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O Ministro da Marinha prepara uma manobra jurídica para punir marinheiros já perdoados. Prevendo o pior, fuzileiros e marinheiros da Ilha das Cobras articulam uma nova Revolta.
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Identidade Visual: Raimundo Britto
Trilha sonora: Blue Dot Sessions e Epidemic Sound
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Bibliografia
MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
NASCIMENTO, Á.P. JOÃO CÂNDIDO, O MESTRE SALA DOS MARES: TRABALHO E COTIDIANO NA VIDA MARÍTIMA DOS MARINHEIROS DA BELLE ÉPOQUE. Almanack, 2019.
----. Cidadania, cor e disciplina na revolta dos marinheiros de 1910. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.
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Os marinheiros assumem o comando dos navios e a situação adversa faz de João Cândido o Almirante Negro. Mas sua experiência de homem do mar não poderia prever o revide preparado pelo governo.
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MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
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Cansados de serem ignorados em suas queixas, os marinheiros partem para ofensiva e aumentam o tom do discurso. Uma carta deixada debaixo da porta do comandante pode ser o sinal de algo muito pior.
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MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
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O menino João Cândido é levado para a Marinha para ser corrigido e conhece a face mais cruel da caserna. Mas em uma viagem para Inglaterra, ele percebe que pode mudar o rumo daquela história.
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Bibliografia
ALMEIDA, S. C. P. Do marinheiro João Cândido ao Almirante Negro: conflitos memoriais na construção do herói de uma revolta centenária. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 31, n. 61, p. 61-84, 2011.
LINS, Mônica Regina Ferreira. “Viveiros de homens do mar”: escolas de aprendizesmarinheiros e as experiências formativas na marinha militar no Rio de Janeiro. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Educação. 2012
MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
NASCIMENTO, Á.P. JOÃO CÂNDIDO, O MESTRE SALA DOS MARES: TRABALHO E COTIDIANO NA VIDA MARÍTIMA DOS MARINHEIROS DA BELLE ÉPOQUE. Almanack, p. 358-403, 2019.
----. Cidadania, cor e disciplina na revolta dos marinheiros de 1910. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.
SILVA, C. A. l. Os aspirantes e guardas-marinha do primeiro reinado: heranças e talentos na profissionalização nos quadros da marinha imperial. In: SIMPÓSIO Nacional DE História, 27., 2013, Natal. Anais... Natal: ANPUH, 2013
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Nos anos 50, João Cândido é encontrado esquecido pela história, vendendo peixe na beira da mesma Baía de Guanabara que fez dele um herói. Mas o que exatamente ele fez para merecer isso?
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ALMEIDA, S. C. P. Do marinheiro João Cândido ao Almirante Negro: conflitos memoriais na construção do herói de uma revolta centenária. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 31, n. 61, p. 61-84, 2011.
ARIAS NETO, J. M. João Cândido 1910-1968: arqueologia de um depoimento sobre a Revolta dos Marinheiros.
BELLO, l. A. O. Versão oficial. In: MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
NASCIMENTO, Á.P. JOÃO CÂNDIDO, O MESTRE SALA DOS MARES: TRABALHO E COTIDIANO NA VIDA MARÍTIMA DOS MARINHEIROS DA BELLE ÉPOQUE. Almanack, p. 358-403, 2019.
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Em 1910, uma revolta de marinheiros põe o país em estado de alerta. Em carta eles exigem o fim da chibata e melhores condições de trabalho. Do Palácio do Catete o Presidente vê João Cândido apontar os canhões da Marinha para cara do Brasil.
Cisne Negro, a nova temporada do História Preta.
Dia 18 de Abril em todas as plataformas de áudio
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Desde que o Brasil é Brasil, os modos de viver quilombola representam uma ameaça à dinâmica colonial. A longevidade e resistência dos quilombos se deve a conceito conhecido por “A Paz Quilombola”.
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Bibliografia
BATISTA, W. V. Palavras sobre uma historiadora transatlântica: estudo da trajetória intelectual de Maria Beatriz Nascimento. 2016. Tese (Doutorado em Estudos Étnicos e Africanos) - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2016.
SOUZA, Laura de Mello e. Violência e práticas culturais no cotidiano de uma expedição contra quilombolas: Minas Geraism 1769. In. REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 1996.
CARNEIRO, Édison. Singularidades do quilombo. In: MOURA, Clóvis (Org.) Os quilombos na dinâmica social do Brasil. Maceió: EDUFAL, 2001
ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de. Os Quilombos e as novas etnias In: O’DWYER, Eliane Cantarino (Org). Quilombos: identidade étnica e territorialidade. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2002, pp. 43-82. MEIRELES, Jeovah; LEROY, Jean Pierre. Povos indígenas e comunidades tradicionais: os visados territórios dos invisíveis. In. Porto, Marcelo Firpo; Pacheco, Tania; Leroy, Jean Pierre. Injustiça ambiental e saúde no Brasil: o mapa de conflitos. Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2013. p.115-131
Reportagens
Governo Bolsonaro desacelerou a regularização de territórios quilombolas
Fundação Cultural Palmares certificou apenas cinco quilombos em 2020
Novo ataque aos Quilombolas do Maranhão
Agrotóxicos são lançados de avião sobre crianças e comunidades em disputa por terra
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Ao longo do século 20, comunidades quilombolas foram apagadas e estigmatizadas pelo estado brasileiro. Hoje, elas lutam por reconhecimento e o direito de existir pacificamente em seus territórios.
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Bibliografia
CARDOSO, Marcos Antônio. O movimento negro em Belo Horizonte: 1978-1998. 2001. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
GOMES, Flávio. Mocambos e quilombos: uma história do campesinato negro no Brasil. Editora Companhia das Letras, 2015.
NASCIMENTO, Elisa Larkin (org.). Cultura em movimento: matrizes africanas e ativismo negro no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2008
SOUZA, Bárbara Oliveira. Aquilombar-se: panorama histórico, identitário e político do Movimento Quilombola Brasileiro. 2008.
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Depois de sucessivas investidas de diferentes governos contra organizações negras, a militância percebeu a necessidade de criar uma Instituição de Estado que trabalhasse em prol da comunidade negra. Mas isso não seria fácil, antigas forças políticas iriam reagir.
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CARDOSO, Marcos Antônio. O movimento negro em Belo Horizonte: 1978-1998. 2001. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
MOURA, Carlos. 20 anos de história. In: Revista Palmares, ano IV, número 4, Brasília, Fundação Cultural Palmares, 2008.
NASCIMENTO, Abdias. Memorial Zumbi: um informe à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Conselho Deliberativo do Memorial Zumbi. In: NASCIMENTO, Elisa Larkin (org.). Cultura em movimento: matrizes africanas e ativismo negro no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2008.
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Depois de alguns anos de Sergio Camargo na presidência Fundação Palmares, nós vamos atravessar a cortina de fumaça, ir além dos tweets polêmicos e tentar entender os impactos reais de sua gestão no dia a dia da comunidade negra.
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