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Após a sétima derrota na temporada, regressou a contestação no FC Porto. Para além deste tema, o mercado do Benfica e a chegada de Rui Silva ao Sporting estiveram em debate, no Mercado Aberto do dia 13 de janeiro, com o jornalista Luís Marçal e os comentadores da SIC, Marco Caneira e Pedro Fatela. Vítor Bruno e a direção portista foram contestados à chegada ao aeroporto Sá Carneiro e ao Estádio do Dragão. Os 'azuis e brancos' sofreram segunda derrota consecutiva depois de perderem frente ao Sporting na Taça da Liga. Os adeptos acenaram com lenços brancos e pediram a demissão do treinador, que considerou normal a reação dos adeptos.
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Jornalista multifacetado, viaja do ciclismo ao futebol, passando pela política, sempre com um estilo muito próprio e inconfundível. Atualmente, a SIC, Eurosport e Rádio Renascença são algumas das casas onde podemos vê-lo e ouvi-lo. Veio para Portugal em 1995 por amor. “Quando cheguei não conhecia nada do país nem sabia falar a língua. Vim com uma namorada que era portuguesa.” Começou por viver num abrigo de pessoas com deficiência visual. “Era a forma de ter um sítio onde dormir nesses primeiros tempos.” Ajudava-os em todas as tarefas e ainda hoje fica emocionado quando recorda esse período.
Está neste momento a tratar do pedido de nacionalidade portuguesa, mas tem sido um processo travado por muitas barreiras burocráticas. “Portugal está a tornar-se um país menos tolerante. Há coisas que gosto e outras que não gosto, mas amo este país e quero morrer aqui.”
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São quase 40 anos de carreira e mais de 2500 narrações de jogos de futebol entre rádio e televisão. Pedro Azevedo é um dos narradores em atividade mais antigos do país e tem marcado presença nos principais palcos do desporto português e internacional: “Tenho cinco campeonatos do Mundo, outros tantos da Europa e três finais europeias”, revela. A larga experiência levou-o escrever o livro técnico “Relato de Futebol – narração na rádio, tv e internet”, editado pela Bluebook, como forma de partilhar o seu conhecimento. Na segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões, em 2004, o FC Porto, então orientado por José Mourinho, deslocou-se a Old Trafford. Os dragões estavam em desvantagem até que Costinha, já nos minutos finais, marcou o golo que ditou o afastamento dos ingleses: “Relatei o golo com muita emoção, mas o senhor Peter Schmeichel não gostou.”
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Afirma-se muito supersticioso em relação aos jogos do Sporting e está a viver com alguma apreensão o início de João Pereira como treinador dos leões. “Sou daqueles muito pessimistas. Ainda agora, com estes maus resultados, disse ao meu irmão que já havia muita euforia.” É daqueles adeptos que diz preferir saborear as vitórias com alguma moderação. “Historicamente, o Sporting é um cube que se dá mal com a bazófia. Sempre se deu bem como underdog e agora, se pudesse dar uma tática aos adeptos, era mesmo para diminuir essa bazófia.”
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Foram muitas as mudanças no FC Porto da última época para esta. André Villas-Boas venceu e tornou-se presidente, Vítor Bruno é o novo treinador e saíram vários jogadores importantes. Um deles, o capitão Pepe. Paulo Baldaia não tem dúvidas de que Pepe ainda seria um jogador importante na equipa: “O FC Porto tem belíssimos centrais, mas comete muitos erros na defesa porque falta alguém com essa inteligência e conhecimento do jogo. Isso resolvia-se com o Pepe ainda a jogar mais um ano. Desconfio que com o Pepe a jogar, o Benfica não teria dado 4-1 ao FC Porto e não sei se o Sporting ganharia.”
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Nortenho e sportinguista. Rui Couceiro nasceu no Porto, mas o seu coração sempre pendeu para o Sporting. “Gostava muito de jogadores raçudos como o Oceano ou o Sá Pinto”, confessa. Revela que a fase recente dos leões foi das mais marcantes que teve como adepto e não esconde a vontade de lançar um livro sobre Ruben Amorim: “Ele não me deixa mentir. Desafiei-o muitas vezes. A última foi agora quando soube que ele ia para o Manchester United. Ele foi como é publicamente. Muito simpático, cordial e educado, mas recusando sempre.” Rui Couceiro afirma que nunca viu ninguém com esta postura no futebol português: “Adoraria fazer a sua biografia porque é um individuo benigno para o futebol e personifica tudo aquilo que este desporto deve ser.”
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A Bhout, startup portuguesa, criou o primeiro saco de boxe inteligente do mundo. Da junção entre o mundo dos videojogos e o fitness nasce um conceito que tem acumulado prémios, nomeações, distinções, admiradores, clientes e investidores. “A ideia nasce, literalmente, de um sonho. Sonhei que estava a golpear um saco de boxe e que o saco de boxe se transformou numa pessoa”, revela o CEO da Bhout, Mauro Frota.
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Foi uma carreira repleta de grandes clubes, em vários campeonatos, títulos importantes (ganhou por quatro vezes a Liga Europa, três no Sevilha, uma no FC Porto) e de presenças com a seleção nacional nas mais importantes provas. No final da temporada 2020/21, ao serviço do Farense, Beto decide pendurar as luvas, mas não está totalmente convencido com a nova vida sem futebol e sem competição. “Passado pouco tempo, tenho um convite para jogar na Finlândia. Terminada a aventura nórdica, Beto percebeu que tinha de encarar a nova fase da sua vida sem a azáfama diária de ser jogador de futebol. “Procurei ajuda e encontrei uma pessoa que me deu algumas ferramentas e que me indicou o caminho pelo qual podia seguir.”
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Para Jel e aqueles que o acompanhavam, nunca houve dúvidas. Os verdadeiros sketches, o humor que lhes interessava, estava na rua e não no conforto do estúdio. Jel, em conjunto com a própria equipa, seria detido por um sketch em que fingia de polícia. Nunca mais viu as fitas desse sketch (foram apreendidas) e ainda teve de ouvir os avisos de um agente: “Vocês são malucos, fazem ali aquilo, nós entrámos e podia ter sido um morticínio [risos].” A brincadeira, no entanto, teve os seus custos: “Acabei condenado por usurpação de funções com seis meses de pena suspensa”. Ouça aqui o novo episódio de Ontem Já Era Tarde.
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Começou por jogar futebol, mas o gosto por ciclismo esteve sempre presente. Herdou a paixão pela bicicleta do pai, que também foi praticante, e trocou a bola pelos pedais ainda na adolescência. Natural de Pegões, no Montijo, Ruben Guerreiro foi queimando etapas até chegar às grandes provas mundiais. Passou por equipas dos Estados Unidos e Bélgica. Atualmente, está na Movistar, em Espanha. É o convidado deste Ontem Já Era Tarde, ouça aqui em podcast.
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O futebol é o ponto de partida nestas conversas sem fronteiras ou destino agendado. Todas as semanas, sempre à quinta-feira, Luís Aguilar entra em campo com um convidado diferente. O jogo começa…

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