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Em tempos cada vez mais ligados à Inteligência Artificial, as habilidades que contarão no currículo do futuro são as socioemocionais: resiliência, empatia, inteligência emocional e gratidão. Coincidentemente (ou não) são competências diretamente ligadas à construção de um ambiente de trabalho positivo e equilibrado. Ser feliz é uma meta e os caminhos para a conquista desse estágio podem sim ser trilhados por meio de técnicas voltadas ao desenvolvimento pessoal. Neste painel, especialistas e líderes de RH compartilham suas experiências na estruturação de propósito e conexão dentro dos times: como treinar a busca pelo bem-estar rotineiramente, como entender e explorar as diferentes definições de satisfação dos colaboradores, a eficácia de treinamentos voltados para a felicidade no trabalho, o papel da liderança como inspiração e agente ativo na promoção da evolução pessoal e profissional, a integração de técnicas de mindfulness e resiliência e, principalmente, o alinhamento dos valores da empresa com a busca pela felicidade.
Lidar com a insatisfação e falta de motivação dos colaboradores vem se tornando um dos grandes desafios da área de Recursos Humanos. O cenário pós-pandêmico se consolidou na busca por novas dinâmicas de trabalho com foco em propósito e realização. No entanto, a consolidação desse cenário não é a realidade da grande maioria, principalmente, em consequência de fatores econômicos e sociais. Mas, como motivar quem deseja sair mas precisa ficar? Nem sempre a demissão é uma solução possível ou interessante administrativamente. Afinal, qual o melhor caminho: trabalhar para reconquistar o entusiasmo do colaborador ou investir em uma nova contratação e treinamento? Neste painel, especialistas e líderes de RH debatem os desafios frente a apatia, a falta de entusiasmo e o baixo desempenho dentro das equipes, os segredos para um feedback construtivo eficaz, o diferencial de programas de mentoria e desenvolvimento de carreira, a necessidade de ofertar suporte emocional e a eficácia na revisão de cargos e funções.
Não é a primeira vez que o processo acontece: novas tecnologias e soluções surgem impactando diretamente alguns trabalhos. Enquanto por um lado certas funções deixam de existir, por outro, surgem novas oportunidades para evoluir. No entanto, com a disseminação da Inteligência Artificial, essa será a primeira vez que um nível hierárquico mais estratégico será afetado por essas mudanças. O desafio dos gestores é como promover a transição para uma mentalidade digital mantendo o moral elevado dos times. Neste painel, líderes de RH debatem os impactos da IA nas rotinas de trabalho: os desafios na migração de colaboradores para novas funções, os caminhos para motivar atualizações constantes e o entendimento para novas oportunidades, a importância de ter o aprendizado como cultura, a adaptação para atender diferentes gerações em treinamentos e, principalmente, como absorver o novo sem descaracterizar a empresa.
Verdade seja dita: é mais fácil engajar os times nos escritórios corporativos do que no operacional. Afinal, na maioria das vezes, os recursos disponíveis são muito mais frequentes – e interessantes. Nem sempre as equipes da linha de frente podem contar com um coffee break ou uma ação de quick massage para espairecer ou recarregar no meio da jornada. Assim, conforme o nível hierárquico ascende, e as equipes se tornam mais enxutas, maior a gama de benefícios e recursos disponíveis. Mas, afinal, como gerar impacto positivo e motivação nos times operacionais? Neste painel, líderes de RH compartilham suas experiências no desafio de manejar recursos e benefícios que gerem impacto, mas não sobrecarregue o fluxo financeiro, as ações que têm trazido mais resultados e os investimentos que resultam de fato em bem-estar e satisfação dos times.
Compartimentar em áreas isoladas a administração de uma empresa é uma das práticas mais recorrentes, mas olhá-la de forma holística é uma estratégia eficaz para potencializar a sincronia de áreas e resolver os problemas no seu cerne. E transpor essa visão na abordagem da saúde dos colaboradores tem proporcionado um impacto positivo. Trata-se não apenas da remediação de problemas, mas principalmente do trabalho de prevenção ao unificar e entender todos os aspectos que compõem um ser: físico, emocional, mental, social e espiritual. Neste painel, líderes de RH compartilham suas experiências em uma abordagem holística à saúde dos times: o desafio de quebrar paradigmas ao definir uma estratégia de cuidado global, o desenvolvimento de uma cultura de apoio e sensibilização, o impacto positivo no uso de práticas alternativas como yoga, meditação, acupuntura, quiropraxia, entre outras, os caminhos para integração de benefícios e programas de saúde e o peso do comprometimento das lideranças ao adotar a promoção do bem-estar integral.
Excesso de trabalho, pressão desmedida por resultados, falta de autonomia, assédios, insegurança psicológica e relacionamentos tóxicos entre a liderança e seus pares: a lista de condições favoráveis à Síndrome de Burnout no ambiente de trabalho com certeza já está decorada pelos gestores. O tema vem sendo discutido e explorado rotineiramente, principalmente pela imprensa, desde a sua explosão durante a pandemia. Mas o que de fato mudou nas rotinas de trabalho? Já que dados da OMS apontam para uma crescente da condição, com 33 milhões de brasileiros acometidos pelo esgotamento – sendo a grande maioria formada por mulheres em consequência da sobrecarga social. Neste painel, especialistas e líderes de RH compartilham suas experiências na transformação de uma cultura organizacional direcionada para lideranças saudáveis e equilibradas, os programas de apoio e ação mais efetivos, a atenção dedicada ao público feminino, a importância da análise de casos e de medidas corretivas e o trabalho de conscientização contínuo para identificação e mitigação de riscos.
A liderança topou, o financeiro liberou. E agora: onde alocar os recursos voltados para o bem-estar dos colaboradores de forma eficiente? Até porque mostrar resultados é fundamental para não correr o risco de sofrer cortes futuros. Neste painel, líderes de RH debatem suas experiências em como melhor direcionar recursos: focar no básico do plano médico e/ou odontológico ainda é o melhor caminho? Quais plataformas e aplicativos digitais valem o investimento e tem conquistado a satisfação dos times? Qual a melhor abordagem para empresas com orçamentos enxutos? E mais: as métricas mais assertivas para acompanhar o retorno sobre o investimento, a relevância de investir em treinamentos e palestras e o diferencial de optar por benefícios flexíveis.
Quando algo não vai bem ou dá um resultado inesperado, o movimento natural da maioria das pessoas é encontrar culpados – de preferência externos. No entanto, o caminho da autorresponsabilidade é essencial para o desenvolvimento pessoal. Afinal, na busca de realização e felicidade no trabalho, é preciso ser protagonista de sua própria jornada, abrindo mão da vitimização e dos jogos de culpa que muitas vezes são rotineiros nos ambientes corporativos. Neste painel, especialistas e líderes de RH debatem os desafios e oportunidades de incentivar o autoconhecimento e de autogerenciamento de suas equipes: as diferentes ferramentas e avaliações para entender habilidades e necessidades, como explorar o empoderamento e a autonomia dos colaboradores, discutir a importância de habilidades socioemocionais e o autocuidado e, principalmente, a definição de metas com propósito para alcançar maior realização no trabalho.
Não dá mais para ignorar a mudança no cenário: todos querem mais qualidade de vida e, consequentemente, melhores experiências em seu trabalho. A busca por equilibrar produtividade com saúde mental se tornou uma crescente difícil de ignorar pelos líderes - afinal, eles também querem isso. Falar sobre humanização, empatia, segurança psicológica e reconhecimento já se tornaram jargões dentro dos discursos. Mas, enquanto todos esses movimentos vêm sendo debatidos à exaustão por especialistas e pelo mercado em geral, o que tem de fato mudado na política dentro de casa? Neste painel, líderes de RH compartilham seus insights sobre o novo tempo do trabalho, as ações práticas em busca da flexibilização de rotinas e relações, o que tem dado certo nos processos de mudança, as iniciativas que os times reconhecem como verdadeiras e como trazer para o dia a dia – de forma simples e eficiente – o discurso do bem-estar.
Embora várias empresas ainda insistam nisso – muitas vezes por falta de orçamento disponível –, todo mundo sabe que um bombom, apesar de ser gostoso, não engaja ninguém. Um agrado sempre cai bem, mas é preciso ir além, já que valorizar os esforços e conquistas dos colaboradores é essencial para a manutenção do clima, do bem-estar e do comprometimento. Neste painel, especialistas e líderes de RH debatem a importância de desenvolver uma cultura de reconhecimento, o impacto de celebrar conquistas na produtividade das equipes, quais tipos de recompensa de fato motivam e são apreciadas pelos colaboradores, o cuidado para valorizar de forma individual conforme habilidades e realizações. E também: além do financeiro, como explorar outras formas de celebrar e incentivar com maior autonomia, flexibilidade de horários, feedbacks positivos, treinamentos especiais e oportunidades de crescimento.
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