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Neste episódio, nós nos perguntamos: quando o autocuidado vira, na verdade, autocobrança? Partindo das nossas vivências e da escuta clínica, refletimos sobre como o discurso do bem-estar tem se transformado em mais uma exigência de desempenho. A psicanálise nos ajuda a distinguir o gesto genuíno de cuidado daquele que apenas repete uma norma social.
Nesse episódio, refletimos sobre o quanto é difícil sustentar coerência num mundo que recompensa a aparência. E o quanto a hipocrisia, muitas vezes, se veste de boas intenções para manter privilégios intactos. Para tanto, contamos com a participação da nossa querida amiga psicanalista Jaquelyne Rosatto Melo (@conversadepsicanalista).
Nesse episódio, conversamos sobre os riscos do isolamento.
A partir das ideias de Freud e Winnicott, refletimos sobre como o afastamento pode ser, às vezes, necessário - mas, quando se torna modo de existir, deixa de ser proteção e vira adoecimento. Isolar-se permanentemente é tentar negar aquilo que nos constitui desde sempre: a nossa condição relacional.
Dá o play e vem pensar com a gente sobre o que nos sustenta... e o que nos adoece.
Vivemos tempos em que sentir virou quase um excesso. No episódio de hoje, discutimos o empobrecimento afetivo da vida contemporânea: pessoas que não se comovem, que evitam o sofrimento a qualquer custo, que trocam o silêncio pela performance constante. A partir de Freud, Ferenczi, Winnicott e Byung-Chul Han, conversamos sobre como resistir à indiferença generalizada e por que, apesar de tudo, ainda vale a pena se afetar.
Um menino de 13 anos comete um crime brutal. Mas a pergunta que atravessa a série Adolescência (Netflix) não é quem fez isso?, e sim como permitimos que isso acontecesse?
Nesse episódio, atravessamos o silêncio que precede o ato, o terror ao feminino descrito por Freud e Klein, e a ausência de escuta que marca nossa relação com os adolescentes. A partir da teoria de Winnicott, discutimos como a ausência de um ambiente suficientemente bom pode levar à atuação - quando o sofrimento, sem acolhimento, não encontra palavra e vira gesto.
Esse episódio não é sobre uma série. É sobre todos nós. Sobre o que ainda não sabemos dizer. E sobre a urgência de aprender a escutar - antes que o silêncio se transforme em tragédia.
Por que comemorar importa? Nesse episódio, falamos sobre o valor dos rituais, das pequenas celebrações e da marcação do tempo - na vida, na clínica e na cultura. De Freud a Byung-Chul Han, passando por Klein e Winnicott, refletimos sobre como a comemoração pode ser uma forma de sustentar a existência, reconhecer conquistas e dar sentido ao que vivemos.
Nesse episódio, falamos sobre a capacidade de contemplação e como ela se perdeu em meio à hiperatividade do mundo contemporâneo. Com ajuda de Byung-Chul Han, Freud, Klein e Winnicott, discutimos o impacto da aceleração do tempo na subjetividade e a importância do ócio para a criatividade e a saúde mental. Também refletimos sobre como políticas públicas podem (ou não) contribuir para que o pensamento não seja engolido pela lógica da produtividade. No fim, deixamos uma provocação: você ainda consegue olhar para o nada sem se sentir culpado?
Nesse episódio, recebemos a dra. Bruna Reús, médica endocrinologista, para uma conversa sobre “o império da magreza”.
Discutimos sobre o culto ao corpo magro, a febre da semaglutida e os efeitos psíquicos dessa busca incessante por um ideal inalcançável - um papo crítico e necessário sobre saúde, desejo e a relação entre corpo e psicanálise.
Neste episódio, discutimos um dos pilares fundamentais da psicanálise: a formação contínua. Afinal, o que significa, de fato, se formar como psicanalista? Falamos sobre o estudo rigoroso, a imersão na teoria e a importância de um percurso que vai além das leituras isoladas, passando pela supervisão e pela análise pessoal.
Também compartilhamos detalhes sobre os nossos grupos de estudo (seminários teóricos), que acontecerão no primeiro semestre de 2025, como parte desse compromisso com a transmissão séria e aprofundada da psicanálise.
Nesse episódio, comentamos algumas partes do livro "Sobre desistir", de Adam Phillips (2024), e exploramos como o ato de abrir mão pode ser mais libertador do que imaginamos.
Entre reflexões psicanalíticas e exemplos cotidianos, discutimos o que significa realmente desistir.
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