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O podcast Fogo e Fúria continua com uma série especial do PÚBLICO dedicada aos 250 anos da independência dos Estados Unidos. Neste episódio recebemos o Pedro Ribeiro, correspondente nos EUA no período entre 2002 e 2004. Pedro Ribeiro traça um paralelo fascinante com a actualidade, notando como a história se repete: já naquela altura se vivia a era de um presidente altamente impopular na Europa, a sensação de que as regras da diplomacia tinham sido quebradas e uma profunda perplexidade europeia sobre as escolhas eleitorais dos americanos.
A conversa passa pelas raízes da polarização e do populismo, lembrando como a candidatura de Howard Dean, impulsionada pela internet, ou a eleição de Arnold Schwarzenegger, na Califórnia, já eram sinais de uma revolta contra o sistema onde "tudo é possível"
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A cerca de 100 dias das intercalares, os democratas corrigem um passo em falso no Maine e arriscam outro no Michigan. Já os republicanos temem os efeitos eleitorais do regresso da guerra no Irão.
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O estreito de Ormuz tornou-se uma das principais frentes do conflito no Médio Oriente. No primeiro episódio do Hoje, olhamos para o impacto da guerra em milhares de marinheiros que ficaram retidos em navios petroleiros no Golfo Pérsico, numa crise que a ONU descreveu como sem precedentes.
Entre eles estava Daniela Brito, uma portuguesa que trabalha em navios petroleiros há quase 20 anos e que passou vários meses encurralada em Ormuz. Ao Hoje, conta como viveu esses dias numa zona de conflito e como conseguiu sair.
“Aviões militares que nunca paravam, os primeiros drones a aparecerem durante a noite. Esses primeiros dias em que nós vimos essas coisas deram-nos a noção de que estávamos em guerra, ou numa zona de guerra, e de que corríamos perigo real”, recorda Daniela Brito.
Para perceber o que está em causa nesta crise é preciso olhar para a importância estratégica do estreito, para o papel do Irão e de Omã e para as consequências de uma instabilidade que afecta uma das principais rotas de transporte de energia do mundo.
A jornalista Maria João Guimarães, que acompanha o Médio Oriente há vários anos no PÚBLICO, explica porque é que Ormuz é uma peça central nesta disputa.
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Neste episódio especial do Fogo e Fúria, dedicado aos 250 anos da independência dos Estados Unidos, recebemos a jornalista Bárbara Reis, correspondente do PÚBLICO em Nova Iorque entre 1995 e 2000.
Este período foi marcada por uma profunda dualidade que organizou simbolicamente em três pastas de arquivo: os "Founding Fathers", que representam os ideais iluministas de razão e liberdade, os "Heróis", focados na capacidade do cidadão comum realizar feitos extraordinários e os "Chalupas", termo que usou para agrupar o submundo de extremistas, racistas e fanáticos religiosos.
Na conversa com Bárbara Reis recordamos alguns dos momentos do final do século XX nos Estados Unidos da América.
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Neste episódio especial do Fogo e Fúria, dedicado aos 250 anos da independência dos Estados Unidos, recebemos a jornalista Rita Siza, actual correspondente do PÚBLICO em Bruxelas, para recordar o seu período como enviada a Washington e Nova Iorque entre 2004 e 2010. Rita foca-se na transição da América patriótica e conservadora de George W. Bush para a onda de esperança trazida por Barack Obama.
A conversa aborda ainda o contraste entre a maneira de fazer jornalismo antes e agora, a evolução da relação transatlântica vista a partir de Bruxelas e a "bizarria" de regressar a Washington em 2024 para encontrar uma cidade marcada pela inflação, mas com o mesmo dinamismo e optimismo de sempre.
Um relato pessoal e profissional sobre um país em constante mutação, onde as memórias se cruzam com a análise política.
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Neste episódio especial do podcast "Fogo e Fúria", gravado na semana do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos da América, Pedro Guerreiro e Ruben Martins conversam com o antigo correspondente do PÚBLICO Paulo Moura. A conversa foca-se no período em que o jornalista viveu no país, na primeira metade dos anos 90, estabelecendo um contraste profundo com a América conturbada da era de Donald Trump.
O início de uma "era dourada" marcada por um optimismo e euforia sem precedentes após o fim da Guerra Fria e a queda da União Soviética ou a tomada de posse de Bill Clinton como um momento quase religioso de "grande recomeço" são momentos pelos quais passamos nessa conversa que se debruça sobre crença do "fim da história" e da hegemonia de um mundo ocidental livre e próspero. No entanto, as sementes da actual polarização política e social já estavam presentes de forma embrionária.
Através de relatos sobre as suas viagens pelo interior dos EUA, Paulo Moura ilustra a decadência da classe média e o crescimento de um sentimento de desconfiança em relação às elites de Washington que viria a moldar o futuro do país.
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Donald Trump voltou da China sem nada para anunciar, mas trouxe inspiração para pôr a casa em ordem. Nos dias seguintes, livrou-se de duas figuras incómodas no Partido Republicano.
Entretanto, as sondagens permanecem desfavoráveis para o Presidente que, ainda assim, não tem uma derrota necessariamente garantida nas eleições intercalares de Novembro.
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Os Estados Unidos sinalizam que há uma possibilidades renovadas de um acordo de paz com o Irão, numa altura em que Donald Trump arrisca cada vez mais vir a pagar o preço eleitoral da guerra. Será desta?
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Uma nova tentativa de atentado contra o presidente dos Estados Unidos da América intensifica a perseguição aos seus adversários políticos. Já o Supremo Tribunal dá vitória aos republicanos no conflito dos mapas eleitorais.
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Torna-se cada vez mais difícil tentar racionalizar Donald Trump. O Presidente norte-americano bem pode alegar, por exemplo, que a sua ameaça de morte a toda uma civilização empurrou o Irão para a mesa de negociações, mas nada fez depois com as cartas que disse ter na mão. Como está Trump a gerir o conflito no Médio Oriente é o ponto de partida deste episódio do Fogo e Fúria.
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Conversas sobre a América de Trump. Para tornar os podcasts grandes outra vez. Com Pedro Guerreiro e Ruben Martins.

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