ativos no exterior.
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
A economia dos EUA está perdendo temperatura. Diferentes indicadores que acompanham a atividade econômica sugerem que o ritmo de crescimento do PIB caiu pela metade desde o ano passado.
A desaceleração gradual poderia ser sinal de um pouso suave da economia americana, mas para que a aterrisagem seja tranquila, a inflação deveria também esfriar – e é aí que mora o problema.
Como os EUA vão lidar com o quadro de economia mais fraca e inflação acima da meta?
Entenda também:
- Ata do Copom reforça recado de cautela e de Selic em pausa.
No minuto 06:40, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, faz um panorama das discussões sobre o corte de juros nos Estados Unidos e sobre a nomeação do próximo presidente do Federal Reserve.
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:
O Banco Central elevou a taxa Selic para 15%, o maior patamar desde 2006.
Com uma taxa tão elevada, é natural questionar quando virá o alívio. Existe uma expectativa entre parte dos agentes de mercado de que a queda de juros poderia ocorrer entre o fim de 2025 e o começo de 2026.
Mas a julgar pela mensagem do BC e pelas expectativas de inflação, é possível que leve mais tempo para que a Selic comece a descer degraus. Como ler o cenário à frente?
Entenda também:
- Juros em pausa nos EUA e a nova mensagem do Fed;
- No Reino Unido, a flexibilização gradual dos juros continua;
- O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management.
No minuto 09:50, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, analisa dois fatores que influenciaram os ativos financeiros na última semana: a tensão no Oriente Médio e a decisão de política monetária nos EUA.
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