Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • GAFAM não são detentores de todos os direitos
    O editorial do Libération, assinado por Laurent Joffrin, começa por questionar: "o que pede a maioria dos artistas, criativos, produtores e jornalistas europeus? Um pouco de respeito e de dinheiro. Estas profissões não são hobbies nem voluntariado".
    Confira aqui a Revista de Imprensa francesa desta quarta-feira.
    3 min
  • Extrema-direita, não ganhou na Suécia, mas preocupa
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas tanto a nível nacional como internacional. 
    Suécia: o modelo político fragilizado pelo avanço da extrema direita, titula, LE MONDE. As eleições legislativas na Suécia de ontem não permitiram que houvesse uma maioria clara no parlamento para a formação de um governo.A extrema-direita regista a maior progressão do escrutínio, passando de 12,9% em 2014 para 17,6% nas eleições deste domingo, desequilibrando os partidos tradicionais.
    O arco da esquerda liderado pelos sociais democratas obtêm 144 lugares de um total de 339, enquanto o bloco da direita fica com 143 assentos no novo parlamento, nota LE MONDE.
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, sobre a Grécia: Tsipras tenta alijeirar a austeridade. Apesar do controlo estrito dos credores, o primeiro ministro grego anuncia uma redução dos impostos e um aumento do salário mínimo. Mas, a filósofa grega Michel Vakalulis, afirma,em entrevista ao L'HUMANITÉ, que os sacrifícios do povo grego ainda vão continuar muito tempo.
    LA CROIX, titula, repensar a economia e pergunta como reforçar a regulação financeira, a luta contra a pobreza e a protecção do meio ambiente.
    Questões para um debate entre 6 personalidades num suplemento especial, em que o ex-presidente do Banco central europeu, Jean-Claude Trichet, afirma que o sistema financeiro mundial, continua vulnerável ou mais do que na crise de 2008.
    Por cá em França, LIBÉRATION, titula, sobre uma entrevista exclusiva da primatóloga inglesa, Jane Goodall e do filósofo francês, Edgar Morin, defendendo resistência sobre temas como o clima, a democracia ou os refugiados.
    LE FIGARO, titula, a alarmante propagação da ideologia islamita. Nas grandes e pequenas cidades, assim como no interior do país, a ideologia do islamismo avança no terreno. Graças a redes bem estruturadas e com ramificações mundiais, doravante, com a Internet, os ideólogos radicais não pouparam nos investimentos, segundo o relatório do Instituto Montaigne sobre a fábrica do islamismo.
    Professando suas teses a partir da Arábia saudita, Turquia ou Egipto, nas redes sociais, estes influenciadores alimentam a esfera puramente islâmica e o grande público, num emaranhado de páginas Facebook e contas Twitter, a ponto de terem audiências idênticas a de personalidades políticas como estrelas do mundo da música e do espectáculo.
    Fazendo uma adição das 5 contas twitters mais importantes de obediência wabita, teremos 87,4 milhões seguidores, quer dizer em segunda posição do TOP 15 dos grandes influenciadores, liderado por Obama, que tem 102,4 milhões de seguidores e em terceiro lugar Trump, com 54,3 milhões, nota LE FIGARO.
    4 min
  • Executivo francês perante críticas
    As lutas internas no seio da Casa Branca americana, a extrema-direita sueca na linha da frente antes das eleições gerais de Domingo e  a direita alemã receosa  da  extrema-direita,as preocupações dos franceses perante as mudanças climáticas, o conflito sírio e a Turquia, o candidato da extrema-direita à eleição presidencial do Brasil vítima de um ataque à facada, estão entre os destaques nos jornais desta sexta-feira.
    5 min
  • "Eleições intercalares: momento de verdade para Donald Trump"
    "As eleições intercalares: um momento de verdade para Donald Trump", destaca em manchete o conservador Le Figaro. A faltarem dois meses das eleições intercalares, Donald Trump não quer fugir do veredicto dos dois anos de presidência que ditaram uma reviravolta à América e ao mundo.
    No Iémen, Riade prossegue com massacres com ajuda das vendas de armas francesas. Vários países europeus decidiram acabar com a venda de armas à Arábia Saudita, que dirige a coligação contra os rebeldes houthis, contrariamente à França, apesar das dezenas de milhares de mortes. Desde 2015, pelo menos 6.600 civis perderam a vida e mais de 10.000 ficaram feridos, segundo o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
    O vespertino Le Monde questiona "de que forma Macron e Orban querem encarnar duas Europas opostas?" Já no esquerdista Libération lê-se "face aos populismos, Macron quer-se campeão da Europa. A faltarem nove meses das eleições europeias, o Presidente francês prossegue o périplo pela União Europeia. Hoje no Luxemburgo onde espera juntar os dirigentes do Benelux nesta vontade de enfrentar a subida da extrema-direita".
    No desportivo L'équipe : "a rentrée dos campeões". Cabe à Alemanha e França darem o pontapé de saída na Liga das Nações, a nova prova da UEFA para selecções nacionais.
    6 min
  • França: Retenção dos impostos na fonte confirmada
    Os jornais desta quarta-feira dão sobretudo destaque aos impostos em França e à forma de os pagar.
    "Afinal é sim", eis o título do jornal "Le Figaro", abordando a questão da retenção dos impostos na fonte. Após dez dias em que houve uma certa incerteza sobre a implementação desta medida, o Primeiro-ministro Édouard Philippe afirmou que os impostos sobre o rendimento vão ser deduzidos na fonte a partir de Janeiro de 2019.
    "Retenção na fonte, mantida", é a manchete do vespertino "Le Monde". Recuar era impossível, manter a reforma é uma tentativa para sair da crise.
    "Impostos sempre em frente, um passo para trás", eis o título do jornal "Libération". O diário liga a manutenção da reforma fiscal à remodelação ministerial.
    "Eles arriscam" é assim que o popular "Le Parisien" apresenta o facto do Governo manter a retenção na fonte.
    Nos jornais desta quarta-feira, os outros assuntos também em destaque são a Síria no diário católico "La Croix", o processo em Chicago de um polícia branco que matou um jovem afro-americano no jornal comunista "L'Humanité", e o avançado e internacional francês com origens portuguesas, Antoine Griezmann, no desportivo "L'Equipe".
    5 min
  • “Rio, ardeu um tesouro nacional”
    O incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, no Brasil, esta segunda-feira, ecoou nos jornais franceses e o Libération culpou os “cortes orçamentais em massa”. “Museu nacional em chamas, a austeridade pirómana”, resumiu o 'Libé'. A pobreza em França, o poder dos ‘lobbies’ no governo francês e o Fórum China-África são outros dos temas tratados.
    6 min
  • França: Emmanuel Macron perante dúvidas
    A banalização da extrema-direita na Alemanha, as dúvidas do executivo francês após um ano de reformas, o início do ano lectivo em França, os sindicatos e a defesa do modelo social francês, o combate entre milícias em Tripoli na Líbia, o desafio a inelegibilidade de Lula e a vontade do judiciário de arbitrar o jogo eleitoral no Brasil.Eis alguns dos focos de actualidade nas edições desta segunda-feira.
    5 min
  • Escola do futuro debatida em França
    As primeiras páginas dos jornais estão dominadas por questões de sociedade em França, nomeadamente a escola do futuro e a reforma do sistema de pensões.
    Escola: igualdade de oportunidades segundo Blanquier, titula, LE MONDE. O ministro da educação, Blanquer, em entrevista a este vespertino, apresenta os grandes eixos dos seus projectos escolares.
    No programa, uma lei, no começo de 2019, para permitir baixar a idade da escolaridade obrigatória para 3 anos e uma reforma da formação dos professores. Sobre a educação prioritária para além duma incitação financeira aos professores, o ministro promete ir mais longe do que os desdobramentos entre a pré-primária e a primária.
    Queremos ir às raizes das desigualdades sociais, começando pela primeira delas, que é o de crianças que saem da escola primária sem aprender bem a escrita e a linguagem oral. O ministro aposta numa filosofia de excelência, acrescenta, LE MONDE. 
    Escola gratuita?, pergunta, em título, L'HUMANITÉ. Gratuidade da educação: o estado nao faz os deveres de casa. Em França a escola pública e gratuita não deveria custar nada... em teoria.
    Na prática, o preço dos estudos pesa muito nas despesas do agregado familiar, deixando a autoridades locais, quando podem, assumir as responsabilidade do estado, nota, L'HUMANITÉ. 
    Hoje, canto coral, titula, LA CROIX. O plano coral é lançado no novo ano lectivo das escolas primárias. Ambicioso, deverá ser gradualmente implementado. Favorável a esta reforma, Mathieu Romano chefe de orquestra, afirma que cantar é forma a consciência de si e do outro.
    Há ainda muitos adultos que não cantam porque na infância alguém da família ou um professor lhes disseram que nao sabiam cantar ou que cantavam desafinados, pelo que as crianças, têm de ser acompanhadas desde tenra idade, fisiológica e psicologicamente, na aprendizagem do canto, acrescenta, o especialista, ao jornal LA CROIX.
    Mudando de assunto, LE FIGARO, titula, sobre Macron e a reforma das pensões, o grande divórcio. Ao anunciar que as pensões vão progredir a uma menor velocidade que a inflação, o governo reforça o sentimento duma contribuição injusta dos pensionistas, que já foram penalizados com a alta da taxa social.
    As escolhas orçamentais do governo correm o risco de ter um forte impacto político, porque os pensionistas representam mais de um terço do corpo eleitoral, sublinha LE FIGARO.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, sobre os Oceanos. A acidificação dos mares, ameaça o planeta. Desde a reovlução  industrial, emissões de dióxido carbono não cessaram de aumentar na atmosfera, modificando e ameaçando os organismos e ecosistemas marinhos indispensáveis à regulação do aquecimento global, nota LIBÉRATION.  
    Em relação à política mundial, LE MONDE, destaca a cidade de Malmö e o espantalho da extrema direita, na Suécia. A cidade sueca tornou-se no símbolo do fracasso do multiculturalismo para os populistas do mundo inteiro.
    Através de  Malmöe são os muçulmanos os visados, afirma um jornalista sueco, que sublinha: a extrema direita deleita-se com a virgindidade perdida da Suécia da banda dos ABBA, feminista ou mulher loira, agora violada pelo homem de tez escura depois de se ter vangloriado da sua política de acolhimento de refugiados, escreve LE MONDE.
    Sobre a África, o mesmo vespertino, destaca, fim do julgamento do exterminador congolês no Tribunal penal internacional. É Bosco Ntaganda, 45 anos, que no último dia do julgamento, disse aos juízes, não ter participado num "plano para o controlo político e militar de Ituri", região mineira do leste da RDC. Ele rejeita acusações de assassínios, violação ou escravatura sexual, sublinhando que é um revolucionário e não um criminoso.
    Os juizes comeaçaram a deliberar, um processo que poderá meses ou mesmo anos, como foi o caaso em outros julgamentos do tribunal penal internacional, nota LE MONDE.
    Enfim, L'ÉQUIPE, titula, sobre o sorteio da Liga dos campeões europeus, colocando as equipas francesas em grupos difíceis.  Por exemplo será complicado para o Mónaco e o PSG, que estão nos grupos A e C, mas o Lyon, está no grupo F, que é mais abordável.
    5 min
  • Donald Trump perante intercalares arriscadas
    Emmanual Macron e os lobbys,a tensão entre o executivo francês e os sindicatos, a ameaça da extrema-direita na Alemanha, entre o Brexit e os populisms, 2019 será um annus horribilis para a Europa,a emergência da China como potência científica tira o sono dos Estados Unidos,a ecologia parente pobre do neo-liberalismo, Portugal é o país da energia verde, a França e os asilados, Donald Trump perante as eleições intercalares. Eis os grandes focos de actualidade, nas edições de terça-feira.
    5 min
  • Demissão de Nicolas Hulot cria tempestade governamental
    A imprensa francesa já estava nas bancas, ontem, quando o Ministro da Transição Ecológica anunciou a sua demissão, durante uma entrevista na Rádio.
    Por isso, só hoje a imprensa francesa noticia e desenvolvia este assunto.
    Os jornais afirmam que a demissão de Hulot "polui" o regresso de férias de Emmanuel, ou que Nicolas Hulot deixou de ter um "alibi" para o governo. Por outro lado, a demissão de Nicolas Hulot levantava a questão de saber se a Sociedade tem capacidade para tomar em considerção apostas ambientais.
    Mas outros temas encontravam algum destaque nas páginas dos jornais franceses : A subida do racismo e da xenofobia na Europa, e nomeadamente na Alemanha, ou a difícil reinserção social dos mutilados iraquianos, que regressam a casa, depois da guerra travada contra o Estado Islâmico.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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