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Depois de alguns anos de Sergio Camargo na presidência Fundação Palmares, nós vamos atravessar a cortina de fumaça, ir além dos tweets polêmicos e tentar entender os impactos reais de sua gestão no dia a dia da comunidade negra.
A Fundação, nova temporada do História Preta, estreia dia 24 de Janeiro em todas plataformas de áudio.
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Maestrina, compositora, regente e pianista, Chiquinha Gonzaga foi uma mulher que rompeu barreiras na música e na sociedade conservadora do século 19, sendo considerada por muitos uma mulher à frente do seu tempo. Será mesmo?
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CAMINHOS INTUITIVOS
Apesar de gostar de falar e ouvir sobre empreendedorismo e carreira, frequentemente sinto que esse assunto não é pra mim. Parece que quase sempre quem domina esses tópicos nas redes são pessoas completamente diferentes de mim, com experiências de vida completamente opostas às minhas. Por isso fiquei feliz de encontrar o Caminhos Intuitivos, um podcast original Globoplay, que fala de empreendedorismo, negócios, carreira…mas que é conduzido por Monique Evelle, mulher negra, empreendedora, com uma história de vida muito parecida com a minha. E isso faz toda diferença.
Só pra cê ter uma ideia, em um dos episódios ela conversou com idealizadores do Brasil Grime Show e da Batekoo, iniciativas criadas e geridas por jovens da periferia. Esse é o tipo de conversa que você só encontra lá.
Ouça Caminhos Intuitivos no app e na versão web do Globoplay, que tem não só esse, mas vários outros podcasts.
No Globoplay tem um podcast pra você!
https://globoplay.globo.com/podcasts/caminhos-intuitivos/8411dacc-3b49-4096-9224-76de217ed52b/
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FICHA TÉCNICA
Pesquisa, Roteiro e Edição de som: Thiago André
Redes sociais e Gerencia da comunidade: Carolina Ferreira
Identidade Visual: Raimundo Britto
Trilha sonora: Jonatas Cristino e Blue Dot Sessions
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Referências Bibliográficas
DINIZ, Edinha. Chiquinha Gonzaga: uma história de vida. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2009.
FERNANDES, Ana Júlia Carvalho et al. " Abre alas que eu quero passar”: a invisibilidade de Chiquinha Gonzaga e a importância da preservação do patrimônio cultural brasileiro. 2021.
WERNECK, Jurema. O samba segundo as ialodês: mulheres negras e cultura midiática. Hucitec, 2020.
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Recebemos o cineasta Jeferson De para uma conversa sobre seu último longa, “Doutor Gama'', que é uma cinebiografia do advogado, jornalista e abolicionista Luiz Gama
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CAMINHOS INTUITIVOS
Imagina o quão bom seria poder ouvir histórias inspiradoras com erros e acertos das mais diversas personalidades do nosso tempo. É exatamente isso que você encontra no Caminhos Intuitivos, podcast Original Globoplay conduzido por Monique Evelle, que a cada semana traz convidados incríveis para bater um papo sobre carreira e empreendedorismo. Mas a gente tá falando aqui de empreendedorismo real, pé no chão, de gente comum, como eu e você, que tem sido referência nos negócios, criatividade e cultura. Só para você ter uma ideia, já passou por lá Emicida, Fioti, Majur, Eliane Dias...enfim, só gente incrível
Ouça Caminhos Intuitivos no Globoplay e nas demais plataformas de áudio digital.
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No dia da Consciência Negra, o podcast Mamilos ocupa o feed de diversos programas da Rede B9 para uma reflexão sobre escuta, memória e legado. Saiba mais acessando mamilos.b9.com.br.
Todo mundo tem pai e mãe. Seu pai e sua mãe têm pai e mãe. Os pais e mães deles também. E assim por diante. Formalmente, é essa linha que tende ao infinito que forma o que chamamos de antepassados. Os nossos ancestrais. Os estudos de História revelam que grande parte das culturas, em algum momento, sentiram necessidade de se relacionar com eles, se conectando e reverenciando as sabedorias, os sorrisos, as memórias - boas ou ruins - faziam falta, e precisavam se manter vivas de alguma forma.
Nós não somos diferentes, mobilizando até mesmo a ciência e pesquisas em genética em busca de quem nos antecedeu. Mas o que uma família, uma tribo, um povo perdem quando essa linha do tempo é apagada, borrada ou até mesmo roubada? De que formas é possível romper essa conexão com o passado? Hoje, como um conteúdo especial da Rede B9 de podcasts para o Dia da Consciência Negra, reunimos os nossos ouvintes, nossas vozes e nossas plataformas para um debate sobre o significado, a importância, as estratégias e as lições do povo negro brasileiro no culto à ancestralidade como ferramenta de luta, autocompreensão e resistência. A advogada e escritora Juliana Souza e o apresentador do podcast "História Preta", Thiago André, fazem esse diálogo com Cris Bartis e Ju Wallauer. Vamos juntos.
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FALE CONOSCO
Email: [email protected]
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EQUIPE MAMILOS
Mamilos é uma produção do B9
A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer
Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br
Quem coordenou essa produção foi a Beatriz Souza.
O apoio à pauta e pesquisa foram de Hiago Vinícius e Jaqueline Costa.
A edição foi de Gabriel Pimentel e as trilhas sonoras, de Angie Lopez.
A identidade visual é de Helô D’Angelo.
A curadoria nos programas de história é realizada por Déia Freitas.
A publicação ficou por conta do Agê Barros.
O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo.
A coordenação digital é do Pedro Strazza, Soraia Alves, Matheus Fiore e Costa Gustavo e o atendimento e negócios é feito por Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane, Luzi Santana e Telma Zenaro.
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Benedita passou por uma série de dificuldades, mal entendidos e fugas dramáticas para garantir a integridade de sua liberdade. Mas ela esconde um segredo que pode arruinar sua vida definitivamente.
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Referências Bibliográficas
Machado, M. H. P. (2010). Corpo, gênero e identidade no limiar da abolição: a história de Benedicta Maria Albina da Ilha ou Ovídia, escrava (Sudeste, 1880). Afro-Ásia, (42), 157-193.
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Sentido que estavam sendo lesados pela classe senhorial, um grupo de escravizados da fazenda do queimado, no norte do Rio de Janeiro, planejava invadir a sede da propriedade, quando o senhor de escravos estivesse tomando chá. A insurreição começou com Manuel do Sacramento, um escravizado que sabia ler.
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Referências Bibliográficas
DE LEMOS, Carlos Eugênio Soares; RIBEIRO, Rafaela Machado. Sobre um escravo que sabia ler e o princípio de um suposta insurreição em Campos dos Goytacazes (1871-1877). Revista História & Perspectivas, v. 31, n. 59, p. 98-113, 2018.
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Ela foi escrava, prostituta e beata. Nasceu no Benin, viveu no Brasil e morreu em Portugal. A história de vida de Rosa Egipcíaca é uma epopeia sem precedentes na história nacional.
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Referências Bibliográficas
MOTT, Luiz. Rosa Egipcíaca: uma santa africana no Brasil colonial. Revista UNISINOS, p. 1-20, 1993.
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No fim do século 19, um homem negro, líder quilombola, espalhou o pânico nas elites rurais no interior do Espiríto Santa e Bahia. Há mais de uma década em fuga, as lendas diziam que, graças a uma proteção sobrenatural, era impossível que ele fosse preso ou morto. Nem nos seus piores sonhos as elites pensaram que um dia teriam que lidar com um líder quilombola imortal.
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Referências Bibliográficas
AGUIAR, M. de. Benedito Meia-Légua: a saga de um revolucionário da liberdade. São Mateus, ES: Editora Brasil-Cultura; Centro Cultural Porto de São Mateus, 1995.
MIKI, Yuko. Fugir para a escravidão: as geografias insurgentes dos quilombolas brasileiros, 1880-1881. Políticas da raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil. São Paulo: Selo Negro Edições, p. 35-68, 2014.
SCHIFFLER, Michele Freire. Identidade, ancestralidade e resistência no Ticumbi de São Benedito. Revista e-scrita: Revista do Curso de Letras da UNIABEU, v. 6, n. 2, p. 77-92, 2015.
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Francisca Manicongo, mulher negra, escravizada no Brasil, entrou para história ao ser denunciada por desvio sexual ao Tribunal da Santa Inquisição. Seu crime? Ser uma mulher transexual em pleno Brasil Colônia.
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Referências Bibliográficas
MOTT, Luiz. Raízes históricas da homossexualidade no Atlântico lusófono negro. Afro-Ásia, n. 33, 2005.
--. O sexo proibido: virgens, gays e escravos nas garras da Inquisição. Papirus Editora, 1988.
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Na década de 80, um grupo de sambistas tomou a música brasileira de assalto e nunca mais largou. No centro desse movimento, que revolucionou a jeito de fazer samba, estava uma mulher negra de pele bem escura, voz marcante e um nome expressivo: Jovelina Pérola Negra
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Agora o História Preta também tem uma loja. Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história
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