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Esse tópico se tornou onipresente em vários noticiários. Seja no âmbito do entretenimento e, principalmente do trabalho, a discussão sobre Inteligência Artificial está à flor da pele. E isso não é diferente no campo da arquitetura e do urbanismo. O surgimento do Chat GPT mostrou ao público o potencial que ainda não era palpável ao entender que isso pode, de verdade, mudar a maneira como nos relacionamos com as coisas. E, é claro, surgem as diversas preocupações, principalmente sobre se o que fazemos hoje será substituído por ela. Prova disso é um artigo do arquiteto Neil Leach alertando que a profissão de arquiteto urbanista corre o risco de acabar, pelo menos da maneira como a conhecemos hoje. Segundo estudos, um arquiteto que usa a inteligência artificial pode produzir tanto quanto 5 arquitetos que não a usam. E é sobre inteligência artificial que conversamos aqui hoje!
No episódio de hoje, voltamos a falar sobre cinema aqui no Arquicast, e dessa vez o destaque é para um filme brasileiro: “Aquarius”. Ambientado em Recife, mais especificamente na praia de Boa Viagem, o filme retrata um conflito presente em diversas cidades ao redor do mundo. Com uma história que se desenrola em partes, “Aquarius” busca estabelecer um paralelo entre os conflitos pessoais da protagonista e sua luta contra uma construtora que deseja adquirir seu apartamento para dar lugar a um novo empreendimento.
O filme apresenta papéis claramente definidos na trama, com vilões e mocinhos, e tem como protagonista a talentosa Sônia Braga. Para discutir sobre o filme “Aquarius”, temos a participação especial de Janaína Pereira, jornalista pós-graduada em Cinema e colaboradora em diversos veículos de entretenimento. Na primeira parte do episódio, abordamos os aspectos gerais do filme, conversando sobre as principais personagens do filme, como Clara, sua família, a construtora, os funcionários do prédio e as suas amigas.
A memória como personagem central, desde a introdução do filme até o papel das fotografias, e a presença da família estão também relacionadas às temáticas da liberdade sexual e das relações interpessoais. Permanece ao longo da película o conflito entre o novo e o antigo, como a disputa entre o vinil e o streaming, o Facebook e os encontros pessoais, entre outros destacados pelo roteiro.
O contexto urbanístico de Recife, em especial os conflitos relacionados ao patrimônio e aos novos investimentos, como o caso do Ocupa Estelita, traz à tona importantes discussões sobre a relação entre arquitetura e cidade, memória e desenvolvimento econômico. Por meio de sua narrativa envolvente e dos conflitos apresentados, o filme nos convida a refletir sobre os desafios enfrentados nas cidades contemporâneas, onde interesses econômicos muitas vezes se sobrepõem à preservação histórica e ao bem-estar da comunidade.
A resistência de Clara em vender seu apartamento representa uma luta pela manutenção de sua história, suas raízes e sua conexão com o lugar onde vive. Esse conflito evidencia a importância de valorizar e proteger os espaços que possuem significado afetivo para as pessoas, em meio a um contexto de constante transformação urbana. Além disso, “Aquarius” aborda a desigualdade social e a divisão entre classes presentes na cidade de Recife. O contraste entre o luxuoso edifício Aquarius, habitado por Clara, e os apartamentos mais simples e populares do entorno é uma representação visual dessa divisão social. O filme também ressalta a importância da solidariedade e da união entre os moradores do prédio de Clara na resistência contra os interesses da construtora, evidenciando o poder das relações comunitárias na defesa de direitos e espaços de convivência.
“Aquarius” é um filme que dialoga de forma profunda com a arquitetura, explorando os significados dos espaços construídos, o embate entre preservação e desenvolvimento, a memória individual e coletiva, e as questões sociais presentes nas cidades contemporâneas. O filme convida o público a refletir sobre o papel da arquitetura na construção de identidades e na busca por uma cidade mais inclusiva e justa. Não deixe de ouvir mais esse episódio da nossa série Arquitetura e Cinema, pegue sua pipoca e nos acompanhe nesse papo. Bom divertimento!
Este é mais um Arquicast especial sobre o 9º Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake Akzonobel, com realização do Ministério da Cultura, Brasil, União e Reconstrução – Governo Federal e patrocínio de AkzoNobel. Hoje nossa conversa fecha esse ciclo importante da premiação, pois vamos conversar com os premiados. Vamos poder conhecer um pouco mais de cada projeto através da participação dos profissionais e suas obras.
Oi pessoal! Este é o Arquicast 205, e o episódio de hoje é mais um da nossa série Livros Clássicos. Nós vamos conversar sobre o livro “Do diagrama às experiências, rumo a uma arquitetura de ação”, lançado em 2017 pela Editora Gustavo Gili, de autoria do Josep Maria Montaner, que inclusive já participou de um cast com a gente – o episódio número 157, em que conversamos sobre o livro Política e Arquitetura.
Montaner é um arquiteto e professor espanhol, reconhecido internacionalmente por suas contribuições no campo da arquitetura contemporânea devido a seus escritos e pesquisas sobre teoria e crítica arquitetônica. Esse livro se insere entre os debates sobre arquitetura do fim do século XX e início do século XXI, diante da influência de diversos campos do conhecimento (psicologia, antropologia, sociologia, linguística, filosofia) sobre a teoria e a prática arquitetônicas e da valorização do contexto e da experiência do usuário no processo de projeto. É nessa perspectiva que o diagrama, como ferramenta de representação, passou a incorporar novas possibilidades e significados, tanto no ensino em arquitetura e urbanismo como na prática profissional. Para conversar com a gente e ampliar o debate sobre os temas abordados no livro, convidamos a Graziela Nivoloni.
Bom cast!
E o episódio da semana do Arquicast é um daqueles pra sentar no boteco e abrir uma cerveja! Depois de algum tempo, escolhemos um artigo publicado no Archdaily, nosso parceiro de mídia, que fala sobre as habilidades que aprendemos na faculdade de arquitetura, mas que servem para muitas outras coisas. O nome do artigo é: “13 Habilidades não relacionadas à arquitetura que se aprendem na faculdade de Arquitetura” escrito por Megan Schires e Traduzido por Gabriel Pedrottido.
No mundo da arquitetura, há muito mais do que desenho de plantas e construção de edifícios. A faculdade de arquitetura oferece uma formação abrangente, que vai além das habilidades técnicas específicas da profissão. Neste episódio, exploraremos algumas das habilidades valiosas que os estudantes de arquitetura aprendem ao longo de sua jornada acadêmica e como essas habilidades podem ser aplicadas em diversas áreas da vida.
Cometer erros rapidamente é um princípio fundamental ensinado nas escolas de arquitetura. Aprender a reconhecer e corrigir erros precocemente permite uma abordagem mais eficiente e evita desperdício de tempo em soluções não produtivas. Além disso, o design thinking e a resolução de problemas são tópicos abordados no currículo, fornecendo aos estudantes as habilidades necessárias para enfrentar desafios complexos em qualquer campo. Esses processos podem ser aplicados em diferentes situações, ampliando o alcance do conhecimento adquirido.
Aprender a aprender é outra habilidade essencial desenvolvida durante a graduação em arquitetura. A pesquisa, a leitura e a capacidade de absorver conhecimento de maneira eficiente são fundamentais para o sucesso acadêmico e profissional. A gestão do tempo também é uma competência crucial que os alunos de arquitetura aprendem a dominar, pois a carga de trabalho intensa exige uma organização eficaz. Essa habilidade continua sendo valiosa após a formatura, ajudando a lidar com prazos apertados e múltiplas demandas.
A comunicação eficaz em público é também uma habilidade aprimorada durante a graduação em arquitetura. As apresentações de projetos e a defesa das ideias diante de um público são práticas frequentes, o que prepara os estudantes para situações similares na vida profissional. Além disso, trabalhar em equipe é uma habilidade indispensável, pois a colaboração é essencial na profissão de arquiteto.
A arquitetura é uma disciplina que requer pensamento original, inovação e soluções criativas para desafios complexos. Durante a faculdade, os alunos são encorajados a explorar diferentes abordagens de design, experimentar materiais e formas, e pensar fora dos padrões estabelecidos. Essa mentalidade criativa pode ser aplicada em várias áreas pessoais e profissionais. Quer saber mais por onde essa conversa transitou? Não deixe de escutar o episódio. Até a próxima!
Neste episódio especial, sobre o 9º Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake Akzonobel, tivemos a oportunidade de conversar com o júri e conhecer os bastidores de um processo tão importante em premiações dessa natureza. No episódio anterior, foi discutida a função das premiações no campo da arquitetura como agentes definidores dos cenários da produção profissional. Também tivemos a chance de conhecer um pouco mais da história do prêmio e sua evolução ao longo das nove edições. Agora, teremos a oportunidade de entender como os critérios foram aplicados na seleção dos projetos, além de conhecer um pouco do perfil de cada jurado, que contribuiu para a construção da identidade desta edição do prêmio.
Participaram Carol Tonetti, arquiteta e urbanista, doutora em “Projeto, Espaço e Cultura” pela FAU-USP e professora na Escola da Cidade há 20 anos; Ester Carro, arquiteta, urbanista social e mestre em planejamento urbano, presidente do “Fazendinhando”, Instituto de transformação territorial, cultural e social, que realiza projetos sociais e intervenções físicas em favelas de São Paulo; Clevio Rabelo, doutor em História da Arquitetura pela FAU/USP e Professor Adjunto na área de Projeto Arquitetônicono DAUD-UFC, em Fortaleza, onde coordena ações de extensão, como o “Projeto Arquitetônico: Pensamento e Práxis, o Geração Migrante e a pesquisa Arquitetura Bicha”; e Thaís Troncon Rosa, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia, pesquisadora associada do PPGAU-FAUFBA.
Durante as conversas com os jurados, diversos tópicos foram apresentados, refletindo a diversidade regional presente nos projetos selecionados. Houve uma valorização das diferentes abordagens arquitetônicas e urbanísticas que surgem em cada região do país, levando em consideração suas particularidades culturais, climáticas e sociais. Essa diversidade regional se mostrou fundamental para enriquecer a seleção e ampliar a representatividade da arquitetura brasileira, ao reconhecer e valorizar as distintas formas de pensar e intervir no espaço.
Foram considerados, dentre outros aspectos, a preocupação em valorizar práticas arquitetônicas que minimizem o impacto ambiental e promovam a sustentabilidade, a importância da utilização de materiais locais na concepção dos projetos. Valorizar os recursos disponíveis em cada região não apenas contribui para a economia local, mas também promove uma conexão mais profunda com o contexto em que a obra está inserida. A utilização de materiais locais não apenas ressalta a identidade cultural e arquitetônica, mas também reduz a pegada ambiental ao minimizar a necessidade de transporte e a emissão de gases poluentes.
Os jurados também destacaram aspectos artísticos presentes nos projetos selecionados. Além da funcionalidade e estética, houve uma valorização das abordagens que se aproximam da arte e exploram a expressão criativa dos espaços. A interação entre arquitetura, arte e design foi enfatizada como uma forma de enriquecer a experiência dos usuários e de criar ambientes que estimulam a sensibilidade estética e emocional.
A relação dos projetos com o contexto social também foi um tema recorrente nas discussões do júri. A compreensão dos desafios e demandas sociais presentes nas diferentes realidades brasileiras foi considerada fundamental para a seleção. Os projetos que demonstraram uma forte conexão com as necessidades das comunidades e que buscaram promover a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida foram valorizados. Essa abordagem revela uma preocupação do prêmio em reconhecer espaços e lugares que estejam em sintonia com as demandas e os anseios da sociedade, redesenhando o campo da arquitetura e do urbanismo em cada oportunidade de dar visibilidade às boas práticas. Até o próximo episódio!
Oi gente! Esse é o ARQUICAST 203 e, para mais um episódio de Entrevistas, convidamos arquitetos que fazem parte de um coletivo que teve seu trabalho premiado e amplamente divulgado recentemente na mídia nacional e internacional.
Este local reúne diversos profissionais em um laboratório de ideias que tem a favela da Serra, onde vivem quase 100 mil pessoas, como seu principal território de atuação. E, desde 2017, tem uma parceria contínua com o Centro Cultural Lá da Favelinha, se consolidando como um modelo possível para a realização de projetos e obras pela formação de redes e relações afetivas, ativando culturas e potências latentes das comunidades através da arquitetura.
Hoje, estamos aqui com o COLETIVO LEVANTE! Nossos entrevistados:
Fernando Maculan – arquiteto e urbanista pela UFMG, sócio fundador da MACh Arquitetos, atua em diversos projetos que aproximam arte e design, e idealizador do Coletivo LEVANTE.
Amanda Castilho – Arquiteta e Urbanista pelo Centro Universitário UNA , e Pós-Graduanda em Arquitetura, Educação e Sociedade pela Escola da Cidade (2023). É colaboradora na MACh Arquitetos; membro do grupo de estudos e desenvolvimento pedagógico Desvios desde 2021 e membro associado do Coletivo LEVANTE desde 2022.
Rafael Yanni – Arquiteto urbanista e mestre pela UFMG. É professor de arquitetura. Também é sócio da MACh Arquitetos desde 2021.
Bom cast!
No dia 16 de abril de 2023, durante a Rio2C, o palco Arts&Crafts recebeu mais um episódio especial do Arquicast para uma gravação ao vivo. Desta vez, o entrevistado foi Alberto Renault, cenógrafo, escritor, roteirista, diretor de teatro e TV, além de indicado ao EMMY Internacional e criador de diversas séries, como “Casa Brasileira”, “Lar: Vida Interior”, “Morar” e “De Casa em Casa”.
Ao longo da conversa, Renault compartilhou sua trajetória e abordou diversos temas, como a potência da arquitetura como meio para contar histórias de forma ampliada, o processo de curadoria na escolha das casas para seus projetos audiovisuais e a influência do audiovisual na formação de novos profissionais de arquitetura e design.
Um dos principais tópicos discutidos foi a relação entre arquitetura e narrativa. Renault explicou que a arquitetura é muito mais do que apenas a técnica do construir, mas também o processo de definir a morada e os olhares exteriores a ela. O diretor também falou sobre seu processo criativo, revelado pela dinâmica da filmagem nas quase mil casas que registrou ao longo de sua carreira. Com o passar do tempo, criou um método próprio, utilizando fotos autorais que subsidiavam a direção de fotografia dos programas, e que mais tarde se tornariam as “fotos que sobreviveram”, agora compiladas em seu livro “Fotos Caseiras”, lançado em novembro de 2022 pela Editora Capivara.
Outro assunto abordado foi sobre a formação de novos profissionais de Arquitetura e Design. Renault afirmou que seria ótimo se esses conteúdos fossem ensinados de forma mais ampla, considerando as histórias e vivências de um lar, do contexto, das cores e do improviso. Ele acredita que o audiovisual tem um papel importante nesse sentido, pois possibilita uma maior conexão emocional com as pessoas e os lugares.
A partir da metade do episódio, a conversa foi reagindo às fotos autorais do diretor, criando uma ótima oportunidade para compreender melhor o seu processo criativo, além de destacar a importância dessa conexão emocional com o público. Com certeza, foi um encontro inspirador e enriquecedor para todos que puderam acompanhar. Não deixe de acessar também o episódio ilustrado, disponível no YouTube e Spotify. Até a próxima!
O episódio especial do Arquicast gravado na Rio2C, estreando o palco Arts&Crafts no evento, abordou temas relevantes para a discussão sobre a transformação das cidades e o papel dos arqui-urbanistas nesse processo. Os participantes do painel, Joice Berth e Leonardo Brawl, trouxeram suas perspectivas e experiências em temas como gênero, racialidades, decolonialismo, pedagogia urbana, redes urbanas, ativismo urbano e transdisciplinaridade.
Os temas abordados permitiram uma reflexão sobre as complexidades da cidade contemporânea e a importância da colaboração e ação coletiva para promover mudanças significativas e positivas. Foi discutido como as estruturas do poder moldam a cidade e como é fundamental pensar em ações coletivas para transformá-la. Os desafios para manter a possibilidade do convívio na cidade foram apontados, uma vez que ela tem se tornado cada vez mais fragmentada e dispersa.
Construir uma cidade mais inclusiva e democrática significa promover a aproximação entre os diferentes grupos sociais que a compõem, reconhecendo as fissuras da história e as relações de opressão nos espaços públicos. A importância do reconhecimento da cultura e das raízes brasileiras, das mazelas e belezas para essa transformação também foi abordada.
Leonardo Brawl apontou que é necessário o desenvolvimento de iniciativas que fomentem a participação dos profissionais de arquitetura e urbanismo em associações e conselhos municipais, propondo soluções e se envolvendo na tomada de decisões que afetam as vidas da coletividade. Além disso, Joice Berth reforçou a importância em cultivar uma postura crítica em relação à realidade que o mundo nos impõe, questionando toda e qualquer informação. Essa postura também implica em estarmos abertos para novas formas de interação, valorizando a diversidade de opiniões e experiências. Somente com uma abordagem inclusiva e participativa será possível construir uma cidade mais justa e equitativa, onde todos possam desfrutar dos seus direitos e oportunidades de forma igualitária.
Quer participar dessa conversa? Não deixe de ouvir o episódio nos principais agregadores. Até a próxima!
O episódio tradicional do Arquicast sobre o Prêmio Pritzker deste ano de 2023 trouxe à tona a premiação do arquiteto britânico David Chipperfield. Como de praxe, o programa discutiu a composição do júri e especulou sobre as decisões tomadas. Chipperfield é um renomado arquiteto que tem trabalhado em projetos em todo o mundo, suas obras refletem uma compreensão profunda do contexto histórico e cultural dos locais em que trabalha.
O arquiteto britânico é membro do Royal Institute of British Architects e membro honorário tanto do American Institute of Architects quanto do Bund Deutscher Architekten. Ele recebeu inúmeras distinções, incluindo o título de Cavaleiro pelos serviços à arquitetura no Reino Unido e na Alemanha. Em 2011, recebeu a Medalha Real de Ouro da RIBA e, em 2013, o Praemium Imperiale da Japan Art Association, ambos dados em reconhecimento por sua trajetória. Recentemente, em 2021, ele foi nomeado membro da Ordem dos Companheiros de honra por seus serviços à arquitetura.
O episódio contou com a participação de Maressa Fonseca, Bruno Sarmento e Caio Dias, cada um deles trazendo uma visão específica sobre a obra de Chipperfield. Caio compartilhou histórias e bastidores da produção, Bruno leu as obras com precisão e Maressa apontou os caminhos para reflexões mais profundas.
Uma das características marcantes do trabalho de Chipperfield é sua abordagem sensível à restauração e reutilização de edifícios antigos, como no caso do Neues Museum em Berlim. Neste ano, o júri citou o aspecto clássico da obra de Chipperfield, que pode ser interpretada pela sensibilidade de composição e utilização correta e harmônica dos materiais.
A discussão sobre a obra de Chipperfield é valiosa para entendermos como a arquitetura pode ser sensível ao contexto cultural e histórico e, ao mesmo tempo, ser inovadora e funcional. A premiação reconhece sua contribuição para o desenvolvimento da arquitetura contemporânea e o legado que deixam para a posteridade.
O episódio está disponível no YouTube em uma versão estendida, gravado em vídeo e com muitas imagens das obras que acompanham as descrições dos participantes. Até a próxima!
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