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Novos investimentos abriram o mundo do agronegócio para pessoas comuns. A partir de R$ 100, você pode entrar em fundos de investimento que compram terras, grãos e ferrovias, ou comprar títulos do agro. O segundo episódio da série “Muito além da porteira” investiga como bilhões de reais estão sendo movimentados por pessoas físicas. A ideia de que “o Brasil alimenta o mundo” serve para atrair dinheiro e evitar qualquer explicação sobre o agravamento do cenário de fome, inflação e concentração de terras.
A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação usadas neste episódio, está disponível em nosso site.
Você já entrou no canal do Prato Cheio no Telegram? Ele é nosso fórum de discussão sobre o podcast, onde a gente também manda bastidores e curiosidades sobre a produção dos episódios e divulga com antecedência tudo que estamos fazendo. Aliás, pro Prato Cheio seguir produzindo conteúdo independente e de qualidade, a gente precisa da sua ajuda. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue a Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
Exclusivo. Uma longa investigação revela como o agronegócio e o mercado financeiro se uniram. O crescimento vertiginoso do volume de negócios, na casa de centenas de bilhões de reais, já tem impactos sobre terras indígenas, a agricultura familiar, a produção e o preço dos alimentos. Essa série especial do Joio, em quatro episódios, conta por que o futuro é sombrio. E o que pode ser feito. No primeiro episódio, vamos atrás das origens desse casamento.
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No coração da Amazônia, a alimentação de comunidades ribeirinhas passa por uma mudança importante. Comida industrializada chega, alimentos tradicionais vão embora. Entre as causas da transição pode estar um dos principais programas de combate à desigualdade do Brasil. A ciência explica como chegamos até aqui e o que pode ser feito para reverter a situação.
Esta temporada do Prato Cheio tem o apoio do Instituto Serrapilheira. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação usadas neste episódio, está disponível em nosso site.
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Cobb 500 ou Ross 308: qual foi o frango que você comeu esta semana? Pouco importa onde você comprou, qual a marca, quando. Os frangos produzidos pela avicultura de precisão são basicamente uma cópia de matrizes controladas por três empresas. Nesse episódio, a gente explica como foram desenvolvidas as aves que permitiram fornecer frango barato à população mundial, mas com impactos ambientais e muitos problemas de bem-estar animal. Esse frango acelerado, que nasce e morre em no máximo 42 dias, já não tem quase nenhuma semelhança com nossas galinhas caipiras, e se transformou numa máquina que converte ração em carne.
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Doko: quatro letrinhas que mudaram a história do Brasil. Quatro letrinhas que você provavelmente nunca ouviu falar. A soja doko, desenvolvida pela Embrapa nos anos 70 e 80, foi uma inovação improvável: um grão originário de climas temperados aprendeu a se desenvolver no Cerrado. Casada com o boi, a soja abriu o caminho para o milho e tudo o que veio em seguida, com a devastação de imensas áreas e uma alteração drástica nos rumos sociais, ambientais e políticos do país.
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De ouro branco da colônia a sinônimo de problema, o açúcar está na história do Brasil. Há quem diga que o reino dele está com os dias contados, mas, até onde a vista alcança, não existem sucessores prontos para ocupar o lugar. Adoçantes, açúcares mirabolantes e novos aditivos tentam cumprir a promessa. Sem sucesso. E agora, o que será do futuro do açúcar?
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Hoje, no mundo, existem mais garrafas plásticas do que gente, do que mamíferos, prédios, carros, e mais garrafas do que tudo isso junto. Garrafas que, na maior parte das vezes, não serão coletadas e recicladas. Terminarão sua vida útil em pedaços, em algum canto desse planeta, junto com outras embalagens plásticas da Coca-Cola, Nestlé, Pepsico, Unilever - algumas das maiores poluidoras do mundo. Nesse episódio explicamos o que a ciência já sabe sobre o impacto de toda essa sujeira e as alternativas ao plástico.
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O ambiente à nossa volta influencia a maneira como comemos muito mais do que parece. A abundância da oferta de um determinado tipo de alimento, em detrimento de outros, importa muito mais do que a capacidade de escolha individual. Nesse episódio do Prato Cheio, partimos em uma viagem imersiva pelo ambiente alimentar, um conceito que pesquisadores utilizam para explicar como o mundo ao redor determina nossas escolhas alimentares.
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Descobertas científicas recentes jogaram luzes sobre os primeiros 1.000 dias de vida, que passaram a ser conhecidos como uma janela de oportunidades fundamental. Nada disso passou despercebido pelas corporações de várias áreas, que chegaram trazendo um caminhão de produtos para explorar medos e ansiedades de uma fase naturalmente delicada para mães e pais. Fabricantes de fórmulas infantis mostram que não aprenderam nada com os erros do passado, e mais uma vez adotam estratégias que podem afetar a saúde de recém-nascidos.
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Está cada dia mais difícil defender a pecuária tradicional. O sofrimento dos animais, os impactos ambientais e as doenças contagiosas são um pedregulho no sapato dos produtores de carne. Mas a solução pra isso tudo pode estar surgindo dentro de laboratórios e startups que prometem a mesma carne de sempre, mas sem os problemas de sempre. Será que é isso mesmo?
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