
Sign up to save your podcasts
Or


Olá, esse é o ARQUICAST 192. E hoje a conversa é boa. Sabe aquele perrengue gostoso do escritório? Aquela surpresa na obra? Aquele chefe ou aquele colega de trabalho ou parceiro da obra que você tirou no amigo oculto e viu uma grande oportunidade de descontar aquela raiva! Então, é sobre isso nosso “papo de buteco” de hoje!
Brincadeira à parte, esse fim de ano merece esse momento “terapia de grupo”, para nos desprendermos das energias negativas e recarregar o ânimo para o próximo ano. Hoje o episódio vai ser um pouco diferente: nem entrevista, nem análises acadêmicas e discussões “cabeçudas”. O intuito é ver o circo pegar fogo e rir um bocado!
Bom cast!
Acesse o site do podcast do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR):
https://open.spotify.com/show/4CbdaJxI54SwsHyV0uU02B?si=8eaebbbbbf454e5a
Oferecimento: https://caubr.gov.br/
Parceiro de mídia: https://premioarquitetura.institutotomieohtake.org.br/
Dicas do episódio:
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
Olá, esse é o ARQUICAST 191 e em mais um episódio de entrevistas, convidamos um escritório fora do eixo Rio/São Paulo, mas que está em um importante núcleo cultural do Nordeste brasileiro, em Salvador na Bahia. Com sua sede às margens da Baía de Todos os Santos, esse escritório reúne uma equipe dinâmica e interessada em temas ligados à cultura urbana. Buscando adotar uma postura investigativa na sua prática projetual, o escritório já conquistou prêmios nacionais e publicou suas obras no Brasil e no exterior.
O nosso entrevistado, fundador do escritório, é formado na Universidade Federal da Bahia e tem passagem como docente pela mesma instituição. Hoje a gente está com ADRIANO MASCARENHAS, fundador da SOTERO ARQUITETOS, que desde 2004 realiza trabalhos bastante diversificados em escala e programa.
Se você quer conhecer o trabalho do escritório. não deixe de ouvir e compartilhar. Esse episódio também está disponível em vídeo no YOUTUBE! Acesse aqui:
Acesse o site do podcast do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR):
https://open.spotify.com/show/4CbdaJxI54SwsHyV0uU02B?si=8eaebbbbbf454e5a
Lançamento do dois primeiros episódios dia 06/12/2022! Não deixe de acompanhar!
Oferecimento: https://caubr.gov.br/
Dicas do episódio:
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
Hoje vamos falar de um espaço na casa que ganhou muita importância nas últimas décadas. A mudança de hábitos das famílias e a forma como nos reunimos em nossos lares alterou significativamente como olhamos pra esse espaço. Em alguns momentos da história, esse local era considerado algo a ser escondido ou mantido destacado dos demais usos de uma morada.
Hoje, a cozinha é parte essencial do espaço comum das residências. Além dos recursos tecnológicos, esse espaço entrega para o convívio diário, diversão e confraternização no ato de cozinhar e de fazer as refeições, tornando-se um local que cada vez mais exige inovação nos projetos. Para falar desse local tão especial estamos com um time bem experiente:
Larissa Kingma, que é arquiteta e sócia do escritório Salgado/Kingma arquitetura, especialista em projetos residenciais e de interior, atuando no mercado há mais de 12 anos, tendo em seu currículo mais de 200 projetos executados. Participa também do episódio Renato Rezende, engenheiro de Produção, pós-graduado em gestão estratégica de negócios e certificado pela StartSe University em Marketing e Vendas. É também gestor de clientes do grupo Cosentino responsável pelo atendimento do estado de Minas Gerais, Vale do Paraíba/SP e São Paulo capital.
Bom cast!
Oferecimento:
via:
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
Em mais um episódio sobre os principais edifícios do mundo, o Arquicast escolheu uma obra resultante de um concurso internacional de arquitetura, e que estava alinhada com a busca por uma certa excentricidade dos edifícios na captura da atenção mundial para grandes temas do século XX. O Museu Judaico de Berlim é um edifício carregado de uma carga simbólica em seus traços, seus princípios e suas prioridades funcionais. Projetado por um arquiteto até então desconhecido, Daniel Libeskind, a escolha do júri impôs ao mundo uma visão refinada de como a cultura e a memória deveriam fazer parte da concepção de um equipamento cultural.
Participaram do episódio os arquitetos Caio Smoralek Dias e Renata Goretti, ajudando na conversa sobre a história do concurso e como ele estava interligado com a reconstrução das identidades no ecos do pós-guerra. Mais do que uma vanguarda arquitetônica expressa na plástica do edifício, o Museu de Libeskind evoca a independência do sítio como fator determinante para concepção espacial. Renata conta que o arquiteto rejeitou as primeiras incursões ao local que induziria uma postura contextualista, preferindo se atentar aos símbolos, às emoções e à narrativa das histórias que seriam contadas dentro do museu.
Caio contribuiu indicando que, naquele momento logo após a criação do IBA (Internationale Bauaustellung ou Exposição Internacional de Construção), estava prevalecendo o debate sobre a ordenação do traçado da cidade, bem como o destaque para a participação de importantes arquitetos de todo mundo em Berlim, numa espécie de abertura para um novo século em que prevaleceu a visão ocidental sobre o futuro das cidades.
Adilson comenta sua experiência de visitação no Museu Judaico um dia após ter conhecido o Museu do Holocausto, ficando evidente a distinção de propósito entre eles. O acervo do Museu do Libeskind tratava essencialmente da recuperação de uma cultura, uma espécie de celebração após anos de sofrimento e lacunas, assim, a força estava canalizada para o edifício, a fim de deixar espaço para uma museografia mas aberta, bem diferente das exposições do museu de Peter Eisenman.
O edifício contribui para uma onda das “assinaturas” nas décadas seguintes, como a criação do termo “Star Architects”, em que o forte apelo imagético buscava construir ícones urbanos, vitrines para o mundo com intuito de trazer, como contrapartida, recursos e investimentos para as cidades e a potencialização do turismo, embora a ideia de Libeskind estivesse bastante fora desse eixo. Além disso, o projeto contribuiu também para a aceitação do que seria a imagem da arquitetura desconstrutivista.
Quer saber mais sobre o legado deixado por esse projeto e como essa “estética” pautou grande parte da produção mundial dos ícones arquitetônicos nas décadas seguintes? Não deixe então de ouvir todo o episódio e participar dessa conversa.
Dicas e comentados no episódio:
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
Imagine você poder separar, literalmente, sua vida do trabalho e sua vida pessoal.
Nada do que você fez no trabalho vai ocupar sua mente depois que você sair de lá, e o contrário também acontece quando você desce o elevador da empresa. Duas pessoas, no mesmo corpo e elas não se conhecem. Seria o melhor dos mundos? É essa a proposta da série da Apple TV+ que apareceu sem grandes alardes e fez sucesso para fãs de sci-fi.
E a série só faz sentido quando a gente olha pra empresa e o local onde o trabalho acontece: o ambiente é baseado nos cubículos individuais surgidos nos anos 1950, num ambiente sem janelas e controlado pelos supervisores em corredores intermináveis e desumanizados. Ou seja, a arquitetura e seu interior cumpre na série um papel essencial na criação do seu universo.
Bora conversar sobre essa série que tem muito a nos dizer sobre nosso comportamento nos lugares.
Dicas e comentados no episódio:
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
O Arquicast apresenta mais um episódio especial da série de concursos nacionais de arquitetura e urbanismo. O programa dessa vez vai tratar do concurso “Travessias Capibaribe: Concurso Nacional de Passarelas do Recife”. Com iniciativa do CITInova e realização da Agência Recife para Inovação e Estratégia, a ARIES, o concurso teve apoio e coordenação do IAB nacional (Instituto dos Arquitetos do Brasil).
Com o intuito de criar novos eixos de travessias de mobilidade ativa ao longo do Rio Capibaribe, dado os processos de crescimento e desenvolvimento da capital pernambucana e a necessidade de permitir o melhor acesso à população, o concurso foi vinculado à projetos estratégicos de longo prazo, como o Plano Recife 500 Anos e o Projeto Parque Capibaribe. O IAB (instituto dos Arquitetos do Brasil) mais uma vez desempenhou um importante papel para garantir a amplitude do debate e oportunidade para nosso campo, auxiliando na democratização da boa arquitetura via disputas de ideias e soluções.
Participaram do episódio a arquiteta Raíssa Monteiro, representando a Agência Recife para Inovação e Estratégia, Laís Petra, representante do IAB nacional e coordenadora geral do concurso, além das vencedoras Lígia Rocha, arquiteta mestre pela FAU-USP e sócia Diretora JWurbana, além de Lea Cavalcanti, professora da Universidade Católica de Pernambuco. Raíssa destacou o importante trabalho desempenhado pela ARIES, como parte do programa CITinova, na compilação de todo material disponibilizado para os concorrentes, além de todo o suporte no diálogo com os agentes locais do território e agências de fomento.
Todo o trabalho desempenhado pelas instituições em sinergia auxiliou na condução do concurso, em especial na oportunidade de oferecer aos concorrentes informações de muita qualidade, conforme explicou Laís. Permitindo a criação de um portal de acesso muito bem estruturado, facilitando na rotina de acompanhamento do concurso em todas suas etapas, e com isso fornecer aos concorrentes toda a transparência necessária.
Lígia pode contar sobre o legado de Jorge Wilheim Consultores Associados, que agora é JWurbana, e ficou evidente como a relevância de um trabalho de décadas foi fundamental no processo de projeto. Lea, integrante da equipe baseada em Recife, relatou como todas as influências do sítio, da música, da arte e da poesia alimentaram e deram potência à proposta vencedora. As pontes e as metáforas, além da total coesão técnica e social da proposta foi, sem dúvida, fator decisivo para a vitória da equipe.
Se você quer saber mais sobre todo o processo, sobre os números do concurso, sobre as equipes inscritas e, claro, conhecer mais sobre essas incríveis mulheres que participaram do episódio, não deixem de ouvir e compartilhar.
Acesse o site do concurso: https://concursotravessiasrecife.com.br/
Site ARIES: https://aries.org.br/
Site IAB: https://iab.org.br/
Site JWurbana: http://www.jwurbana.com.br/v1/
Oferecimento:
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
Em mais um episódio da série sobre mobilidade urbana, o Arquicast traz um dos assuntos mais atuais dentro desse tema: a mobilidade ativa. O planejamento das cidades durante muito tempo não considerou os deslocamentos que apenas dependem do nosso esforço físico como parte integrante de todo o sistema de transportes. A mobilidade muitas vezes é associada à utilização de um veículo motorizado, em especial quando o assunto é o sistema de transporte público. O resultado disso vemos refletido nas cidades em que vivemos, com poucas oportunidades de interação entre os diferentes modais e formas de deslocamento.
Andar, guiar uma bicicleta ou até mesmo usar um skate ainda não estavam na agenda do planejamento urbano, até que o estudo da mobilidade ativa veio para suprir essa lacuna. O episódio contou com a presença da Danielle Hoppe, arquiteta pela UFRGS e mestre em planejamento urbano pela McGill University (Montreal, Canadá). Danielle atuou no poder público, iniciativa privada e terceiro setor, desde 2014 faz parte do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil), sendo responsável por iniciativas de mobilidade a pé e em bicicleta, além do desenho de ruas seguras.
A mobilidade ativa, quando pensada de forma estrutural no planejamento das cidades, oferece uma carta ampla de dispositivos. Um mobiliário adequado, calçadas eficientes, acessibilidade garantida com o desenho universal, ciclovias, arborizações, sinalizações semafóricas, entre outros, são elementos já existentes em nossas cidades, porém, quando em sinergia, podem oferecer o ambiente ideal para que as travessias humanas sejam saudáveis e atrativas.
Durante a conversa ficou evidente que a tecnologia isolada de um pensamento mais amplo sobre como nos comportamos nos espaços não garante a eficiência do transporte. Gadgets, aplicativos, sistemas integrados de georreferenciamento, entre outras soluções atreladas à mobilidade são apenas uma ponta de ação possível. Há um grande trabalho de base a ser feito, sobretudo na qualidade do ambiente urbano, no correto planejamento do uso e ocupação do solo, nas prioridades da gestão quando o assunto é a qualidade de vida das pessoas.
A rede viária é aquela que, num primeiro momento, possibilita o funcionamento da mobilidade ativa. As estruturas superficiais da cidade são a verdadeira plataforma para que a mobilidade ativa aconteça. Todos os equipamentos de apoio deveriam formar uma grande rede de caminhabilidade, esta, criada em prol de distância menores para os deslocamentos diários, a tal cidade compacta. Nas regiões metropolitanas o desafio é ainda maior, no entanto, em cidades médias as soluções estão facilmente disponíveis.
Em termos de financiamento e gestão está se cristalizando uma consciência a respeito da importância da mobilidade ativa no Brasil. Vários locais no mundo já são ótimos exemplos de como essa política melhora a vida nas cidades. Se você quiser saber mais sobre o assunto, não deixe de escutar o episódio.
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
O episódio de hoje vai tratar de um assunto relacionado à tecnologia das edificações. Você sabe o que é uma “fachada ventilada”? O Arquicast dessa semana traz novamente uma conversa sobre como os edifícios podem ser construídos, além da atualização das soluções disponíveis no mercado, para que vocês continuem se atualizando nesse vasto universo da arquitetura.
As fachadas ventiladas, quando corretamente aplicadas, contribuem para a eficiência energética das edificações, podendo reduzir de 30% a 50% o consumo de energia. Além disso, o sistema possibilita a facilidade na manutenção e atualização dos revestimentos e muitas outras vantagens. Para conversar com a gente aqui hoje, sobre os tipos e as formas de aplicação desse recurso, estão:
Arquiteto JUAN CARLOS DO FILIPPO, dirige a DI FILIPPO ARQUITETURA desde 1984, atendendo diversos clientes públicos e privados, com prêmios nacionais em concursos e prêmio de arquitetura latino-americana com o edifício Cap Ferrat em 2018. Atua na área de retrofits de edifícios desde 2010, como projeto do edifício Ocaporan no Leblon.
ARTHUR BIANCHI é arquiteto pela FURB, Gestor de Projetos do GRUPO COSENTINO, especialista em desempenho de edificações, com 7 anos de experiência prática na área é integrante do grupo revisor da norma de Desempenho NBR 15575, participando junto à ABNT de uma série de comitês no desenvolvimento de normativas.
Oferecimento:
via:
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
Pesando cada vez mais em amplificar o diálogo entre arquitetura e o mundo das artes, o episódio da semana do Arquicast entrevista duas figuras importantes do design e arte no Brasil. O primeiro deles, Rodrigo Ambrósio, é arquiteto, urbanista e designer, formado pela Universidade Federal de Alagoas e diretor criativo das marcas Ambrósio e Janete Costa. O outro convidado é Marco Aurélio Pulchério (Marco500), Criador da MARCO500, empresa que comercializa produtos para decoração assinados por designers brasileiros. Nessa conversa eles puderam nos revelar os bastidores das artes que tanto dialoga com o mundo da arquitetura, tanto na concepção e produção quanto na divulgação e comercialização.
Os dois profissionais trabalharam juntos como curadores da exposição “Alagoas Feita à Mão” na Casa Brasil Nova York, que aconteceu em maio desse ano (2022). O trabalho autoral de Rodrigo Ambrósio consta em diversas publicações, coleções particulares e acervos permanentes e, com o trabalho de aproveitamento do resíduo da concha do sururu, realizado na comunidade do Vergel da Lagoa Mundaú e em parceria com Marcelo Rosenbaum, recebeu o Prêmio Casa Vogue Design 2021 e o iF Design Award 2022. Marco desempenha sua função na interlocução comercial, em seu currículo passaram mais de 450 nomes que ajudam a contar o cenário do design nacional, dentre eles Irmãos Campana. Desde 2022, se associou à Vera Santiago e Maria Cristina Vervloet no projeto Caboco, voltado para a apresentação e distribuição da arte popular brasileira na Europa, com base em Portugal.
Ao longo do episódio, Rodrigo e Marco puderam relatar como se adaptaram ao mercado, em especial na busca por uma formação complementar que pudesse dar subsídio para o trabalho no campo das artes, mesmo ambos já tivessem tido contato com esse universo antes mesmo da formação profissional, o que contribuiu também para as escolhas de ambos.
O mercado da arte e do design no Brasil sempre foi promissor e com espaço para novos talentos, no entanto é necessário grande esforço em unir a criatividade com tudo que deriva dela, em especial, um bom trânsito nas instituições que validam e auxiliam na difusão das artes. Rodrigo sempre buscou, ao longo dessa jornada, inserir elementos da complexidade cultural brasileira, aglutinando o interesse pelos elementos regionais com o tema sustentabilidade, o que pode ser observado em seu trabalho.
Juntos, marco e Rodrigo foram curadores da exposição em Nova York do programa “Alagoas Feita à Mão”, em um movimento que cadastrou mais de 15 mil artesãos de todo o estado, dando grande visibilidade internacional para a arte do Estado.
Se você se interessa por arte, exposições e os trabalhos com curadoria, bem como pretende se especializar na área, não deixe de ouvir o episódio. Até o próximo!
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
O Projeto de Iluminação em arquitetura é um assunto muito amplo, pois passa pela discussão dos aspectos físicos e perceptivos da luz, das suas aplicações em projetos de iluminação, dos efeitos luminosos e das variáveis de conforto e desempenho. Além disso, é no projeto luminotécnico onde a integração entre os sistemas de iluminação natural e artificial acontece. O Arquicast convidou duas profissionais da área, uma do campo da indústria e outra da prestação de serviços de projeto, a fim de delinear o atual cenário dessa especialidade no Brasil.
Participou da conversa com Rapha e Adilson, Fernanda Fanti Tissot, diretora da Luxion Iluminação, coordenadora do Comitê de Iluminação Comercial, Industrial e decorativa da Abilux. Integrando a conversa, Mariana Novaes, arquiteta e fundadora do estúdio Atiaîa Lighting Design, em Belo Horizonte. Dentre os projetos desenvolvidos estão o Ateliê Wäls, o escritório do Google BHZ e do Letras.mus.br, o espaço de eventos LAJE do Google SP, entre outros. Mariana é uma dos “40under40 designers” de iluminação mais talentosas e promissoras da atualidade pela Lighting Magazine de 2018.
Os últimos anos na indústria nacional foram marcados pelo aumento da demanda por projetos de interiores, ampliando a possibilidade para diversos profissionais atuarem nesse mercado ainda em desenvolvimento no Brasil. Como consequência, o incremento de projetos devolveu para a indústria um ambiente propício para a inovação, pois cada novo projeto abria um novo horizonte para o desenvolvimento de novos produtos. Fernanda apontou que os caminhos da inovação residem na troca contínua de informação com os projetistas.
Cada vez mais os clientes estão cientes da importância do projeto de iluminação e, como relatou Mariana, é um projeto que precisa de constante interação com os demais, como o projeto arquitetônico, os projetos de instalações e o design dos mobiliários. O maior desafio passa pela disponibilidade de recursos e tecnologia locais, o que leva a indústria nacional e desenvolver internamente soluções para os projetistas. No caso das luminárias, por exemplo, passa pela fabricação de toda a carenagem e desenvolvimento dos leds, além dos testes necessários de desempenho.
É notório que o projeto de iluminação em arquitetura ainda é pouco difundido no Brasil, fazendo com que poucos profissionais consigam ter acesso à uma formação abrangente e tecnicamente ampla. Por outro lado, o mercado parece estar em pleno desenvolvimento, tanto para quem quer atuar na indústria ou na prestação de serviços.
Participe dessa conversa e conheça um pouco mais sobre esse segmento que requer muito estudo, empenho e criatividade. Bom episódio!
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp!
Clique aqui e entre em nosso canal no Telegram!
Siga nosso canal no YouTube
Comentários, críticas, sugestões: [email protected]
Assine o feed: iTunes | Android | Feed
From the publisher's feed

107 Listeners

303 Listeners

79 Listeners

231 Listeners

44 Listeners

164 Listeners

47 Listeners

25 Listeners

249 Listeners

55 Listeners

18 Listeners

100 Listeners

3 Listeners

14 Listeners

18 Listeners