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António Leitão Amaro rejeita fazer cenários sobre a governabilidade no período posterior às legislativas antecipadas de 18 de Maio. Porém, à exigência de reciprocidade já feita pelo secretário-geral socialista, Pedro Nuno Santos, de que o PSD, se o PS vencer sem maioria absoluta, viabilize um executivo minoritário do PS, o ministro da Presidência deixa subentendido que os sociais-democratas não sentem qualquer tipo de obrigações de corresponder a essa expectativa: "Ninguém quer reciprocidade face ao comportamento do PS, nenhum português. O PS deitou o Governo abaixo."
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By PÚBLICOAntónio Leitão Amaro rejeita fazer cenários sobre a governabilidade no período posterior às legislativas antecipadas de 18 de Maio. Porém, à exigência de reciprocidade já feita pelo secretário-geral socialista, Pedro Nuno Santos, de que o PSD, se o PS vencer sem maioria absoluta, viabilize um executivo minoritário do PS, o ministro da Presidência deixa subentendido que os sociais-democratas não sentem qualquer tipo de obrigações de corresponder a essa expectativa: "Ninguém quer reciprocidade face ao comportamento do PS, nenhum português. O PS deitou o Governo abaixo."
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