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Arquicast episodes

  • Arquicast 095 – Entrevista Norte Arquitetos

    Esse escritório foi fundado em 2015 na cidade de Salvador e desenvolve projetos de diferentes escalas e programas, com ênfase na execução de suas próprias obras.

    Segundo os sócios, o exercício de projeto e planejamento da construção é compartilhado desde o princípio com os clientes e parceiros de obra, atuando como uma experiência didática, transparente e colaborativa. Esse modo de pensar é extensivo ao canteiro, onde ideias e propostas são testadas e repensadas por todos os colaboradores, sempre de acordo com as necessidades específicas de todos os envolvidos.

    Todos esses processos buscam alcançar a realização de uma arquitetura contemporânea, contextualizada, baseada nos princípios do melhor uso dos materiais e técnicas construtivas mais econômicas para realização da obra.

    Hoje estamos com os arquitetos Alberto Herrera e Saulo Coelho da Norte Arquitetos!

     

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    1 hr 9 min
  • Arquicast 094 – Métricas Urbanas

    O uso da tecnologia da informação para o planejamento das cidades não é algo propriamente novo. Mas nunca houve tantos recursos computacionais apoiando e informando os processos de concepção, desenho e gestão do ambiente urbano. A conversa da semana parte do entendimento da inevitabilidade da aplicação de tecnologias informacionais para a prática da arquitetura e do urbanismo. E traz como exemplo o desenvolvimento de um sistema de recomendação e suporte a processos de projeto urbano,desenvolvido por ocasião da tese de doutorado do arquiteto Fernando Lima, que é o nosso convidado.

    Para nós, uma oportunidade de entender melhor tais questões, exploradas mais profundamente no livro recém-lançado Métricas Urbanas: abordagens paramétricas no planejamento de bairros e cidades sustentáveis.

    A pesquisa realizada por Fernando centrou-se no desenvolvimento de instrumentos de suporte à tomada de decisão em projeto, a partir da associação de métricas de avaliação de desempenho a recursos computacionais. Ou seja, como a tecnologia pode apoiar o processo de projeto fornecendo simulações de configurações urbanas a partir da inserção de dados objetivamente quantificáveis. No caso do arquiteto, as simulações foram feitas a partir de dados fornecidos pelo DOT, que é a sigla para Desenvolvimento Orientado pelo Transporte.

    A aplicabilidade de recursos algoritmo-paramétricos não se restringe ao sistema de transporte. É possível customizar ferramentas para os mais variados propósitos, como métodos e modelos de planejamento urbano que se baseiem ou demandem parâmetros objetivos para avaliação de desempenho. Muito comum na arquitetura, essa metodologia de informar o processo de projeto é mais recente no que tange ao campo do urbanismo.

    O conceito de Smart City tem relação com a aproximação entre tecnologia da informação e comunicação (TIC) e planejamento urbano. A partir dos anos 90 é comum encontrar publicações sobre o tema, o qual aceita terminologias várias como, cidades inteligentes, cidades digitais, entre outras. Para além do marketing urbano associado ao conceito, o qual é apropriado politicamente por governos municipais na busca por maior competitividade no mercado das grandes cidades, fato é que há muitos pontos positivos a serem explorados para a melhoria das formas de gestão urbana no esforço de tornar as aglomerações urbanas mais justas e equilibradas.

    Tais ferramentas podem auxiliar decisões sobre políticas de uso e ocupação do solo, mobilidade, investimento em infraestrutura, déficit habitacional, capacidade de suporte dos sistemas naturais, entre outros elementos da dinâmica de funcionamento da cidade. São benvindos para facilitar a compilação de um grande número de dados complexos, organizando-os de forma a dar visibilidade à leitura do território e suas condicionantes objetivas.

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      1 hr 4 min
    • Arquicast 093 – Entrevista: Rua Arquitetos

      Hoje conversamos com um escritório carioca da gema! Desde 2008, o escritório aposta em ideias inovadoras para atender seus clientes, com projetos bastante variados, que vão desde organização de exposições, residências, galerias de arte e projetos urbanísticos. Esse trabalho rendeu a eles publicações e premiações nacionais e internacionais, participando de exposições no MoMA em 2014, MAK em Viena, em 2015, Carnegie Museum of Arts em Pittsburgh em 2016, MAM São Paulo em 2017, além das bienais de arquitetura de Hong Kong-Shenzhen (2013), Chicago (2015), Veneza (2016/18) e Trienal de Lisboa (2016).

      Ganham destaques projetos como a Sede do Campo Olímpico de Golfe Rio 2016, a Galeria de Arte no Morro da Babilônia, a intervenção no Galpão Bela Maré. Além disso, é homologado pela Audi AG para fazer os projetos de suas concessionárias no Brasil, como a Audi Center Botafogo.

      Hoje está conosco Pedro Évora da Rua Arquitetos!

      58 min
    • Arquicast 092 – Direito à cidade

      “Espera-se das cidades que pretendem reivindicar o uso apropriado destes termos, [acessibilidade e mobilidade] que defendam também – e principalmente – o direito à melhores oportunidades socioeconômicas para todas as classes sociais e principalmente aquelas mais vulneráveis.” (reportagem Archdaily)

      Este parágrafo, retirado do texto “É possível construir uma sociedade mais justa através da arquitetura?” disponível no site do Archdaily, reflete uma inquietação para arquitetos e urbanistas na tentativa de contribuir para uma melhoria social através da transformação da cidade. As desigualdades – sociais e econômicas – estão por todo o território e em diferentes contextos. E, no campo da arquitetura e do urbanismo, compreendê-las envolve também compreender o ambiente urbano pelo espectro dos direitos sociais de acesso à cidade.

      Buscar maior justiça social através do espaço urbano é uma ação que envolve, além do desenho, conhecimento dos direitos e deveres entre cidadãos e Estado. E também o reconhecimento dos conflitos que existem na formulação das leis que pretendem garantir esses direitos. Quem conversou com a gente sobre esse assunto foi o Cláudio Rezende Ribeiro, doutor em Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009) e pesquisador do Laboratório Direito e Urbanismo do PROURB/FAU/UFRJ e integrante do grupo PERIFAU – Urbanismo e Periferia.

      O termo “direito à cidade” ganha relevância a partir da obra do filósofo francês Henry Lefebvre no final da década de 70. Com olhar recortado por sua visão marxista de mundo, Lefebvre traz uma importante reflexão sobre as relações entre as formas de produção da cidade e as estruturas sociais. O filósofo enxerga a cidade como um agente ativo na discussão sobre os movimentos sociais e as reivindicações sobre os direitos dos cidadãos, característicos daquele contexto. Em um período de intensa expansão urbana a nível global, pensar em direito à cidade era pensar no direito das diferentes classes sociais de se realizarem plenamente no espaço físico urbano que abrigava aquela sociedade.

      De lá pra cá, o mundo vem se tornando cada vez mais urbano e essa discussão ainda mais necessária. Do ponto de vista disciplinar, o direito à cidade está contido no campo do Direito, porém para entendê-lo e aplicá-lo é necessário romper com algumas barreiras entre as disciplinas jurídicas e urbanas. É no diálogo entre esses dois campos do conhecimento que reside a prática de buscar garantir o direito social ao acesso pleno às oportunidades que a cidade pode oferecer. E vários instrumentos jurídicos estão disponíveis para o arquiteto e urbanista intervir em uma dada realidade, transformando-a. Certamente, o desenho não garante por si só espaços mais justos e democráticos. É preciso que o arquiteto compreenda a dimensão política do projeto e as consequências sociais que ele causa.

      Como todo instrumento mediado por diferentes classes sociais, o direito à cidade é também um local de disputa, como Claudio comenta no cast. Uma disputa entre os diferentes poderes e extratos sociais que coabitam a cidade e que precisam saber operar esses instrumentos legais para melhor equilibrar as forças econômicas que produzem a cidade. O arquiteto não deve se furtar à responsabilidade de refletir sobre sua atuação profissional como um dispositivo que pode tanto diminuir quanto aumentar as desigualdades já tão latentes no ambiente urbano. E é neste sentido que essa conversa pretende contribuir. Quer saber mais? Bom cast e até a próxima!

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        1 hr 11 min
      • Arquicast 091 – Entrevista Lins Arquitetos

        Hoje, a entrevista é com um escritório fundado em 2011 e está no sertão nordestino, mais precisamente no Cariri, sul do estado do Ceará, na cidade de Juazeiro do Norte.

        Os quatro sócios trabalham em todas as escalas e com diferentes programas, partindo desde a cidade, passando pelo edifício até chegar ao mobiliário. Segundo o próprio escritório, tem como diretriz fundamental o respeito ao local de intervenção, adaptando o edifício ao clima, absorvendo aspectos culturais e utilizando necessariamente materiais e mão-de-obra presentes na região. Com isso, acreditam que soluções arquitetônicas não são reproduzíveis e dependem diretamente do local em que elas estão inseridas. O experimentalismo, para essa turma, é uma busca constante, sempre com o intuito de trazer inovação ao resultado final, sem abrir mão de técnicas construtivas já utilizadas e consolidadas.

        Hoje conversamos com George Lins e Cintia Lins de Matos da Lins Arquitetos Associados!

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        • Lins Arquitetos | Site
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          52 min
        • Arquicast 090 – O que é BIM

           

          A arquitetura e o urbanismo do século XXI tem em mãos inúmeras tecnologias que auxiliam arquitetos e planejadores a pensarem o espaço. Atualmente, inovações como  realidade aumentada, renderizações hiper-realistas, impressão 3D, entre outras, fazem parte do cotidiano da profissão. Mas é possível que nenhuma delas influencie tanto o processo de projeto como a tecnologia BIM, sigla para Building Information Modelling (ou a Modelagem da Informação da Construção). Sua aplicação impõe aos arquitetos uma nova maneira de abordar a construção de nossas edificações.

          Como convidados, José Ricardo Munch, arquiteto, BIM manager, professor e coordenador de Pós-Graduação. Trabalha como consultor na implementação do BIM em empresas de projeto e construtoras. Além dele, Maria Fernanda Moraes, arquiteta, mestranda em Gestão do Ambiente Construído, com dissertação focada no aparelhamento BIM em empresas de projeto atuantes no setor de Licitação Pública.

          Um dos erros mais comuns – e induzido pela própria nomenclatura – é associar o BIM ao projeto exclusivo do edifício. Pensar em building como tradução do edifício ou da construção é reduzir o entendimento do escopo que a tecnologia oferece ao arquiteto e demais profissionais que lidam com a execução de projetos. O BIM vai além de auxiliar na representação e no raciocínio construtivo do objeto. Ele opera uma gestão de processos complementares e, por consequência, uma gestão das pessoas envolvidas de forma colaborativa e integrada.

          A tecnologia dá suporte a esses processos e permite a interdisciplinaridade entre os diferentes campos do saber envolvidos na concepção. E pela natureza como as informações são inseridas, a fim de alimentar um banco de dados que dará forma à uma ideia, esta mesma tecnologia acaba por interferir na dinâmica tradicional de faseamento do projeto, demandando uma revisão das etapas e de seus respectivos escopos.

          Um exemplo disso é o aumento do tempo gasto nas etapas preliminares, onde se dá a fase de experimentação e a qual se prolonga até a decisão por uma determinada solução.Inversamente, o projeto executivo ganha agilidade e passa a consumir menos tempo, uma vez que os desenhos vão sendo detalhados e automaticamente compatibilizados nas etapas anteriores.

          Para quem ainda não se familiarizou com o tema, é bom se preparar: o uso do BIM será obrigatório a partir de 2021 para participação em editais de obras públicas! Portanto, comece por aqui (link) Ouça o cast e entenda um pouco mais sobre a tecnologia que vem revolucionando a forma como pensamos e produzimos projetos. Até a próxima!

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          • Under Construction
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            1 hr 2 min
          • Arquicast 089 – Entrevista Gustavo Penna (GPA&A)

            O Arquicast Entrevista da semana fala sobre o trabalho de um arquiteto mineiro com reconhecimento internacional. Formado pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1973, fundou seu escritório GPA&A no mesmo ano e desde então estáinstalado em um casarão centenário no centro de Belo Horizonte. Conquistou diversos prêmios internacionais e seus trabalhos já foram expostos no Brasil e no mundo, como a Bienal de Arquitetura, em São Paulo, a Bienal de Veneza, a Trienal de Arquitetura Mundial, em Belgrado e o InstitutFrançais d’Architecture, em Paris.Estamos hoje com Gustavo Penna e a Laura Penna, da Gustavo Penna Arquitetos e Associados!

            Num bate-papo bastante descontraído, Gustavo e Laura falam com entusiasmo do processo de projeto no escritório e das influências em sua arquitetura. A referência à nomes consagrados da arquitetura brasileira aparece como natural ao ambiente de produção. Mas chama a atenção a importância que dão às outras disciplinas como alimento ao processo criativo e operacional do arquiteto. O convívio com artistas é mencionado como forma de valorizar o olhar sensível e ampliar o repertório poético da criação. A interdisciplinaridade com outros saberes da ciência urbana também contamina o cotidiano da prática, sendo a presença de geógrafos, sociólogos, engenheiros, entre outros, uma constante na dinâmica do escritório, que opera em diversas demandas programáticas e escalas diferentes.

            A busca da pluralidade é um modus operandi da equipe. Se reflete na diversidade de projetos, que demandam uma postura curiosa e uma disponibilidade em aprender sempre, e se reflete no espaço físico de trabalho, onde são comuns a realização de celebrações e encontros entre os membros do escritório e com convidados externos, estimulando um ambiente de criatividade, mas também de familiaridade entre todos. Tal dinâmica impacta ainda na maneira sensível com que os projetos são abordados e na atitude empática que é constantemente incentivada no trato com o outro e na própria visão do papel da arquitetura como criadora de espaços de encontro e trocas entre as pessoas.

            A mineiridade naturalmente foi tema de pauta e como ela se manifesta na arquitetura do escritório. Mais do que a transposição literal de formas de fazer ou de escolas de linguagem, o que os arquitetos apontaram foi um orgulho em ser mineiro e na riqueza cultural que o estado oferece. A necessidade de uma arquitetura original, vernacular, nos tempos coloniais parece ter germinado uma vocação criativa e um olhar contextualizado que estão presentes nas produções artísticas mais variadas e características de Minas. Música, dança, pintura, arquitetura, são temas caros aos mineiros. Como também o é a típica paisagem de morros, com a predominância da topografia como um atributo essencial no processo de projeto. Tanto no estudo da implantação no terreno, quanto das potencialidades visuais naturais das perspectivas que o território proporciona.

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            • Gustavo Penna Arquiteto e Associados | Site
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              1 hr 1 min
            • Arquicast 088 – Como funciona um coletivo

              Certamente você já ouviu falar em coletivos, co-working e outros formatos de escritórios colaborativos. O programa disponível a partir desta semana trata deste assunto, bastante pertinente na contemporaneidade, especialmente para as gerações recém-chegadas ao mercado de trabalho. Os coletivos são aqueles espaços que reúnem diferentes escritórios, com objetivos semelhantes, para produzir arquitetura e pensamento sobre a cidade.

              Para além da questão de viabilidade financeira e networking, dividir o espaço de trabalho também é uma maneira de agregar pessoas em torno de ideais afins para a realização de projetos comuns. E é este o sentido que nossos convidados procuraram dar quando decidiram trabalhar juntos na construção desse modelo de negócio. Conversamos com os sócios Domitila Almenteiro e Pablo de Las Cuevas, do Muta Arquitetura, e com a graduanda em Ciências Sociais, Sylvia Bomtempo. Junto com outros parceiros eles fundaram a Casa de Estudos Urbanos, no Rio de Janeiro, que abrigou o grupo até o final de 2018.

              A história dos jovens arquitetos reflete uma realidade comum a muitos recém-formados: uma empatia entre colegas com objetivos de vida parecido e uma vontade de fazer arquitetura de forma mais consciente, com processos mais participativos e que repercutissem socialmente, ajudando a transformar o cotidiano de nossas cidades e seus cidadãos. Este desejo de transformação é natural à mente mais aberta de quem acabou de entrar no mercado de trabalho e que sabe que há muito por fazer na construção de espaços mais justos e acessíveis a toda população. Mas por onde começar?

              Boa parte da conversa aborda as características desta forma de organização, materializada na Casa de Estudos Urbanos, que permitiu aos arquitetos unir esforços em prol de um comprometimento em realizar não só a arquitetura para o cliente formal, mas também ações temporárias de ativação do espaço urbano, buscando estimular na população um sentido de urbanidade compartilhada, tão ausente do convívio das pessoas com os espaços públicos.

              Dividir espaço físico e custo é uma maneira pragmática de viabilizar a base necessária para a criação de projetos, mas não garante por si só a sustentabilidade financeira do empreendimento. E, portanto, foi preciso equilibrar os tipos e as quantidades dos projetos para que a receita pudesse cobrir as contas e também o desejo de atuar socialmente através da transformação do espaço físico da cidade, ainda que com eventos e intervenções temporárias. Neste sentido, a parceria com escritórios e profissionais de diferentes áreas, uma característica deste modelo de negócio, atua a favor da realização desta dupla vocação, na medida em que amplia as formas de colaboração, integrando diferentes atores e capacidades. Até a próxima!

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              • Muta | Site
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                1 hr 5 min
              • Arquicast 087 – Entrevista: ArqBr

                Em mais um episódio no formato de entrevista, saímos do eixo Rio-São Paulo e conversamos com uma turma boa de Brasília.

                Fundado em 2013, este escritório tem como origem a colaboração profissional entre os arquitetos Eder Alencar e André Velloso. A soma das experiências individuais e

                Essa equipe conseguiu resultados expressivos através da atuação em concursos públicos de projetos de arquitetura, como a primeira colocação no concurso do Centro Educacional Crixá, das Unidades Habitacionais Coletivas em Sobradinho, da Sede do IAB em Tocantins, do Complexo do Ministério Público da Paraíba e da Praça Magna da Universidade de Brasília, além de diversas premiações que podem ser vista no site da equipe.

                Nossa conversa é com Eder Alencar e André Velloso do O ArqBr Arquitetura e Urbanismo! Ouve aí!

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                • Site ArqBr | Perfil Archdaily
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