Bom dia, Obvious

Bom dia, Obvious

By Marcela CeribelliSociety & Culture
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Bom dia, Obvious episodes

  • #104/ liberdade que vem da minha voz, com Alice Wegmann
    Você sente uma pontada no estômago só de pensar em abordar um assunto complicado com uma amiga? E aqueeeela DR, te dá um nó na garganta que dá vontade de deixar tudo como está - mesmo que esteja ruim? Não te culpo. Conversas difíceis, ou como quero chamar a partir de hoje, conversas corajosas, não são divertidas. Mas a falta de prazer não anula a importância de aprender a lidar com confrontos de uma maneira saudável. Engolir sentimentos pode transformá-los em ressentimentos que, quando mal resolvidos, se tornam culpa, raiva, projeção e, não poucas vezes, até em doenças relacionadas ao estresse. Assustador, né? Ainda no tópico saúde, conversas difíceis para a maioria das mulheres são aquelas que ainda são consideradas tabus: libido, prazer, educação sexual. A consequência da falta de diálogo aqui consegue ser pior que ressentimento: a gravidez precoce é um fator propagador de pobreza para as gerações seguintes. Segundo dados da Fundação Abrinq, quase 30% das mães adolescentes, com até 19 anos, não concluíram o ensino fundamental, ou seja, estudaram menos de sete anos. Se o contrário de medo não é coragem, e sim, liberdade, o que está faltando para abrirmos diálogos que libertem as mulheres? Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious conversa com a atriz Alice Wegmann.
    39 min
  • #103/ liberdade que vem da minha autoestima, com Mari Goldfarb
    Nosso terceiro episódio da série é sobre a liberdade que conquistamos quando estamos em paz com a nossa autoestima. Abro logo com um alerta importante: dificilmente esse processo, em uma sociedade como a nossa, vai ser linear. Encontrar harmonia com a auto-estima não é se amar absolutamente todos os dias. É sobre conseguir se tratar com carinho e, quando surgir um sentimento ruim sobre o seu corpo, observar o sentimento, não criar outros pensamentos que servem como lenha nessa fogueira. Agora, se todas estão tão preocupadas com a própria aparência, quem mesmo está se importando com a dos outros? Um vortex difícil de desembaralhar mas uma coisa é certa: quando nos libertamos da ideia de que os outros estão nos julgando o tempo todo ou que a opinião alheia deve servir como bússola, firmamos um acordo, que mesmo entre altos e baixos, é de amizade com nossos corpos. Bom Dia, obvious! Hoje, Marcela ceribelli, CEO e diretora criativa na obvious, conversa com a influenciadora e estudante de nutrição, Mariana Goldfarb.
    36 min
  • #102/ liberdade que vem da minha história, com Thelminha
    Angela Davis em uma de suas frases mais famosas diz que “quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”. Quem pode confirmar essa fala é minha convidada de hoje. Mulher, negra, médica e feminista. Credenciais que até pouco tempo não víamos sendo apresentadas em programas de grande alcance. Mas novas referências permitem novos sonhos e Thelminha abriu a chance de muitas meninas sonharem. Só que em um país em que educação sexual ainda é vista como uma pauta vulgar, o número alarmante de gestações precoces pode adiar ou até eliminar a chance de realizar esses sonhos. Bom dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli e recebe a médica anestesista, apresentadora e o que mais ela quiser: Thelminha Assis.
    36 min
  • #101 / liberdade que vem da minha carreira, com Camila Coutinho
    "Liberdade não é algo que se ganha, se conquista". Para as mulheres, essa famosa frase é ainda mais certeira e, dentro das nossas infinitas individualidades, se torna ainda mais pessoal como cada uma de nós vai chegar até essa vitória. Esse episódio faz parte da campanha Liberdade Vem de Dentro, da Bayer, e é também um convite a celebração da nossa liberdade sexual. Assim como nós, a marca sabe que quando falamos sobre esse assunto, estamos tratando de diversos aspectos: do controle sobre o caminho das nossas vidas à liberdade de vivenciar nossa sexualidade da nossa maneira. Antes de começarmos nosso papo, fica aqui o convite para você acessar o site liberdadevemdedentro.com.br e saber mais sobre o movimento. Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious conversa com a influenciadora e empresária Camila Coutinho, sobre a construção de liberdade através da carreira.
    42 min
  • #100/ Os piores dates do mundo, com Magá Moura e Laura Vicente
    Mãos dadas com a decepção, essa terra é dos dates. Paquerar, seduzir, flertar é gostoso demais. Inclusive, alguns estudos fazem um paralelo entre a emoção de receber aquela mensagem de volta com a adrenalina de pular de paraquedas. O que esses estudos não mostram é que depois desse grande salto, nossa cabeça constrói cenários de como vai ser aquele encontro. Só que não poucas vezes o inimaginável acontece: ter que ajudar a ex da crush que está vomitando na festa que vocês ou até que a sua mãe vai acionar o querido a ajudar a salvar móveis de uma enchente. Se o date é ruim, a história é boa e hoje estamos prontas pra dar umas boas risadas. Afinal, chorrir é o melhor dos remédios. Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious e recebe as apresentadoras do podcast Senta que la vem Dr Laura Vicente e Maga Moura.
    39 min
  • #99/ SOS Fossa, com Letrux e Laura Vicente
    Sensação de que o chão não te dá mais base. Dor no peito, confusão mental, estômago revirando. Para algumas pode parecer até um certo exagero, mas adianto que você só saberá a dor de uma boa fossa depois que passar por ela. Não subestime esse sofrimento e o tempo necessário para se reerguer: especialistas conseguem traçar perfeitamente um paralelo com o luto. "Isso não pode estar acontecendo: como fica a vida que eu imaginei ao lado dessa pessoa? Faz sentido uma vida sem ser ao lado dessa pessoa?" A autora Lori Gottlieb diz que a dor do término vem justamente do luto pelo futuro perdido, pois na eterna tentativa de ter o controle máximo de nossas vidas, deixamos escapar que novos futuros são construídos diariamente: no nosso importante mas pouco valorizado agora. Como alguém que tem lugar de fala em fossa, quero já de início dar a boa notícia pra quem está sofrendo nesse momento: v-a-i p-a-s-s-a-r. O processo é muito pessoal sim, mas será que adianta ter pressa para se livrar dessa angústia ou é melhor sentir tudo profundamente? Quando nos sentimos verdadeiramente prontas pra sair com outras pessoas? É normal me tornar monotemática ou vou perder todos meus amigos porque só falo disso? Bom Dia, Obvious, hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, explora as aflições e até torturas daquelas que passam por uma fossa com a apresentadora Laura Vicente e a cantora Letrux.
    53 min
  • #98/ o amor na co-quarentena, com Letticia Muniz e Magá Moura
    "Agora percebo que boa parte da vida é questão de tempo e circunstância" diz Celestial, a protagonista do livro Um Casamento Americano, em seguida completando" O modo como a gente sente o amor e o modo como entendemos o amor são duas coisas diferentes. A emoção humana fica além da compreensão, tranquila e contínua como um globo feito de vidro soprado". Se algumas solteiras em tempos pandêmicos dariam tudo pra estar dividindo as dores desse momento com um par, as que estão em um relacionamento sabem que por mais amor que exista na relação, as circunstâncias atuais mudaram completamente nosso entendimento sobre amar. Há quem diga que o período de isolamento serviu apenas para potencializar conflitos que já existiam: afinal, tinham casais que só estavam juntos porque não conviviam muito tempo em casa. Em contraponto, há psicanalistas que defendem que a qualidade de um relacionamento não pode ser julgada nas circunstâncias atuais: é preciso ter paciência e compaixão. Afinal, meu relacionamento virou um tédio ou tudo virou um tédio? Perdi o tesão na minha parceira ou a libido não se dá bem com o medo iminente de um vírus? A falta de convívio externo destrói o mistério que constrói a paixão? Bom dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, conversa com a influenciadora Letticia Muniz e com a comunicadora e empresaria Magá Moura que venceram o "No Limite" das relações.
    46 min
  • #97/ solitude ou carentena? com Magá Moura e Julia Mendes
    Me liste 10 canções sobre vida de solteira e perceba comigo como os grandes hinos sobre estar sozinha falam sobre liberdade. Sim, aquela mesmo que perdemos desde março de 2020. O que ficou foi a delícia da paquera esporte: aquele match que dá arrepios, um DM que você tira print e manda no grupo das amigas, mensagens que começam inocentes e de repente opa, isso é sexting? Com pandemia ou não, a tecnologia definitivamente mudou as regras do jogo. Se as gerações anteriores às nossas conseguiam imaginar cenários hipotéticos para o telefone não tocar, nós somos escancaradas com postagens que gritam: ele ou ela talvez não esteja afim de você. Ou talvez esteja. Ou talvez, quem se importa? Estar em paz com a sua companhia e encontrar prazer na solitude deve ser um dos aprendizados chave para ficar bem na nossa sociedade daqui em diante. Seja do time eu espero que você entenda que o meu amor é amor de quenga ou do time que todo carinho do mundo para mim é pouco, quais são as dores e delícias de estar solteira em 2021? Bom Dia, Obvious, eu sou Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious e hoje converso sobre as aventuras da solteirice na quarentena com a atriz Julia Mendes e a comunicadora e empresária Magá Moura.
    41 min
  • #96/ dignidade menstrual, com Dra Larissa Cassiano
    Como foi pra você sua primeira menstruação? Alguém te acolheu rapidamente com as informações básicas? Você teve fácil acesso a um absorvente? Se a resposta for sim, fico muito feliz por você. Talvez por isso o termo dignidade menstrual, no título do episódio, pode ter sido novo. Mas eu te explico o que ele significa e a urgência de tratarmos sobre essa pauta por aqui: dignidade menstrual é um privilégio na nossa sociedade. De acordo com a Desk Research de Sempre Livre, realizada em 2021, 23% das brasileiras de 15 a 17 anos não têm dinheiro para comprar absorventes todos os meses. Além disso, mais de 1.5 milhão de mulheres não têm banheiro em casa, segundo dados da ONG Trata Brasil. Além desses números alarmantes, evoluímos tanto em falar com naturalidade sobre assuntos delicados, mas parece que ainda existem tabus envolvendo falar abertamente sobre nosso corpo, nossos fluidos, nosso sangue, nosso ciclo. É hora de desmistificar a menstruação e falar da nossa dignidade como mulheres. Por que nossos fluídos ainda não são bem-vistos pela nossa sociedade? Como isso impacta no nosso jeito de ver o nosso próprio corpo? Esse é o terceiro bate-papo da série de quatro episódios que tem como intuito falar sobre a mulher e sua saúde, em todos os seus ciclos de vida. Para isso, a Johnson & Johnson, suas marcas e o grupo de Diversidade, Equidade e Inclusão da companhia, WLI (Women Leadership and Inclusion) se juntaram e iniciaram o movimento #VamosCuidarDelas. Esse episódio em especial tem o apoio de Sempre Livre.
    30 min
  • #95 / fazendo as pazes com o tempo, com Carol Figueiredo e Aline Lima
    Muito nova para se preocupar com isso, muito velha para se aventurar naquilo. Envelhecer é uma das poucas certezas que temos nessa vida. Inclusive, você já envelheceu desde que eu comecei a falar por aqui. Mas, parece que é daquelas verdades que tentamos desviar: as falas sobre os 30 serem os novos 20, os 40 os novos 50, como se esses números e os significados que carregam fossem nortes para como as nossas vidas devem ser vividas. Para as idades mais avançadas, temos a pressão de aparentar ter congelado no tempo em nossas aparências. Para as mais novas, uma ideia perigosa de que sucesso e realização profissional devem acontecer o quanto antes, quem sabe da noite para o dia. Toda década traz seus desafios e as suas delícias, mas, para as mulheres, em especial, também traz expectativas da sociedade. Seja com 20, 30, 40 ou 50, como não sucumbir a esses padrões e viver o seu tempo da sua maneira? Bom dia, Obvious, hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, recebe a psicanalista, Aline Lima, e a criadora de conteúdo Carol Figueiredo para uma troca sobre o que é envelhecer como mulher na sociedade de hoje. Esse é o terceiro bate-papo da série de quatro episódios que tem como intuito falar sobre a mulher e sua saúde, em todos os seus ciclos de vida. Para isso, a Johnson & Johnson, suas marcas e o grupo de Diversidade, Equidade e Inclusão da companhia, WLI (Women Leadership and Inclusion) se juntaram e iniciaram o movimento #VamosCuidarDelas. Esse episódio em especial tem o apoio de Neostrata.
    44 min

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