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![Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
Luísa Lopes adora fazer listas.
Rui Maria Pêgo opta pelo malabarismo.
Há quem use acrónimos e acrósticos.
Outros fazem rimas ou seguem o método ‘Palácios da Memória’.
Não se assuste, não nos esquecemos do que íamos dizer! Estamos só a identificar algumas técnicas e truques para reforçar a memória.
Independentemente da estratégia que use, memorizar é muito mais do que decorar ou interiorizar o que está à nossa volta. Como explica a neurocientista Luísa Lopes, a memória é feita de muitos processos e elementos, e é de vários tipos, embora o mais poderoso seja o da memória emocional.
Guiados pelas perguntas de Rui Maria Pêgo, vamos encontrar resposta a várias questões: onde é que as memórias se guardam no cérebro? Estarão elas concentradas no mesmo sítio ou dispersas pela totalidade? Como é que o stress, o sono, o sedentarismo e a tecnologia a podem afetar?
A memória está sujeita a processos de erosão e de perda, mas não se assuste, porque pode ser treinada. Aprenda algumas técnicas com a nossa dupla, neste novo episódio de Ciência.
LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEIS
Artigo BBC: O que aconteceria se pudéssemos lembrar de absolutamente tudo?
Livro: A.R. Luria, «O caso do homem que memorizava tudo», Relógio D'Água
BIOS
RUI MARIA PÊGO
Tem 35 anos, 16 deles passados entre a rádio, o teatro e a televisão.
Licenciado em História pela Universidade Nova de Lisboa, e mestre em Fine Arts in Professional Acting pela Bristol Old Vic Theatre School.
LUÍSA LOPES
Neurocientista, coordenadora de um grupo de investigação no Instituto de Medicina Molecular e professora convidada de Neurociências na Faculdade de Medicina de Lisboa. É licenciada em Bioquímica e doutorada em Neurociências.
By Fundação Francisco Manuel dos Santos5
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Luísa Lopes adora fazer listas.
Rui Maria Pêgo opta pelo malabarismo.
Há quem use acrónimos e acrósticos.
Outros fazem rimas ou seguem o método ‘Palácios da Memória’.
Não se assuste, não nos esquecemos do que íamos dizer! Estamos só a identificar algumas técnicas e truques para reforçar a memória.
Independentemente da estratégia que use, memorizar é muito mais do que decorar ou interiorizar o que está à nossa volta. Como explica a neurocientista Luísa Lopes, a memória é feita de muitos processos e elementos, e é de vários tipos, embora o mais poderoso seja o da memória emocional.
Guiados pelas perguntas de Rui Maria Pêgo, vamos encontrar resposta a várias questões: onde é que as memórias se guardam no cérebro? Estarão elas concentradas no mesmo sítio ou dispersas pela totalidade? Como é que o stress, o sono, o sedentarismo e a tecnologia a podem afetar?
A memória está sujeita a processos de erosão e de perda, mas não se assuste, porque pode ser treinada. Aprenda algumas técnicas com a nossa dupla, neste novo episódio de Ciência.
LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEIS
Artigo BBC: O que aconteceria se pudéssemos lembrar de absolutamente tudo?
Livro: A.R. Luria, «O caso do homem que memorizava tudo», Relógio D'Água
BIOS
RUI MARIA PÊGO
Tem 35 anos, 16 deles passados entre a rádio, o teatro e a televisão.
Licenciado em História pela Universidade Nova de Lisboa, e mestre em Fine Arts in Professional Acting pela Bristol Old Vic Theatre School.
LUÍSA LOPES
Neurocientista, coordenadora de um grupo de investigação no Instituto de Medicina Molecular e professora convidada de Neurociências na Faculdade de Medicina de Lisboa. É licenciada em Bioquímica e doutorada em Neurociências.

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