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Eu acho que o processo de dor é parecido com um quarto escuro, quando você tá num quarto escuro, o escuro suga tudo. Você não consegue ver a bola de basquete que te lembra o quanto você ama jogar, nem consegue enxergar o porta-retrato que te lembra o quanto você é amado. De repente tudo é dor. E escuro.
Mas o escuro, e a dor, não duram para sempre. Porque a cura é tipo um quarto que amanhece gradativamente. Vai entrando luz e alívio devagar e aos poucos, até que a gente se sente pronto pra mudar daquele lugar - dentro e fora.
É por aí que vai esse episódio do “Me vê dois Copos” - um quadro em vídeo e sem roteiro do “Para dar Nome às Coisas”.
By Natália Sousa5
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Eu acho que o processo de dor é parecido com um quarto escuro, quando você tá num quarto escuro, o escuro suga tudo. Você não consegue ver a bola de basquete que te lembra o quanto você ama jogar, nem consegue enxergar o porta-retrato que te lembra o quanto você é amado. De repente tudo é dor. E escuro.
Mas o escuro, e a dor, não duram para sempre. Porque a cura é tipo um quarto que amanhece gradativamente. Vai entrando luz e alívio devagar e aos poucos, até que a gente se sente pronto pra mudar daquele lugar - dentro e fora.
É por aí que vai esse episódio do “Me vê dois Copos” - um quadro em vídeo e sem roteiro do “Para dar Nome às Coisas”.

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