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Trinta e seis segundos num elevador, uma mulher a compor o cabelo ao espelho e uma noite de chuva em Saquarema, nos arredores do Rio de Janeiro, Brasil. Rosalina Ribeiro, secretária pessoal e companheira do milionário Lúcio Tomé Feteira, falecido em 2000, saiu para jantar a 150 metros de casa e nunca mais voltou.
Levaram-lhe a pasta com os documentos e deixaram-lhe o relógio e os brincos, porque quem a matou não queria o que ela tinha, queria o que ela sabia.
Durante dez dias, enquanto as amigas colavam cartazes a alertar para o seu desaparecimento pelas ruas do bairro de Flamengo, o seu corpo foi apenas uma etiqueta, com o número 608, numa morgue do Rio de Janeiro.
Neste primeiro episódio do podcast Quem Matou Rosalina?, ouvimos Rosemary Gomes, a testemunha que ouviu os tiros, a fadista Maria Alcina, amiga de Rosalina, que sonhou com o pedido de socorro, e entrevistamos o jornalista Plínio Fraga, autor da reportagem Dostoiévski em Saquarema, que reconstitui o caso e nos apresenta Duarte Lima, o homem que se adiantou à polícia com o envio de um fax que ninguém lhe pediu.
O lançamento deste podcast narrativo coincide com o início do julgamento de Duarte Lima, no tribunal de Sintra, a 5 de Novembro. O antigo deputado do PSD foi acusado pelo homicídio de Rosalina Ribeiro, no Brasil, a 7 de Dezembro de 2009.
Quem Matou Rosalina? é uma produção da Coimbra Coolectiva em exclusivo para o PÚBLICO, com a colaboração do Globo. A narração é de José Martins e a banda sonora é dos Belle Chase Hotel.
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O episódio desta semana do podcast Diplomatas (PÚBLICO e Instituto Português de Relações Internacionais) foi dedicado a uma série de eleições que marcaram — e que vão continuar a marcar — a actualidade política internacional.
Teresa de Sousa e Carlos Gaspar começaram por analisar a vitória de Lula da Silva na segunda volta das eleições presidenciais do Brasil, depois de uma “virada” histórica, que foi sucedida pela fuga de Flávio Bolsonaro, candidato derrotado, investigado por lavagem de dinheiro e corrupção, para os Estados Unidos.
A jornalista e o investigador olharam, de seguida, para os resultados preliminares das eleições legislativas em Israel, onde nem o bloco liderado pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, nem a oposição, encabeçada pelo antigo general Gadi Eisenkot, devem alcançar a maioria parlamentar.
O debate passou, depois, para o triunfo épico da Lista dos Estudantes da Sérvia sobre a coligação liderada pelo partido do ex-Presidente Aleksandar Vucic nas eleições de domingo.
Por fim, os analistas anteciparam as eleições intercalares da próxima semana para o Congresso dos EUA, reflectindo sobre a estratégia de campanha que foi seguida nos últimos dias por Donald Trump e pelo Partido Republicano.
Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para [email protected] ou [email protected].
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No episódio desta semana do podcast Diplomatas (PÚBLICO e Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa – IPRI-Nova), Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o que une e o que separa os diversos protestos que estão a ocorrer em várias cidades de países como França, Espanha, Portugal, Itália ou Grécia, com reivindicações que vão desde o custo de vida até à educação ou à habitação.
A jornalista e o investigador discutiram ainda as consequências políticas das manifestações e dos motins nas cidades francesas, à luz de uma situação económico-financeira difícil, que pode ter repercussões na zona euro.
A parte final do programa foi dedicada à antecipação da segunda volta das eleições presidenciais no Brasil, agendadas para o próximo domingo e disputadas entre o Presidente, Lula da Silva, e o senador Flávio Bolsonaro.
Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou uma sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para [email protected] ou [email protected].
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O episódio desta semana do podcast Diplomatas (PÚBLICO e IPRI-Nova) tem como tema principal os últimos desenvolvimentos da guerra na Ucrânia, na sequência do acordo anunciado por Donald Trump para a importação de gasóleo russo para os Estados Unidos.
Carlos Gaspar e Teresa de Sousa discutiram os objectivos eleitorais da Administração republicana, o suposto compromisso entre Moscovo, Kiev e Washington para um “cessar-fogo energético” no país invadido pela Rússia e o “dilema” de Volodymyr Zelensky nas relações com a Casa Branca.
O investigador e a jornalista anteciparam, depois, a reunião destas quinta e sexta-feira do Conselho Europeu, em Bruxelas, dando conta das discussões entre os 27 sobre temas como a guerra híbrida, o próximo quadro financeiro plurianual e os desafios da competitividade com a República Popular da China.
O final do episódio focou-se nos protestos estudantis em França, enquadrados na contagem decrescente para as eleições presidenciais do próximo ano.
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O 7 de Outubro, três anos depois; a primeira volta das presidenciais no Brasil; e a antecipação das legislativas em Espanha, em destaque no episódio desta semana do podcast Diplomatas.
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, a análise focou-se em Israel, três anos depois dos ataques do Hamas no dia 7 de Outubro, que levaram a uma resposta militar israelita na Faixa de Gaza.
Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre as consequências do atentado de 2023 na sociedade, na política, na defesa e na diplomacia do Estado de Israel, antecipando as eleições legislativas que se realizam no final do mês.
O segundo tema do podcast do PÚBLICO e do Instituto Português de Relações Internacionais foi o rescaldo das eleições brasileiras do passado domingo.
A jornalista e o investigador debateram o regresso em força do bolsonarismo ao Congresso e o favoritismo conquistado por Flávio Bolsonaro na primeira volta das presidenciais, ficando à frente de Lula da Silva.
A parte final do episódio foi dedicada ao anúncio de Pedro Sánchez, presidente do Governo de Espanha, de antecipar as eleições legislativas no país vizinho para o final de Novembro.
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O episódio desta semana do podcast Diplomatas (PÚBLICO e IPRI-Nova) teve como tema principal o lançamento das eleições intercalares para o Congresso dos Estado Unidos, que se realizam daqui a sensivelmente um mês.
Carlos Gaspar e Teresa de Sousa apontaram as estratégias, os objectivos e as perspectivas eleitorais do Partido Republicano e do Partido Democrata e reflectiram sobre a importância das midterms de 3 de Novembro para o presente e futuro da democracia norte-americana, respondendo a uma pergunta que foi enviada por um ouvinte do podcast.
Ainda sobre os EUA, o investigador e a jornalista fizeram um balanço da visita da semana passada de Xi Jinping a Washington DC e da recepção solene e pomposa que Donald Trump preparou para o Presidente chinês.
Para além disso, anteciparam um possível encontro a três, com Vladimir Putin a juntar-se aos líderes da China e dos EUA, nas cimeiras da APEC (Novembro) ou do G20 (Dezembro), numa espécie de Conferência de Ialta (1945), mas em 2026.
No final do episódio, os analistas debateram a actualidade política brasileira, olhando para a primeira volta das eleições presidenciais, no domingo, que terão como protagonistas o actual Presidente, Lula da Silva, e o senador Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.
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Um homem mata uma ex-namorada. Uma amiga da vítima pede que se averigue o que falhou, uma vez que ele já antes matara uma ex-namorada, cumprira pena de prisão e estava ainda em liberdade condicional. O que falhou?
O Homem Que Matou Duas Vezes é uma investigação de Ana Cristina Pereira, que escreveu os guiões e faz a narração, com produção de Inês Rocha, revisão de Inês Rocha e Sara de Melo Rocha, sonoplastia de Margarida Adão, música do genérico de Tiago Orato, ilustrações de José Carvalheiro e produção executiva de Amílcar Correia.
A série narrativa, de sete episódios, vai além da reconstrução dos crimes cometidos por João Pedro Oliveira. Recupera a história das vítimas e do homem que as matou ao mesmo tempo que escrutina o sistema.
Para conhecer a história toda, ouça os próximos seis episódios.
Se precisa de ajuda, ligue para o Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica da CIG: 800 202 148. Ou para a linha de Apoio à Vítima da APAV: 116 006.
Outros créditos: som recolhido em manifestação em Lisboa, em 2024, de grupo de mulheres a cantar Canción Sin Miedo, com música e letra de Vivir Quintana; trailer Retrato de Dorian Gray, filme de 2009, realizado por Oliver Parker, com guião de Toby Finlay, a partir da obra homónima de Oscar Wilde.
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No primeiro episódio da nova temporada do podcast Diplomatas, do PÚBLICO e do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI-Nova), Carlos Gaspar e Teresa de Sousa anteciparam a visita de Xi Jinping a Washington D.C., que decorre até sexta-feira, à luz da “competição estratégica” entre China e Estados Unidos e das suas prioridades de política externa e económica.
Com a atenção internacional fixada por estes dias nos EUA, o investigador e a jornalista também analisaram o discurso de Donald Trump no arranque da 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, a última com António Guterres como secretário-geral da organização.
Na segunda parte do programa, os analistas debruçaram-se sobre a nova escalada na guerra híbrida na Europa, respondendo também a uma pergunta enviada por um ouvinte do podcast sobre os desafios deste tipo de conflito.
Por fim, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o crescimento eleitoral do partido de extrema-direita alemão AfD e a contínua incapacidade dos partidos tradicionais europeus em responder aos anseios de um eleitorado descontente com a situação económica e com o elevado custo de vida nos seus países.
Texto de António Saraiva Lima
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O estreito de Ormuz tornou-se uma das principais frentes do conflito no Médio Oriente. No primeiro episódio do Hoje, olhamos para o impacto da guerra em milhares de marinheiros que ficaram retidos em navios petroleiros no Golfo Pérsico, numa crise que a ONU descreveu como sem precedentes.
Entre eles estava Daniela Brito, uma portuguesa que trabalha em navios petroleiros há quase 20 anos e que passou vários meses encurralada em Ormuz. Ao Hoje, conta como viveu esses dias numa zona de conflito e como conseguiu sair.
“Aviões militares que nunca paravam, os primeiros drones a aparecerem durante a noite. Esses primeiros dias em que nós vimos essas coisas deram-nos a noção de que estávamos em guerra, ou numa zona de guerra, e de que corríamos perigo real”, recorda Daniela Brito.
Para perceber o que está em causa nesta crise é preciso olhar para a importância estratégica do estreito, para o papel do Irão e de Omã e para as consequências de uma instabilidade que afecta uma das principais rotas de transporte de energia do mundo.
A jornalista Maria João Guimarães, que acompanha o Médio Oriente há vários anos no PÚBLICO, explica porque é que Ormuz é uma peça central nesta disputa.
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No último episódio desta temporada do podcast Diplomatas, do PÚBLICO e do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI-Nova), Carlos Gaspar e Teresa de Sousa analisaram os desafios e os planos de Andy Burnham, novo primeiro-ministro do Reino Unido e líder do Partido Trabalhista.
O investigador e a jornalista traçaram um perfil do ex-presidente da Câmara de Manchester, reflectiram sobre as raízes do fenómeno das trocas constantes de primeiros-ministros britânicos nos últimos dez anos e discutiram as prioridades do sucessor de Keir Starmer na competição com a direita radical, na política doméstica, na economia e na diplomacia.
A segunda parte do programa teve como pano de fundo a teoria das potências médias e os diferentes planos e estratégias dos Estados intermédios europeus, asiáticos, americanos, e não só, para lidar com um mundo de grande competição entre as grandes potências, nomeadamente os Estados Unidos e a República Popular da China.
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Texto de António Saraiva Lima
Este episódio foi o último desta temporada do podcast Diplomatas, que regressa em Setembro.
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Para compreender um mundo em suspenso, “Diplomatas” é um podcast com Teresa de Sousa e Carlos Gaspar, numa parceria com o IPRI.

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