Bom dia, Obvious

Bom dia, Obvious

By Marcela CeribelliSociety & Culture
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Bom dia, Obvious episodes

  • #84 / primeiro eu tive que renascer, com Lorena Portela
    Quantas vezes se morre ainda em vida? A pergunta que de primeira parece mórbida vai sendo digerida ao longo das páginas do livro "Primeiro eu Tive que Morrer", da Lorena Portela . Talvez a pior morte de todas seja o viver no automático, esquecer o que se leva dessa passagem e não aproveitar o melhor dela. Ou talvez esquecer de si mesma e passar a viver a narrativa do outro, escapando de que se não nos tratarmos como protagonistas, alguém nos fará de coadjuvante. De tantas vezes que esse monólogo trouxe passagens literárias, hoje ele carrega um gosto especial: o prazer de conversar com a autora dessa ficção sobre a morte que lhe dá título, mas também sobre o feminino. O fim, retratado aqui, não é o que conhecemos como definitivo, e sim, aquele que abre caminhos para os renascimentos que passamos na vida. Quantas versões de você precisaram acabar pra você ser quem você é hoje? Ou o que precisa acabar pra você sentir que está vivendo em sua maior potência? Entre grandes amores que carregam grandes decepções, trabalhos aparentemente dos sonhos que nos tiram da nossa essência ou até um grande desencontro entre a realidade e as vozes cruéis que moram dentro de muitas de nós, o romance que vamos explorar hoje é acima de tudo, uma história de amor. Bom dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, conversa com a jornalista e escritora Lorena Portela.
    54 min
  • #83 / projeto saúde financeira, com Nathalia Arcuri
    Coração acelerado, uma certa adrenalina e um prazer rápido mas intenso. Eu poderia estar falando de várias coisas aqui, mas nesse caso estou falando sobre as sensações físicas de comprar. Hoje já comprovado cientificamente, consumir libera os mesmos hormônios que outros prazeres da vida e existe inclusive um termo pra isso: shopping high ou, em bom português, chapadinha de comprar. Mas em um país em que até 1962 as mulheres casadas não podiam abrir conta própria no banco e precisavam de permissão dos maridos para trabalharem fora, alimentar o mito de que as mulheres são mais suscetíveis a compras por impulso, que estão dispostas a pagar mais que os homens (e aqui, alô taxa rosa!) ou que levam "menos jeito" pro assunto, é também nos afastar da nossa saúde financeira. E enquanto alimentam e normalizam o mito da mulher gastadeira, seguimos recebendo menos: o salário das mulheres corresponde a 67,92% dos homens. Se compararmos o salário com uma pizza e o salário dos homens seria equivalente a 8 fatias - uma pizza inteira - enquanto o salário das mulheres seria, aproximadamente, de cinco fatias e meia. O modo como nos relacionamos com o dinheiro é, de muitas maneiras, um sintoma de como nos relacionamos com qualquer outra coisa na vida, por isso cuidar da nossa saúde financeira faz parte do cuidado com a nossa saúde mental e do futuro que queremos pra nós mesmas. Bom Dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, conversa com a jornalista, empresária, podcaster e youtuber, Nathalia Arcuri.
    31 min
  • #82 / bom dia, empresárias, com Adriana Barbosa
    Quando você escuta o termo "empreendedorismo", quais imagens vem a sua cabeça? Um homem engravatado? Ou então usando camiseta e seu tênis minimalista? E quando você pensa o que é necessário pra empreender, por acaso vem fórmulas prontas de quem conseguiu fortunas em um curto espaço de tempo? Pois saiba que a cara do empreendedorismo no Brasi é outra e sobreviver tendo seu próprio negócio nesse país é sobre ser resiliente e saber se reinventar. Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli CEO e diteora criativa da Obvious conversa com Adriana Barbosa, empresária, fundadora da Feira Preta, apresentadora do podcast Superar e foi eleita pela (ONU) em 2017 como uma das 50 Afrodescentes Mais Influentes do Mundo.publi
    33 min
  • #81 / intuição, pra que te quero? com Fernanda Sigilião
    Pressentimento, sexto sentido, instinto.. A intuição tem diferentes roupagens mas o sentimento, que alguns chamam de “um conhecimento profundo”, é caracterizado por compreender algo com pouca ou nenhuma explicação. Nas palavras de Gustav Jung, “explora o desconhecido e adivinha possibilidades que às vezes não são evidentes”.. É por conta dela que algumas pessoas recusam empregos aparentemente perfeitos, que não se convencem com uma pessoa que aparentemente todos amam ou porque casais se casam depois de seis meses: eles simplesmente sabem. Acredite em si mesmo. Confie nos seus instintos. Ouça a sua voz interior. Temos também um monte de maneiras de dizer a nós mesmas para sermos mais intuitivas. Mas quando chega a hora de tomar uma decisão importante, por que pode ser tão difícil confiar em nossa intuição? E se pedirmos orientação à nossa intuição e não obtivemos nada, ou pior, respostas conflitantes? É tão simples quanto olhar para dentro? Bom Dia, Obvious! hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, conversa com Fernanda Sigilião sobre o grande desafio que é entender, sentir e ter o ímpeto de confiar na intuição.
    38 min
  • #80 / eu sou a única que ainda não se aceita? com Renata Correa
    O ano é 1999, a trilha sonora é Kiss Me e nossa protagonista vem descendo as escadas. O grande galã da escola está apaixonado em uma questão de segundos. As meninas populares agora querem falar com ela. Ela até ganha uma rival feminina pra provar seu valor. A mudança na aparência é mínima: ela apenas tirou os óculos e soltou os cabelos. Mas a consequência pro nosso entendimento dos efeitos da aparência física como moeda social, é eterna. Pra quem não reconheceu, essa cena é do filme Ela é Demais e marcou toda uma geração de mulheres que hoje talvez fiquem congeladas na tentativa de responder ao questionamento levantado pela nossa convidada: você prefere gozar ou ser magra? E se tudo parece um pouco nebuloso na sua cabeça porque, apesar de saber de tudo isso, essa força magnética da pressão estética segue te atraindo, eu te digo me dá a mão porque estamos juntas. Como diria Roxane Gay: o que eu sei e o que sinto são duas coisas muito diferentes. Bom dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, CEO & diretora criativa na Obvious, conversa com a roteirista e escritora Renata Corrêa, sobre os efeitos da cultura pop na nossa construção de auto imagem, auto estima e prazer feminino.
    44 min
  • #79 / meu ano de descanso e sem relacionamentos, com Maqui Nóbrega
    Se o nome desse episódio te pareceu curioso, aproveito nossa abertura pra te explicar. Meu ano de descanso e relaxamento é o título de um livro em que a protagonista decide dormir por um ano. Segundo a personagem, depois desse período sua vida passada seria apenas um sonho e ela poderia começar de novo sem arrependimentos, amparada pela felicidade e pela serenidade que teria acumulado no período. Mas por que então o trocadilho com relações? Porque a minha convidada de hoje decidiu fazer o mesmo, mas apenas em uma parte da sua vida: os relacionamentos. Chame de hibernação, sabático, ou como preferir. A real é que se antes ter um relacionamento ou pelo menos uma vida amorosa quente era sinal de uma vida feliz, cada vez mais mulheres concordam que uma pausa faz bem demais pra saúde. Mas então será que mentiram quando nos convenceram que a felicidade só é real quando compartilhada? O quanto de energia depositamos em na aba relacionamentos e o que aconteceria se ela migrasse pra outras caixinhas das nossas vidas? Bom Dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, fechando o especial fazendo escolhas do programa, conversa com a influenciadora Maqui Nóbrega sobre essa opção já não tão rara no menu da vida: o tal ano sabático de relações.
    44 min
  • #78 / sendo a protagonista da minha vida, com Thai de Melo Brufem
    No livro "Indomável" da Glennon Doyle, em um trecho do livro, ela conta sobre o dia em que seu filho e sua filha estavam recebendo amigos em casa. Na sala, estava o grupo de meninos e no quarto, o grupo de meninas. Ela vai aos dois comôdos e faz a mesma pergunta: "Alguém está com fome?!?" e os meninos, rapidamente, respondem sem nem tirar os olhos da televisão, um sonoro SIM! Já as meninas, ficam em silêncio, se entreolham para descobrir a resposta, pesquisam suas necessidades, pedem permissão para os seus desejos nos olhares externos. Até que uma delas, aparentemente a líder, decide que não, não estão com fome. Os meninos, sabem o que querem olhando para dentro. As meninas, olham para fora. Porque quando somos ensinadas que precisamos agradar, esquecemos quem somos. Mas nessa vida, se você não tomar as decisões, alguém vai fazer por você. O que acontece quando uma vida toma rumos por decisões alheias? Qual a sensação de tomar as rédeas dessa tão breve vida? Bom dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, conversa com a influenciadora Thai de Melo Brufem, sobre o que acontece quando nos tornamos protagonista das nossas próprias vidas.
    47 min
  • #77 / quais amizades ficam? com Afetos Podcast
    A-mi-za-de. Tá aí uma palavra comum que possui um significado mais comum ainda. Convenhamos: entre filmes, séries, livros e praticamente todas as histórias que nos contaram até hoje a heroína tem sempre, pelo menos, uma grande amizade. Mas o que essas narrativas também contam é que aquela pessoa é capaz de nos dar todas nossas necessidades dentro dessa relação. Os melhores rolês, os melhores conselhos, os melhores puxões de orelha e a maior confiança. Isso, claro, exigindo o mínimo esforço de ambas as partes. Mas se você só de me ouvir falar isso já deu uma risadinha, é porque sabe: as amizades exigem esforço e se esperarmos todas essas caixinhas de uma mesma pessoa, a frustração é o destino certo. Mas afinal, o que faz uma relação superficial se tornar uma amizade verdadeira? Teria como uma amizade verdaeira recuar para uma relação superficial e a gente nem notar? Enquanto investigamos essa resposta, o melhor que podemos fazer é aceitar essa falta de resoluções e sempre que alguém perguntar porque somos amigos de uma pessoa, calçar os sapatos da resignação e usar as mesmas palavras do filósofo francês Michel de Montaigne: "porque é ela e por que sou eu". Bom dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, aproveita a atmosfera reflexiva desse início de ano e conversa sobre amizades com Gabi Oliveira e a Karina Vieira, do Podcast Afetos.
    41 min
  • #76 / quero ser mãe? com Isabela Matte
    Desde o momento em que nascemos, já temos planos carregados de expectativas e marcos que foram feitos por outras pessoas para nós. A hora certa de começar a andar, a hora certa de entrar na escola, a hora de dar o primeiro beijo, de ir para a faculdade, de encontrar um emprego, de casar, de ser mãe e quem sabe, avó. A sociedade define quais são as idades para alcançar essas metas e quando tomamos um rumo diferente, parece que algo deu muitissimo errado, mas dentro da nossa liberdade, mora também, o nosso direito de fazer escolhas. Escolher o tempo certo para as novas etapas da vida faz parte de uma vida mais feliz. No Brasil, mais da metade das gravidezes não são planejadas e 20% das mães tem menos de 20 anos. Você pode imaginar a consequência desses dados na vida de tantas mulheres? E é por isso que estamos aqui, hoje. Para refletir sobre as mudanças de vida de uma gravidez planejada ou não, e como nós como sociedade podemos ser mais solidárias e principalmente, compartilhar informação à respeito de prevenção, métodos contraceptivos e planejamento familiar. Bom dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, Ceo e diretora criativa da Obvious, conversa com a mãe e empresária, Isabela Matte sobre maternidade, expectativas e planos de vida. Referências do Ep: bit.ly/referenciasbdo75
    39 min
  • #75 / um pacto com o agora, com Helena Galante
    Oi! Tudo bem?? Enfim, chegamos no último episódio de 2020, nossa abertura hoje vai ser um pouco diferente porque o tema do episódio de hoje, é também uma chamada. Uma chamada para você se conectar com o momento presente. Não, a Marcela não virou locutora de meditação guiada, mas em uma ano em que tivemos que rever todos os nossos planos, o que podemos levar para 2021, é que se preocupar com o futuro ou o passado, muitas vezes nos impede de viver o agora, só que é no agora que a vida acontece. Também queremos te agradecer, 2020 não foi nada fácil mas esperamos que o programa tenha trazido momentos de alegria e reflexão para você. Bom dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, recebe a brilhante jornalista e podcaster, Helena Galante para bater um papo sobre viver no momento presente.
    47 min

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Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, recebe convidadas para conversas abertas sobre assuntos atuais do universo feminino: saúde mental, autocuidado, carreira, autoestima,…

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