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Revista de Imprensa episodes

  • Luta intensa entre Macron e Trump na ONU
    Os jornais desta quarta-feira dão sobretudo destaque à luta de poderes entre os Presidentes francês Emmanuel Macron e norte-americano Donald Trump.
    "ONU: Macron critica a lei do mais forte de Trump", eis o título do vespertino "Le Monde". O Presidente francês Emmanuel Macron na sua declaração, na Assembleia das Nações Unidas, apelou ao desenvolvimento do multilateralismo, defendeu o papel da ONU, denunciou o isolacionismo, e pediu que as negociações prosseguem com o Irão.
    O oposto completo do Presidente norte-americano Donald Trump que, após ter defendido um balanço positivo do seu mandato, o melhor de sempre, defendeu que a globalização nega a soberânia dos países, atacou o Irão cujos dirigentes estão a semear o caos, a morte e a destruição pedindo aos outros países para isolarem o Governo iraniano, e acabou acusando os países exportadores de petróleo de subirem o preço do barril de forma artificial.
    Nos jornais desta quarta-feira os outros assuntos também em destaque são a lei francesa sobre a Bioética, o futuro do navio Aquarius, e o percurso dos dois treinadores portugueses na Ligue 1, Leonardo Jardim e Miguel Cardoso.
    6 min
  • Pedofilia na Igreja e Valls em Barcelona
    A pedofilia na igreja é um dos destaques do Le monde de hoje. Porque é que os casos em França aparecem a conta-gotas? PMA, GPA e fim de vidas preenchem igualmente as páginas dos jornais com o comité consultivo de ética francês a publicar as suas conclusões sobre a lei da bioética, que deverá ser analisada em 2019.
    Manuel Valls, o ex primeiro-ministro francês, troca França por Espanha, ao tentar a sua sorte à autarquia de Barcelona. E sorte é o que tem faltado ao português Miguel Cardoso, treinador do Nantes, cada vez mais isolado.
    Confira aqui.
    5 min
  • Macron quer conquistar câmara de Paris em 2020
    As primeira páginas dos jornais nacionais estão dominadas por assuntos franceses e europeus.
     
    Le MONDE, titula, Emmanuel Macron prepara a conquista de Paris. O chefe de Estado acompanha de perto os preparativos da eleição municipal  na capital, em 2020.
    Um escrutínio-chave para o macronismo político. Vários membros do governo deram conta das suas ambições na corrida à câmara municipal de Paris, mas ainda o presidente não se pronunciou.
    Benjamim Griveaux, é o persistente, seguido de Mounir Mahjoubi, enquanto Edouard Philippe, primeiro-ministro, deixa pairar a dúvida no ar sobre as suas intenções. Enfraquecido pela demissão do seu primeiro adjunto, Bruno Juillard, a actual presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo, defende a sua recandidatura apostando nos desafios ecológicos, nota LE MONDE.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, Orçamento 2019, trabalho de amador. O projecto de lei de finanças apresentado esta segunda-feira visa cumprir as promessas de Macron sem beliscar muito o poder de compra jogando com um crescimento modesto.
    Entre os macronistas há o grande medo do que aconteceu com o ex-presidente Hollande. Apesar de um índice de popularidade que se aproxima dos níveis do seu predecessor, Macron pode contar com a mobilização dos seus apoios que consideram que o mais difícil já ficou para trás, acrescenta LIBÉRATION.
    L’HUMANITÉ, titula, sobre o percurso de finalistas dos liceus para a entrada nas Universidades que põe a nú o fracasso da política governamental. O primeiro balanço não passa dum rol de mentiras; a realidade é que muitos desses finalistas são vitimas desse sistema selectivo, um sistema que cria segregação em relação a famílias populares, acrescenta L'HUMANITÉ.
    Mudando de assunto e a nível internacional, China/Vaticano?, é a pergunta em título do jornal, LA CROIX. Pequim e Santa Sé anunciaram no sábado a assinatura de um acordo provisório relacionado com a nomeação de bispos. Uma primeira etapa duma reaproximação após 60 anos de bloqueios, nota LA CROIX.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, Ariane, um sucesso europeu combatido pela América. Ariane 5 deve desloca amanhã à noite para a sua centésima missão. Uma consagração para este foguetão que propulsou a Europa para o primeiro lugar do mercado de lançadores de satélites mas que doravante entrou em concorrência com a SpaceX, a estrela americana de lançamentos espaciais de Elon Musk.
    Enfim, LE MONDE, dá relevo à Uniao europeia que aposta no Egipto para reduzir o numero de migrantes. Bruxelas insiste numa possível cooperação reforçada com o Cairo que exclui no entanto o acolhimento de centros de desembarque de migrantes.
    O Egipto já anunciou que se tiver que haver uma cimeira, ela será forçosamente sobre as migrações. Desde o início do ano  chegaram à Europa,  100 mil migrantes de África e sobretudo houve 1700 mortos, pelo que a Europa, está a tentar uma solução para esta crise humanitária.
    4 min
  • Preocupante subida da extrema direita no Brasil
    A eleição presidencial de 7 de Outubro no Brasil e a subida nas sondagens do candidato racista e nostágico da ditadura Jair Bolsonaro, mas também a eventual extensão da PMA a todas as mulheres em França, onde os médicos estão divididos sobre o facto de Alzheimer ser uma doença ou uma consequência natural do envelhecimento, ou ainda o regresso de "Bobi Wine ao Uganda, são alguns dos temas em destaque nos diários franceses desta sexta-feira.
    6 min
  • Fome no Iémen, migrantes e Brexit na Europa...
    As primeiras páginas dos jornais franceses destacam assuntos nacionais como o desemprego, mas, também, o Brexit e migrantes na Europa ou a fome e guerra no Iémen.
    E MONDE, titula, No Iémen, a miséria faz mais mortos que os combates. A Arábia saudita e os Emirados árabes unidos levam a cabo uma guerra sem fim contra os hutistas do Iémen do norte, apoiados pelo Irão. Os confrontos e os bombardeamentos já provocaram mais de 10 mil mortos desde 2015.
    Mas é neste estado mais pobre do mundo árabe, Iémen, onde 8 milhões de habitantes estão ameaçados pela fome. Os preços são demasiados altos e os nossos salários demasiados baixos.
    "Não posso nem comprar açúcar", afirma, o operário Anwar Alia, à reportagem do LE MONDE, na cidade de Mukala, no Iémen. A queda do Estado e da economia aumentam os riscos de fome e de epidemias, sublinha o vespertino.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, Migrantes, Brexit, Segurança, Europa paralizada face ao aumento dos perigos. Reunidos, em Salzburgo, os 28 mostram-se divididos sobre as modalidades do divórcio com o Reino Unido e sobre a gestão da crise migratória que agita o continente.
    Confrontada com uma situação geopolítica inédita, a Europa, sente-se assaltada por ameaças. A leste, uma Rússia, que se tornou agressiva e uma China conquistadora; a sul, ameaça terrorista, pressão migratória cada vez maior  e endurecimento da Turquia de Erdogan; e a oeste, a traição dos amigos.
    O Reino Unido abandonou a mesa de negociações batendo com a porta e o aliado tradicional americano trata a Europa com desprezo. Nenhum dos esforços empreendidos por Emmanuel Macron, junto de Donald Trump e Vladimir Putin, surtiu efeitos.
    O Presidente americano continua a esmagar com os pés os acordos sobre o clima, sobre o Irão e sobre o comércio livre. E Putin, ignorou todos os pedidos de Paris, quer a libertação do cineasta ucraniano, Oleg Sentsov, em greve de fome, quer a pressão  sobre os seus aliados na Síria , sublinha, LE FIGARO.
    Brexit, amanhã, uma Irlanda unificada?, é o título do LIBÉRATION. Um século após a separação, Eire e Ultster, poderão aproximar-se um do outro? A perspectiva duma fronteira física, ressuscitada pela partida britânica da União europeia, força os dois campos a encarar  a unificação.
    Quanto a Londres, o seu divórcio com a UE terá de ser arrancado à força. As negociações europeias de Salzburgo não são muito apaziguadoras, nota LIBÉRATION.
    Clima, devagarinho ou Big bang?, pergunta, em título,  LA CROIX. Qual é o melhor método para conter o aquecimento global?
    Os cidadãos apoderam-se do direito à justiça climática e em todo o mundo o seu número aumenta. Holanda, foi o primeiro país a tratar esta questão depois duma queixa da ONG, Urenda, em 2015. O governo foi condenado a tomar imediatamente medidas mais duras para reduzir as suas emissões de gás de efeito de estufa , nota, LA CROIX.
    Por cá em França, Macron, vende empregos falsos a desempregados, titula, L’HUMANITÉ. 50% das ofertas de emprego propostas no Centro de empregos são ilegais. 66% dos contratos são precários e 62% das ofertas de plataformas privadas não cumprem as regulamentações. É esta a realidade por trás dos discursos simplistas, sublinha, L’HUMANITÉ.  
    Enfim, em relação à África, LE FIGARO, destaca que na RDC, a oposição enfraquecida tem dificuldades em unir-se face ao clã do presidente Kabila. A três meses das eleições presidenciais, o delfim de Cabila, seu ex-ministro do Interior, Emmanuel Ramazani Shadary, tira proveito dos erros dos seus rivais.
    Este cacique do regime é um fiel do clã Cabila há mais de 20 anos, presidente que nunca traiu o que é raro na RDC. Mas a sua relativa notoriedade deixava pouco espaço de manobra a Shadary nesta luta pelas presidências, nota LE FIGARO.
    4 min
  • França: Benalla perante comissão de inquérito do Senado
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões de sociedade, como hospitais, pensionistas, igreja ou caso Benalla. 
    Macron, quer reconciliar-se com os pensionistas, titula, LE MONDE. Os reformados, que em 2017, votaram em Macron, estão hoje desiludidos.
    Este descontentamento preocupa o Palácio do Eliseu. Assim o Presidente afastou qualquer tipo de reforma dos direitos de sucessão. "Temos de deixar em paz os reformados", declarou Macron aos seus conselheiros, argumentando que eles já pagaram o suficiente.
    O aumento da taxa de contribuição social veio juntar-se ao congelamento das pensões para 2019 e 2020, acrescentou, por seu lado, o primeiro-ministro, Edouard Philippe.
    A escolha de privilegiar os que trabalham continua a ser uma prioridade mas o executivo tentou corrigir o tiro antes das eleições europeias, nota, LE MONDE.
    O mesmo vespertino dá igualmente relevo a Benalla: “nem polícia nem guarda costas do presidente”. Referência a Alexandre Benalla, ex-encarregado de missão do Eliseu, ouvido hoje pela comissão de inquérito do Senado.
    Bem preparado, o jovem rapaz, começou por pedir desculpas aos senadores alvos dos seus ataques verbais há pouco tempo.
    Benalla no Senado, Eliseu apanhado, titula, LIBÉRATION. Processado por violência, o antigo encarregado de missão de Macron era ouvido pela comissão de inquérito do Senado.
    Uma audição sob juramento que faz tremer a presidência. Isto acontece 2 meses depois de revelações de um vídeo mostrando Benalla espancando 2 manifestantes durante festejos do 1° de maio.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, Eliseu quer banalizar a demissão anunciada de Colomb. O Presidente aproveitou o anúncio do seu ministro do interior, para dizer à sua equipa que ninguém poderá acumular candidato a uma câmara municipal e ministro do governo.
    Só que o anúncio de Gérard Collomb da sua saída do governo após as europeias de maio de 2019 veio juntar-se a uma confusão existente no seio do executivo  
    LA CROIX, titula, Clericalismo, palavra aos católicos. O jornal publica várias cartas de leitores respondendo ao apelo do Papa pedindo a todos para medirem a gravidade dos abusos sexuais pela igreja católica.
    Um leitor escreve: o clericalismo é hoje atacado de todos os lados e com razão. Mas como fazer? Para já há que mudar as mentalidades de padres e leigos. Mas há que mudar também instituições.
    A maioria das nossas paróquias tem à frente um vigário-geral todo poderoso apesar de ter à sua volta colaboradores e conselheiros. Os fiéis que giram em torno desse mundo nunca são ouvidos”, escreve o leitor do jornal LA CROIX.
    L’HUMANITÉ, prefere titular sobre o plano de saúde apresentado pelo presidente Macron, não traz com ele orçamento consequente. É um plano de austeridade para o serviço público.
    Mudando de assunto, sobre a actualidade internacional, mísseis: Pyongyang disposto a aceitar inspectores internacionais, destaca, LE MONDE, que se refere à  cimeira entre os presidente das duas Coreias que decorre até amanhã na capital norte-coreana.
    O presidente sul-coreano, Moon, não chegará de mãos vazias à assembleia geral da ONU no dia 24 do corrente em Nova Iorque. Moon, dirá ao seu homólogo americano, Donald Trump, que obteve medidas concretas sobre a desnuclearização da Coreia do norte, anunciadas por Kim Jong-un na cimeira conjunta de Pyongyang, acrescenta LE MONDE.
    É o mesmo vespertino, que sobre a África, se refere à Etiópia e o Abiymania, à prova da violência.
    Depois da morte na segunda-feira em Adis Abeba de 5 pessoas pela polícia etíope, habitantes da capital consideram que se o primeiro-ministro, Abiy Ahmed, é incapaz de manter a ordem pública, perderá o apoio da sua base, escandalizada pela violência e a prisão de 700 pessoas.
    4 min
  • Coreias a caminho da reconciliação
    "Este verão foi tenso entre os presidentes do sul e norte das Coreias que hoje inauguram esta terceira cimeira", descreve o conservador Le Figaro.
    Na equipa de Donald Trump, "alguns opositores que o rodeiam têm dificuldade em dissimular o pânico em relação ao aproximar das duas Coreias", escreve Patrick Saint-Paul. E se é caso para dizer que existe um dossier que escapa ao controlo Trump é precisamente este dossier Correia do Norte.
    "As prescrições do senhor doutor Macron" titula o esquerdista Libération. O reforço no sector de saúde foi desvendado esta manhã. O comunista l'Humanité descreve a prioridade do ministro da educação; "Blaquer quer suprimir postos de trabalho. Mais 40.000 alunos menos 1.800 professores".
    5 min
  • Dificuldades de Macron em ano dois de mandato
    O ano dois do mandato de Emmanuel Macron começa com dificuldades e uma baixa de popularidade do Presidente francês, as manobras nos bastidores,antes das eleições europeias, em França,as hipotéticas eleições gerais na Líbia, a venda de armas pela Europa que alimenta conflitos como o do Iémen suscita debate, 10 anos depois da crise de 2008, que levou a falência o banco Lehmann Brothers, a economia mundial é ameaçada por novos riscos.Eis alguns focos de actualidade nos jornais desta segunda-feira.
    5 min
  • Estado colonial francês cometeu tortura na Argélia
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas pela guerra da Argélia, pobreza em França e estratégias francesas para as eleições europeias.
    Guerra de Argélia: o gesto histórico de Emmanuel Macron, titula, LE MONDE. O Presidente francês reconheceu ontem a responsabilidade do Estado da França na morte de Maurice Audin, torturado e morto em 1957 na Argélia. 
    Macron, sublinhou que a sua morte foi possível devido a um sistema legalmente instituído de prisão e detenção confiado por via legal ao exército. O chefe de Estado reconhecia assim pela primeira vez a responsabilidade da França na tortura e o desaparecimento de opositores durante a guerra da Argélia.
    Numa carta à viúva de Maurice Audin, o presidente recorda que o Parlamento votou poderes especiais deixando mãos livres aos militares, em Argel.
    LE MONDE, abre as suas páginas de debate a historiadores, como Raphaelle Branche, que afirma, não ser mais possível negar o carácter sistemático da tortura na Argélia.
    Até que enfim!, replica, L'HUMANITÉ, afirmando que crime de Estado foi reconhecido pela presidente da República. Tortura, desaparecimentos e assassínios que marcaram a guerra da Argélia, sublinha, L'HUMANITÉ, no seu editorial, não foram acidentes, mas fruto de um sistema e duma lógica de Estado.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, pobreza, Macron estende a mão à esquerda. Um subsídio universal que é uma das principais medidas feitas por Macron, no seu Plano Pobreza. Medida que fez pensar na proposta do candidato socialista às presidenciais de 2017, Benoît Hamon, propondo então um subsídio universal de existência de 600 euros por mês, que atingiria progressivamente, os 750 euros, em benefício de pessoas sem recursos.
    Novas armas contra a pobreza, relança, LA CROIX. Macron, apresentou um plano de 8 mil milhões de euros, destinado nomeadamente aos jovens mais frágeis. Macron anunciou uma estratégia de luta contra a pobreza baseada na prevenção e o retorno ao emprego. Macron propõe erradicar a pobreza extrema, sublinha, LA CROIX.
    Mudando de assunto, LE FIGARO, titula, europeias: Macron prepara um duelo com Le Pen. Uma sondagem da Odoxa para o jornal e a rádio France Info, coloca as listas dos partidos do presidente, Macron, República em Marcha e de Le Pen, União nacional, taco-a-taco, com 21% de intenções de voto. 
    A estratégia do chefe de Estado organiza-se à volta do confronto com o partido de Marine Le Pen, que promete aos franceses o fim da União europeia e o começo da Europa, sublinha, LE FIGARO.
    O mesmo jornal destaca, igualmente, Putine, comandante supremo dos jogos de guerra. O Presidente russo efectuou uma visita surpresa à linha da frente das manobras militares em Tsugol, na Sibéria. Verdadeira demonstração de força, trata-se dos exercícios mais importantes da Rússia desde 1981, 10 anos antes do desmoronamento da União soviética. 
    Os seus generais foram claros: realizamos estes exercícios para que os nossos parceiros vejam que somos capazes de efectuar qualquer missão, sem limitações e em qualquer teatro de operações, declarou a semana passada o seu vice-ministro da Defesa, Andrei Kartalopov.
    Enfim, LE MONDE, destaca a sanção do parlamento europeu ao primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, que vem violando sistematicamente o Estado de direito.
    Os eurodeputados votaram assim o artigo 17 do tratado da União europeia, um mecanismo que visa preservar o Estado de direito na UE. Considerado como último recurso, o artigo é adoptado em caso de risco claro de violação grave do Estado de direito num Estado membro, acrescenta, LE MONDE.
    5 min
  • Emmanuel Macron perante franceses pobres
    Em destaque na maioria dos jornais desta quinta, "a luta contra a pobreza em França e o plano do Presidente Macron". A França reconhece o crime de que foi vítima o matemático Murice Audin durante a guerra colonial na Argélia. A política económica de Emmanuel Macron baseia-se em velhas receitas.A Hungria é punida com o artigo 7 da Carta da União Europeia.Estados Unidos preparam medidas para evitar ingerência nas eleições intercalares. Eis alguns focos de actualidade nas edições de hoje.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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