
Sign up to save your podcasts
Or


Eu acho que o processo de dor é parecido com um quarto escuro, quando você tá num quarto escuro, o escuro suga tudo. Você não consegue ver a bola de basquete que te lembra o quanto você ama jogar, nem consegue enxergar o porta-retrato que te lembra o quanto você é amado. De repente tudo é dor. E escuro.
Mas o escuro, e a dor, não duram para sempre. Porque a cura é tipo um quarto que amanhece gradativamente. Vai entrando luz e alívio devagar e aos poucos, até que a gente se sente pronto pra mudar daquele lugar - dentro e fora.
É por aí que vai esse episódio do “Me vê dois Copos” - um quadro em vídeo e sem roteiro do “Para dar Nome às Coisas”.
By Natália Sousa5
1313 ratings
Eu acho que o processo de dor é parecido com um quarto escuro, quando você tá num quarto escuro, o escuro suga tudo. Você não consegue ver a bola de basquete que te lembra o quanto você ama jogar, nem consegue enxergar o porta-retrato que te lembra o quanto você é amado. De repente tudo é dor. E escuro.
Mas o escuro, e a dor, não duram para sempre. Porque a cura é tipo um quarto que amanhece gradativamente. Vai entrando luz e alívio devagar e aos poucos, até que a gente se sente pronto pra mudar daquele lugar - dentro e fora.
É por aí que vai esse episódio do “Me vê dois Copos” - um quadro em vídeo e sem roteiro do “Para dar Nome às Coisas”.

304 Listeners

67 Listeners

39 Listeners

45 Listeners

167 Listeners

23 Listeners

27 Listeners

206 Listeners

19 Listeners

15 Listeners

100 Listeners

19 Listeners

22 Listeners

13 Listeners

6 Listeners