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Ao contrário das mudanças fisiológicas, que até certo ponto acompanham igualmente cada um de nós ao longo da vida, a maturidade emocional não depende da idade.
Em alguns casos, ela se correlaciona harmoniosamente com o desenvolvimento e maturação da personalidade, mas também há pessoas cuja maturidade emocional se forma muito cedo e, em alguns casos, pode permanecer praticamente inalterada ao longo de toda a trajetória de vida de uma pessoa.
Então, o que é “maturidade emocional” - uma construção artificial que as pessoas inventaram para descrever a irresponsabilidade de outra pessoa, ou um aspecto importante da formação da personalidade que deve receber atenção especial?
Se deduzirmos a definição mais geral e simples, então a maturidade emocional é o nível de desenvolvimento da personalidade com alto grau de racionalidade, autocontrole, responsabilidade, capacidade de reflexão, com necessidade de trabalho e relacionamentos estáveis. Um adulto se esforça para ter lugar na profissão e na família. Vários psicólogos enfatizam a importância dos motivos de afiliação (envolvimento) e realizações. É importante que uma pessoa decida uma posição civil e social, com um modo de vida, com seus princípios e atitudes internas.
Quer saber mais? Então seja bem-vinda, seja bem-vindo ao CUIDANDO DA ALMA.
Produção: wepod.com.br
Produção: wepod.com.br
Emoções e relacionamentos andam de mãos dadas. Embora a lógica nos relacionamentos seja importante e vital, a relevância da competência emocional costuma ser esquecida. Em todos os relacionamentos, mas especialmente nos relacionamentos românticos, um certo grau de maturidade emocional é valioso. E, claro, ao longo de um relacionamento, o aumento da maturidade emocional é esperado e natural, à medida que cada indivíduo aprende um novo relacionamento e novas habilidades emocionais.
Então vamos falar sobre como amadurecer o nosso relacionamento com os outros?
Seja bem-vinda, seja bem-vindo ao CUIDANDO DA ALMA
Produção : wepod.com.br
Onde está Deus? Ele não vê o meu sofrimento? Se esqueceu de mim? Como vou superar tanta dor?
Existem momentos nos quais estamos tão envolvidos pelo medo e pela incerteza que perdemos de vista a presença de Deus. São circunstâncias tão difíceis que muitas vezes questionaríamos se Ele realmente nos ama e está conosco em nosso sofrimento.
Mas, não estamos sozinhos, não importa o quão difíceis sejam as dores que laceram a nossa alma.
Onde está Deus? José Soares Cardos
- Onde está Deus? Pergunta o cientista, Ninguém O viu jamais. Quem Ele é? Responde às pressas, o materialista: - Deus é somente uma invenção da fé!
O pensador dirá, sensatamente: - Não vejo Deus, mas sinto que Ele existe! A natureza mostra claramente Em que o poder do Criador consiste.
Mas o poeta dirá, com segurança De quem afirma porque tem certeza: - Eu vejo Deus no riso da criança, No céu, no mar, na luz da natureza!
Contemplo Deus brilhando nas estrelas No olhar das mães fitando os filhos seus, Nas noites de luar claras e belas, Que em tudo pulsa o coração de Deus!
Eu vejo Deus nas flores e nos prados, Nos astros a rolar pelo Infinito, Escuto Deus na voz dos namorados, E sinto Deus na lágrima do aflito!
Percebo Deus na frase que perdoa, Contemplo Deus na mão que acaricia Escuto Deus na criatura boa E sinto Deus na paz e na alegria!
Eu vejo Deus no médico salvando, Pressinto Deus na dor que nos irmana. Descubro Deus no sábio procurando Compreender a natureza humana!
Eu vejo Deus no gesto da bondade, Escuto Deus nos cânticos do crente. Percebo Deus no sol, na liberdade E vejo Deus na planta e na semente!
Eu vejo Deus, enfim, por toda parte. Que tudo fala dos poderes seus, Descubro Deus nas expressões da Arte, No amor dos homens também sinto Deus!
Mas onde eu sinto Deus com mais beleza, Na sua mais sublime vibração, Não é no coração da natureza, É dentro do meu próprio coração.
José Soares Cardoso , Onde está Deus? São Paulo: Editora Tempos Novos Ltda., 1976.
Provavelmente já houve um tempo em que você ouviu alguém dizer: "Não posso fazer isso. Isso está definitivamente fora da minha zona de conforto".
Uma zona de conforto é definida como "um lugar ou situação onde a pessoa se sente segura, à vontade e sem estresse". É essa bolha familiar em que nos mantemos para evitar quaisquer desafios inesperados que a vida possa lançar sobre nós.
Nós nos conhecemos melhor do que ninguém, então gravitamos em atividades e rotinas que sabemos que funcionam melhor em nossas vidas. Existir apenas nesta bolha coloca um escudo protetor ao nosso redor que nos impede de crescer, aprender e desenvolver novas habilidades.
Sair de nossas zonas de conforto é algo que todos nós já experimentamos antes, seja em uma escala maior ou menor.
Bem, você, nessa conversa com Mariana de Oliveira, que é mãe do Dudu que nasceu com mielomeningocele, uma malformação na coluna, e passou a fazer tratamento da AACD. Mas, como ela enfrente desafios. Como possui doença de Crohn e sofreu perfuração intestinal que evoluiu para uma infecção generalizada (sepse), teque que amputar as pernas e dos dedos.
E agora, antes esses desafios, se tornou Palestrante Inspiracional e Consultora Empresarial.
Seja bem-vinda, seja bem-vindo ao CUIDANDO DA ALMA.
Produção : wepod.com.br
Jesus disse: “Pedi e recebereis, e a vossa alegria será completa” em João 16:24 . Declarações semelhantes são encontradas em Mateus 7: 7 ; 21:22 ; Marcos 11:24 ; Lucas 11: 9 ; e João 15: 7 . Esta é uma promessa geral sem condições? Se pedirmos trezentas mil reais esse dinheiro será entregues em nossa porta, Deus é obrigado a nos dar? Ou as palavras de Jesus devem ser entendidas à luz de outras revelações?
Se presumirmos que “peça e receberá” significa “peça o que quiser e eu lhe darei”, então transformamos o Senhor em um gênio cósmico que atende a todos os nossos caprichos.
Considere Salmo 37: 4: “Deleite-se no Senhor e Ele atenderá os desejos do seu coração.” Este versículo não nos dá uma maneira de manipular Deus; nem significa que, se obedecermos, Ele nos recompensará com qualquer guloseima que desejamos. Em vez disso, significa que, quando nos deleitamos em Deus, encontraremos tudo o que queremos e precisamos Nele. A chave aqui é que o coração do buscador muda - quando nos deleitamos no Senhor, os desejos de Deus começam a se tornar nossos. Quando nossos desejos correspondem aos de Deus, então nossas orações são automaticamente alinhadas com a Sua vontade.
Seja bem-vinda, seja bem-vindo ao CUIDANDO DA ALMA
Todos nós somos confrontados com situações em que precisamos mudar algo ou mesmo apenas fazer algo disruptivo, mas o medo do desconhecido muitas vezes nos impede de agir. Nossa voz interior começa a nos convencer de que nem tudo está tão ruim, de que não temos garantias de que as mudanças serão boas.
E assim criamos limites internos que nos fazem se sentir seguros apenas porque tudo nos é familiar, e é exatamente essa estrutura interna que nos obriga a nos agarrarmos a relacionamentos que perderam sua utilidade e se tornaram tóxicos, a um trabalho que não nos traz satisfação e até mesmo à maneira usual de pensar que não acrescente mais em nossa vida e visão de mundo. Essas armações internas formam nossa zona de conforto. Simplificando, este é um estado em que você se sente "à vontade". Mas, você pode pensar, o que há de errado com conforto e segurança? Nada, exceto que eles impedem muito o desenvolvimento e o domínio de coisas novas, inclusive do desenvolvimento espiritual. No episódio de hoje falaremos sobre a como sair da zona de conforto rumo ao nosso crescimento.
O desvio espiritual é uma "tendência a usar ideias e práticas espirituais para contornar ou evitar enfrentar questões emocionais não resolvidas, feridas psicológicas e tarefas de desenvolvimento inacabadas". - John Welwood.
O desvio espiritual é mecanismo de defesa que muitas pessoas experimentam em sua própria jornada de despertar.É uma experiência comum.
Quando alguém passa por um processo de despertar espiritual, pode sentir uma grade opressão e, por isso mesmo, pode tomar a decisão de não lidar com os problemas que estão sendo chamados a curar e encarar de frente.
O despertar já é difícil o suficiente por si só. Eu compreendo totalmente. No entanto, é importante não se esconder daquilo que foi iluminado e precisa ser curado em sua vida.
Nenhum de nós gosta de lidar com a dor, mas é a dor que nos leva a descobrir quem somos, o que nos serve e o que não nos serve mais, para que possamos viver em plenitude. É disso que se trata encarar a sombra, e quanto mais cedo começarmos a trabalhar para encarar e curar o eu sombrio, mais cedo as coisas começarão a virar em uma direção positiva.
Quando a prática espiritual é usada para compensar nossos desafios pessoais com a baixa autoestima, isolamento social, sentimento de não pertencimentos, mágoa e outras questões emocionais, nós corrompemos a função de nossa espiritualidade.
Usar as nossas práticas espirituais para encobrir nossos problemas é uma estratégia comum, mas, ao fazermos isso, fugimos de nossa intrasferível tarefa de trabalhar as questões desafiadores de nossa personalidade, de nossos traumas.
Foi o filósofo francês René Descartes quem afirmou Cogito ergo sum , que significa: “Penso, logo existo”. Ele estava propondo que os pensamentos são evidências de que você existe. Hoje em dia outras evidências fazem com que filósofos e neurocientistas agora concordam que nossos pensamentos não nos definem. Os pensamentos emergem da consciência e desaparecem, por isso associar-se aos seus pensamentos é enganoso, pois alguns pensamentos não são úteis.
Os pensamentos por si só não são a causa de nosso sofrimento e infelicidade. É quando nos identificamos e nos apegamos a eles que tropeçamos.
Seja bem-vinda, seja bem-vindo ao CUIDANDO DA ALMA.
Nesse episódio tratamos de uma estratégia do Ego para fugir do desenvolvimento espiritual, que seria o fanatismo religioso. Nesse momento você perde o foco no seu desenvolvimento pessoal a passa a gastar sua energia no convencimento dos outros.
O fanatismo consiste em intensificar os nossos esforços depois de termos esquecido o nosso alvo. Jorge Santayana - Filósofo Espanhol.
O fanático se interessa mais pelo combate em si, do que pelas ideias que ele carrega ou a possibilidade de colocá-las em discussão OU DE SEGUÍ-LAS.
Ele não pensa em oferecer DIÁLOGO, mas em esmagar quem pensa diferente.
POR QUE? Como sua convicção é frágil e sua prática pobre, ele troca a mudança pessoal pela conversão dos outros.
E mais fácil convencer os outros de nossas ideias de que de viver segundo as propostas de transformação espiritual.
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