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  • França: Nicolas Hulot demite-se em directo
    A demissão surpresa de Nicolas Hulot, ministro de Estado da Transição Ecológica e Solidária do governo francês, Emmanuel Macron confrontado com a realidade geopolítica de um mundo em que a Europa não poderá contar de agora em diante com os Estados Unidos, a emergência da extrema-direita, dos nacionalismos e dos xenopfobismos na Europa ocidental,os patrões franceses pedem ao governo para que este prossiga as suas reformas, Titi, aliàs Thierry Henry, não será treinador do Bordeaux. Eis alguns dos focos de actualidade nos jornais de terça-feira.
    4 min
  • Reformas sociais de Macron não convencem franceses
    Os principais destaques dos jornais franceses vão da  política interna francesa, passando pela Europa dividida, os dissabores do Papa Francisco até ao ébola na RDC. 
    Frente ao muro social, título de LIBÉRATION, ilustrado pela foto do presidente Macron. Poder, de compra, emprego, pobreza… uma sondagem da Viavoice, afirma que dois terços dos franceses consideram que o presidente francês não está a fazer o suficiente para reduzir as desigualdades.  Macron, pode, no entanto, contar com o apoio duma franja de 34% da população que partilha os fundamentos macronistas quanto a soluções no quadro da luta contra as desigualdades.
    Após o escândalo Benalla e os debates sobre a reforma constitucional, a situação económica e social em França tem todas as chances de se tornar no próximo campo de batalhas entre a maioria e as oposições, acrescenta LIBÉRATION.
    Por seu lado L’HUMANITÉ,  titula,  sobre o primeiro ministro Édouard Philippe que dispara um arsenal antissocial. Da super-austeridade a pressões sobre o poder de compra, o PM quer ser o actor que provoca o efeito de choque.
    Apresentando as grandes orientações do orçamento para 2019, Édouard Philippe, aposta na austeridade e ataca o poder de compra do agregado familiar francês e os empregos subsidiados. Pelo caminho haverá uma redução de funcionários.
    O PM está a fazer a prova dos  9 que o presidente Macron prossegue firme o seu caminho de desmantelamento do modelo social francês, acrescenta, L’HUMANITÉ.
    Preocupante aumento de violência nas pessoas, titula, LE FIGARO. Há todos os dias em França cerca de mil agressões referenciadas pelas autoridades.  O número de agressões sexuais explodiu  no primeiro semestre, com recurso nomeadamente a facas e punhais, o que preocupa a polícia francesa. Os actores que estão no terreno descrevem comportamentos mais impulsivos e  é mais rápida, a passagem a vias de facto, nota, LE FIGARO.
    Em relação à actualidade mais global, Europa: a marcha contrariada de Macron, titula LE MONDE. O  chefe de Estado, retoma, por uma visita, a partir de amanhã, a Copenhaga, o seu périplo por capitais da União, que tinha iniciado logo a seguir à sua eleição.
    Defensor duma refundação do projecto europeu, Macron, tem dificuldades em convencer os principais parceiros da França. O Presidente francês, gostaria de reunir à sua volta o campo eurófilo, frente ao presidente húngaro, Victor Orban, que deseja agregar os eurocépticos. O momento ainda não chegou para uma grande Europa, considera o primeiro ministro dinamarquês, Rasmusssen, que justifica a sua política anti imigrantes, nota LE MONDE.
    O mesmo vespertino prefere-se ainda à  pedofilia: o Papa e a conspiração do silêncio. O Papa Francisco revisitou os escândalos que sacodem a Igreja católica, durante a sua visita a Irlanda, pedindo perdão pelos abusos cometidos, sem anunciar sanções.
    Mas um representante do campo conservador ao Vaticano, acusa o soberano Pontífice de ter encoberto os culpados e apelou à sua demissão. O autor desta acusação é o arcebispo emérito, Carlos Maria Vigano, ex-Núncio do Vaticano, em Washington. Segundo o prelado, o Papa, teria sido informado desde 2013  dos actos de pedofilia do cardeal americano, McCarrick.
    O mesmo LE MONDE, refere-se ainda ao Papa defendendo a psiquiatria para crianças com tendências homossexuais, respondendo a um jornalista no final da sua visita a Irlanda. Quando isso se manifesta desde a infância, há muitas coisas que se pode fazer pela psiquiatria para se ver como são as coisas.
    É uma outra coisa quando tal se manifesta depois dos 20 anos. Direi, que o silêncio nunca será um remédio. Ignorar o seu filho ou a sua filha que tem tendências homossexuais é culpa da paternidade ou da maternidade, acrescentou o Papa, citado por LE MONDE.
    Por seu lado, LA CROIX, titula, Roingas, a impossibilidade de um regresso. Um ano depois do êxodo dos rohingas fugindo atrocidades do exército birmano, a situação deles permanece hirto no tempo do exílio.
    Continuam fugindo o genocídio e as esperanças de um milhão deles refugiados no Bangladesh poder regressar vai diminuindo, nota LA CROIX.
    O mesmo jornal, assim como a generalidade da imprensa francesa referem-se igualmente à morte do senador americano de John McCain. A morte de John McCain, um republicano, contra Trump, sublinha L’HUMANITÉ, enquanto é o desaparecimento de um herói de guerra americano, tanto para LA CROIX como para LE FIGARO.
    Enfim, sobre a África, o mesmo LE FIGARO, destaca Ébola na RDC: o número vai duplicar, o que preocupa Gwenola Séroux, dos Médicos sem fronteiras, afirmando que a situação naquele país africano já é complicada.
    6 min
  • França: acto terrorista ou loucura?
    Com a proximidade do fim das férias estivais a França das lides políticas volta a estar em destaques. Acto terrorista ou de loucura, tal é a questão que se colocam as autoridades francesas depois de um indivíduo ter atacado a facada a sua mãe e irmã, no oeste da região parisiense. Washington e Pequim prosseguem a guerra das tarifas alfandegárias. Trump irrita os sul-africanos ao acusar o gverno de Pretória de expropriar os agricultores brancos das suas terras, sem indemnização. O campeão do mundo Hugo Lloris relata a sua epopeia.Estes são alguns focos de actualidade nos jornais de sexta-feira.
    5 min
  • Partidos políticos em França à procura de novas ideias
    As primeiras páginas dos diários franceses continuam a estar dominadas por problemas que antigos colaboradores do presidente Donald Trump têm com a justiça americana e a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China.
    Vidas difíceis, titula, LIBÉRATION, referindo-se à destabilização de Donald Trump, pela condenação de 2 dos seus antigos conselheiros, a poucos meses das eleições intercalares de novembro. Michael Cohen, admitiu ser culpado de 8 crimes de que é acusado e reconheceu sobretudo ter pago o silêncio de mulheres que foram para a cama com Donald Trump.
    Paralelamente era indiciado por crime de fraude fiscal, Paul Manafort, ex-director de campanha do presidente americano. Pode-se sservir dos problemas que Cohen tem com a justiça para accionar o processo de destituição do presidente?
    É o congresso que decide e os republicanos têm a maioria nas duas câmaras, a menos que haja uma grande vitória dos democratas nas eleições intercalares de novembro, acrescenta LIBÉRATION. 
    Dificuldades judiciárias voltam a mergulhar Trump na tormenta, replica LE FIGARO. A 10 semanas das legislativas intercalares, a batalha política está envenenada. A presidência Trump está cercada por escândalos judiciários.  Eu penso que a palavra destituição vai definir as legislativas e é inevitável que os democratas coloquem legitimamente esta questão, escreve LE FIGARO, citando um reublicno crítico de Trump.
    Mudando de assunto mas ainda sobre os Estados, LA CROIX, titula sobra a arma das sanções americanas. Donald Trump e o Congresso multiplicam as medidas de retorsão comerciais e políticas sem remorsos em relação aos seus aliados. São sanções americanas ao serviço da America first.
    Ontem os Estados Unidos implementaram sanções económicas contra a Rússia. São sanções que visam inimigos como aliados do Tim Sam. Mas segundo um investigador do Instituto Hudson, Benjamin Haddad, os Estados Unidos deveriam pôr-se a pau sobretudo em relação à réplica da China, escreve LA CROIX.
    Por seu lado, L’HUMANITÉ, titula, Salah Hamouri, um ano de prisão arbitrária. Várias personalidades como o secretário gerla da CGT, o filósofo Etienne Balibar ou o médico Rony Brauman, denunciam  o futuro reservado por Israel a este jovem advogado franco-palestiniano. 
    Preso há um ano por Israel, tudo se passa numa opacidade sem precedentes e até hoje as autoridades francesas nunca pediram oficialmente a libertação do advogado, nota L’HUMANITÉ.
    Em relação à França LE MONDE, titula, partidos políticos à procura de novas ideias. Numa altura em que decorrem as chamadas universidades de verão, momentos de reflexão partidária, e com as eleições europeias no horizonte, formações políticas tentam renovar um discurso  caduco.
    Destabilizados pela irrupção de Macron, responsáveis políticos procuram inspiração em certos intelectuais ou em países vizinhos. O fosso que sepra as elites globalizadas e as classes populares sedentárias tornou-se num tema recorrente entre o partidos Os Republicanos.
    A União Nacional, ex-frente nacional considera por seu lado que stá habitada pelo movimento telúrico que atravessa a Europa. O Partido socialista consulta os seus jovens e o LRM no poder está a reflectir sobre uma linha política que o permita definir mais claramente o progressismo do presidente Macron, acrescenta LE MONDE.
    Enfim, L’HUMANITÉ, destaca o tempo em que a África negra pôde pensar comunista, para se referir ao livro Cegonhas são imortais, do romancista  Alain Mabanckou, subtilmente, autobiográfico, traçando a sua história familiar que se entrelaça com a do Congo-Brazaville, onde nasceu.
    Ele analisa, à altura duma criança brilhante, o destino do continente africano, “mais complicado que uma teia de aranha” com o colononialismo seguido do nascimento das nações comunistas africana, conhecendo de cor os textos de Marx, Engels e Lenine, ao mesmo tempo que recorda assassínios políticos de Lumumba, Thomas Sankara ou Ruben Um Nyobè, acrescenta, L’HUMANITÉ.
    5 min
  • Presidente Macron decidido a continuar com as reformas
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas  por assuntos de política interna, exceptuando LE MONDE que  destaca os problemas que dois ex-conselheiros de Donald Trump estão a ter com a justiça americana. 
    LE MONDE, titula, Donald Trump destabilizado por dificuldades judiciárias de dois ex-colobaradores do seu círculo mais próximo. As declarações à justiça do seu ex-advogado e a condenação do seu antigo director de campanha  fragilizam o presidente americano. O advogado Michael Cohen admitiu ontem ter “comprado” o silêncio de duas mulheres que declararam ter tido relações sexuais com Trump.
    Segundo Cohen, os pagamentos durante a campanha foram feitos por odens de Trump e com a intençao de influenciar as eleições de 2016. A condenação, por fraudes, de Paul Manafort ex-director de campanha de Trump, aconteceu no mesmo dia.
    Uma condenação ainda parcial de Manafort por um júri popular, que vem dar credibilidade a investigações do procurador especial, Robert Mueller que deitaram abaixo manipulações do antigo lobbysta, nota LE MONDE. O mesmo vespertino acrescenta que um dos actuais advogados de Trump, Rudy Giuliani replicou num comunicado que não há nenhuma alegação de actos  repreensíveis contra o presidente nas acusações contra Michael Cohen.
    Ainda no internacional, LE FIGARO, dá relevo à Venezuela e os venezuelanos que fogem em massa ao regime de Maduro. 3 milhões de venezuelanos fugiram do seu país desde a chegada ao poder de Hugo Chavez em 1999. Este êxodo tem consequências cada vez mais importantes na América latina.
    O Brasil, Peru, Equador, Colômbia ou Chile são afectados face à crise da chegada de nicaraguenses e venezuelanos. O Brasil está a ter sérias dificuldades em gerir milhares de venezuelanos que fogem o caos na Venezuela, nota LEFIGARO.
    A nível de política francesa, Macron, confrontado com os desafios de ano político pós-férias dificil, é o principal título do jornal LE FIGARO. Depois dum Verão marcado pelo escândalo Benalla, teve lugar hoje o primeiro conselho de ministros pós-férias.
    O chefe de Estado quer marcar a sua intenção em manter o ritmo das reformas, o que chama a transformação do país. Seguro de desemprego, pensões de reforma, plano pobreza, défices públicos ou instituições, sublinha LE FIGARO.
    Por seu lado, L’HUMANITE, titula, Frutos e legumes de qualidade, são um luxo para as camadas populares. E são os mais modestos as primeiras vítimas de diabetes e obesidade e frequentadores dos restaurantes da sopa dos pobres.
    A luta de classes tem igualmente lugar no prato dos franceses. Para colmatar estas dificuldades L’HUMANITE, organiza com o partido comunista vendas solidárias com as camadas populares a um preço mais acessível a frutos e legumes tidos como produtos de luxo para o povo.
    Férias ecológicas entre o sonho e a realidade, replica em titulo LA CROIX. Mas na prática a oferta e a procura de turismo responsável em França nem sempre se passa como os francenses sonharam, porque são privilegiados públicos que defendem valores ecológicos que praticam já no dia a dia, sublinha, LA CROIX.
    Também LIBÉRATION, titula sobre o turismo mas médico. Próteses de ancas na Tailândia, implantes capilares na Turquia ou cirurgia estética na Roménia, os cuidados de saúde tornaram-se um negócio globalizado. Os franceses procuram esses países, porque os preços são mais acessíveis  e os prazos de consulta são mais reduzidos, acrescenta LIBÉRATION.
    Enfim sobre a África, LE FIGARO, dá relevo à Etiópia em plena revolução política. Chegado ao poder em abril, o novo primeiro ministro, Abiy Ahmed sacode, sem diplomacia, o mundo político.
    Liberaliza os meios de comunicação social. Liberta centenas de prisioneiros, retira da lista de movimentos terroristas 3 organizações da etnia dos oromos e aproxima-se do irmão inimigo eritreu.
    Em 3 semanas são retomadas as relações diplomáticas e as linhas aéreas e telefónicas com a Eritreia que estavam cortadas há 20 anos, acrescenta LE FIGARO.
    5 min
  • Emmanuel Macron não mudará de estratégia
    A Igreja perante pedofilia. Emmanuel Macron que decide manter a sua política.Os milhões de empregos que a França perderá nos próximos anos devido à inteligência artificial.Paris frente aos consumidores de crack. Imran Khan sonha em criar um novo Paquistão. As sanções americanas ameaçam a economia russa,em curso de recuperação. Os GAFA têm cada vez mais negócios à parte. No seu novo filme "Blackkklansman",o cineasta Spike Lee, ajusta contas com os adeptos da supremacia branca. Asia Argento tornou-se a acusadora acusada. Eis os focos de actualidade, nas edições de terça-feira.
    5 min
  • França: partidos perante conjuntura
    Com o fim das férias políticas os partidos franceses começam a pensar nas eleições europeias de 2019. Homenagem ao antigo secretário-geral da ONO Koffi Annan um homem de paz . Figura da extrema-direita americana, ex-conselheiro de Donald Trump,Steve Bannon com uma Europa dos Estados-Nações. Matteo Salvini é a indecência no poder na Itália.A Grécia deixa de estar sob tutela económica da União Europeia. Emmanuel Macron perante as dificuldades do equilíbrio financeiro.
    5 min
  • Imprensa destaca morte de Aretha Franklin, raínha do soul
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões de sociedade, política internacional e a morte da raínha do soul americano, Aretha Franklin.
    LIBÉRATION, titula, Aretha Franklin, Respect ! A raínha do soul morreu ontem com a idade de 76 anos. O Reino de Aretha Franklin foi o som e o seu soul, uma voz inscrita na lenda de dezenas de sucessos e que guindou bem alto as causas do feminismo e dos direitos cívicos, nota LIBÉRATION.  
    Aretha Franklin, gospel, soul e direitos cívicos, replica, LA CROIX.  Os seus primeiros passos foram dados nos coros de  igrejas e aos 9 anos já gravava os 2 primeiros discos sob a batuta do pai reverendo. Inspirou o grande sucesso Respect, de Ottis Redding, que adoptou como seu hino pessoal. Um hino de libertação, afirmação feminista e provocação sexual, o grito de uma mulher negra, o som duma época. Tornou-se um símbolo politico, um ícone dos direitos cívicos  e uma estrela mundial, nota LA CROIX.
    Por seu lado, LE MONDE, destaca, Aretha Franklin, a alma do soul, a raínha do soul, morta a 16 de agosto em Detroit no Michigan, recordando a sua passagem pelo Palácio dos desportos de Paris em 1977. Aretha Franklin, imperatriz das músicas da alma, filha de reverendo e admiradora de Ray Charles, encantou então o público parisiense, sublinha LE MONDE.
    Para LE FIGARO, é a voz do soul que se calou. Filha de um pastor e duma cantora de goslpel, a artista Aretha Franklin, ganhou 18 Grammies Awards e era considerada como uma das maiores intérpertes de todos os tempos. Morreu aos 76 anos, mas deixa muitos sucessos musicais nomeadamente com grandes vozes como Frank Sinatra, Elton John ou George Michael, acrescenta LE FIGARO.
    O soul perde a sua raínha, Aretha Franklin, relança L’HUMANITÉ, que, no entanto, faz o seu principal título, com atenção perigo, cultura de economia. Multiplicam-se os gritos de alarme em defesa da cultura, donde o estado sai com pezinhos de lã. 
    Em relação à política internacional, a crise estalou na Turquia, escreve, LA CROIX. A crise monetária actual, agravada  pelas sanções americanas, traz à luz do dia as fraquezas estruturais da economia turca.
    A Turquia é um país muito dependente dos financiamnetos externos e apesar de um crescimento económico de 7,4%, quando esmiúçada encontra-se muitas fragilidades. Com a queda da moeda nacional, o poder de compra dos turcos ficou amputado pelo aumento dos preços e para  poder conservar um tal crescimento os turcos vivem endividados e acima das suas posses, nota LA CROIX.
    Venezuela: Maduro manda prender vários altas patentes militares, no quadro do inquérito sobre o atentado com drones de 4 de agosto. O Presidente Maduro denunciou um conluio da direita e reiterou que o atentado teve a marca de terroristas treinados por paramilitares colombianos, acrescenta LE MONDE.
    O mesmo vespertino, refere-se igualmente à África, e o Mali, onde o presidente Ibrahim Boubacar Keita, ganhou as eleições mas está enfraquecido. O presidente eleito tem pela frente o pesado fardo de unir os malianos e as comunidades, depois, que o seu adversário, Soumaila Cissé, contestou a sua derrota e apelou os malianos a levantar-se contra a ditadura da fraude.
    Enfim, uma nota futebolística, com L’ÉQUIPE, a destacar a continuação de transferências de jogadores nas varias equipas francesa, com incertezas em Nantes ou prioridade central de Lyon que para  reforçar a sua defesa está disposto a fazer o maior investimento da sua história, com a venda de 8 jogadores por um montante de 70 milhões de euros.
    4 min
  • Itália: luto e polémica após drama de Génova
    A Itália em luto após o desmonoramento da ponte Morandi em Génova. O braço de ferro entre a Turquia e os estados Unidos que levou à queda da lira turca. A Air France recruta um presidente canadiano que deverá enfrentar os problemas sociais que afectam a companhia aérea francesa. Em França a reforma da colecta dos dos impostos é considerada arriscada para o executivo. Os lucros das empresas cotadas na bolsa de valores parisiense não rimam com a criação de empregos.O Real Madrid marca passa no início da época.Eis alguns focos de actualidade, nos jornais de quinta-feira.
    5 min
  • Tragédia em Itália e dramas em Malta e nos Estados Unidos
    Apesar de ser feriado hoje, em França, a imprensa – em papel ou digital – dava grande destaque a dois temas : A queda duma ponte, em Génova, e a decisão tomada por Malta, de deixar atracar o "Aquarius" com 141 migrantes a bordo, para  serem encaminhados para vários países europeus.
    E do outro lado do Oceano Atlântico, a justiça norte - americana acusa 300 sacerdotes católicos de pedofilia. Mais de mil crianças foram agredidas sexualmente, entre 1940 e os anos 2000, e a Igreja católica é acusada de ter escondido os factos.
    4 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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