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![Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
Na educação, o discurso mudou: se os pais de uma determinada época nos incentivavam (ou obrigavam) a escolher uma área que representasse uma ‘carreira de futuro’, hoje ouvimos dizer que ‘o que importa é estudar aquilo que nos faz felizes’.
Mas será que, na prática, houve mudanças?
Será que a educação continua a ser um elevador social?
Em que moldes?
A família em que se nasce e os professores que se têm continuam a ser elementos determinantes?
A Joana Pais e o Hugo van der Ding vão contar as evidências que se estudam na Economia da Educação. No final do episódio, caber-lhe-á a si julgar se estamos mais evoluídos que na época dos nossos avós ou, se afinal, embora mascarado de maior modernidade, continua tudo na mesma.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
ESTUDAR MAIS COMPENSA. MAS QUANTO?
Ensino superior como elevador social:
Raj Chetty, John Friedman, Emmanuel Saez, Nicholas Turner, Danny Yagan (2017). Mobility Report Cards: The Role of Colleges in Intergenerational Mobility. NBER WORKING PAPER NO. 23618
Retorno do ensino básico e secundário:
Angrist, Joshua D., and Alan B. Krueger (1991). Does Compulsory School Attendance Affect Schooling and Earnings?” The Quarterly Journal of Economics 106, 979–1014.
Em Portugal:
Campos, M., and Reis, H. (2018). Returns to schooling in the Portuguese economy: a reassessment. Public Sector Economics 42, 215-242.
EXTERNALIDADES DA EDUCAÇÃO:
Lochner, L., and Moretti, E. (2004). The Effect of Education on Crime: Evidence from Prison Inmates, Arrests, and Self-Reports. American Economic Review, 94 (1), 155-189.
Cui, Y., and Martins, P. S. (2021). What Drives Social Returns to Education? A Meta-Analysis. World Development, 148, 105651.
By Fundação Francisco Manuel dos Santos5
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Na educação, o discurso mudou: se os pais de uma determinada época nos incentivavam (ou obrigavam) a escolher uma área que representasse uma ‘carreira de futuro’, hoje ouvimos dizer que ‘o que importa é estudar aquilo que nos faz felizes’.
Mas será que, na prática, houve mudanças?
Será que a educação continua a ser um elevador social?
Em que moldes?
A família em que se nasce e os professores que se têm continuam a ser elementos determinantes?
A Joana Pais e o Hugo van der Ding vão contar as evidências que se estudam na Economia da Educação. No final do episódio, caber-lhe-á a si julgar se estamos mais evoluídos que na época dos nossos avós ou, se afinal, embora mascarado de maior modernidade, continua tudo na mesma.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
ESTUDAR MAIS COMPENSA. MAS QUANTO?
Ensino superior como elevador social:
Raj Chetty, John Friedman, Emmanuel Saez, Nicholas Turner, Danny Yagan (2017). Mobility Report Cards: The Role of Colleges in Intergenerational Mobility. NBER WORKING PAPER NO. 23618
Retorno do ensino básico e secundário:
Angrist, Joshua D., and Alan B. Krueger (1991). Does Compulsory School Attendance Affect Schooling and Earnings?” The Quarterly Journal of Economics 106, 979–1014.
Em Portugal:
Campos, M., and Reis, H. (2018). Returns to schooling in the Portuguese economy: a reassessment. Public Sector Economics 42, 215-242.
EXTERNALIDADES DA EDUCAÇÃO:
Lochner, L., and Moretti, E. (2004). The Effect of Education on Crime: Evidence from Prison Inmates, Arrests, and Self-Reports. American Economic Review, 94 (1), 155-189.
Cui, Y., and Martins, P. S. (2021). What Drives Social Returns to Education? A Meta-Analysis. World Development, 148, 105651.

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