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“Um homem bom” é o novo romance de Waldomiro J. Silva Filho, escritor, filósofo e professor da Universidade Federal da Bahia. Ele tem uma extensa produção acadêmica e também é autor de “Os dias”, seu romance de estreia.
Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dele. Waldomiro conta sobre o processo de escrita de “Um homem bom”, seu primeiro romance pela Companhia das Letras, que conta a história de um sobrevivente da ditadura militar brasileira.
Por fim, ele participa de um jogo de perguntas e respostas que revela sua personalidade e suas preferências literárias.
Confira os livros e autores mencionados neste episódio:
A. P. Tchekhov
É isto um homem? – Primo Levi
Elegias de Duíno – Rainer Maria Rilke
História de uma vida – Aharon Appelfeld
José Saramago
O desaparecimento dos rituais – Byung-Chul Han
O operário em construção – Vinícius de Moraes
O palácio da memória de Matteo Ricci – Jonathan D. Spence
Os anéis de Saturno – W. G. Sebald
Os dias – Waldomiro J. Silva Filho
Patti Smith
Rumo à estação Finlândia – Edmund Wilson
Sándor Márai
Tabacaria – Fernando Pessoa
Tudo que é sólido desmancha no ar – Marshall Berman
Um homem bom – Waldomiro J. Silva Filho
Vidas secas – Graciliano Ramos
Obras como a Bíblia e a Odisseia, de Homero, são incontornáveis na tradição literária ocidental. Neste episódio, a Rádio Companhia recebe o tradutor dessas obras do grego antigo para o português: Frederico Lourenço, professor da Universidade de Coimbra, em Portugal, e romancista, autor de Pode um desejo imenso.
Lourenço também é o tradutor de Poesia completa, de Horácio, lançamento da Companhia das Letras em edição bilíngue latim-português.
Em 2016, Lourenço recebeu o prêmio Pessoa pela distinção de seu trabalho – e, a partir desse ofício extenso e minucioso, ele aproximou os cânones dos falantes da língua portuguesa.
A apresentação do podcast é de Stéphanie Roque.
Confira os livros e autores citados no episódio:
Arte poética – Horácio
Bíblia, vol. I (Novo testamento: Os quatro Evangelhos), tradução de Frederico Lourenço
Bíblia - volume II (Novo testamento: Apóstolos, Epístolas, Apocalipse), tradução de Frederico Lourenço
Bíblia - volume III (Antigo Testamento: Os livros proféticos), tradução de Frederico Lourenço
Bíblia - volume IV (Antigo Testamento: Os livros sapienciais), tradução de Frederico Lourenço
Bíblia - volume V (Antigo Testamento: Os livros históricos), tradução de Frederico Lourenço
Bíblia - volume VI (Antigo Testamento: Pentateuco), tradução de Frederico Lourenço
Bucólicas – Virgílio
Eneida – Virgílio
Evangelhos apócrifos: gregos e latinos, tradução de Frederico Lourenço
Ilíada – Homero
Geórgicas – Virgílio
La prosa d'arte antica – Eduard Norden
Novo testamento: Cartas de Paulo
Novum testamentum graece (Nestle-Aland)
Odisseia – Homero
Os detetives selvagens – Roberto Bolaño
Pode um desejo imenso – Frederico Lourenço
Poesia completa – Horácio
Septuaginta (mais antiga tradução para o grego da Bíblia hebraica)
Vulgata (tradução da Bíblia para o latim)
“Ensino à distância” é o livro de estreia da poeta e tradutora Ana Guadalupe na Companhia das Letras. Ela é autora dos elogiados “Relógio de pulso” e “Preocupações” e traduziu mais de quarenta livros.
Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dela. Ana fala sobre sua nova obra, que investiga a relação entre o “eu” e o “outro" e reflete sobre a experiência de ser estrangeira em Buenos Aires, na Argentina, onde morou durante seu processo de escrita. Por fim, a escritora participa de um jogo de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade e suas preferências literárias.
Confira os livros e autores mencionados neste episódio:
26 poetas hoje – org. Heloisa Buarque de Hollanda
Alice Sant'Anna
Ana Martins Marques
Angélica Freitas
Bruna Beber
Caixa 19 – Claire-Louise Bennett
Ensino à distância – Ana Guadalupe
Navalhanaliga – Alice Ruiz
Paulo Leminski
Preocupações – Ana Guadalupe
Relógio de pulso – Ana Guadalupe
É preciso coragem para encarar dilemas e dores familiares – e ainda mais para elaborar esses temas em livros. Neste episódio, Stéphanie Roque conversa com dois autores que escolheram a literatura como forma de entrar em contato com as fragilidades, as intimidades e os não ditos que estruturam uma família.
Natalia Timerman é autora do romance “Antes que apague”, lançamento da Companhia das Letras que conta sobre uma relação entre mãe e filha diante do diagnóstico de Alzheimer da mãe.
Julián Fuks escreveu o romance “A resistência", vencedor de prêmios como Jabuti e Saramago. Nele, o autor vai ao passado da própria família, exilada pela ditadura militar argentina. No seu livro seguinte, “A ocupação”, Julián elabora as várias formas de ocupação que podem ocorrer em uma família.
Confira os livros e autores mencionados neste episódio:
A ocupação – Julián Fuks
A resistência – Julián Fuks
As pequenas chances – Natalia Timerman
As pequenas virtudes – Natalia Ginzburg
Anna Kariênina – Liev Tolstói
Antes que apague – Natalia Timerman
Anton Pavlovitch Tchekhov
Capitães da areia – Jorge Amado
David Copperfield – Charles Dickens
Diários – Franz Kafka
Escrita em movimento – Noemi Jaffe
Eu escreve: dilemas das escritas de si – org. Gabriela Aguerre e Natalia Timerman
Nossa vingança é o amor – Cristina Peri Rossi
O avesso da vida – Philip Roth
O coração do dano – María Negroni
O curioso caso de Benjamin Button – F. Scott Fitzgerald
W. G. Sebald
“Verão na névoa” é o primeiro livro de não ficção de Michel Laub, escritor veterano na Companhia das Letras. Ele é autor de nove romances pela editora – entre eles, o consagrado “Diário da queda". Agora, ele lança um misto de ensaio cultural e memória que aborda temas como desejo, morte e passagem do tempo.
Neste episódio, Michel conta sobre o processo de escrita do livro, suas referências e as diferenças entre escrever ficção e não ficção. Além disso, ele fala sobre como se tornou um escritor e revela suas preferências literárias em um jogo rápido de perguntas e respostas.
Confira os livros e autores mencionados neste episódio:
Agatha Christie
A montanha mágica – Thomas Mann
Diário da queda – Michel Laub
Fiódor Dostoiévski
Guerra e paz – Liev Tolstói
J. M. Coetzee
Mestres Antigos – Thomas Bernhard
O náufrago – Thomas Bernhard
O nome da rosa – Umberto Eco
O ouriço e a raposa – Isaiah Berlin
Passeio com o gigante – Michel Laub
Renato Russo
Solução de dois Estados – Michel Laub
Verão na névoa – Michel Laub
W. G. Sebald
O Brasil tem longa tradição de tentar se explicar e se entender. Na política, na economia, na cultura, ecoa a pergunta: quem somos nós? E quem está explicando o Brasil hoje?
Os livros são um bom ponto de partida para responder essas perguntas. Neste episódio especial da Rádio Companhia, gravado ao vivo na Feira do Livro, Stéphanie Roque conversa com duas autoras que dedicaram boa parte da vida a pensar o país: a psicóloga, ativista e escritora Cida Bento e a historiadora, antropóloga e escritora Lilia Moritz Schwarcz. Elas contam sobre suas referências e refletem sobre os principais intérpretes do Brasil hoje.
Confira os livros mencionados no episódio:
Afeto e autoritarismo – org. Bader Sawaia, Renan Albuquerque e Flávia Busarello
A integração do negro na sociedade de classes – Florestan Fernandes
Amada – Toni Morrison
Ao vencedor as batatas – Roberto Schwarz
Aos pés da letra – Gregorio Duvivier
A queda do céu – Davi Kopenawa e Bruce Albert
Carta a minha filha – Maya Angelou
História de uma vida – Aharon Appelfeld
Memórias de um sargento de milícias – Manuel Antônio de Almeida
O avesso da pele – Jeferson Tenório
Onda negra, medo branco – Celia Maria Marinho de Azevedo
O pacto da branquitude – Cida Bento
Os crimes da paixão – Mariza Corrêa
Quotidiano e poder – Maria Odila Leite da Silva Dias
Raízes do Brasil – Sérgio Buarque de Holanda
Sobre o autoritarismo brasileiro – Lilia Moritz Schwarcz
Triste fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto
“Crime no Copan” é a obra de estreia do escritor e jornalista Victor Bonini na Companhia das Letras. O romance policial parte de uma noite trágica, quando dois crimes acontecem em meio ao aniversário de 60 anos do edifício mais emblemático de São Paulo, e revela uma rede de segredos que atravessa gerações.
Neste episódio, Victor conta sobre o processo de escrita do livro, além de refletir sobre como se tornou um escritor. Ele também revela suas principais referências literárias em um jogo rápido de perguntas e respostas.
Confira os livros e autores mencionados neste episódio:
Crime e castigo – Fiódor Dostoiévski
Crime no Copan – Victor Bonini
E não sobrou nenhum – Agatha Christie
Harry Potter – J.K. Rowling
Manhunt – Gretchen Felker-Martin
Mariana Enríquez
O casamento – Victor Bonini
Quando ela desaparecer – Victor Bonini
Um crime adormecido – Agatha Christie
Entre duas gerações, dois polos, o inverno e o mar. Neste episódio, Stéphanie Roque entrevista pai e filha: os navegadores Amyr e Tamara Klink.
Aos 29 anos, Amyr Klink fez a primeira travessia solitária a remo do Atlântico Sul. Um ano depois, publicou “Cem dias entre céu e mar” – best-seller que será reeditado em julho pela Companhia das Letras, com novo projeto gráfico.
Mas a mais longa das viagens de Amyr Klink aconteceu em 1989, quando passou um inverno na Antártica, aprisionado no gelo. Na mesma viagem, ele decidiu também conhecer o Ártico – e, assim, escreveu o livro “Paratii entre dois pólos”.
Foi justamente o Ártico que, décadas depois, recebeu sua filha. Entre 2023 e 2024, aos 27 anos, Tamara Klink tornou-se a primeira mulher a passar o inverno sozinha no Ártico – invernagem que ela descreveu no lançamento da Companhia das Letras, “Bom dia, inverno". Antes disso, aos 24 anos, ela já tinha se tornado a brasileira mais jovem a atravessar o Atlântico sozinha, travessia que deu origem ao livro “Nós”.
Confira os livros e autores citados no episódio:
A lua vem da Ásia – Campos de Carvalho
Bom dia, inverno – Tamara Klink
Cem dias entre céu e mar – Amyr Klink
Coleção Mer et Aventure
Desventuras em série – Lemony Snicket
Dom Quixote – Miguel de Cervantes
Férias na Antártica – Laura, Tamara e Marininha Klink
Grande sertão: veredas – João Guimarães Rosa
La longue route – Bernard Moitessier
Linha d’água – Amyr Klink
Nós – Tamara Klink
Odisseia – Homero
O mundo de Sofia – Jostein Gaarder
Paratii entre dois polos – Amyr Klink
Tamata et l’alliance – Bernard Moitessier
Terrapreta – Rita Carelli
The Strange Last Voyage of Donald Crowhurst – Nicholas Tomalin e Ron Hall
Unverfügbarkeit – Hartmut Rosa
“O dono e o mal” é o primeiro romance do escritor, tradutor e roteirista Bruno Ribeiro publicado pelo Grupo Companhia das Letras. O lançamento da Alfaguara conta a saga de uma família negra que tenta sobreviver no Brasil da ditadura militar até a atualidade. É uma história multifacetada, que transita entre a realidade, o sobrenatural e o caos.
Bruno também fala sobre o processo de elaboração e descoberta do livro, além da sua necessidade de ter uma “obsessão” pelo processo literário para viabilizar a escrita. Por fim, ele participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revela suas principais referências literárias.
Confira os livros e as obras mencionados neste episódio:
A metamorfose – Franz Kafka
A montanha mágica – Thomas Mann
Amada – Toni Morrison
Dom Casmurro – Machado de Assis
Fiódor Dostoiévski (obra)
Frankenstein – Mary Shelley
Grande sertão: veredas – João Guimarães Rosa
O dono e o mal – Bruno Ribeiro
O elefante desaparece – Haruki Murakami
O mestre e Margarida – Mikhail Bulgákov
Samanta Schweblin (obra)
Ulysses – James Joyce
Gregorio Duvivier é fascinado pela língua portuguesa e tem olhado para ela de perto. No livro “Aos pés da letra”, lançado há pouco pela Companhia das Letras, o ator e escritor vai muito além do que está ao pé da letra. Em verbetes, ele revisita palavras do cotidiano de jeitos surpreendentes, com humor e leveza.
Gregorio está em turnê com a peça “O céu da língua” e também é autor de livros como “Sonetos de amor e sacanagem”, “Put some farofa” e “Ligue os pontos”, publicados pela Companhia. Neste episódio da Rádio Companhia, ele demonstra o olhar cuidadoso que tem para a língua e discute sua importância para a construção da identidade nacional.
A apresentação é de Stéphanie Roque.
Confira as obras e os autores citados no episódio:
Ai Se Sesse – Zé da Luz
António Lobo Antunes
Aos pés da letra – Gregorio Duvivier
Apátridas – Alejandro Chacoff
Escrever é humano – Sérgio Rodrigues
Francisco Alvim
Glauco Mattoso
Ilíada – Homero
João Cabral de Melo Neto
José Saramago
Latim em pó – Caetano Galindo
Ligue os pontos – Gregorio Duvivier
Miguel Esteves Cardoso
Na ponta da língua – Caetano Galindo
O idioma materno – Fabio Morábito
Os Lusíadas – Luís de Camões
Paulo Henriques Britto
Pensar com as mãos – Marília Garcia
Poeta chileno – Alejandro Zambra
PT, uma história – Celso Rocha de Barros
Put some farofa – Gregorio Duvivier
Ricardo Araújo Pereira
Romeu e Julieta – William Shakespeare
Sacred Emily – Gertrude Stein
Sócrates
Sonetos de amor e sacanagem – Gregorio Duvivier
Sophia de Mello Breyner Andresen
Te dou minha palavra – Noemi Jaffe
Tem um cabelo na minha terra! – Gary Larson
Uma palavra – Chacal
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